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terça-feira, 19 de maio de 2026

Lançamento - Garrafas ao mar - Diário de um repórter internado para tratamento de alcoolismo - crônicas viscerais e sem autocompaixão - Autor: João Paulo Arruda

Em Neon: terça-feira, 19 de maio de 2026


O que acontece quando a rotina de um jornalista é substituída pelo tremor do corpo e o vômito seco todas as manhãs? Escrito durante 110 dias de internação em uma clínica no Rio de Janeiro, Garrafas ao mar é um relato corajoso sobre a fragilidade humana diante do alcoolismo. Em crônicas viscerais e sem autocompaixão, João Paulo Arruda expõe os fragmentos de sua própria queda e narra o processo de reconstrução de uma vida. O lançamento será no dia 28 de maio, na Livraria da Travessa de Ipanema.

Foto: Ricardo Pereira


Com passagem por importantes redações cariocas, João começou a admitir que precisava de ajuda no início de 2024, quando tinha 48 anos. Andava cambaleante, tinha crises de sonambulismo e sofria apagões em casa ou na rua. Chegou a se internar duas vezes naquele ano, mas enxergava o tratamento apenas como uma etapa a ser cumprida. Recaiu, seu desempenho profissional piorou e foi demitido do jornal onde trabalhava há mais de duas décadas.

– Mergulhei na depressão e na autopiedade. Fiquei um mês deitado na rede da sacada, bebendo desesperadamente. A essa altura, eu já era conhecido como o bêbado do bairro – relembra, até ser levado por um amigo e a namorada a uma nova internação, desta vez encarada com humildade diante do reconhecimento de que estava doente e a morte era iminente: – Hoje, tenho consciência de que serei alcoólatra para o resto da vida. A doença é tão terrível que, mesmo estando bem, às vezes confundo paz com pasmaceira.

Sem poder usar computador, pelas regras da clínica, Garrafas ao mar foi escrito inteiramente à mão, em tempo real, enquanto os fatos se desenrolavam. João preservou o olhar e a sensibilidade de repórter. Ele conta em detalhes sua rotina durante a internação e narra inúmeras histórias suas e da convivência com outros pacientes. Alguns, dependentes de álcool e drogas. Outros, que buscavam se libertar do vício em sexo e em jogos, contingente que vem se multiplicando nos últimos anos.

Mais do que um testemunho sobre a luta contra o alcoolismo, Garrafas ao mar é o registro de alguém que precisou perder o chão para reaprender a caminhar. E pode servir como um espelho para tantas pessoas e famílias devastadas. “Limpo” desde setembro de 2025, João retomou sua carreira de jornalista.

– Não escrevi os textos imaginando que publicaria um livro. Foi como se eu estivesse jogando garrafas ao mar, uma forma de reconexão comigo mesmo.

Garrafas ao mar já está em pré-venda na Amazon e chega às melhores livrarias do país na segunda quinzena de maio, com lançamento simultâneo em e-book em mais de 20 plataformas digitais.

LANÇAMENTO

Quinta-feira, 28 de maio, às 19h,

na Livraria da Travessa de Ipanema

(Avenida Visconde de Pirajá 572)

FICHA TÉCNICA

Título: Garrafas ao mar – Diário de um repórter internado para tratamento de alcoolismo

Autor: João Paulo Arruda

Editora: Máquina de Livros

Páginas: 144

Preços: R$ 68 (impresso)e R$ 39 (e-book)

domingo, 14 de dezembro de 2025

Denise Emmer lança 'Só os loucos batem palmas para o céu', seu novo livro de contos em prosa-poética

Em Neon: domingo, 14 de dezembro de 2025


Vencedora do Prêmio Alceu Amoroso Lima Poesia e Liberdade 2021, poeta, compositora e violoncelista, depura a solidão e o desamparo ao longo de dezessete contos

Fotos: Nem Queiroz

Denise Emmer, escritora de múltiplas expressões e um dos grandes nomes da poesia brasileira contemporânea, está lançando sua mais nova publicação, o livro “Só os loucos batem palmas para o céu” (Editora Cavalo Azul), mais uma vez diluindo as fronteiras entre prosa e poesia para compor um mosaico de narrativas que soam como partituras, sonatas e visões. O livro não apenas continua o diálogo com obras ficcionais anteriores —   O cavalo cantor e O barulho do fim do mundo — mas aprofunda a vertente estética da autora, que flerta com o realismo mágico, e lhe confere uma densidade rara.

Ao longo dos dezessete contos reunidos em seu novo livro, a solidão emerge como eixo magnético, um sentimento que não se apresenta como ausência, mas como território existencial a ser percorrido. Não à toa, Denise escolhe para epígrafe um fragmento de Cem anos de solidão, de Gabriel García Márquez: “Ele realmente tinha passado pela morte, mas retornou porque não suportava a solidão.” Essa frase é a chave do livro. Cada conto mostra personagens que, de algum modo, retornam — da morte, do esquecimento, da infância, do nunca — para viver a solidão da existência. São órfãos, náufragos, criaturas suspensas entre mundos, cujos gestos se inscrevem no palco íntimo do leitor.

"Sou uma poeta, que, por vezes, resolve sair da sua métrica para viver algumas aventuras”, comenta Denise. “Ao escrever estas histórias, eu as vivo intensamente. Sou, ou parte do enredo, ou a observadora que narra os acontecimentos sem entrar nas polêmicas. Para mim, escrever contos é uma forma de viajar sem sair do quarto", conclui.

Os títulos dos contos já sugerem um universo de enigmas e metáforas: A mulher que dançava, Senhor solidão, Palco das criaturas, As despedidas do Nunca, Entre o quarto e o closet, A árvore Sonâmbula, Abraço eterno, O mosteiro do penhasco, O homem triste, A senhora de todas as vestes, Amor elevado a infinito, Anônima, Meu Kilimanjaro, O homem com pressa, Casal de bandoleiros, Abandonadas e Coração disparado. Cada título é uma promessa de imagem, um convite a um espaço sensorial.

Tais características são latentes como, por exemplo, em “Senhor solidão”, no qual Denise Emmer cria um cenário doméstico e sufocante, onde um artista célebre vive com a mãe centenária. A rotina banal — almoçar, descalçar sapatos, cuidar um do outro — se transforma em metáfora da dependência e da clausura. Ou também em “Palco das Criaturas”, em que um pianista sem rosto veste o fraque e aguarda sua entrada no palco para interpretar uma sonata inexistente. Sua música desperta os marginalizados, os loucos, as anciãs esquecidas — mas não há plateia. Quando finalmente toca para um público lotado, é vaiado, suas teclas se soltam, o piano se desmonta. O conto é uma parábola sobre a arte invisível e o fracasso da glória. Ao dividir o pão com um homem humilde nas ruas, o pianista reencontra, no gesto simples, a dignidade que não encontrou nos aplausos. Denise Emmer transforma o palco em metáfora do mundo: todos somos criaturas tocando sonatas inaudíveis para plateias ausentes.

Outra passagem de semelhante potência literária, “As despedidas do Nunca” medita sobre a morte e o adeus. A narradora percorre paisagens — florestas, pedras, mares — despedindo-se de tudo, até de seus pais transformados em estátuas. O texto avança como um fluxo de consciência, misturando memória, sonho e realidade. A cena do aeroporto, com o voo Pterossauro para o “Nunca”, é uma imagem poderosa: a morte como embarque, o destino final anunciado no alto-falante. Mas, ao final, há um retorno à intimidade: ela adormece abraçada ao cão. A morte não é espetáculo, mas recolhimento. A travessia não é explosão, mas um “adieu” sussurrado.

