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quinta-feira, 9 de setembro de 2021

Netflix aposta em filme sobre Cowboy Gay na corrida pelo Oscar 2022

Em Neon: quinta-feira, 9 de setembro de 2021


A Netflix vem ganhando a cada ano mais espaço nas indicações ao Oscar. Para o ano que vem há grandes apostas para o filme ‘Ataque dos Cães‘ (The Power of the Dog), dirigido e roteirizado por Jane Campion – vencedora do Oscar de Melhor Roteiro Original por ‘O Piano‘.

Com Benedict Cumberbatch no papel principal e baseado num livro escrito nos anos 60, pelo americano Thomas Savage, o filme é um faroeste que acompanha a história dois irmãos muito ricos, George e Phil Burbank. O primeiro é meticuloso, gentil e se casa secretamente com uma viúva local. O segundo é brilhante, cruel, sente inveja do irmão e tenta destruir seu relacionamento a todo custo. Mas o destino do temível fazendeiro muda quando ele descobre o amor, ao se apaixonar pelo filho da cunhada.

Além de Cumberbatch (Doutor Estranho) e Plemons (Estou Pensando em Acabar com Tudo), o filme também é estrelado por Kirsten Dunst, Jesse Plemons, Phil Burbank, Kodi Smit-McPhee, Thomasin Mackenzie, Frances Conroy e Keith Carradine.


O filme, que terá sua première mundial no Festival de Veneza de 2021, chega direto no streaming no dia 1º de Dezembro. No Brasil, ainda sem data.

O segundo personagem gay de Cumberbatch 
Phil Burbank é o segundo personagem gay na carreira do ator Benedict Cumberbatch, que já viveu outro homossexual nas telonas: Em 2014, no filme “O Jogo da Imitação”, ele deu vida ao gênio matemático, Alan Turing, o que lhe valeu a indicação ao Oscar e ao Globo de Ouro como melhor ator. 


quarta-feira, 4 de agosto de 2021

Vitali Gelato o sabor da Itália na Cidade Maravilhosa

Em Neon: quarta-feira, 4 de agosto de 2021


A paixão pelo verdadeiro Gelato Italiano uniu os cariocas, Guilherme gutwilen e André Neves a um sonho em comum: levar o verdadeiro sabor da Itália para o Rio de Janeiro.


Em 2016, foi criada a conexão Rio-Bologna, mais conhecida como Vitali Gelato, com intercâmbio fantástico de conhecimento técnico e cultural, de modo a replicar a real experiência de produzir o autêntico gelato artesanal italiano, em solo brasileiro.

Criou-se assim o compromisso Vitali de produzir, diariamente, o mais puro gelato artesanal, e com máxima qualidade, a partir de ingredientes escolhidos criteriosamente, buscando sempre a excelência no sabor.


A primeira loja foi aberta em 2016, na Praça Mauá, quando aconteceu a revitalização da Zona portuária do Rio de Janeiro.

Através da participação em eventos gastronômicos, como o Rio Gastronomia, eles perceberam a necessidade de abrir mais pontos de venda, foi assim que a Vitali chegou no Mercado Produtor – Uptown, Shopping  Downtown, Botafogo Praia Shopping, Rio Design Leblon, e mais recentemente, a loja conceito, na Zona Sul, no Ipanema Harbour.


Guilherme e André querem que o gelato que eles fabricam seja apreciado com alegria e entusiasmo, por isso, resolveram fazer parte da maior festa do Mundo, o Carnaval carioca, levando os sabores da Italia para a Sapucaí, nos Camarotes Itaipava, e Camarote Rio. 


E a mais recente novidade, foi inaugurar um canal de delivery, para continuar o sonho de levar alegria através dos deliciosos sabores, aos diversos lares do Rio de Janeiro.

Em breve, mais novidades… Aguardem!


Lojas físicas

Zona Sul - Rua Gomes Carneiro, 132, Ipanema Harbor 

Barra da Tijuca - Avenida Ayrton Senna, 5500 - Mercado de Produtores do Shopping Uptown 

Delivery

Site - www.vitaligelatodelivery.com.br

Aplicativos - Android e IOS - Vitali Gelato 

Whatsapp -(21) 99447-3900

segunda-feira, 26 de julho de 2021

Purpurina e lantejoulas em plena Praça XV

Em Neon: segunda-feira, 26 de julho de 2021


Quem passava pela Praça XV na manhã do último sábado jurava que estava num baile gay ao ar livre. Uma loucuuuura!!! É que a drag queen Isabelita dos Patins, figura divertida e querida no Rio, comemorava 73 aninhos  - te meteeeee!!! - na feira de antiguidades,  onde marca ponto todo sábado vendendo suas bonequinhas na feira de antiguidades. 


