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segunda-feira, 6 de janeiro de 2020

Thomas Baccaro Art Gallery traz a exposição 'DEZ.EM.BRO Coletivo' no dia 7 de dezembro, às 17h

Em Neon: segunda-feira, 6 de janeiro de 2020

A recém-inaugurada Thomas Baccaro Art Gallery abriu o mês de dezembro com uma proposta de exposição coletiva, apresentando trabalhos de 20 artistas distintos. São eles: Alvaro Caldas, Aubert, Carlos Pragana, Claudia Liz, Cris Campana, Eric Carrazedo, Fabiana Preti, Geraldo Souza Dias, Karin Folie, Marcella Riani, Margot Delgado, Patrícia Brandstatter, Raffaella Pezzilli, Rita Proushan, Sandro Akel, Ana Silvia Maluf, Thomas Baccaro, Vacilante e Jacques Faing.

Diferentes gerações, técnicas, olhares e estilos giram em torno do ofício artístico como forma expressiva de assimilar e exprimir parcelas de realidades vividas, bem como a exploração da força plástica que se materializa no objeto de arte.

As obras trazidas para a galeria constituem-se, em sua maioria, por pinturas - mas são apresentadas, também, algumas esculturas. A curadoria do próprio Baccaro, atuou com o cuidado do olhar de um garimpo, buscando diferentes fragmentos e olhares do que se manifesta no contexto atual da arte; reúnem-se trabalhos que, por trás de diferentes histórias não lineares, cruzam-se sob as linhas da diversidade artística em um diálogo interessante. Com a ideia de receber um público amplo, o espaço da galeria se abre de maneira receptiva para a circulação de olhares e ideias que se ligam pelo interesse em torno da arte.

A exposição conta, também, com a presença da artista convidada Renata Barros, que na adolescência passou pelos ateliers de Baravelli, Fajardo e Michalany. A artista formou-se em Artes Plásticas pela FAAP, estudou também na USP e na Sorbonne, em Paris - retornou ao Brasil em 1984 quando, com o amadurecimento de seu trabalho, inaugurou sua jornada de exposições (nacionais e internacionais), e que hoje perpassa a exploração de diversos materiais e técnicas ao qual dialogam diretamente com o conceito de sua obra.

Serviço
Thomas Baccaro Art Gallery
Inaugura a exposição
“DEZ.EM.BRO Coletivo”
Curadoria: Thomas Baccaro
Abertura: dia 7 de dezembro, às 17h
Valet no local
Período da exposição: 8 de dezembro a 31 de janeiro
Horário de visitação: Segunda a Sexta-feira,
das 10h às 12h e das 14h às 18h
Sábados, domingos e feriados somente com hora marcada
Thomas Baccaro Art Gallery
Rua Bastos Pereira, 39
Vila Nova Conceição – São  Paulo SP

Ex-Ken Humano, Rodrigo Alves, aparece como transgênero e admite 'sempre me senti como Barbie'

Foto: Sunday People
Rodrigo Alves, 36 anos, ficou mundialmente conhecido como o boneco Ken humano, após gastar milhões em mais de 70 cirurgias plásticas e reparadoras para tornar sua aparência mais próxima do boneco.

No último domingo, 05/01, ele surpreendeu a todos aparecendo na mídia como uma mulher trans, após viver como mulher por três meses, a portas fechadas.

Foto: Adam Gerrard/Sunday Mirror
Em entrevista ao The Mirror ela disse: "É incrível finalmente dizer ao mundo que eu sou uma garota. Sou conhecido como Ken, mas por dentro sempre me senti como Barbie."

Rodrigo é brasileiro e aqui já apareceu em vários programas de TV. Lá fora participou do Celebrity Big Brother (2018).  Morando atualmente em Londres, na atual fase ele recebeu injeções de hormônios para ter quadris femininos e aumentar os seios.

"Durante anos, tentei viver minha vida como homem. Eu tinha um peitoral e um tanquinho  falsos, tinha músculos falsos nos braços, mas estava mentindo para mim mesma" confessou Rodrigo, que agora usa o nome Roddy, e disse que completará sua transição com uma cirurgia de redesignação de gênero no próximo ano.

Agora com sua nova identidade Roddy continuará com sua "peregrinação cirúrgica": “Estou passando por uma cirurgia de feminização. Será uma incisão na parte superior do meu couro cabeludo e, com isso, o médico remodelará minha testa, me elevará os olhos, os lábios e a face média. Estou removendo o pomo de Adão, raspando a mandíbula e modificando o queixo".