Esses três contos são amostras de uma escritura que alia lirismo e densidade. Em todos, há uma busca pelo sublime no cotidiano, uma investigação das zonas de silêncio e uma poética da travessia. Denise Emmer não escreve apenas histórias: ela as vive, e as faz ressoar como música interior. O livro inteiro é uma sonata que ainda não existe. Cada conto é um movimento — lento, allegro, adagio — que nos conduz ao “fim do mundo” entendido não como catástrofe, mas como passagem ao infinito. Ao ler Só os loucos batem palmas para o céu, o leitor participa dessa experiência de dissolução e de chama. E, ao final, provavelmente se reconheça no título: um louco que, tocado pela poesia de cada conto, também bate palmas para o céu.


Denise Emmer

A vocação para a música sempre se fez presente em suas expressões artísticas. Inicialmente bacharela em Física, buscou a formação, logo em seguida, no Bacharelado em Música (violoncelo), despontando, no início dos anos 80, como compositora e cantora. Com vários CDs gravados, também integra, como violoncelista, orquestras e grupos de câmera. Apesar da versátil personalidade, a essência de sua criação, é, fundamentalmente, a poesia, conquistando importantes títulos, como o Prêmio ABL de poesia 2009 (Academia Brasileira de Letras), o Prêmio Associação Paulista dos Críticos de Arte (APCA), o Prêmio José Martí (UNESCO) e Prêmio Olavo Bilac (ABL), dentre muitos outros.

Enquanto poeta, participou de relevantes antologias da poesia brasileira, tais como “41 poetas do Rio” (org. Moacyr Félix, Minc), “Antologia da Nova Poesia Brasileira”(org. Olga Savary, Ed Hipocampo), “Poesia Sempre” (Fundação Biblioteca Nacional), bem como das Revistas Califórnia College of the at Eleven (EUA), Newspaper Surreal Poets, (EUA), Revista da Poesia (Metin Cengiz -Turquia), Revista Crear in Salamanca (Espanha) - traduzida pelo poeta Alfredo Pérez Alencart. Participou do XXVI Encuentro de Poetas Ibero-Americanos 2021 (Salamanca - Espanha) e da Brazilian Poems” edição e tradução Abay K.  Da Antologia Selvagem Ed. Cavalo Azul, organização Alexandre Bonafim, Histórias brasileiras de cavalos Ed. Maralto, organização Ricardo Ramos e Antologia Ponte de Versos, Ed Ibis Libris, organização Thereza Roque da Motta.


Livro “Só os loucos batem palmas para o céu” – Denise Emmer

Comprar online: https://editoracavaloazul.lojavirtuolpro.com/so-os-loucos-batem-palmas-para-o-ceu-frete-gratis-campanha-de-pre-lancamento/p

Valor: R$60,00

Total de 92 páginas. 

sexta-feira, 21 de novembro de 2025

Lançamento livro com show: A Lapa dos anos 1940 retratada em romance de João Carino

Em Neon: sexta-feira, 21 de novembro de 2025


O livro será lançado no próximo dia 21, no Theatro Municipal de Niterói, com direito a bate-papo musical

Filho de Nervina, herói e malandro, soldado e contador de histórias, Zezinho atravessa tempos e lugares com a mesma ginga de quem dança um samba na Lapa. Do interior de Alagoas às trincheiras da Segunda Guerra, das cartas à mãe às noites de boemia no Rio, sua trajetória mistura bravura, paixão e invenção. Verdade ou lenda? Talvez um pouco dos dois. O que importa é que cada história de Zezinho é puro encantamento — uma celebração da vida, da música e da força de quem nunca deixou de sonhar. Todo esse encantamento está no livro “Zezinho de Nervina”, de João Carino, que será lançado no próximo dia 21 com um bate-papo musical a partir das 18h, no Theatro Municipal de Niterói.

“Quis escrever um romance que juntasse afeto e memória musical, onde a fronteira entre realidade e invenção é menos um muro e mais um samba: a gente dança por cima”, explica João Carino.

O romance é uma viagem por histórias, mistérios e encantos de um herói malandro, filho da boemia e da imaginação. Na Lapa dos anos 1940, o malandro não se vestia: apresentava-se. De terno branco, sapato bicolor e olhar de quem sabia mais do que dizia. Era estilo, era código, era vida vivida no compasso do samba. É nesse espírito que o romance convida o leitor a percorrer memórias, cartas e canções que moldaram um Rio de Janeiro eterno.

Quem assina o prefácio é o musicólogo, violonista e compositor Carlos Didier: “Zezinho de Nervina amplia o mapa afetivo da Lapa. João costura a mitologia do malandro com a história da nossa canção — e o resultado é literatura que se lê de ouvido.”

Sobre o livro

Misturando memória, crônica musical e ficção histórica, Zezinho de Nervina recompõe, com lirismo e ritmo, a trajetória de um anti-herói terno: do agreste de Alagoas ao front da Segunda Guerra, das cartas à mãe às madrugadas de samba. Um romance sobre coragem, afeto e invenção — em que a música é fio narrativo; e a Lapa, personagem.

Sobre o autor

Carioca de Laranjeiras e apaixonado por Niterói, João Carino é formado em Direito pela UFRJ, mas construiu carreira na música, na cultura e na palavra falada. Por quase quatro décadas, atuou na TVE e na Rádio MEC, produzindo e apresentando centenas de programas que ajudaram a contar a história da música brasileira. Assinou a produção de mais de cinquenta discos — entre eles trabalhos de Elizeth Cardoso, Chico Buarque, Raphael Rabello, Ivan Lins e Beth Carvalho — e dirigiu dezenas de shows no Brasil e no exterior.

Desde 2011, é gestor do Programa Aprendiz Musical nas escolas de Niterói. Fundador do Instituto Memória Musical Brasileira (IMMuB), mantém no site immub.org a maior catalogação de discos já feita no país. É coautor, com Frederico Oliveira Coelho, de títulos sobre música popular publicados pelo Instituto Cravo Albin (2004), e, com Diogo Cunha, de Geografia da Música Carioca (Muriqui Livros, 2016). Em 2024, lançou seu primeiro livro de ficção, Contos quase reais (Numa Editora). Zezinho de Nervina é seu primeiro romance.

Serviço

Evento: Lançamento do romance “Zezinho de Nervina” + bate-papo musical com João Carino, Alfredo Del Penho e Marcos Sacramento

Data: 21/11/2025 (sexta-feira)

Local: Theatro Municipal de Niterói

Endereço: rua Quinze de Novembro 35, Centro, Niterói

Horários: 18h (lançamento) • 20h (bate-papo musical)

Ingresso: R$ 40 (promocional, inclui o livro)

terça-feira, 9 de setembro de 2025

Escritor e artista visual Igor Marcondes lança 'Vira homem!', livro de poesia visual que provoca reflexões sobre masculinidade e a comunidade gay

Em Neon: terça-feira, 9 de setembro de 2025


Já está à venda no site da Afluente Editora o livro Vira homem!, escrito por Igor Marcondes. Na obra, o autor explora as complexidades de ser gay e ser homem na contemporaneidade brasileira, propondo discussões de temas sensíveis por meio de poesia visual. O livro tem suas raízes em estudos sobre Vladímir Maiakóvski e formalistas russos, o que levou o autor aos concretistas brasileiros como Augusto de Campos, Haroldo de Campos e Décio Pignatari.

Vira homem! surgiu como um desafio autoimposto pelo autor para buscar caminhos não convencionais na elaboração das questões que a obra levanta. Marcondes reforça que o livro parte de uma proposta empírica, observacional, mas não de autoficção. "Os temas que circundam os dilemas de identificação e a falta dela dentro do 'ser gay no Brasil' foram meus materiais de análise", conta, reforçando que encontrou na poesia concreta um campo de experimentação artística.