A colega Lorna Washington, ícone do transformismo na cena gay carioca, chegou com um bolo encomendado pela “Turma Ok”, badalado bar LGBTQI+ da terceira idade que frequenta a Lapa. Nem a pandemia impediu que a amiga Silvetty Montilla saísse de São Paulo para prestigiar Isabelita. O cantor Marcio Gomes, marido de Gottsha, também apareceu por lá.  


Era a maior concentração de brilho e pinta por metro quadrado já visto na redondeza. 


Os frequentadores da feira riam com tamanha animação- foi um sábado de pura diversão!



quinta-feira, 8 de julho de 2021

'Banda e Pandeiro', com o suingue carioca de Telma Tavares, ganha às redes sociais

Em Neon: quinta-feira, 8 de julho de 2021


No próximo dia 10,  sábado, às 16 horas, o videoclipe da música "Banda e Pandeiro", de Telma Tavares e Solange Boeke, interpretada por Telma, será lançado nas redes sociais e poderá ser acessado no canal  Youtube  da artista. A canção já estava nas principais plataformas digitais mas, só agora, ganhou versão audiovisual em um clipe produzido de forma  independente, mas permeado pela energia pulsante de uma música que esbanja suingue e um gingado bem carioca. A concepção  é da própria cantora, e a edição do vídeo de Samuel Rayol. 

Cantora, compositora e instrumentista, Telma Tavares prepara o lançamento, ainda para esse ano, de outros clipes. O próximo vídeo, que já está sendo gravado, .trará uma canção conhecida na voz de Alcione, intitulada "Beco sem saída" . A Marrom gravou a  canção de Telma Tavares e Roque Ferreira no álbum "Duas Faces".. E, diferentemente de "Banda e Pandeiro", um samba com acento  e intervenções modernas, "Beco sem saída"  tem linguagem lírica e de puro romantismo.

Esse ecletismo é uma das marcas poderosas da compositora carioca que transita entre os mais variados gêneros com a mesma maestria. 

terça-feira, 22 de junho de 2021

A força da voz LGBTQIA+

Em Neon: terça-feira, 22 de junho de 2021


As artes sempre foram palco de opiniões fortes e também de luta e resistência. Atores e cantores conseguiram através de suas atuações e músicas apontar os holofotes para temáticas sociais importantes, e acharam na cultura uma melhor aceitação de suas ideias e ideais. Na última década, artistas do meio LGBTQIAP+ viram, em suas músicas, interpretações e vídeos, uma chance de se expressar sem censuras e poder falar sobre liberdade e opressão, alegrias e tristezas, amor e badalar, além de levantar outras bandeiras importantes e se colocarem sempre frente a muitas causas em nome da comunidade e liderando novas batalhas por direitos em meios as suas melodias.

Com um trabalho consistente desde 2019, o cantor Piettro vem fazendo um “barulho bom” com suas músicas e vídeos que falam de amor, sexo, dança e sensualidade. Com 13 obras lançadas, de forma independente, o brasiliense já soma mais de 7 milhões de views no Youtube e mais de 38 mil inscritos.

O cantor possui parcerias com artistas brasileiros que são sucesso em diferentes partes do mundo como Oxa e Fontana, com quem teve seus últimos dois trabalhos lançados: ‘Sientate’ e ‘Beleza’ respectivamente. Os feats trouxeram admiradores da Alemanha, Suécia, Turquia, Grécia, México e Estados Unidos. Além de músicas e clipes muito bem produzidos, Piettro busca sempre dar o seu toque pessoal às produções e sempre toca em assuntos que fazem parte da sua rotina e também da comunidade LGBTQIAP+, que é uma das suas bases.

- O mês de junho é algo que me representa, me faz sentir pertencente à uma coisa maior. O público LGBTQIAP+ é minha base e significa muito para mim. No início da minha carreira, antes de assumir a identidade Piettro, me apresentei em várias Paradas do Orgulho e elas foram um marco na minha carreira, desde o início meus melhores shows foram nelas. Espero poder fazer novas apresentações, agora como Piettro para esse público que merece o melhor de nós artistas – completa.