Roddy também se abriu quanto a sua preocupação com as pessoas: “Como Rodrigo eu fui enganado e chamado de esquisito, então é claro que agora estou nervosa com a reação das pessoas. Alguns anos atrás, eu nunca poderia ter feito isso, mas agora parece mais fácil. As pessoas estão mais conscientes do que significa ser transgênero. Só espero que as pessoas possam me aceitar como mulher e não me julguem ou me ridicularizem.”

Uma criança que sofreu bulling
Ela até teve seios quando criança, porque seu corpo produzia mais estrogênio que o homem comum:
"Quando criança, eu era muito feminina e brincava com bonecas e usava os vestidos e saltos da minha mãe", disse ela. “Eu tinha um instinto em relação a brinquedos e roupas projetadas para mulheres. Fui vítima de bullying na escola porque era muito feminina. Meninos jogavam futebol e meninas voleibol. Eu sempre ficava com as meninas. Fui abusado fisicamente - meu rosto foi empurrado para o mictório e fui jogado escada abaixo. Com 13 anos, dois meninos na escola me abusaram sexualmente. Eu era muito feminina e fraca. Eu não pude me defender. Foi muito traumático."

Roddy acredita que o bullying a estimulou a ter sucesso em sua vida. Ela se mudou para o Reino Unido aos 20 anos e estudou relações públicas na universidade.

Foto: Adam Gerrard/Sunday Mirror
A mulher em mim
Roddy abriu seu coração ao The Mirror: “Eu tentei o meu melhor para me comportar como um homem, mas no fundo nunca fui feliz. Eu via uma mulher bonita e me sentia com ciúmes porque queria ser como ela. Penso e ajo como uma mulher porque sempre fui uma no fundo." Roddy admite que ficou emocionada ao contar à mãe e à irmã que estava em transição, mas elas apoiaram: “Minha mãe estava mais preocupada com o fato de precisar de mais cirurgia do que com a transição. Minha irmã disse que espera que eu pareça com ela agora que sou mulher."

Foi durante uma sessão de fotos em Nova York, um ano atrás, que Roddy finalmente percebeu que queria fazer a transição. Ela foi convidada a vestir roupas femininas para as filmagens - e as levou para casa depois: "Comecei a usar a lingerie em casa e isso me fez sentir bonita", disse Roddy. “Foi um despertar. Finalmente tudo ficou claro para mim. Voltei ao Reino Unido e marquei uma consulta com meu médico de família, que me encaminhou a um psicólogo e psiquiatra. Dentro de um mês, fui diagnosticada com transtorno dismórfico de gênero e tive a opção de iniciar o medicamento apropriado para a transição".

Roddy acredita que seu corpo respondeu rapidamente porque sua mente é feminina e seu corpo já produziu mais estrogênio do que a maioria dos homens.

Ela disse: “Levará dois anos de terapia hormonal para que todas as mudanças no meu corpo sejam mostradas, mas as diferenças já são muito visíveis. Minha pele é mais macia, meus seios e quadris são mais femininos. A distribuição de gordura no meu corpo é muito diferente agora, então meu rosto está ficando mais redondo. Meus órgãos genitais encolheram bastante e meu desejo sexual também diminuiu muito, o que não me incomoda."

Roddy é atraído por homens heterossexuais, mas admite que ainda não está pronta para namorar: “As pessoas sempre pensaram que eu era gay e inicialmente eu também. Mas eu nunca fui gay. Eu nunca estive na cena gay. Eu nunca tive um relacionamento gay. Eu sempre fui atraída por homens heterossexuais, porque sou uma mulher heterossexual. Eu raramente estava em relacionamentos e não tenho muita experiência em relacionamentos.”

Desde o início de sua transição, Roddy diz que percebeu uma enorme diferença na maneira como as pessoas a percebem: “Os homens olham para mim porque me desejam. E as mulheres olham para mim porque querem copiar o que estou vestindo. É um tipo de atenção totalmente diferente. Antes, as pessoas olhavam para mim porque eu parecia muito andrógina e estranha para um homem. Agora espero que eles estejam olhando porque pensam que sou uma mulher bonita."

sexta-feira, 3 de janeiro de 2020

Devido ao grande sucesso retorna o espetáculo ‘Noite do Antílope Dourado’, no Teatro Candido Mendes

Em Neon: sexta-feira, 3 de janeiro de 2020

Está é a primeira remontagem deste clássico de 1976 do autor Fernando Melo, na época dirigida por Osvaldo Loureiro e trazendo no elenco os atores Nestor de Montemar, Mário Cardoso e André Valli.

