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sexta-feira, 15 de novembro de 2019

Diego Hypólito protagoniza comercial do lubrificante K-Y

Em Neon: sexta-feira, 15 de novembro de 2019



O ginasta Diego Hypólito está na nova campanha publicitária do lubrificantes íntimo K-Y. Na propaganda, o atleta narra um texto com o conceito “conheça a si mesmo”.

Arrasando nas caras e bocas sensuais, dançando e seduzindo a câmera ele diz: “Se conhecer é tudo. Te deixa mais leve, mais confiante, mais sexy. Se conhecer é se permitir. É descobrir atalhos em cada toque”.

O comercial traz ainda, outras pessoas dançando, se olhando, se tocando, homens, mulheres, trans e uma drag.

Vale lembrar que em setembro deste ano, Diego assumiu publicamente seu romance com o advogado Marcus Duarte.

Assista ao vídeo abaixo:



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quinta-feira, 7 de novembro de 2019

08/11 | João Bosco faz show afetivo no Teatro Rival Petrobras

Em Neon: quinta-feira, 7 de novembro de 2019

O artista promete revisitar canções que marcaram sua carreira e sua parceria com a casa que considera um patrimônio inestimável do público carioca

“São quase 50 anos dedicados à música e muitos deles celebrados no palco deste teatro, que é um patrimônio inestimável do público carioca”, assim o cantor e compositor João Bosco refere-se ao Teatro Rival Petrobras, onde se apresenta no dia 8 de novembro. Ele promete um show inesquecível, revisitando canções que marcaram a história de seu público.

Ao lado do baixista Guto Wirtti, do baterista Kiko Freitas e do guitarrista Ricardo Silveira, João Bosco prepara um repertório afetivo, com clássicos como “Jade”, “Corsário”, “Nação” e “Incompatibilidade de gênios”, além de canções mais recentes como “Sinhá” e “Ultra Leve”.

João Bosco volta ao Teatro Rival Petrobras com um repertório de sucessos após dois anos viajando com a turnê de seu mais recente álbum, “Mano que zuera”, que, claro, passou pela casa. Os fãs podem se preparar para cantar juntos com o ídolo músicas, como “O bêbado e a equilibrista” e “Papel machê”, que estão gravadas nas mais belas páginas da música brasileira.

Serviço
Teatro Rival Petrobras - Rua Álvaro Alvim, 33/37 - Centro/Cinelândia - Rio de Janeiro. Data: 08 de novembro (sexta-feira). Horário: 19h30. Abertura da casa: 18h. Ingressos: Setor A R$120,00 (inteira) Setor B R$90,00 (inteira), R$70,00 (promoção para os 100 primeiros pagantes). Venda antecipada pela Eventim - http://bit.ly/TeatroRival_Ingressos2GIaEKp Bilheteria: Terça a Sexta das 13h às 21h | Sábados e Feriados das 16h às 22h Censura: 18 anos. www.rivalpetrobras.com.br. Informações: (21) 2240-9796. Capacidade: 350 pessoas. Metrô/VLT: Estação Cinelândia.

Última semana: Amor de Zélia Gattai e Jorge Amado no espetáculo 'Na Casa Do Rio Vermelho" Teatro Petra Gold

NA CASA DO RIO VERMELHO – O AMOR DE ZÉLIA E JORGE está em cartaz até domingo (10/11) no Teatro Petra Gold, no projeto “Chá das cinco”, sábados e domingos, às 17h.

O espetáculo, com direção e texto de Renato Santos, mostra, a partir da memória musical do casal, os 56 anos de amor entre Zélia Gattai (Luciana Borghi) e Jorge Amado (Pedro Miranda). "Este horário, além de ser a tradicional matinê, a sessão da tarde, é charmoso e adequado para um público que gosta de sair ainda de dia, jantar e chegar mais cedo em casa", diz a atriz Luciana Borghi. A peça estreou em agosto e realizou apresentações nos teatros do Sesc e Prudential.

Eles moraram, durante 40 anos, na casa do Rio Vermelho, atual Memorial, espaço de referência para Salvador, onde os escritores recebiam, de forma acolhedora, artistas nacionais e internacionais como Pablo Neruda, Vinícius de Moraes, Glauber Rocha, Tom Jobim, Jean-Paul Sartre, João Ubaldo Ribeiro, além de lideranças religiosas locais e políticos. “A encenação é realista, histórica. O espetáculo segue uma cronologia, que vai desde o primeiro encontro do casal, na década de 40, até a despedida de Zélia Gattai da casa do Rio Vermelho, onde está tomando providências para fazer da casa, um memorial”, conta Renato.