No processo de elaboração do livro, Marcondes aprofundou-se em conceitos como a disposição gráfica das palavras e letras e a velocidade da comunicação do poema concreto, elementos que abrem diversas possibilidades de construção poética além dos versos rimados e livres. “Esses elementos facilitam a criação de diálogo na atualidade, dada a velocidade exigida para impactar um público por meio das inovações tecnológicas e redes sociais", comenta. 

A obra também responde ao objetivo de Igor de tornar a poesia parte da comunidade, ressaltando um papel social e não limitado a um único público. “Embora os temas sejam sensíveis, o livro apresenta uma camada de sarcasmo e comédia", complementa o autor, reforçando que também espera do leitor uma multiplicidade de interpretações e ampliação das discussões, posicionando-se de forma contrária à ideia concretista de um poema como objeto autônomo.

"Como grande parte dos homens gays da minha geração, passei por um processo de questionamentos sobre minha construção individual, como eu me encaixava na comunidade geral e se havia identificação com os significados que eram considerados naturais para um homem", reforça Igor. Os poemas criados para o livro são abertos e permitem ao leitor ponderações de naturezas diversas. 


Alguns dos temas recorrentes são descobertas sexuais e contradições existentes dentro da própria comunidade LGBT+, propondo desse modo uma perspectiva provocadora e questionadora. 

Segundo Igor, o processo criativo exigiu mais do que a palavra estática: "Uma palavra escrita no papel não era suficiente. Senti necessidade de desconstruir frases inteiras, deslocar sílabas e criar novos significados", conta o artista. "De certa forma, posso dizer que Vira homem! quer evidenciar essa nossa capacidade humana de nos reconstruir – aparentemente – de forma ilimitada, e hoje isso me parece revolucionário", conclui.



Prefácio, por Ikaro Kadoshi

Vira homem! é filho da provocação. É sabotador do mundo. Igor Marcondes consegue a proeza de utilizar as palavras contra si mesmas.

Entre frases sobre a comunidade LGBTQIAPN+ e frases LGBTfóbicas, há sempre a desconstrução da ignorância, questionada através da ordem das palavras. O questionar da formação de cada frase que mora em nossa essência.

Se uma das definições de poesia, segundo o dicionário Oxford, é "o que desperta emoção, enlevo, sentimento de beleza, apreciação estética", esse livro talvez seja o exemplo mais puro dessa definição.

A poesia tende a nos levar em lugares não visitados no peito. A nos causar um incômodo de existir. A colocar em xeque nossas certezas do mundo...

Igor consegue colocar em xeque as próprias palavras: na tentativa de fazê-las entender a própria ignorância quando soltas em determinadas ordens, e a sua libertação quando trocamos as mesmas. Há infinitos significados: mais bonitos, mais reflexivos, mais amorosos, mais acolhedores...

Se há uma reinvenção do existir da palavra, há também uma reflexão profunda de entender o que sai da nossa boca, as palavras que moram em nossa mente, numa súplica de reinventar o que mora dentro de nós.

E, aproveitando a inspiração que me causou essa leitura, esse livro propõe algo simples, mas de extrema dificuldade presente:

Vira Homem!
Homem
Vira
Vira Humano
Humano

Ikaro Kadoshi, nome artístico de Tiago Liberato, é artista, jornalista, apresentador de TV, palestrante, celebrante de casamentos e DRAG QUEEN. Apresentou o Caravana das Drags ao lado de Xuxa Meneghel, no streaming Prime Vídeo, e o Drag Me As A Queen, no canal E! (Universal+). Apresentou o Miss Universo em 2021, participou da transmissão do Emmy 2021 e apresentou o Esquenta do Oscar 2022 (todos no canal TNT). Cobriu as Olimpíadas de Paris 2024 pelo portal Terra. Amante de poesias, declama uma poesia por semana em suas redes sociais há mais de três anos. Com 24 anos de carreira, Ikaro se consolida cada vez mais como a DRAG QUEEN apresentadora da TV brasileira.


Sobre o autor

Igor Marcondes é artista da palavra. De forma independente, publicou o best-seller na categoria de poesia da Amazon “Um poema para cada dia em que não te vi”. Participou das duas primeiras temporadas da coleção “Leituras Rápidas” do Kindle Brasil. É graduado em Letras pela Universidade de São Paulo e estudou Linguística e Literatura hispânicas na Pontificia Universidad Católica do Chile. Igor também possui pós-graduação e Produção Editorial pela Faculdade LabPub. Em 2025, Igor participou do 4º Festival Vórtice, evento focado na promoção de artistas LGBTQ+. Também foi vencedor na categoria de prosa do 1º Concurso Literário Charles-Ferdinand Ramuz, organizado pela Helvetia Editions, com o livro “Dignidade”, premiado com a tradução para o francês e o lançamento no Salão do Livro de Genebra 2026. Atualmente, se dedica à produção de poesia visual, investigando as possibilidades expressivas da palavra quando associada à imagem.

Sinopse
“Vira homem!” surgiu como um desafio autoimposto no qual o poeta se comprometeu a buscar caminhos não convencionais para elaborar as complexidades de ser gay e ser homem no tempo em que vive. Um livro em que a poesia se torna arte visual, trazendo para a mesa de discussão temas sensíveis à formação do homem gay no Brasil.



Vira homem!

Editora Afluente

Autor: Igor Marcondes

Capa: Flexível

Tamanho: 14 x 21 cm

Peso: 172gr

Páginas: 78

ISBN: 978-65-83530-51-6

R$69,00

Link para venda 

sábado, 28 de outubro de 2023

Editora Queer Livros inaugura Livraria com temática LGBT+

Em Neon: sábado, 28 de outubro de 2023


Com nova direção, famosa livraria de São Paulo muda de nome e foca em editoras, autores e livros com temática LGBT+

A Queer Livros, editora de livros sobre questões de gênero e sexualidade, agora tem uma livraria física para chamar de sua. Situada na Rua Joaquim Távora, 731, na Vila Mariana (antigo endereço da famosa livraria Nossa Cidade), a Queer Livros Editora e agora Livraria, já está em funcionamento e conta com diversos livros que tratam da diversidade humana.

“Produzo livros sobre gênero e sexualidade e visitei algumas livrarias da cidade para apresentar a primeira coleção de livros escrita por mulheres trans e para minha surpresa, algumas livrarias não apenas demonstram desinteresse na temática e na produção de pessoas trans, sendo que uma gerente me disse ‘não trabalhamos com essa temática´. Sai de lá arrasado, porque o espaço vendia livros de ciências sociais e humanidades, por isso entendi que era uma rejeição a escrita de pessoas trans. Muitas livrarias em São Paulo vendem livros de homens gays, mas não abre espaço para outras identidades, como pessoas trans, por exemplo.”, diz Gilmaro Nogueira, editor, professor e psicólogo. Também conhecido como Giba.


A Queer Livros não só está aberta ao público, como pode ser atendida pelo telefone 11-989848802, e-mail ou website. A ideia é cadastrar também novos autores que desejam colocar seus livros em consignado e também promover eventos de cultura, tarde de autógrafos, saraus e lançamentos de livros e projetos. Exatamente como acontecerá dia 11 de novembro, sábado, às15h, uma tarde de autógrafos com o jornalista, psicanalista junguiano e autor premiados de livros LGBTs Fabrício Viana.

Outros eventos já estão sendo agendados e podem ser conferidos no site e redes sociais como Instagram e Facebook.