Embora escrita e encenada na década de 70, os assuntos abordados no texto permanecem atuais: as perturbações mentais, a homofobia, o poder doentio e desmedido. A trama se desenrola na cela de um Manicômio Judiciário, mas poderia passar em qualquer lugar onde a imposição de ideias se faz presente. Nesse Manicômio se encontra Jorge, um assassino cruel, homofóbico, emocionalmente desequilibrado, e para lá é levada Vera, um velho travesti suicida, que vive à margem de uma sociedade hipócrita e preconceituosa. Dois universos diferentes, que se atraem e se repelem mutuamente. Duas partículas de camadas sociais minoritárias e marginalizadas.

Controlando esta cela, está um enfermeiro, que para este pequeno universo representa o poder maior.  Abusivo e repressor, do alto de sua posição, este Enfermeiro arma um jogo entre Jorge e Vera com a finalidade de atingir os seus próprios objetivos, que é destruí-los. Partes fracas que são diante de uma força maior presente, estas minorias (assassino e travesti) se tornam peças fundamentais para saciar a diversão sádica do Enfermeiro. Porém, essa cela não pode comportar três mentes tão perturbada (Jorge, Vera e Enfermeiro) e o final desse jogo é previsível. Uma dessas peças é eliminada. Qual? Assistam até o final!

Segundo o ator e produtor Fernando Giusti, “Remontar esse espetáculo quatro décadas após sua estreia original é trazer à cena um tema questionador, polêmico e pulsante”.

O AUTOR
Fernando Melo (1954/1997) é um premiado dramaturgo brasileiro, nascido em Pernambuco e autor de vários sucessos do teatro nacional: “Greta Garbo, Quem Diria, Acabou No Irajá”, “O Trágico Fim De Maria Goiabada”, “Se Eu Não Me Chamasse Raimundo”, entre outros. Seus temas mais frequentes envolvem personagens amargos, perturbados, marginalizados que sobrevivem no submundo, do qual o autor tem um conhecimento profundo.

EQUIPE TÉCNICA
Autor: Fernando Melo
Direção: Sérgio Nostra e Claudinha Vieira
Elenco: Matheus Freire, Fernando Giusti e André Américo
Cenário e Figurinos: Augusto Pessoa
Iluminação: Sérgio Nostra
Trilha sonora: Thiago Lopes
Fotografia: Luíz Teixeira Mendes

SERVIÇO DO ESPETÁCULO
Teatro Cândido Mendes
Rua Joana Angélica, 63 – Ipanema - Tel: 2523-3663.
Capacidade: 103 lugares. 1 lugar para cadeirante
Horário: às 20hs  (todas 2ªs feiras )
Duração: 70 minutos
Classificação: 16 anos
Ingressos: R$50,00 (inteira) e R$25,00 (meia)
Temporada: 06 a 27 Janeiro 2020 

Trancoso na Bahia promete parar com o casamento do ano!

Estamos ainda apenas no terceiro dia do ano, porém Trancoso na Bahia promete parar no próximo dia 1°de Fevereiro, e sabe porque?

Nesta data, Júnior Pacheco, o designer de interiores queridinho dos famosos, vai se casar com o renomado radiologista intervencionista Marcos Menezes.

A cerimônia e festa serão realizadas no ‘Calá & Divino Hotel’, onde será oferecida uma hospedagem mesclando luxo e simplicidade em cada detalhe.

A organizadora Patrícia Galvão já está à todo vapor com os preparativos que dará o que falar, e especula-se mais de 1 milhão investidos entre cerimônia e festa.

Os convidados terão muitas atrações e mimos surpresas, tudo esbanjando glamour e sofisticação!

No entardecer do dia anterior vai acontecer um luau místico com direito à baianas e rituais enaltecendo a cultura local, promete muita magia e sintonia de energia positiva entre todos convidados presentes, com direito a shows já confirmados de Alinne Rosa, Jorge Vercilo e Margareth Menezes!