A principal referência do texto foram os livros escritos pela autora, mantendo-se assim uma estrutura memorialista, com uma adaptação em formato de narrativa direta de lembranças emocionais. Na direção foi construído um arcabouço de interpretações com análise dos personagens de Jorge Amado. A personagem Zélia, ora pode ser apaixonada como a Dona Flor, ora guerreira como Tereza Batista ou mesmo subir o tom em defesa da cultura afro brasileira como Pedro Arcanjo, personagem principal do livro Tenda dos Milagres de Jorge Amado. “Falar de uma grande mulher, um grande homem, uma linda história de amor que se confunde com a história de lutas políticas, sociais e culturais no Brasil do século XX é o objetivo de nosso espetáculo. Falar de Zélia Gattai e Jorge Amado é falar de arte, cultura e delicadeza”, diz Maria Siman, coprodutora do espetáculo.

 A atriz Luciana Borghi, fez um vasto laboratório de caracterização para conseguir semelhança na voz e nos trejeitos da autora. Destacou a sua origem como imigrante italiana e criação na cidade de São Paulo. “Me mudei para Bahia com a finalidade de estudar a vida da Zélia e Jorge. Entrevistei amigos, criei laços com os seus netos; até que a presidente da Fundação Jorge Amado convidou o espetáculo para estrear no centenário da Zélia, que foi em 2016, na própria casa deles, o memorial. Precisava de tempo para vivenciar o universo, para frequentar o espaço, a casa, não como visita”, conta Luciana Borghi, idealizadora do projeto e intérprete de Zélia Gattai.

O ator e músico Pedro Miranda faz uma participação especial e dá vida a vários personagens, entre eles, Jorge Amado e Dorival Caymmi. O repertório musical do espetáculo constitui o universo do casal, incluindo canções que Zélia gostava de cantar em casa, além de músicas da época como "eu sei que vou te amar", sucessos que marcaram a vida deles. As músicas da peça são como personagens, dialogando com as cenas e conduzindo a memória e as histórias. São músicas dos amigos que frequentavam a casa, e reforçando este clima íntimo e familiar, alguns instrumentos estarão presentes no cenário da peça. As cenas poderiam acontecer tanto na cabeça de Zélia, como nas páginas de seus livros. “Não tem muito arranjo. Decidimos fazer uma coisa bem simples, um espetáculo de bolso com tudo tocado e cantado em cena, para acompanhar e fazer um espetáculo bem intimista, próximo à contação de história, que seria Zélia na casa do Rio Vermelho contando a história da vida deles”, revela Pedro Miranda.

Luciana e Miranda trabalharam juntos no Cordão do Boitatá, um bloco do Rio de Janeiro. “Fizemos O Auto do Boi durante 3 anos, éramos o casal principal. Quando chamei o Pedro para a direção musical e interpretação, fui logo falando do repertório: são canções que funcionam como dramaturgia. É um projeto para falar desse Brasil, desses compositores importantes da música brasileira. A ideia é que Pedro faça isso com o repertório dele e eu faça com o meu teatro, transpondo a literatura brasileira para o palco”, detalha Borghi.

A música era muito presente na Casa do Rio Vermelho, onde Zélia Gattai adorava cantar ritmos diferentes. “Paloma Amado disse que sabia como estava o humor de sua mãe pela música que ela estava cantando. Se a Zélia estivesse cantando ópera, era porque o dia estava tenso”, revela Luciana. Zélia, que se auto intitulava uma contadora de histórias, começou a escrever aos 63 anos, sendo considerada uma grande memorialista. A autora dizia que era preciso viver muito, ama­durecer bastante, para ter maior compreensão do ser humano e estar despida do sentimento de inveja e de revanche. Escrevia com liberdade e com o coração. Luciana Borghi imprime, no espetáculo, a voz macia, simpática e o jeito simples da autora de um dos maiores sucessos da literatura brasileira, o romance “Anarquistas, graças a Deus”.

O cenário também de Renato Santos é intimista, conduz o espectador ao sentimento de despedida, pois espalhadas pelo palco, estão caixas de papelão usadas para guardar alguns objetos que pertenceram ao casal: máquinas fotográficas, discos de vinil, instrumentos musicais, cadeira de balanço, fotografias e máquina de escrever, que trazem memórias afetivas e contracenam com os personagens. O que inspirou e norteou a criação da luz foi a paixão e a sensibilidade que permeia a história. “Tentei transmitir sempre a atmosfera acolhedora da Zélia e do Jorge Amado”, descreve o iluminador Luiz Fernando. A figurinista Goya Lopes concebeu o vestido de cena, referendado nos bordados que Zélia gostava. “Foi uma pesquisa baseada em bordados dos países que Jorge e Zélia visitaram”.