“Existe um mercado que tem publicado cada vez mais publicações LGBTQIAPN+, mas ainda é pouco o acolhimento do mercado editorial, a pessoas trans e mulheres lésbicas, por exemplo. A ideia é criar um espaço para vender não apenas os livros editados por nós, mas também por outras editoras que publicam pessoas LGBTQIAPN+. Não apenas um espaço para livros, mas para troca de ideias e experiências com autores.”, complementa Giba.

Serviço:

Queer Livros Editora e Livraria.
Rua Joaquim Távora, 731, na Vila Mariana – Próximo ao metrô Ana Rosa
São Paulo – SP – Funcionamento das 10 às 17, de terça a sábado.
Telefone de atendimento 11 989848802
Website http://Queerlivros.com.br
Tarde de autógrafos com Fabrício Viana:
http://fabricioviana.com/tardedeautografos

segunda-feira, 27 de junho de 2022

Paulo Roberto Simas faz estreia promissora, em dose dupla, e 'Ao Piano'

Em Neon: segunda-feira, 27 de junho de 2022


Depois de  estrear com um livro de contos, "Anuviando", chega a vez do escritor  Paulo Roberto Simas  anunciar o lançamento do primeiro romance: "Ao Piano". Em comum,  o gosto de escrever ao som de canções e inseri-las nos textos e contextos que o induziram à viagens ainda mais poéticas ou exóticas.


Enquanto os contos falavam de pessoas e momentos que marcaram sua vida, "Ao Piano" mostra como a fé e o amor são capazes de superar as barreiras colocadas pela vida, sem cair nas armadilhas do simplório ou da pieguice. A obra, permeada de mistérios e situações inusitadas, narra a saga do protagonista durante a pandemia que, recuperado após ter contraído esse vírus que assombrou o mundo, encontrou o impulso necessário para resgatar sentimentos, reconstituir vidas, tudo ao som das teclas do piano que poetiza a história e está no centro de todos os enigmas e charadas. 

"Ao Piano", do promissor  Paulo Roberto Simas, está sendo lançado pela Editora Penalux, e poderá ser adquirido via e-mail : penalux@editorapenalux.com.br. A editoração eletrônica e a capa são de Karina Tenório. 


Paulo Roberto Simas

O carioca, hoje de volta à Cidade Maravilhosa,  morou também em Belém do Pará, Manaus, Belo Horizonte, Barbacena, São Paulo e Recife em virtude de uma longeva carreira militar, na Força Aérea Brasileira. Paulo Roberto formou-se em Direito. em Barbacena, onde começou a destacar-se na oratória e, também, a aproximar-se da literatura, tornando-se um ferrenho leitor de obras literárias. 

Apesar da carreira de sucesso, Simas nunca escondeu seu amor pelas artes. Tanto que navegou por outras áreas, inclusive frequentando um curso de cinema na Universidade Estácio de Sá do RJ. O escritor também comandou um programa na Rádio Viva Rio dedicado à trilhas sonoras. Além disso, Paulo Roberto Simas, que é compositor, chegou a gravar um disco com canções de sua autoria. Não é à toa que a música se fez presente nas  obras literárias escritas por ele.

quinta-feira, 1 de abril de 2021

Primeiro Livro solo de Lindomar Expedito Silva Darós: Adoção judicial de filhas e/ou filhos em conjugalidades LGBTTIQ – rupturas com a heteronormatividade

Em Neon: quinta-feira, 1 de abril de 2021

Trata-se de um livro que é um desdobramento da tese de doutorado do autor, defendida em 2016. O livro foi publicado em fevereiro de 2021. A escrita tem uma perspectiva coletiva, visto que o autor utilizou, de modo singular, os pressupostos metodológicos da cartografia, pesquisa-intervenção, história oral e narratividade. Toda a escrita foi, em sua elaboração, sendo compartilhada e criticada pelas pessoas que dela participaram. Isto possibilitou uma escrita prazerosa, longe das queixas tão comuns que a produção de uma escrita seja algo solitário e sofrido.

quarta-feira, 4 de março de 2020

As vitórias de Jander Oliver e do colorido de seu livro 'O Mundo Cinza'

Em Neon: quarta-feira, 4 de março de 2020

O escritor brasileiro Jander Oliver esteve em Lisboa, no ano passado, para apresentar o seu segundo livro, “O Mundo Cinza”, que cruza a história de um homossexual com o preconceitos, religião, política e superação.

“O Mundo Cinza” narra a infância e adolescência de Arthur numa cidade do interior brasileiro. “Na faculdade Arthur conhece Alex, começam uma amizade, com o passar do tempo Arthur resolve contar para os pais que é gay, seus pais tomam uma decisão que ira mudar completamente sua vida, isso inclui a mudança de país. Na volta, Arthur conhece todos extremos da vida e se torna uma pessoa diferente de que todos imaginavam”, descreve a sinopse. “Escrever esse livro foi uma das melhores coisas que já fiz na minha vida, foi poder viver o personagem e contar a história de muitos brasileiros que vivem o que Arthur passou, é um livro que vem falar do amor ao próximo e se colocar no lugar do outro”, refere o autor.

O escritor esteve na Fundação Casa de Macau, no âmbito do Salão do Livro de Portugal. Formado em Gestão de Tecnologia de Informação, Jander Oliver foi premiado no Concurso Nacional Novos Poetas - Sarau Brasil de 2014, graças a um dos seus poemas. "Frases de uma Vida" foi o seu primeiro livro.

No ano passado, no mês de junho, o autor apresentou seu livro no 5º Salão do Livro de New York.

Em janeiro deste ano, Jander recebeu na cidade do Rio de Janeiro, no Belmond Copacabana Palace, o Troféu Literatura 2019, na categoria Melhor Livro LGBTQ.


Esses são os primeiros grandes passos de um livro que veio com o intuito de vencer o ódio e todo tipo de manifestação contra o ser humano.



quinta-feira, 27 de fevereiro de 2020

Livro resgata elementos rítmicos do samba desde a diáspora africana e a formação das sociedades negras no Brasil às escolas e rodas de samba

Em Neon: quinta-feira, 27 de fevereiro de 2020

Bateristas e percussionistas renomados, Fernando Baggio (SP) e Diego Zangado (RJ) lançam no Teatro João Caetano, dia 02/03, segunda-feira, o livro “Samba de bateria: a linguagem do samba para bateristas e percussionistas”, uma ampla pesquisa das origens do gênero, sua evolução e adaptações para a bateria.

“Um livro que instiga e propõe a inclusão dos conteúdos dessa matéria fundamental não só no ensino de bateria mas também nos currículo escolares, como tema relevante nos estudos de Arte, História e Ciências Sociais”. Nei Lopes

Foi a partir de uma ideia embrionária de colocar no papel algumas composições rítmicas nascidas de batidas de caixas de escolas de samba que os músicos Diego Zangado, carioca, e Fernando Baggio, paulista, decidiram reunir esforços e conceber o livro “Samba de bateria: a linguagem do samba para bateristas e percussionistas” (Editora Tipografia Musical, São Paulo). Das caixas das escolas de samba do Rio e de São Paulo foi um pulo para chegar à importância dos surdos de terceira, tamborins, repeniques, tam-tans. Com precioso prefácio escrito pelo compositor, sambista e pesquisador Nei Lopes, o resultado se apresenta, assim, como um estudo sobre as origens do samba e seus caminhos de adaptação para o kit de bateria (drumset), com base na linguagem particular dos ritmos das escolas e rodas de samba. Na primeira parte do livro, os autores traçam um panorama das raízes e da evolução do samba e seus principais bateristas brasileiros. Esse panorama serve de contextualização para a segunda parte didático-explicativa do método, em que apresentam uma variedade de ritmos tradicionais do samba, originalmente tocados em diversos instrumentos de percussão (caixa, surdo, tamborim etc.), e suas adaptações para o kit de bateria, com exemplos conhecidos e outros por eles desenvolvidos.