O look do designer será todo da marca luxuosa Louis Vuitton! Já no dia do casamento, a gastronomia será sob o comando da Fernanda Possa Gastronomia, o cardápio está impecável com muitos frutos do mar e especiarias da região!

A decoração foi elaborada pelo renomado Jamilton Arcebispo, contando com prataria e cristais climatizando luxo em um ambiente rústico.

Para a ocasião o noivo Júnior Pacheco estará vestido de Dolce Gabbana!

O designer tem mente criativa e garante sair totalmente fora do casamento convencional!

As alianças são Cartier prego, simbolizando todo sucesso de ambos. ‘Prego destacado leva martelada’, uma bela analogia em relação às dificuldades superadas!

Shows da Pocah e Wanessa farão a festa ser ainda mais badalada, além das DJs Cacá Werneck e Nat Valverde agitando a pista! Muitos drinks foram feitos especialmente para os convidados pelo Accept Bar!

O casal terá padrinhos vips como: Simone Sampaio, Marcos Pasquim, Jojo Todynho, entre outros.

Esse final de semana promete ser um marco na região e no mundo dos casamentos, e desde já está deixando todos os convidados muito ansiosos para o evento que irá transbordar amor, brindes e surpresas inesquecíveis!

Crédito das Fotos: Julie Thies Photography / Divulgação

quinta-feira, 5 de dezembro de 2019

Eliana Pittman lança novo trabalho que reúne álbum com clássicos da MPB

Em Neon: quinta-feira, 5 de dezembro de 2019

Disco acústico traz regravações de Vinicius de Moraes, Martinho da Vila, Fito Paez, Caetano Veloso, Cazuza e Gilberto Gil entre outros e como bônus um disco com show dos anos 70 em Paris com sucessos da Bossa Nova

Chega ao mercado, pela Kuarup Produtora, Ontem, Hoje e Sempre, novo trabalho da cantora Eliana Pittman. O álbum, gravado em formato acústico com violão e percussão, reúne dez regravações de músicas de autores como: Vinicius de Moraes, Martinho da Vila, Fito Paez, Chico Cesar, Candeia, Cazuza e Gilberto Gil entre outros. Como bônus há mais oito faixas ao vivo de um show gravado em 1970, em Paris, na boate Dom Camillo, com repertório de clássicos da música brasileira e Bossa Nova. “Com este trabalho, festejo com orgulho e gratidão o meu ontem e o meu hoje, que vem a ser o meu sempre”, afirma a cantora.

Trata-se de uma das mais versáteis cantoras da música brasileira, tendo sido a única brasileira a figurar a capa da revista norte-americana Ebony (principal revista daquele país destinada ao público negro). No imaginário musical de quem viveu os anos 1970, a cantora carioca é a vivaz intérprete de sambas e carimbós que lhe deram fama nacional naquela década áurea, porém a verve internacional herdada por seu pai, o extraordinário saxofonista americano Booker Pittman, fez dela uma das nossas principais cantoras de jazz. Eliana, que gravou dezenas de discos e se apresentou em mais de 30 países, continua sua carreira em plena forma se apresentando em shows solos e de formatos diversificados em projetos especiais paralelos como Divas do Sambalanço (ao lado de Claudette Soares e Dóris Monteiro) E 100 anos de Dalva de Oliveira.

Eliana é filha de Booker Pittman, importante saxofonista e clarinetista de jazz nascido em Dallas (EUA), que migrou para o Brasil a partir dos anos 1930, sendo carinhosamente apelidado de Buca por ninguém menos do que Pixinguinha (1897–1973), que também tocava saxofone, entre outros múltiplos atributos artísticos.

E agora a cantora lança Eliana Pittman Hoje, Ontem e Sempre, disco produzido por Thiago Marques Luiz, que traz como bônus um álbum ao vivo com registros de um espetáculo em Paris, que foi viabilizado quando Marques Luiz soube por Eliana que a cantora tinha no seu acervo particular de fitas de rolo gravações de shows feitos dentro e fora do Brasil nos anos 1960 e 1970. Uma dessas fitas reproduzia o áudio do show feito por Eliana na Cidade Luz. “Este disco é uma dívida que Eliana tem com seu público que não vê um disco inédito desde 1991 e é também uma dívida de seu público para com ela”, relata o produtor Thiago Marques Luiz. “Que eu possa realizar coisas bonitas na minha vida, ajudar as pessoas através do meu canto, trazendo esperança, paz e amor para cada um que escuta o som da minha voz”, finaliza.