“No dia 2 de julho do ano de 2016, assisti pela primeira vez a um trecho do espetáculo Na Casa do Rio Vermelho. O dia era o mais apropriado, centenário de Zélia Gattai Amado, inspiradora de Luciana Borghi e Renato Santos para este espetáculo. O dia era dedicado à escritora e fotógrafa ítalo-paulista baiana, minha mãe. De repente, surge Luciana/Zélia, igualzinha uma à outra, a mesma doçura, a mesma força, o mesmo rosto bonito e delicado. E porque não dizer que o canto era igual, o amor e os ciúmes também. Estava de mãos dadas com minha filha Mariana, a primogênita, a que se parece com a avó. Os dedos se apertaram, chorávamos de emoção. Estou na maior felicidade porque muita gente poderá conhecer mais de minha mãe, esta mulher formidável, e o fará pelas mãos delicadas de Luciana Borghi, mãos, rosto, voz, sensibilidade”, relata Paloma Amado, filha de Jorge e Zélia.

Ficha Técnica
Direção e texto Renato Santos
Interpretação Luciana Borghi e Pedro Miranda
Direção Musical Pedro Miranda
Direção de movimento Débora Veneziani
Direção de Produção Maria Siman
Luz Luiz Fernando
Cenário Renato Santos
Figurino Goya Lopes
Fotos Victor Hugo Cecatto
Assessoria de Imprensa Eduardo Barata – 21 98163-0808

Serviço Teatro Petra Gold
Endereço: Rua Conde de Bernadotte, 26 - Leblon
Telefone: 2529-7700
Temporada: 19 de outubro a 10 de novembro
Sábados e domingos, 17h
Duração: 70 minutos
Classificação indicativa: 12 anos
Ingressos:
R$ 60,00 – inteira
R$ 30,00 – meia

Vendas Sympla: https://bileto.sympla.com.br/event/62299/d/71930

Nova versão de Cinderela trará Billy Porter como 'Fada Madrinha gay'

O ator vencedor do Emmy , Billy Porter, 50, confirmou no sábado, durante um painel do 20º New Yorker Festival, que interpretará a Fada Madrinha na próxima Cinderela, da Sony.

A cantora Camila Cabello, que estará envolvida com a música do filme, interpretará a clássica princesa e a atriz Idina Menzel está cotada para encarnar a malvada madrasta. O papel do príncipe encantado ainda não foi escolhido.

Especulações dizem que a história é uma releitura moderna do clássico conto de fadas em que uma garota órfã se torna uma princesa.

O novo filme de Cinderela será escrito e dirigido por Kay Cannon, de "A Escolha Perfeita" e será lançado em 5 de fevereiro de 2021 nos EUA, sem data de lançamento no Brasil.

Billy Porter
Ator homossexual conhecido por seu papel atual como 'Pray Tell' na série do canal FX, "Pose". Billy também chama a atenção pela sua extravagância usando chapéus enormes e vestidos esvoaçantes. Ele vai lançar em janeiro um filme com Tiffany Haddish, Rose Byrne e Salma Hayek, chamado 'Like a Boss'.

segunda-feira, 4 de novembro de 2019

Exposição 'O Negro no Rio' chega a Niterói no Espaço Cultural Correios

Em Neon: segunda-feira, 4 de novembro de 2019

A exposição “O Negro no Rio” da artista plástica Georgia Lobo, chega a cidade de Niterói no Espaço Cultural Correios, entre os dias 26 de outubro a 07 de dezembro.

Depois do sucesso de publico, onde foi vista por mais de 42 mil pessoas ao longo das 8 semanas que permaneceu no espaço centro Cultural dos Correios RJ, onde estreou no Rio de janeiro no dia 24 de janeiro de 2019. 
       
Apaixonada pela cidade do Rio de Janeiro, onde nasceu e reside, Georgia Lobo, reflete em suas pinturas momentos do cotidiano, que emocionam com sua sensibilidade e pinceladas fortes, marcas registradas de sua arte. Formada em Desenho Industrial pela Puc começou a pintar à óleo em 2007. Como artista plástica tirou segundo lugar no concurso Novos Talentos da Cesgranrio e teve vários quadros em novelas da Rede Globo.

A própria exposição ‘O Negro no Rio’ surgiu após a encomenda de um quadro para uma novela onde o Rio de Janeiro seria o tema. “Comecei a esboçar a cena, coloquei Ipanema e quando ia desenhar duas meninas de biquíni asa delta no plano principal, de repente mudei de ideia e coloquei um negro de costas com uma bola na mão. Desde o início da minha ligação com a pintura, sempre que retratava o negro era de uma forma leve, alegre, com bastante autoestima e a exposição será toda assim, totalmente longe de estereótipos”, relata Georgia Lobo sobre sua primeira exposição individual que conta com 18 telas e painéis e ocupam duas salas do Espaço Cultural Correios.

Georgia Lobo foi selecionada para participar da 1ª Bienal Black Brazil Art. Com o tema “Mulheres (in) Visíveis”, o evento busca obras realizadas por mulheres ou inspiradas na temática feminina e feminista, principalmente afro-brasileira. A bienal acontece nas cidades de Porto Alegre (RS), Florianópolis (SC) e Curitiba (PR), de 5 de novembro de 2019 a 30 de janeiro de 2020.