O contexto e a pesquisa histórica não se limitaram a uma forma cronológica de acontecimentos (como "a primeira escola de samba", etc.), mas buscam ressaltar o significado social e cultural do samba. A abordagem nasce a partir da formação das sociedades africanas e transita pela diáspora negra, escravidão, migrações e questões econômicas e políticas das crises da cana-de-açúcar, do café e do ciclo do ouro. Para cada fato histórico abordado, o livro conta a história de determinadas manifestações culturais e agrupamentos que formaram sociedades negras no Brasil, aprofundando as características regionais da formação do samba e seus antecessores. Dessa forma, a pesquisa revela como essas manifestações ocorreram quase que ao mesmo tempo, em paralelo e, praticamente, sem comunicação em todas as regiões do país onde se havia concentração de negros escravizados, como nas regiões do Recôncavo Baiano, Rio de Janeiro e São Paulo (com ênfase no interior deste estado).

Experientes e tarimbados bateristas, percussionistas e educadores musicais, Fernando Baggio e Diego Zangado encontraram, também como importante motivação para este estudo, a ausência de métodos com esse tipo de abordagem escritos exclusivamente por músicos e voltados para músicos. De fato, há excelentes publicações sobre o samba, mas todas elas praticamente escritas por historiadores, sociólogos, antropólogos. Por essa razão, os autores procuraram relacionar frequentemente os fatos históricos com o universo dos músicos bateristas, inserindo, por exemplo - e também por uma questão epistemológica - um glossário do samba. Outra lacuna didático-musical que levou os autores a essa proposta inovadora para métodos de instrumentos foi a constatação da ausência da linguagem tradicional do samba dentro das escolas e faculdades de música, onde o samba é geralmente apresentado pelo viés da bossa nova e do samba-jazz. Mesmo quando há no repertório algum compositor tradicional, como Cartola, por exemplo, o universo desse compositor não é explorado, e sua música acaba ganhando, dentro desses ambientes, uma interpretação bossa novística ou mais jazzística. Esse importante resgate colabora mais um pouco com a preservação desse gênero musical tão nosso, que conta muito da história social do país e também dos próprios autores. Daí a escolha do samba das escolas e das rodas de samba, por conterem elementos preservados das raízes da cultura do samba. E também porque não há estilo de samba que desperte mais curiosidade e fascínio em bateristas e percussionistas do que o samba das escolas e das rodas.

“Samba de bateria: a linguagem do samba para bateristas e percussionistas” é, assim, mais uma aposta certa da Editora Tipografia Musical, que procura renovar o cenário da pedagogia musical no Brasil com novos métodos de novos autores.

LANÇAMENTO NO RIO DE JANEIRO
Dia: 02/03/2020, segunda-feira
Horário: a partir das 18h
Local: Teatro João Caetano
Endereço: Praça Tiradentes, s/n, Centro – Rio de Janeiro
Entrada franca

*sessão de autógrafos com Daniel Zangado e show especial com convidados
**aula inaugural da Escola de Música Villa-Lobos

Livro “Samba de bateria: a linguagem do samba para bateristas e percussionistas”
Autores:  Diego Zangado e Fernando Baggio
Editora Tipografia Musical
Preço médio: R$80,00
Comprar online: www.tipografiamusical.com.br 

quarta-feira, 27 de novembro de 2019

Cantora Da ‘Era Do Rádio’, Marion Duarte lança sua fotobiografia no dia 28 de novembro na Sede do Flamengo na Gávea

Em Neon: quarta-feira, 27 de novembro de 2019

A obra, uma fotobiografia com quase 400 paginas, mostra que a artista é o retrato do brasileiro: descendente da imigração, oriunda do subúrbio, pertencente à classe trabalhadora. Portanto, um símbolo do sucesso possível, em especial pelas tragédias pessoais em seus primeiros anos, aqui contadas.

Vemos em imagens, a carreira que não possui um auge ou um marco, mas sim uma sucessão destes.

Marion Duarte iniciou a carreira artística ao começo do Inverno de 1957. Naquela ocasião, apenas 15% dos lares possuíam aparelho de televisão no Rio de Janeiro, a maioria de famílias abastadas, e ainda não havia transmissão entre cidades.

Apesar disto, hoje se testemunha o público sobrevivente daquela época, foi marcado pelos primórdios da artista. Alguns destes primeiros fãs, hoje ao reconhecerem sua figura e aborda-lá, por vezes até recordam com riqueza de detalhes sobre aqueles momentos longínquos. Fascinante que o mesmo aconteça em outros estados, os quais antes visitados há muitas e muitas décadas, no tempo das turnês.

Cantora Revelação 1958, Favorita dos Bombeiros, premiada nos programas de César de Alencar (Rádio Nacional) e Abelardo Barbosa (Rádio Globo), homenageada ao lado de Tom Jobim no Teatro Municipal, cinco vezes mais popular que João Gilberto mesmo após ‘Chega de Saudade’, vocalista do conjunto de Sylvio Vianna.

Marion era então sucesso na arte do efêmero: rádio, palco, TV pré VT. Os seus discos (78 RPM), não ilustravam os olhos turquesa/esmeralda, ficando nos jornais e revistas, principalmente 'fan magazines', os únicos registros da grande beleza de Marion Duarte.

Tempo que ver em pessoa ou pela telinha o seu ídolo em ação, era para obstinados ou privilegiado. Muito popular, Marion era dona de grande apelo junto à classe trabalhadora, recebendo a alcunha de "Maysa dos Pobres", tendo a sua imagem alcançado e perpetrado de modo contumaz à todos.

Sem nunca ter adentrado "novas ondas" ou "grupos fechados" na classe artística, manteve-se fiel a si mesma e independente. O mesmo serviu a sua vida particular, pois chegou a interromper a carreira temporariamente pelo casamento, por amor.

Mas como dizem, vale a "voz do povo", e por isto sempre conservada na memória dos que a vislumbraram desde o seu deslanche.

Desde as culturais caravanas dos bairros até as turnês de Norte a Sul, inaugurou o primeiro hotel de Brasília e abriu o espetáculo de Ella Fitzgerald no Maracanãzinho.

Presença notável nos certames e festivais, principalmente carnavalescos, é a co-autora de ‘Bola Preta Sensacional’. Foi condecorada pela Mangueira, Mocidade, Império Serrano e União da Ilha, mas também pelas rádios Roquette Pinto e Neno.

Um das mais belas figuras femininas na história da música popular brasileira, a qual resulta em exclusiva da Tupi, figura nas capas das principais publicações e vêm do seu próprio programa, ‘A Boneca Que Canta’.

Com a ascensão da Bossa Nova, Jovem Guarda e Tropicália, o cantor do passado perdeu espaço, o que coincidiu com um hiato na carreira da artista. Porém os anos 1970 encontrou o ápice do movimento da nostalgia, o que influenciou na retomada para Marion.

Desta nova e até hoje ininterrupta fase, caiu nas graças de críticos contemporâneos como Aramis Millarch, tornando-se então a intérprete do aniversário do Flamengo, seu time de coração.

Cada um destes e tantos mais momentos estão ilustrados em ‘Marion Duarte: A Estrela Inesquecível’, de Gui Castro Neves.

sexta-feira, 13 de setembro de 2019

Última semana de pré-venda do livro 'Cyndi – Minha História'

Em Neon: sexta-feira, 13 de setembro de 2019

Em pré-venda até 16/09, o envio dos livros acontecerá após essa data com direito a mimos exclusivos. O kit de pré-venda contém: livro, pôster, marcador de páginas, botton e popsocket.