Faixa a Faixa
1 – O Morro Não Tem Vez (Carlos Lyra / Vinicius de Moraes / Tom Jobim); 2 – Gamei (Délcio Luiz / André Renato); 3 – Ex-Amor (Martinho da Vila); 4 – Drão (Gilberto Gil); 5 - Onde Estará O Meu Amor (Chico César); 6 – Até A Lua (Tião Carvalho); 7 – Preciso Dizer Que Te Amo (Dê / Cazuza / Bebel Gilberto); 8 – Preciso Me Encontrar (Candeia); 9 - Yo Vengo A Ofrecer Mi Corazón (Fito Paez); 10 – Tributo à Vaidade (Café / Iran Silva / Carlinhos Madureira).

Bônus – Show Paris 1970 Boate Don Camillo

11 – Aquele Abraço (Gilberto Gil); 12 – Garoto De Ipanema (Tom Jobim / Vinicius de Moraes); 13 – O Pato (Jaime Silva / Neuza Teixeira); 14 – Desafinado (Tom Jobim / Newton Mendonça); 15 – Big Spender (Cy Coleman / Dorothy Fields); 16 – Manhã de Carnaval (Luiz Bonfá / Antônio Maria); 17 – Ponteio (Edu Lobo / Capinan); 18 – Felicidade (Tom Jobim / Vinicius de Moraes).

Sobre a Kuarup
A gravadora Kuarup foi fundada no Rio de Janeiro em 1977 pelo produtor Mario de Aratanha e o saudoso fagotista Airton Barbosa, do Quinteto Villa-Lobos. Hoje, é uma das principais gravadoras independentes do país. Especializada em música brasileira, possui mais de 200 títulos em seu acervo, além de ter a maior coleção de obras de Villa-Lobos em catálogo no Brasil. O repertório traz choro, música nordestina, caipira, sertaneja, MPB, samba e instrumental, entre outros gêneros. A gravadora passou a atuar na edição de músicas e no mercado editorial de livros.

Feira de Vinil do Rio faz última edição do ano, com homenagens à cantora Joyce e aos 50 anos do Movimento Black Rio

Com entrada franca e cerca de 2000 frequentadores por edição, evento volta ao Instituto de Arquitetos do Brasil, desta vez com bate-papo com Don Filó – um dos criadores do Movimento Black Rio – e participação da célebre cantora carioca. Celebrando a diversidade, feira conta ainda com apresentação de Andréa Bak (Slam das Minas) e relançamento de LP psicodélico de Marinho Castellar

A Feira de Vinil do Rio de Janeiro chega à sua 22º edição, no dia 8 de dezembro, domingo, voltando a ocupar o casarão do Instituto de Arquitetos do Brasil, no Catete. Comemorando 10 anos desde sua primeira realização, a feira dedica a última edição de 2019 celebrando a diversidade e convidando a cantora Joyce, que será homenageada recebendo, no dia, o Troféu Feira de Vinil do Rio de Janeiro, já entregue, ao longo das últimas edições, a João Donato, ao grupo Azymuth, a Marcos Valle, ao compositor e arranjador Arthur Verocai, ao cantor e compositor Carlos Dafé e ao sambista Wilson das Neves. Assim como nas edições anteriores, será cobrada como entrada simbólica 1 kg de alimento, a ser entregue ao Lar de Teresa.

A edição também estará homenageando os 50 anos do Movimento Black Rio, realizando um bate-papo sobre a cultura black, com a participação de Don Filó, um dos criadores do movimento. Engenheiro cultural, Filó promoveu uma revolução na década de 70. Ele e um grupo de jovens contribuíram para transformar a dura realidade da discriminação racial com a valorização da autoestima da juventude negra através da música, do cinema, e da literatura. Don Filó apostou na cultura como pedra de toque de um grande movimento pela valorização da identidade e da cultura negras, mais tarde chamado de Movimento Black Rio.