Há 7 anos a arte ocupa um espaço predominante na sua vida: de reflexão, sonho, criação, entrega e transformação. Um tema recorrente que passou a imperar na realidade das suas pinturas é o do negro.

Desde o início esses personagens coloridos, de força e mistério, apareciam não apenas nas telas, mas na minha vida, no cotidiano, no meu olhar, em busca dessa verdade tão próxima.

Está na minha árvore genealógica, nas minhas angústias, nas agruras de família, na solidão e na invisibilidade que a cor impõe e expõe. Um tema gerador de desconforto se descortina e reaparece na tela de forma transformadora fazendo com o que era motivo de vergonha vire orgulho, nessa jornada de 7 anos redescobri que meu avô materno foi um herói anônimo.

Dr. André Ferreira dos Santos, filho de escravos, 12 irmãos, único na família a aprender a ler e escrever, caminhava mais de 7 km para chegar à escola, trabalhando como pedreiro se formou em Farmácia e depois em Medicina se tornando o médico mais famoso de Piracicaba no início do século passado.

Como a sociedade recebia a ascensão de uma família negra numa cidade do interior de São Paulo em 1920?

O propósito dessa exposição é mostrar, a quem quiser ver, a beleza de uma raça dentro de uma cidade igualmente especial.

Eu adoraria ter tido a oportunidade de conhecer esses personagens que brotam das minhas telas quando criança e ter referenciais positivos opostos aos que são introjetados pelo nosso sistema sutilmente no dia a dia.

Com os genes que herdei desse homem incrível, com as experiências que vivi e presenciei, desejo dar um destaque merecedor, ajudar a sociedade a se libertar desses preconceitos tão restritivos e tratar com respeito e admiração, dignificando essa cultura, essas raízes, a minha história que é também a de tantos outros.

Que aqui nessas salas , eles (meus negros) apresentem seu ambiente idílico, de luz, igualdade e dignidade.

PASSADO ARTÍSTICO
Formada em Desenho Industrial pela PUC (1987)
Curso de pintura à óleo com a artista Suzanna Schlemm – de 2007 à 2009
Prêmio Cesgranrio Novos Talentos da Pintura – 2013 – segundo lugar
Inauguração da Galeria Geórgia Lobo – Shopping Barra Garden – junho de 2014
Projeto Arte no Mercearia – São Paulo - agosto de 2015 – exposição coletiva
Mostra Morar Mais – outubro de 2016 – 2 pinturas no cenário da arquiteta Dolores Marafeli
Fábrica Bhering – exposição de novembro de 2017 à fevereiro de 2108
Várias pinturas utilizadas em cenários de novelas da Rede Globo:
Guerra dos Sexos – 19h – pintura O Boxer
Em Família – 21h – Quase Yemanjá e Despertar, ambas no cenário fixo da casa da Bruna Marquezine
Em Família – no cenário do Galpão Cultural – a empresa dessa vez solicitou 11 telas que foram transportadas e ficaram por um mês compondo uma exposição fictícia.
Sete Vidas – 18h – As pinturas Trancoso e Tattoo no cenário da casa de Débora Bloch tiveram muito destaque
Sol Nascente – 18h – 3 pinturas : Casa de Campo, Sagrado Coração e O Lago (no cenário da casa da atriz Letícia Spiller)
O outro lado do Paraíso – 21h – Ô Madá – no cenário da casa da atriz Éricka Januza.

Serviço
Exposição “O Negro no Rio”
Data: de 26 de outubro  a 07 de dezembro
De terça a domingo
Horário: das 14h às 18h
Local: Espaço Cultural dos Correios Niterói.
End: Av. Visconde do Rio Branco, 481 - Centro, Niterói - RJ
Telefone : 2503-8550

Dra Cláudia Starling afirma que é possível tratar do Mau Hálito com Amor

Foto: Reprodução da Internet
Halitose! Você sabe o que é?

Cerca de 30% da população brasileira sofre de mau hálito crônico. E 98% das causas está na boca das pessoas! A má higiene bucal e a saburra (camada esbranquiçada sobre a língua), por exemplo, podem causar halitose.

Estão ainda na lista de possíveis causas as estomatites, as feridas cirúrgicas, as próteses odontológicas inadequadas, a falta de saliva, o uso de algumas medicações, as lesões inflamatórias e as lesões benignas e malignas de toda a região da cavidade bucal juntamente com a faringe.

No dorso da língua, acumulam-se bactérias da flora bucal, que digerem as proteínas dos restos alimentares e liberam substâncias com mau cheiro.

Alguns micro-organismos presentes na cárie e em infecções das estruturas de sustentação dos dentes (osso e gengiva) também produzem compostos mau cheirosos.