"Claro, vou fazer um hino! Talvez seja algo que nos aproxime e nos acorde".

Após sair de casa aos 17 anos, Cyndi Lauper correu de emprego em emprego enquanto batalhava para tentar viver do que amava, a música. A garota que cresceu no Queens, em Nova York, começou a cantar em pequenos shows até ganhar um Grammy com seu álbum de estreia, She’s So Unusual, como artista revelação. Quando percebeu que a fama não era exatamente como imaginava, seguiu focada em seus ideais: fazer música de maneira honesta, batalhar pelos direitos das mulheres e da comunidade LGBT e lutar contra a Aids. Com o humor e o carisma que lhe são característicos, Cyndi conta nesta autobiografia a jornada que a levou a se tornar uma estrela internacional.

Pré-venda: CLIQUE AQUI

Detalhes
isbn:
9788581744988
Idioma:
PORTUGUÊS
Paginas:
352
Encadernação:
BROCHURA

terça-feira, 18 de dezembro de 2018

Na Brotheragem: Jornalista e escritor premiado convida outros autores para seu novo livro de contos homoeróticos

Em Neon: terça-feira, 18 de dezembro de 2018

Fabrício Viana é um nome conhecido dentro da comunidade LGBT brasileira. Além de trabalhar como jornalista e assessor de comunicação na APOGLBT SP, ONG que realiza a maior Parada do Orgulho LGBT do mundo, Viana já idealizou projetos e, nas horas vagas, escreveu e publicou diversos livros. Alguns premiados.

Apaixonado por literatura erótica, dando workshop recente no Sesc Belenzinho sobre Romance Homoerótico, Viana abre concurso em seu blog para que outros autores possam contribuir em seu próximo livro chamado "Na Brotheragem: Contos Homoeróticos" com previsão de lançamento para início de 2019.

"Escrevo livros de psicologia, marketing e com temática LGBT. Sou bem versátil e transito por diversos gêneros literários: já escrevi livros de não ficção, organizei coletâneas de contos, crônicas e até romances. Mas tenho uma queda por literatura erótica, por isso esse novo projeto literário", informa Viana que além de ser homossexual assumido, escreveu em 2006 seu livro de maior sucesso chamado O Armário, sobre a homossexualidade e os processos psíquicos que envolvem a entrada e saída do armário.

Para fazer parte do seu novo livro é fácil, basta seguir todas as regras que ele colocou neste link em seu blog:  http://fabricioviana.com/contos-homoeroticos, concordar com as regras e enviar seu conto homoerótico até dia 10/02/2018

Se quiser conhecer todos os livros do Fabrício Viana, visite http://fabricioviana.com/livros Enfatizando que os livros do Viana não são encontrados/comercializados em livrarias, apenas no seu blog pessoal.

Serviço
Participe do novo livro do Fabrício Viana chamado Na Brotheragem: Contos Homoeróticos
Envio dos contos homoeróticos até 10/02/2019
Todos os detalhes e regulamento, aqui: http://fabricioviana.com/contos-homoeroticos
Redes sociais do autor: http://fabricioviana.com/redessociais
Para conhecer todos os seus livros: http://fabricioviana.com/livros

terça-feira, 11 de dezembro de 2018

Sil Azevedo lança o livro 'Filho de Prostituta' no Espaço Cultural Olho da Rua, sexta-feira, 14/12

Em Neon: terça-feira, 11 de dezembro de 2018

Coletânea de poemas escritos secretamente, dos 15 aos 42 anos, busca tornar público a solidão, autonegação e sofrimento vividos pela premiada cineasta de Japeri, homossexual, negra e de origem humilde

Crescida na periferia de Japeri, no Estado do Rio de Janeiro, uma jovem, de família bem humilde, aos 15 anos de idade, perderia, de um dia para o outro, sua mãe e absolutamente tudo que tinha. Todos os seus pertences, sua casa, seu irmão, sua vida, tudo, como em um passe de mágica, se desmaterializou. A partir deste dia, nasceria o medo de admitir a solidão, o que a levou a se esconder de si e de todos, alimentando diariamente um silêncio que se perpetuou por 28 anos. A menina negra, que conseguiu acolhimento em nova família, se descobriu homossexual a partir de um amor da juventude e, frente ao preconceito e à homofobia tão viris e caras a nossa sociedade, fez da introspecção e do silêncio seus maiores conjugues, como também combustível para a criação literária. Assim nasceu “Filho de Prostituta”, coletânea de 28 poemas escritos pela autora e cineasta carioca Sil Azevedo, um texto por ano, que ganha, após esse longo período de autocamuflagem, o formato de livro.

Escritos em um pequeno caderno dos seus 15 aos 42 anos de vida, os poemas foram a maneira que a autora encontrou ao longo da vida de registrar fatos e sentimentos, pois faltava-lhe a coragem de compartilhar com qualquer outra pessoa. E mais: o receio de que seus escritos fossem descobertos a levou se utilizar de metáforas, escondendo-se ainda mais dentro do próprio esconderijo. Para contextualizar, em cada poema, a autora inseriu narrativas sobre os episódios, facilitando o entendimento do leitor e da obra como um todo. Já adulta e cineasta premiada, reencontrou a menina por quem foi apaixonada durante toda a vida -  e que lhe ofereceu a chance de retornar para o mundo que havia perdido – o que marcou sua decisão de resgatar os escritos e torná-los públicos, encerrando de vez o hábito de se esconder em linhas daquele caderno. “Vinte e oito anos depois eu finalmente me convenci a confrontar meu medo, me libertar da fantasia, me despedir das vidas que não me pertenciam e assumir definitivamente quem eu realmente era, afinal de contas, a vida não deixou de acontecer só porque eu não queria participar dela e os anos visíveis nas marcas em meu rosto, me mostram todos os dias que se eu insistisse em continuar me escondendo, em breve, não haveria mais tempo para que eu pudesse ser absolutamente mais ninguém”, revela Sil Azevedo.

Como um instrumento de sobrevivência, a literatura foi um escape para Sil, assim como para uma geração de pessoas que viviam em situação de pobreza. “Nós não tínhamos acesso a nenhuma forma de lazer que não fosse as viagens imaginativas que os livros nos proporcionavam”, comenta a autora, que descobriu a magia das letras em sua primeira visita à Biblioteca Nacional, no centro do Rio, ao se deparar com a poesia de Camões. “Esse encontro com Camões me fez descobrir que a poesia poderia falar por mim e representar meus sentimentos, porque aquela poesia era exatamente o que eu gostaria de dizer à minha mãe naquele momento, e isso me levou a usar definitivamente a poesia como forma de expressão, desde então, todos os diários, cartas, lembretes e roteiros que escrevi, possuem uma linguagem extremamente poética”.

Ao se aceitar enquanto uma mulher homossexual, negra e de origem humilde, Sil Azevedo traz à tona a discussão elementar dos direitos sociais e individuais, e propõe, através da publicação de suas revelações mais íntimas, questionar os padrões que incitam o preconceito e a negação das diferenças. “Existe uma grande expectativa de que pessoas como eu voltem a se esconder da sociedade por medo de ser reprimido, e espero que esse livro faça com que as pessoas entendam que nada pode ser mais violento do que ter que se esconder do mundo, se condenar a uma solidão perpétua para continuar respirando, como se respirar fosse sinônimo de estar vivo”.

SIL AZEVEDO

A cineasta começou sua carreira como repórter fotográfico no jornal “Hora H” no Rio de Janeiro, até se mudar para Nova York onde cursou cinema na Academia de Cinema de Nova York (NYFA). Trabalhou por 6 anos com direção e produção de programas de foco político e questões sociais da comunidade, no canal de TV LMC.