No dia, será relançado pela Neves Records e Melômano Discos, em vinil e em pequena tiragem (300 cópias), um dos álbuns mais emblemáticos do psicodelismo brasileiro: “Marinho Castellar & Banda Disrritimia” (1981), que imprime, com maestria, o momento criativo de alguns dos diversos coletivos musicais que coexistiram no Brasil dos anos 70. Na década seguinte esse tipo de manifestação foi menos usual, porém, o disco de Marinho Castellar atua como um expurgo cósmico da década anterior. O disco ganhou status de raridade. Infelizmente, vítima de cirrose, Marinho Castellar faleceu aos 33 anos de idade e não viu seu LP ser reverenciado como um dos trabalhos mais cultuados do underground brasileiro dos anos 80.

A edição será marcada também pela diversidade, não apenas nas diferenças rítmicas ou musicais, seja também dialogando com variedade étnica e social tão em voga no momento atual.  Integrante do Slam das Minas e do grupo de rap Nefertaris Vandal, a poeta, slammer e rapper Andréa Bak fará participação entre as discotecagens. Aos 18 anos, a poeta já ganhou notoriedade por recitar nas ruas e espaços culturais do Rio de Janeiro versos que contam a história do povo negro sob uma perspectiva de fortalecimento, de exaltação e de empoderamento.

Produzida por Marcello Maldonado e pelo produtor artístico Marcello MBGroove (coletivo Vinil É Arte), a feira apresenta, ao longo do dia, vários DJs com seus sets em vinil, especialistas nos mais variados estilos; MPB, Black Music, Rock, Eletronic. Cerca de 60 expositores de todo o Brasil estarão presentes com discos e CDs. Do Rio, participarão, dentre outros, a Tropicália Discos e a Arquivo Musical, além da Livraria Baratos da Ribeiro e da Satisfaction. Os paulistas serão representados pelo Beco do Disco, Casa da Mia, Mega Hard, Mafer Discos e Vinil SP, só para citar algumas.

Serviço
22° Feira de Discos de Vinil do Rio de Janeiro
Dia: 8 de dezembro, domingo
Horário: 11h às 19h
Local: IAB – Instituto dos Arquitetos do Brasil
Endereço:  Beco do Pinheiro, 10 - Flamengo, Rio de Janeiro
Entrada: 1 kg de alimento não perecível
Classificação: livre
Informações: 21-98181-9733

quinta-feira, 28 de novembro de 2019

Lulu Santos realiza Show com ingressos esgotados no Melrose Ballroom em New York

Em Neon: quinta-feira, 28 de novembro de 2019

No dia 15 de novembro, o cantor e compositor Lulu Santos iniciou nos Estados Unidos a sua turnê 2019 denominada "Pra Sempre", onde a primeira apresentação foi em Los Angeles.

O músico passou por São Francisco, Houston e no último dia 22 o show foi realizado em New York no Melrose Ballroom, com ingressos esgotados, onde o público lotou a casa de espetáculos para cantar todos os sucessos, e podemos dizer que foi um show onde quase não se viu celulares gravando a apresentação do cantor, pois os fãs preferiram cantar juntamente com Lulu, acompanhando o músico em um lindo coral musical, por mais de duas horas, que foi o tempo de duração do espetáculo musical.

Após o show, extremamente atencioso e educado, e na companhia do namorado Clebson Teixeira, que estava acompanhando tudo, Lulu fez questão de atender um enorme número de fãs no camarim, onde com uma simpatia indescritível cativou ainda mais a todos os presente.

Entre os que deram um pulo até o camarim para tietar o cantor, estava Zabelê, uma das filhas de Baby do Brasil e também o empresário Josimar Moreira, proprietário do Brazil in Concert.

Inclusive um fato que chamou atenção de todos, entre os fãs que Lulu recebeu no camarim, estava Antônio, deficiente visual, o qual estava muito emocionado e contou que já havia prestigiado anteriormente ainda no Brasil um show do astro quando tinha apenas 10 anos e estava muito contente em poder repetir a emoção anos depois, porém desta vez em New York, onde provou ser fã de carteirinha, cantando todas as músicas durante o show inteiro. Lulu brincou que cantar para ele pode ser problemas, já que tem uma audição mais aguçada que os outros.

Para encerrar esta temporada de show na terra do Tio Sam, na noite deste domingo (24), Lulu Santos se apresentou em Orlando, na Flórida.

Crédito das Fotos: Rose Lima / Divulgação

Filho e netos de Chico Anysio, participam de festa em escola de samba que homenageará humorista em 2020

Na noite de quinta-feira (21), a escola de samba Acadêmicos do Tucuruvi, Presidida pelo Sr.Jamil Elselam, preparou um coquetel e abriu as portas de sua quadra social, para receber convidados mais que ilustres, os familiares do humorista Chico Anysio, o qual será homenageado durante o próximo carnaval. 