"Existe um tabu de que halitose vem do estômago, mas conforme citado acima, em 98% dos casos a causa está na boca do paciente, portanto nós cirurgiões dentistas, licenciados pela Abha, é quem somos os profissionais capacitados para tratar deste problema, pois são necessários alguns requisitos para fazer este tratamento de forma eficaz", afirma a Dra Cláudia Starling, qualificada em halitose pela Abha (Associação Brasileira de Halitose) e PHD em Odontologia.

Após o tratamento o paciente percebe melhoras em diversas áreas da sua vida: aumento da autoestima e da autoconfiança, segurança, sucesso profissional e a tranqüilidade de ter um hálito puro.

Dra Cláudia enfatiza que é muito importante tratar da halitose com amor. "Tratar o mau hálito me move! Mas o que mais me move é o AMOR e a troca de energia com meus pacientes! Eu demonstro esse meu AMOR à halitose  aos meus pacientes assim que eles entram em meu consultório,  faço com que eles se sintam parte de tudo aquilo que eu faço, porque eu faço por eles, também por AMOR à eles. E os deixo sentir de todo coração esse meu amor!"

Dra Cláudia Starling atende nas cidades de Belo Horizonte e também em Governador Valadares, e vocês podem acompanhar o trabalho dela pelo instagram no @claudiastarling1

Mau Hálito: Não vire as costas, vire o jogo!

Websérie 'The Stripper' vira fenômeno na web

“The Stripper” é baseada em conto que virou fenômeno na internet com mais de 15 milhões de leituras e já em seu primeiro episódio já soma mais de meio milhão de  visualizações

O canal Ponto Ação Produções lançou no último dia 15 de outubro a websérie “The Stripper” e em pouco mais de uma semana o primeiro episódio já soma mais de meio milhão de visualizações. A história, baseada em uma fanfic postada no aplicativo WattPad de autoria de Evelin Sousa, é um fenômeno na internet com mais de 15 milhões de lidas e foi adaptado para audiovisual pela atriz Priscilla Pugliese.

- É muito louco e gratificante, ao mesmo tempo, foi mais de um ano idealizando, captando e planejando tudo, tendo o maior cuidado possível para as pessoas enxergarem a história que elas leram ali na tela. O mais de legal de tudo é essa chuva de público de outros países, principalmente do México, nos abraçando de uma forma tão bonita, esse apoio é o gás que nos mantém firmes diante de tantos obstáculos de um projeto independente – ressalta Rodrigo Tardelli, um dos atores e sócio da Ponto Ação Produções, sobre o sucesso da websérie.

A produção foi feita toda por meio de um crowdfunding com os fãs do canal, que financiaram o projeto dirigido por Nadia Bambirra, que dirigiu produções como “Rebelde” e “Dona Xepa” na Record. Além do elenco fixo, que tem Priscilla Pugliese, Natalie Smith e Rodrigo Tardelli, a produção conta com participações especiais de Lu Grimaldi, Valeria Alencar e João Vitti.

- Tudo começou depois de uma conversa entre eu, o Rodrigo e a Natalie, meus sócios. Na época, tínhamos vários parceiros e fanfics para fazer. A Natalie disse que queria muito fazer “The Stripper”. Para mim, parecia impossível, porque é uma fanfic muito luxuosa, acima do que a gente podia orçar. Ela insistiu e eu comecei a tentar contato com a autora, a única que ainda não tínhamos. Ao falar com a Evelin, ela achou interessante, mas ficou com receio por estar imaginando um outro caminho para a história. Mas, no final, deu tudo certo – diz Pugliese.

Essa é a quarta produção da Ponto Ação Produções, que tem três anos de história. Eles já produziram duas séries: “A Melhor Amiga da Noiva” e “Até Você Me Esquecer” (ambas ganharam duas temporadas graças ao sucesso), além do curta “Entre Duas Linhas”. O canal é o maior canal desse segmento na plataforma e acumula mais de 39 milhões de acessos e mais de 344 mil inscritos.

- A cada episódio tem mais supresa, a história se desenrola de uma forma dinâmica que te prende e faz um episódio de 15 minutos parecer 5, e leva para um ápice maravilhoso, adoramos reviravoltas e ganchos que te fazem sempre querer voltar para assistir mais e procuramos fazer sempre isso nas nossas séries, podem esperar episódios cada vez mais caprichados e o máximo fiel a história original – completa Natalie.

SINOPSE
“The Stripper” conta a história de Camila, uma mulher que, no pior momento da sua vida, foi convidada a ser stripper na boate Imperium. Após um tempo, consegue emprego em uma grande empresa e passa a conciliar os dois mundos. Um dia uma famosa empresária visita a Imperium e fica completamente apaixonada por Camila – que, no local, se chama Karla – ao vê-la dançar, mas ela tem um acordo com o local de ser apenas uma dançarina. No dia seguinte, em sua empresa, é apresentada a sua mais nova presidente: Lauren, a mesma empresária por quem ela foi tão desejada na Imperium. Com a ajuda de seu coreógrafo e amigo, Wesley, Camila/Karla passará por diversas situações para esconder de Lauren sua verdadeira identidade.