Outro nome bastante conhecido por sua luta a favor dos direitos LGBTQIAP+ é o ator Hugo Bonemer. Em 2019, quando decidiu falar abertamente que é gay, ele não tinha ideia de como fez com que muitos vissem nele uma figura de apoio e de encorajamento frente a sociedade, familiares e amigos.

- Na época eu estava em cartaz com dois musicais que fazem parte da minha vida, “Yank” onde eu fazia Stu, um correspondente que se apaixona por um soldado em plena 2ª Guerra Mundial e “Ayrton Senna – O Musical”, onde fazia o papel título. Ao contar da jornada dupla a um repórter ele perguntou sobre vida particular e “se eu tava namorando?”… eu disse “sim’, ele perguntou “quem era ela?” eu disse “é ele, ”. Deveria ser sempre simples assim, né? – recorda Bonemer.

O ator tem usado, desde então, seu espaço em entrevistas, mídias sociais, além de convites para congressos e palestras, para falar sobre. Na TV, em 2019, quando participou do quadro Show dos Famosos, do Domingão do Faustão, Hugo também foi dono de alguns momentos marcantes para os fãs de música Pop e da comunidade LGBTQIA+.

- Na época eu estudei quem homenagearia no quadro junto com a equipe, eles me deram opções e eu tive também chance de dar meus pitacos. Vieram Lulu Santos, que sempre semeia o amor, Amy Winehouse, um ícone, Freddie Mercury, cujo talento atravessava a lgbtfobia, mesmo não levantando bandeiras, criou hinos que deram voz a centenas de milhares de pessoas que sofriam caladas. Apesar de tudo, os fãs sempre curtem lembrar de quando fiz Britney Spears, alguns me disseram que eu fiz o que eles queriam fazer sempre, uma diva pop em pleno domingo em horário nobre. Fico muito feliz em poder levar essa alegria e ajudar quem passa pela batalha da auto aceitação– completa Hugo.


Com apenas 34 anos, RAZA é outro cantor que se lança de forma independe e sem medo de cantar sobre medos, ambições, angústias e por aqueles que tem a voz reprimida diversas vezes. Com suas primeiras músicas cantadas em inglês, ele começou a falar sobre superação e liberdade no seu primeiro single “My Rise Your Fall”, lançado no fim de abril.

- Eu já vivi relações em que fui abusado e estar nesta situação é como viver em uma prisão, por isso a música fala de seguir em frente e se libertar para resgatar o próprio valor e reaprender a se amar. Percebo uma identificação muito forte com o tema. Relações abusivas são muito comuns e a música é um grito de liberdade e uma ode ao amor próprio – disse ele na época do lançamento.

E o querer bem e a exaltação continuam a trilhar a carreira dele, exemplo disso é a sua nova música, lançada essa semana, que leva o nome de ‘Phenomenal’, que tem como intuito falar sobre a auto aceitação e amor próprio.

- Espero que minha voz possa chegar as pessoas da forma que eu sempre quis, como alguém que só quer falar de amor e de respeito. Disso a gente pode abusar sem moderação. Não existe excesso de amor e nem excesso de respeito. Se eu puder inspirar, comunicar, confortar ou alegrar alguém através do meu trabalho, me considerarei um artista feliz e de sucesso – completa Raza.

Destaque na TV com o personagem Catatau, na trama das 19h da Globo ‘Salve-se Quem Puder’, Bernardo de Assis viu nessa mais uma oportunidade de ter voz e falar sobre a transexualidade. Assim como Bernardo, que é um homem trans, o seu personagem na trama também é.

- Estar em uma novela em rede nacional faz com que corpos trans sejam vistos e naturalizados na televisão. Isso é uma abertura de portas e uma desconstrução de pré-conceitos – diz.

O carioca, de 26 anos, tem nas artes a voz que precisava, pois foi através dela que ele deu um passo importante e identificou sua transexualidade, durante o processo criativo do espetáculo BIRD.