O ator, comediante e dublador, Nizo Neto, filho do saudoso humorista, esteve acompanhado de sua esposa Tatiana Presser, sua sogra e suas duas filhas, prestigiando pela primeira vez o ensaio da agremiação, que fica situada no bairro da Vila Mazzei, na zona norte paulistana, onde assim que entraram na quadra, receberam o axé das baianas ao som de aplausos da comunidade presente.

Esta será a primeira vez que o humorista será homenageado no carnaval da cidade de São Paulo, e na ocasião, Nizo assinou um documento, oficializando a autorização para a agremiação prestar devida homenagem a seu pai.

Francisco Anysio de Oliveira de Paula Filho, ou simplesmente Chico Anysio como a grande maioria o conheceu, era natural de Maranguape, no Ceará, e foi apelidado carinhosamente de “O Mestre do Humor”, onde acumulou em sua carreira bagagem como ator, humorista, comentarista, radialista, compositor, diretor de cinema, escritor, pintor e roteirista, tendo criado na televisão mais de 200 personagens diferentes. 

Logo em seguida o Carnavalesco Dione Leite, preparou um mini desfile com as fantasias que serão apresentadas durante o desfile oficial no Sambódromo do Anhembi, com o enredo de título, "Faces de Anysio, o eterno Chico. Sorrir é… e sempre será o melhor remédio".

Quem também prestigiou o evento foram os Ex BBB Daniel Fontes e Ronan Oliveira, além da Ex Panicat e atual radialista da Transcontinental FM, Tânia Oliveira.

Outro momento marcante da noite, foi quando o Presidente Sr.Jamil e Nizo Neto, entregaram o Pavilhão do Enredo em uma linda cerimonia ao Casal de Mestre Sala e Porta Bandeiro, Alex Santos e Aryane Elselam, debaixo de uma chuva de pétalas de rosas brancas e o rufar da bateria ao comando do Mestre Serginho. 
 
Para o Carnaval de 2020 a agremiação anunciou que todas as fantasias de alas serão gratuitas, e os componentes terão que pagar apenas pela camiseta da ala para participar dos ensaios, a qual terá o custo simbólico de R$ 39,99.

O Zaca como é conhecido carinhosamente entre os sambistas, será a sexta agremiação a se apresentar no Grupo de Acesso, no domingo de carnaval, dia 23 de fevereiro.

Crédito das Fotos: Renato Cipriano / Divulgação

quarta-feira, 27 de novembro de 2019

Cantora Da ‘Era Do Rádio’, Marion Duarte lança sua fotobiografia no dia 28 de novembro na Sede do Flamengo na Gávea

Em Neon: quarta-feira, 27 de novembro de 2019

A obra, uma fotobiografia com quase 400 paginas, mostra que a artista é o retrato do brasileiro: descendente da imigração, oriunda do subúrbio, pertencente à classe trabalhadora. Portanto, um símbolo do sucesso possível, em especial pelas tragédias pessoais em seus primeiros anos, aqui contadas.

Vemos em imagens, a carreira que não possui um auge ou um marco, mas sim uma sucessão destes.

Marion Duarte iniciou a carreira artística ao começo do Inverno de 1957. Naquela ocasião, apenas 15% dos lares possuíam aparelho de televisão no Rio de Janeiro, a maioria de famílias abastadas, e ainda não havia transmissão entre cidades.

Apesar disto, hoje se testemunha o público sobrevivente daquela época, foi marcado pelos primórdios da artista. Alguns destes primeiros fãs, hoje ao reconhecerem sua figura e aborda-lá, por vezes até recordam com riqueza de detalhes sobre aqueles momentos longínquos. Fascinante que o mesmo aconteça em outros estados, os quais antes visitados há muitas e muitas décadas, no tempo das turnês.

Cantora Revelação 1958, Favorita dos Bombeiros, premiada nos programas de César de Alencar (Rádio Nacional) e Abelardo Barbosa (Rádio Globo), homenageada ao lado de Tom Jobim no Teatro Municipal, cinco vezes mais popular que João Gilberto mesmo após ‘Chega de Saudade’, vocalista do conjunto de Sylvio Vianna.