Semanalmente entra no ar um novo episódio de “The Stripper” no canal da Ponto Ação Produções.
CLIQUE AQUI e confira os episódios.

Confira o clipe de 'Só o Amor' que Preta Gil e Gloria Groove lançam com série documental sobre mulheres transexuais

Sucesso na trama A Dona do Pedaço e nas plataformas digitais, a canção “Só o Amor” finalmente
teve seu videoclipe lançado na última quarta-feira, dia 30 de outubro, na forma de um
manifesto musical.

O clipe, estrelado por Preta Gil, Gloria Groove e Glamour Garcia, traz a reboque a série documental “Vida Transversais”, dividida em quatro micro documentários, é dirigida por Rodrigo Pitta e protagonizada por mulheres trans da "vida real", escolhidas pelo diretor com a ajuda da empresa Transempregos, especializada em encontrar empregos para transexuais no mercado de trabalho.

Assim, a enfermeira do SUS Emanuele Bernardo, a produtora cultural do Museu da Diversidade
Paola Valentina, a diretora de uma Escola Estadual da periferia de São Paulo, Paula Beatriz, e a
gerente do Banco do Brasil, Marcela Bosa, representam uma significativa parcela da população
brasileira que ainda luta diariamente por igualdade de direitos e por espaços no mercado
profissional.

Além de participarem dos “minidocs”, o quarteto também participa do videoclipe que ainda presta homenagem a nomes como Rogéria, Laerte, Roberta Close, Lea T e Jane Di Castro, que também fizeram de suas histórias exemplos desta causa e percorreram um longo caminho até poderem viver por completo suas verdadeiras identidades.

“Só o Amor é para mim um manifesto que inspira respeito ao próximo, que trata de aceitação da
própria identidade e o direito que todos temos de viver em paz na sociedade, sendo o que cada
um queira ser. Desde que fui convidada a colaborar com essa canção eu senti que havia uma
mensagem mais forte, vivemos uma triste estatística de violência, mas se olharmos para o amor
e não apenas para a dor, podemos colaborar para que esses números caiam, para que os transexuais tenham empregos dignos e que possamos nos respeitar cada vez mais ao entendermos que todxs temos o mesmo direito de ser feliz ”, declara Preta Gil.

"Este é um assunto de extrema importância, levando em consideração tamanha intolerância e
transfobia em nosso país. Trabalhos como este refletem e reforçam a necessidade de representar as mais diversas narrativas, para que estes discursos cheguem ao grande público através de nossa arte, que é a música", declara Gloria Groove.

“Apesar de todo o colorido e alegria que o clipe apresenta, a criação faz também um contraponto em
preto e branco. A realidade ainda é noir, o Brasil está no topo da lista de países onde mais se mata
transexuais e travestis , mas, ao mesmo tempo, já podemos ver que aos poucos os subempregos,
normalmente destinados a esta comunidade, estão dando lugar a cargos em multinacionais, grandes
bancos, hospitais, e até no horário nobre da TV aberta, como é o caso da Glamour Garcia, estrela
convidada do clipe”, afirma Rodrigo Pitta.


Apesar de um lindo clipe, de um merecido manifesto, vistos e curtidos por mais de 64 mil pessoas, ainda tiveram mil e poucos "dislikes", será que foram pessoas que realmente só não gostaram do clipe ou o preconceito roçou os dedinhos dessas pessoas, para descurtirem? Enfim, trabalho lindo de Preta Gil e Glória Groove, com participações mais que especiais. Um belíssimo trabalho.

VIDAS TRANSVERSAIS – MICRO DOCUMENTARIOS 
O público poderá conhecer um pouco mais da história real das personagens do clipe em quatro
micro documentários de três minutos, divulgados nas redes sociais e no YouTube.
Confira abaixo os quatro episódios de “VIDAS TRANSVERSAIS”.
Capítulo 1 - “Somos Todos Iguais”, com Paola Valentina (produtora cultural)

Capítulo 2 - “Vencer é possível”, com Emanuele Bernardo (enfermeira)

Capítulo 3 - “Metamorfose Ambulante”, com Marcela Bosa (gerente de banco)

Capítulo 4 - “Brasil, mostra sua cara”, com Paula Beatriz (diretora de escola)

PRODUÇÃO E FICHA TÉCNICA
“Só o Amor “ é uma realização da LIGA Entretenimento, em parceria com a agência MYND8.
Produzido pela Team O!, o clipe tem roteiro de Preta Gil e de Rodrigo Pitta, que também assina
a direção. A co-produção é de Mariana Jorge e Heitor Cavalheiro assina a direção de fotografia.
A coreografia é de Flávio Verne e figurinos de Ingrid Lima , Caio Sobral e Bianca Jahara.