Sua experiência como repórter fotográfico no Brasil, lhe motivou a sempre estabelecer uma conexão entre o seu trabalho a realidade social em que vivia, levando-a  a ser premiada pela direção do documentário “Future Filmmaker” sobre o desafio do processo de adoção de 4 meninos detidos em uma presídio para menores infratores e pelo documentário “The Journey” que acompanhou toda a jornada de imigrantes ilegais contra as leis de imigração americana, de Nova York até a Casa Branca.

De volta ao Brasil, Sil Azevedo foi responsável pela montagem dos filme “O Veneno Está na Mesa II” de Silvio Tendler, premiado no Festival Internacional do Meio Ambiente (FICA) em 2015 e “A Arte do Renascimento” de Noilton Nunes, selecionado para o 46° Festival de Brasília em 2013, além de dirigir a fotografia do filme “Sigilo Eterno” de Noilton Nunes selecionado no Festival Internacional de Cinema Político da Argentina e no Festival Sócio-Ambiental de Nova Friburgo em 2017.

Ainda em 2017 foi triplamente premiada com seu curta metragem “Enquanto Canto”, nos festivais E.M.A no Espírito Santo, no Festival Cine Tamoio de São Gonçalo e no Festival Brasil Internacional de Cinema no Rio de Janeiro,  e selecionado pelos festivais de cinema de Caruaru e Circuito Penedo de Cinema de Alagoas.

SERVIÇO
14/12, sexta-feira – Sil Azevedo lança o livro de poemas “Filho de Prostituta”
Local: Espaço Cultural Olho da Rua
Endereço: Rua Bambina, 6– Botafogo
Horário: 18h
Informações: 21 97986-3616

quarta-feira, 10 de outubro de 2018

'Vira-Lata De Raça', biografia de Ney Matogrosso, está em pré-venda nas livrarias Saraiva e da Travessa

Em Neon: quarta-feira, 10 de outubro de 2018

Neste livro, o cantor Ney Matogrosso, um dos artistas mais respeitados do Brasil, lembra de momentos marcantes de sua trajetória pessoal e profissional, dos anos 1970, quando despontou no cenário nacional com a banda Secos & Molhados, até agora.

Ele ressalta a importância de sua formação familiar – principalmente a relação conturbada com a autoridade do seu pai –; os lugares onde viveu pelo país; a forte conexão espiritual com a natureza; a experiência com as drogas; a certeza e o desejo de ser um artista realizado; o combate a censura e transgressão estética; a liberdade para lidar com sua sexualidade e seus amores, como a relação que viveu com Cazuza; a firmeza para lidar com as perdas da vida; e a leveza para lidar com o passar do tempo e se reinventar.


Com cerca de 70 fotografias PB e dois cadernos de fotos coloridos, o livro contém ainda um anexo com toda a discografia do cantor.

O livro está em pré-venda na Livraria Saraiva, e na Livraria da Travessa entre em um dos sites e compre o seu.

sexta-feira, 21 de setembro de 2018

‘O Mundo Cinza’: Livro de auto ajuda que narra a história de superação de um homossexual vencendo os preconceitos

Em Neon: sexta-feira, 21 de setembro de 2018

Jander Oliver, 29 anos, natural de Itatiba (SP) passou a se dedicar a arte de escrever após ganhar um concurso nacional para novos poetas. Daí nasceu seu primeiro livro de poesias, o “Frases de uma vida.
 
“O Mundo Cinza” é o seu segundo livro, mas é o primeiro livro que narra uma história. O autor decidiu fazer algo mais ousado para chamar a atenção de pessoas LGBT que, assim como ele, sofreram preconceitos e problemas, muitas vezes mascarado pela sociedade.  Nesse novo capítulo de sua vida ele se desafia com a história do personagem Arthur.

O livro “O Mundo Cinza” já tem tomado rumos internacionais através das redes sociais, o escritor deu uma entrevista à Revista Divulga Escritor e fez uma parceria internacional com a revista Recanto da Lusofonia, em Portugal, que é um projeto realizado para unir alguns países.

Jander tem buscado parcerias para fazer divulgação do livro e através dele ajudar outras pessoas e seus familiares a entender a homossexualidade, pois muitas vezes, seus entes queridos são agredidos dentro de casa e/ou pela sociedade. Cada dia que passa tem mais jovens se matando e Jander convida as pessoas para lerem e entenderem a homossexualidade. Assim como mostrar que os políticos podem ter um olhar mais específico com relação aos LGBT, pois segundo pesquisas, os casos de crime de ódio no Brasil têm aumentado em todas as esferas e é preciso combater este preconceito, assim como tantos outros.


Confira abaixo a entrevista que Jader Oliver concedeu ao Em Neon: 

Em Neon: Há quantos anos você escreve poesia? 
Jander Oliver: Eu escrevo poesia há mais ou menos cinco anos

Em Neon: O que te motivou a participar do concurso nacional de novos poetas? O que te passou pela cabeça quando sagrou-se vencedor?
Jander Oliver: Na verdade não foi o que, mas quem. Foi uma amiga que resolveu me incentivar, me falou que eu teria sucesso se apostasse nesse campo e que eu poderia até ganhar o concurso, o que acabou acontecendo.
Quando vi que tinha ganhado o concurso eu não acreditei, pois eu achei que isso seria impossível.


Em Neon: O que o leitor vai encontrar em seu primeiro livro, o “Frases de uma vida”?
Jander Oliver: O leitor vai encontrar poesias que são reflexivas, que fazem o leitor pensar e refletir sobre sua vida e dos demais, dos mais próximos que estão ali na vivência do seu dia a dia. É um livro como se fosse de autoajuda, de superação


Em Neon: O que te levou a escrever “O Mundo Cinza”, seu segundo livro?
Jander Oliver: Eu resolvi escrever o mundo cinza depois de ouvir muitos relatos de amigos e de pessoas próximas a mim, que sofreram preconceito dentro da empresa, onde também já senti na pele o preconceito e vi o quanto era necessário trabalharmos essa questão através de um livro, explicando o lado humano da homossexualidade. “O Mundo Cinza” vem explicar sobre a vida de um ser humano que tem direitos perante a sociedade, de viver a sua vida com dignidade, o livro narra a história de sofrimento que muitos brasileiros passam, sentem na pele e até mesmo muitas vezes são levados à morte. Muitas vezes por pessoas próximas ou até mesmo se suicidam, pois não aguentam viver à base de torturas psicológicas. Isso tem acontecido no nosso país e tem aumentado cada dia mais o preconceito. O objetivo do livro é mostrar o lado humano do LGBT, que todos têm o direito de viver em um país que seja igualitário e que não haja distinção entre as pessoas, pois todos são seres humanos, crescemos em um país totalmente individualista e preconceituoso. Precisamos fazer um país que seja sem fronteiras e que todos possam viver felizes sem distinção.

Em Neon: O livro vem alçando grandes voos, inclusive internacionalmente, quais seus objetivos com esse livro?
Jander Oliver: Sim o livro ganhou voos internacionais onde já foi matéria de uma revista portuguesa, agora estamos estudando lançar o livro em Portugal e também irei dar uma entrevista a um site português.

Em Neon: Você é de Itatiba? Porque não há uma previsão de lançamento lá e sim em São Paulo?
Jander Oliver: Sim sou de Itatiba, o livro foi lançado recentemente nas redes sociais e ainda não parei para me programar para lançar na cidade, uma vez que irei lançar na cidade de São Paulo, pois amigos resolveram me ajudar a montar essa noite de autógrafos.