Marion era então sucesso na arte do efêmero: rádio, palco, TV pré VT. Os seus discos (78 RPM), não ilustravam os olhos turquesa/esmeralda, ficando nos jornais e revistas, principalmente 'fan magazines', os únicos registros da grande beleza de Marion Duarte.

Tempo que ver em pessoa ou pela telinha o seu ídolo em ação, era para obstinados ou privilegiado. Muito popular, Marion era dona de grande apelo junto à classe trabalhadora, recebendo a alcunha de "Maysa dos Pobres", tendo a sua imagem alcançado e perpetrado de modo contumaz à todos.

Sem nunca ter adentrado "novas ondas" ou "grupos fechados" na classe artística, manteve-se fiel a si mesma e independente. O mesmo serviu a sua vida particular, pois chegou a interromper a carreira temporariamente pelo casamento, por amor.

Mas como dizem, vale a "voz do povo", e por isto sempre conservada na memória dos que a vislumbraram desde o seu deslanche.

Desde as culturais caravanas dos bairros até as turnês de Norte a Sul, inaugurou o primeiro hotel de Brasília e abriu o espetáculo de Ella Fitzgerald no Maracanãzinho.

Presença notável nos certames e festivais, principalmente carnavalescos, é a co-autora de ‘Bola Preta Sensacional’. Foi condecorada pela Mangueira, Mocidade, Império Serrano e União da Ilha, mas também pelas rádios Roquette Pinto e Neno.

Um das mais belas figuras femininas na história da música popular brasileira, a qual resulta em exclusiva da Tupi, figura nas capas das principais publicações e vêm do seu próprio programa, ‘A Boneca Que Canta’.

Com a ascensão da Bossa Nova, Jovem Guarda e Tropicália, o cantor do passado perdeu espaço, o que coincidiu com um hiato na carreira da artista. Porém os anos 1970 encontrou o ápice do movimento da nostalgia, o que influenciou na retomada para Marion.

Desta nova e até hoje ininterrupta fase, caiu nas graças de críticos contemporâneos como Aramis Millarch, tornando-se então a intérprete do aniversário do Flamengo, seu time de coração.

Cada um destes e tantos mais momentos estão ilustrados em ‘Marion Duarte: A Estrela Inesquecível’, de Gui Castro Neves.

quarta-feira, 20 de novembro de 2019

Elisa Lucinda de volta ao Rio com ‘Parem de Falar Mal da Rotina’ no Teatro João Caetano

Em Neon: quarta-feira, 20 de novembro de 2019

Foto: Divulgação
Comemorando 17 anos de sucesso e mais de 10 milhões de espectadores, o espetáculo "Parem de Falar Mal da Rotina", une histórias vividas e ouvidas por Elisa Lucinda, como observadora do cotidiano, além dos poemas retirados dos livros “O Semelhante” e “Eu te amo e suas estreias”. O resultado são  56 personagens que ela interpreta em 2h de elogios à rotina, nos obrigando a observarmo-nos de fora, nos ajudando a perceber que “a rotina” é um personagem fictício que criamos e que nós temos o poder da mudança, nós somos os diretores, atores e produtores das nossas próprias vidas.

Foto: Guga Melgar
Divertido e interativo, propõe uma divertida reflexão sobre o cotidiano. Utilizando versos e conversas despojadas sobre a rotina, é uma espécie de espelho capaz de projetar  mil possibilidades, provocando verdadeiras transformações em nossas relações sociais, de trabalho e pessoais. Deselitizando  a poesia, Elisa Lucinda, que fala o texto poético como quem conversas com o público, emociona e diverte com suas palavras, gente de todo o tipo e de dez a cem anos.

Uma autoajuda inteligente, uma aula de cidadania através da educação emocional; pois cuidando melhor de nossa rotina, autores e protagonistas que somos dela cuidaremos  melhor de nós mesmos, dos que nos cercam e do mundo à nossa volta.

Serviço
Parem de Falar Mal da Rotina
Autoria e Direção: Elisa Lucinda

Com: Elisa Lucinda
Temporada de: 21 / 11 à 15 / 12 / 2019 (quinta-feira à domingo) -19:00 e 18:00
Duração: 120 minutos
Local: Teatro João Caetano
Endereço: Praça Tiradentes, s/n - Centro - Rio de Janeiro

Capacidade: 605
Classificação: 12 anos
Ingressos: R$ 50,00
 
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