ASSISTA ABAIXO O VÍDEO CLIPE

quarta-feira, 16 de outubro de 2019

'Grandes Encontros da MPB', nova montagem da Aventura, vai celebrar as maiores composições e parcerias da música brasileira

Em Neon: quarta-feira, 16 de outubro de 2019

Com direção de Sergio Módena e texto de Pedro Brício, o musical estreia dia 04 de outubro, no Teatro Riachuelo e promete fazer o público levantar

Se tem algo do qual todos nós podemos nos orgulhar é da Música Popular Brasileira, que faz sucesso em todo o mundo. E não é de hoje. Essa riqueza se torna ainda mais preciosa e aplaudida quando é feita aquela mistura genuinamente made in Brazil. Sucessos como Eu sei que vou te amar, Águas de Março, Garota de Ipanema, e Frevo Mulher fazem parte do espetáculo “Grandes Encontros da MPB”, com estreia dia 04 de outubro no Teatro Riachuelo, no Rio. Produzido pela Aventura, o musical terá curta temporada a preços populares, seguindo depois para São Paulo. “Grandes Encontros da MPB” é apresentado pelo Ministério da Cidadania e pela Sul América, tem patrocínio da Riachuelo e Eurofarma e a Localiza Hertz como Locadora de Carros Oficial.

Sergio Módena, diretor do espetáculo destaca a importância de levar a cultura brasileira para o palco. “Esse musical é uma afirmação da nossa cultura! Precisamos elevar a autoestima do brasileiro, ouvir a nossa música! `Grandes Encontros da MPB´ será um show teatralizado”, define.  Para o roteirista Pedro Brício, o musical, que apresenta um repertório da MPB a partir dos anos 1960, fala não só de parceria artística, mas de amizade: “O espetáculo vai falar sobre encontros que duraram décadas, não só artisticamente, mas afetivamente.  Caetano e Gil, por exemplo, não compuseram tantas canções, mas viveram juntos em Londres, a parceria foi além da música, foi um encontro de vida, ”define. Essa é uma das histórias presentes no musical. Durante o período do exílio, a dupla foi visitada por Roberto Carlos. Nesse período nasceram London London, música de Caetano Veloso, que traz diversas vezes a palavra solidão e “Debaixo dos Caracóis dos seus Cabelos”, de Roberto Carlos em homenagem ao amigo exilado.

Segundo Délia Fischer, diretora musical do espetáculo, a música brasileira é o nosso maior bem! O musical vai homenagear e lembrar grandes parcerias na música brasileira, com o elenco interpretando canções inesquecíveis, como Se todos fossem iguais a você, de Tom Jobim e Vinícius de Moraes, Beatriz, de Chico Buarque e Edu Lobo, É preciso saber viver, de Roberto Carlos e Erasmo Carlos, Grito de Alerta, com Luiz Gonzaga e Gonzaguinha, Eu nasci há 10 mil anos atrás, de Raul Seixas e Paulo Coelho, e ainda Titãs, Barão Vermelho, Tim Maia, Paralamas, entre tantos outros.

Da Jovem Guarda ao Samba, o elenco, formado por Ariane Souza, Bruna Pazinato, Édio Nunes, Franco Kuster, Júlia Gorman e Thiago Machado, vai contar, a partir de depoimentos descontraídos e bem-humorados, histórias e curiosidades dessas parcerias. Será apresentado no palco um passeio pela história da música nacional, passando por diversos gêneros e enredos. Não poderiam ficar de fora a Bossa Nova, com Tom Jobim, Toquinho e Vinícius, a era dos festivais, com Caetano e Gil, o Clube da Esquina, de Milton Nascimento, a música nordestina, de Elba Ramalho, Alceu Valença, Zé Ramalho e Geraldo Azevedo, o samba com Clementina de Jesus, Cartola, Nelson Cavaquinho e Beth Carvalho, e Cazuza e Frejat, Raul Seixas e Paulo Coelho representando o Rock. Vai ser impossível não cantar junto e não querer embarcar nessa viagem musical.

O figurino do espetáculo tem assinatura de Karen Brustollin, que levará ao palco uma confecção artesanal. Sobre o figurino, Karen garante uma pegada Pop Art, com elementos circenses e bastante cor. “Vou misturar estilos, um pouco de Pop Art e Barroco. Quero dar uma sensação confortável para o elenco e para o público”, define.  A cenografia, criada por Dina Salem Levy, é composta de grandes painéis que serão movimentados pelos atores, dando forma a vários ambientes.

Sessões com preços populares: O musical terá ainda preços populares a partir de R$20,00, durante toda a temporada.