Em Neon: Quais são as suas intenções com o livro em relação a ajudar a comunidade LGBT?   
Jander Oliver: Através deste livro, a minha intenção para com a comunidade LGBT, é conscientizar a sociedade brasileira a rever as questões do preconceito, onde o livro fala muito de sentimento e de família, pede-se que os pais observem seus filhos, ajude-os no momento que eles mais precisam e que jamais o abandonem por questões da uma sexualidade. É um livro que foi escrito para que todos olhem para o sentimento humano e não na questão sexual. Cada LGBT é um ser humano e tem direito a vida, tem direito a construir os seus bens materiais, construir uma vida sólida com seus parceiros e isso não é diferente de nenhum outro ser humano só por gostar de pessoas do mesmo sexo. Falo a todos que Deus deixou no primeiro mandamento escrito: “Amar a Deus sobre todas as coisas e o próximo como a ti mesmo”, então não cabe a mim ou qualquer ser humano julgar a questão da vida do outro e sim devo amá-lo e respeitá-lo como pessoa humana. A sociedade deve se colocar no lugar do outro e amar o próximo, é através do amor que conseguiremos combater a violência e o ódio entre as pessoas, que o país será de mais amor e menos ódio no coração.


Em Neon: Onde entra a política em relação a seu livro?   
Jander Oliver: Quando falamos de políticas precisamos ver o exemplo de ser humano que vamos colocar em um cargo público, onde esse político tem que, antes de qualquer coisa, se colocar no lugar de uma população que sofre, onde irá governar para todos. É dever do político zelar pelo bem-estar de todos e dar aos eleitores os mesmos direitos plenos, que prevalecem na Constituição Brasileira.

Nós brasileiros podemos ver que não há políticas voltadas para a questão LGBT, cada dia mais vemos os crimes de ódio aumentando, como aqui no livro “O Mundo Cinza”, que relata o sofrimento de Artur, por não ter políticas públicas voltadas a essa questão. Isso é o que acontece no dia a dia de cada brasileiro LGBT. Parece que é coisa de outro mundo, mas é a realidade do nosso país, onde muitas pessoas vivem na pele o preconceito dentro do trabalho, dentro de casa e pelas ruas. Hoje o Brasil é um país que mais mata LGBT no mundo, cada dia que passa é um ser humano que morre. Os números têm aumentado 6%. De 2016 para 2017, nada foi feito em questões políticas públicas. Esse ano eu peço aos senhores candidatos, que olhem por essas pessoas, porque elas são seres humanos, também votam e pagam seus impostos em dia. Que o Brasil seja um país voltado para todos e não um país individualista. Que todos possam viver em uma sociedade de liberdades e de amor ao próximo.

Nesta próxima eleição, de outubro, que o povo brasileiro olhe um para o outro e vote pelo bem-estar de todos, que o nosso país seja feito dentro de uma diversidade, de amor e de paz entre os seres humanos. Você que é brasileiro, ao ler essa entrevista pense que nós não podemos fazer com que o ódio venha a aumentar ainda mais em nosso país e que todos juntos podemos construir um país melhor, sem derramamento de sangue e sem corrupção. Quando incitamos o ódio, nós fugimos do amor ao próximo como Deus pregou em seu primeiro. Falar em Deus nas políticas para ganhar o voto é fácil, mas viver o que Deus pregou jamais, antes de qualquer coisa, você leitor, pense e analise, busque colocar-se no lugar do outro. Todos nós temos o direito à vida e à liberdade, não podemos prender a liberdade do outro, pois assim jamais construiremos um país democrático, mas sim criaremos um país com mais ódio e mortes. Busque alguém que nos represente pelo que somos através da nossa igualdade e liberdade, que venha construir um país em que a sociedade não se desintegre e que seja uma democracia de igualdade.

Em Neon: O que Arthur, personagem do livro, e o autor têm a ver um com o outro?
Jander Oliver: O autor é uma pessoa que não tem muitos vínculos com Arthur, mas em uma questão do preconceito no trabalho, o autor também já o sentiu isso na pele, onde ouviu de uma pessoa preconceituosa que "o serviço que ele prestava era para homens e não para pessoas como ele". Essa frase marcou, mas através desta pedra fez uma ponte segura para um futuro de superação e de ajuda ao próximo. Por que para muitos é complexo pensar é preciso ter estabilidade interna para poder se entender.

Para comprar o livro CLIQUE NA IMAGEM ABAIXO


Para conhecer melhor o Escrito e o livro confira os vídeos abaixo







quarta-feira, 30 de maio de 2018

Cristiana Castrucci lança ‘Alice Voltou Pra Casa’ com ilustrações de Paulo Caruso

Em Neon: quarta-feira, 30 de maio de 2018

Cristiana Castrucci é formada pela Fundação Getúlio Vargas, especializada em finanças e pós-graduada em crítica de cinema, com especialização em Walt Disney.

Segundo livro da autora, que já lançou “Você me viu por aí? – A busca da identidade depois do câncer”, valoriza o autoconhecimento como superação.

Entenda seus medos, mas jamais deixe que eles sufoquem seus sonhos. (Lewis Carroll)

Quando criança, Cristiana Castrucci sonhava ser Alice, de Lewis Carroll, que durante o sono descobriu um novo mundo. Ou, pelo menos, era nisso que a pequena Cris acreditava.

Ela recorreu à personagem do livro Alice no País das Maravilhas para levá-la de volta à infância, ajudando-a a resgatar a sua consciência, que se encontrava em conflito durante um período de vida delicado, quando Cris enfrentou mais uma batalha contra um câncer de mama, além de um divórcio.

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Essa batalha foi vencida com a ajuda de Donatella, alter ego de Cristiana durante a doença que aparece no primeiro livro da autora, Você me viu por aí?, e também de Alice, personagem principal de seu segundo livro, Alice voltou pra casa.

Na narrativa, Cris utiliza a metáfora apresentada no conto de Carroll para mostrar como olhar para dentro de si, sem medos, pode ser a chave para a superação. Existe vida pós-doença. Existe vida pós-divórcio. Existe vida pós-luto. E ela é bonita, basta saber olhar para ela.

No livro, a autora narra sua incrível viagem pelo Mundo Encantado, onde a realidade e a fantasia se misturam num contexto criativo para trazer ao dia presente valores, sabores, cores e lembranças. Inventividade que pode servir de ferramenta para ajudar na superação dos problemas que impedem as pessoas de prosseguirem na vida, de conquistarem novos horizontes e perspectivas.

Capítulo após capítulo, Cristiana nos ensina que saber se observar pode ser nossa arma mais poderosa para ressignificar a vida. A obra conta com ilustração do artista gráfico Paulo Caruso.

Cristiana Castrucci é empresária e fundadora do projeto Be Color. Teve um pré-câncer de mama, em 2011,  quando aproveitou a experiência para escrever o seu primeiro livro, Você me viu por aí? - A busca da identidade depois do câncer.

Em 2015, veio seu segundo câncer de mama, quando montou o Instituto Be Pink - Um salto para a Vida, em que trabalha levando educação, informação e consciência sobre o câncer para mulheres em todo o Brasil, promovendo palestras e eventos com entidades governamentais e do terceiro setor.

Engajada em projetos sociais, reuniu-se com outras organizações de câncer e criou, em 2017, a Be Color, instituição sem fins lucrativos que trabalha na busca da cura de doenças crônicas por meio de trabalhos interativos, terapêuticos e de relatos escritos.

Serviço
Título: Alice voltou pra casa
Autora: Cristiana Castrucci
Ilustrações: Paulo Caruso
Editora: M. Guarnieri Editorial
Formato: 16 cm x 23 cm
Número de páginas: 160
Preço de capa: R$ 50,00
 
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