É mesmo um espetáculo para todo mundo. Todas as classes e gostos.

Sobre a Aventura
A Aventura, dos sócios Aniela Jordan e Luiz Calainho, está há mais de dez no mercado produzindo grandes sucessos musicais e investindo no crescimento e na modernização do setor teatral brasileiro. Neste período, os espetáculos ampliaram sua estrutura, ganharam espaço no mercado e poder de atração entre espectadores e investidores. A empresa assinou grandes sucessos como “Elis, A Musical”, “Chacrinha, o Musical”, “Hair”, “A Noviça Rebelde”, “Romeu & Julieta, ao som de Marisa Monte”, “Merlin e Arthur, um sonho de liberdade”, entre outros – levando mais de dois milhões de pessoas ao teatro. Em agosto de 2016, a Aventura inaugurou o Teatro Riachuelo Rio, e em 2019, o Teatro Prudential, no antigo edifício Manchete.

Serviço
Grandes Encontros da MPB
Temporada: Até 10/11/19
Teatro Riachuelo Rio – Rua do Passeio, 40
5ª feira – 19h
Plateia VIP - R$ 80,00 
Plateia - R$ 60,00 
Balcão Nobre - R$ 40,00 
Balcão - R$ 40,00

6ª feira – 20h
Plateia VIP - R$ 90,00 
Plateia - R$ 70,00 
Balcão Nobre - R$ 50,00 
Balcão - R$ 50,00

Sábado - 17h e 20h | Domingo – 18h
Plateia VIP - R$ 100,00 
Plateia - R$ 80,00 
Balcão Nobre - R$ 60,00 
Balcão - R$ 60,00

quinta-feira, 19 de setembro de 2019

SP: 'Caio em 3 Atos' em nova temporada

Em Neon: quinta-feira, 19 de setembro de 2019

Reestreia dia 05 de setembro de 2019 “caio em três atos” no Alvenaria Espaço Cultural Colaborativo. A peça segue em cartaz até 10 de outubro, sempre as quintas-feiras, 21h.

O solo, com atuação e direção de Rodolfo Lima, que trabalha desde 2002 com os textos do gaúcho Caio Fernando Abreu, propõe uma leitura dos escritos do autor a partir de três práticas literárias: o conto*, a correspondência** e a poesia***

Em caio em três atos as três práticas literárias se transformam nas cenas “Sem Ana”, “Hildinha” e “Cantigas para ninas insones” que serão apresentadas juntas. Os textos escolhidos versam nos três momentos sobre questões como o abandono, o deslocamento no mundo, a solidão, a falta de afeto, o amor e sua falta, bem como as conexões que se cria através dessas relações efêmeras. Com proposta crua e intimista o público será convidado a adentrar no universo literário do autor.

*(Sem Ana, Blues, presente no livro Os dragões não conhecem o paraíso)
**(as cartas de Caio para a escritora Hilda Hilst publicadas no livro Numa hora assim escura)
***(textos nunca publicados do autor, que veio à tona na edição Poesias nunca publicados de Caio Fernando Abreu).

Sobre Rodolfo Lima
Ator, diretor de teatro e jornalista é Mestre em Divulgação Cientifica e Cultural pela Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP) e pesquisa atualmente a relação entre teatro e gays para sua tese de doutorado. Como ator e diretor de teatro trabalha com a literatura nacional e suas possibilidades em cena, e tem no seu currículo peças adaptadas da obra de Caio Fernando Abreu, Marcelino Freire, Fabrício Carpinejar e Eliane Brum. Em janeiro de 2015 realizou o evento Em Busca de Um Teatro Gay com ciclo de debates, apresentações teatrais e exposição que mapeiam a produção gay da cidade de São Paulo na primeira década do século XXI. Seus trabalhos foram apresentados em diversos locais na capital e cidades do estado de São Paulo, além de Paraná, Rio Grande do Sul, Rio Grande do Norte, Ceará, Bahia, Rio de Janeiro, Pernambuco, Goiás e Minas Gerais. Mantém os blogs www.ilusoesnasalaescura.wordpress.com e www.escritossobreaausencia.wordpress.com, o primeiro com suas resenhas críticas de teatro e cinema e o segundo sobre seu processo criativo e informações sobre seus trabalhos.

Serviço
caio em três atos
Até 10/10 quintas-feiras, às 21h
Texto – Caio Fernando Abreu. Direção e atuação – Rodolfo Lima.
Classificação indicativa: Livre. Duração: 80 minutos.
Ingressos: R$ 30,00 (inteira) e R$ 15,00 (meia- entrada)
Alvenaria Espaço Cultural Colaborativo
Rua Turiassú 799 – Perdizes. Telefone – (11) 3871-4981 (fixo e whatsapp)
Capacidade – 30 lugares
www.alvenaria.art.br
 
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