- A diretora e dramaturga Livs Ataíde me convidou para participar do espetáculo que seria sua formatura na UFRJ. À princípio, ela montaria "Agreste", mas decidiu criar a própria dramaturgia a partir de experiências pessoais e exercícios feitos em sala de ensaio. Desde o início, a única coisa que sabíamos sobre BIRD era que teria uma personagem chamada Maria Elisa: uma menina de 14 anos que em um belo dia acordava de barba. Conforme Livs ia escrevendo as cenas e nos apresentando, eu sentia alguns incômodos e comecei a olhar mais para mim. Percebi que tinha muita coisa em comum com Maria Elisa e, à medida que a personagem ia crescendo, eu ia crescendo junto e me fortalecendo enquanto homem. Na estreia, eu já era Bernardo – explica o ator.

Bernardo tem usado o seu espaço para debater assuntos importantes, mas também para produzir sobre. Além da novela o ator tem outros projetos, como o seu primeiro curta, ‘Bhoreal’.

- Em 2020 dirigi meu primeiro curta, "Bhoreal", que teve sua estreia em um festival com a Mídia Ninja, passando pelo Festival de Cinema de Vitória e pelo Festival For Rainbow. É um documentário sobre a Drag Queen Gervásia Bhoreal, que durante a pandemia fez alguns projetos sociais com moradores de rua de São Paulo. Esse curta nasceu como um exercício do curso Audiotransvisual: uma iniciativa do cineasta André da Costa Pinto, que ofereceu uma formação online e gratuita a 30 alunos trans durante o período de isolamento social – completa.

Além de ‘Bhoreal’, Bernardo tem mais um documentário ficcional chamado ‘Filho Homem’, onde aborda as diferenças e as proximidades entre dois irmãos – um criado para ser homem e outro para ser mulher.


Continuando a falar em força e resistência, agora na música, as dragqueens cantoras, Sara e Nina são outro exemplo. A dupla, formada em 2014, fez sucesso no show ‘Minhas Mulheres Tristes’, onde faziam homenagem às músicas cantadas por mulheres das décadas de 40 a 70 da música brasileira, principalmente do gênero samba-canção (conhecido como fossa). Receberam Moção de Louvor e Congratulações concedida pela Câmara Municipal do Rio de Janeiro pela importância e representatividade de seu trabalho. Fizeram uma fala no TEDx, em Belo Horizonte, 2018, com o título “Que ser somos nós?”, sobre a pluralidade na expressão humana.

Em julho elas preparam para lançar o primeiro álbum musical, chamado ‘Céu de Framboesa’, nome, aliás, do primeiro single oficial delas lançado no mês de junho.

A vontade de iniciar um trabalho autoral veio da necessidade em expressar artisticamente as vivências de Sara e Nina ao longo dos anos juntas, desde 2016, tanto nos palcos como nas ruas e em encontros e relações com outras pessoas da mesma comunidade, a população LGBTQIAP+.

- Nossas dores e lutas são nossa história diária, assim como nossas conquistas. Vivemos mais na luta que no regozijo e o nosso trabalho é justamente sobre a possibilidade de transformação desse quadro - diz Sara.

O que todos esses artistas têm em comum é a luta frente as adversidades, seja do mercado e também do preconceito, sofrido de forma escancarada ou velada, mas eles seguem e mantém na música o canto forte e na comunidade a base para seguir em frente.

- Além de contar e cantarmos histórias de dor de tantas e tantos de nós, estamos também fazendo uma ode ao direito de ser quem se é - finaliza Nina.

quarta-feira, 16 de junho de 2021

Conheça os vencedores do DIGO 2021

Em Neon: quarta-feira, 16 de junho de 2021


O Festival Internacional de Cinema da Diversidade Sexual e de Gênero de Goiás encerrou na última quarta-feira (09/06) a sua 6ª edição. Pelo segundo ano consecutivo, o festival precisou ser online devido à pandemia da COVID-19. 

O público do mundo inteiro assistiu, de forma gratuita, os 41 filmes selecionados e pode votar em seus preferidos.

Milhares de pessoas participaram dos sete dias de festival. O público goiano representou 12,8 % de visitações no site do DIGO, seguido de São Paulo com 5,8% e Rio de Janeiro com 3,9%. A votação do público na escolha dos melhores filmes aconteceu do dia 3 ao dia 8 de junho. O longa metragem “Vento Seco” – filme goiano de ficção, de Daniel Nolasco ganhou o prêmio de melhor filme na concepção do júri técnico e também do público.

Na Mostra Mulheres LGBTI+ o filme dirigido por Ana Carolina Marinho e Luz Bárbara (SP) “Entre” recebeu uma bolsa de estudos da Academia Internacional de Cinem. Além disso, ganhou o troféu DIGO na categoria melhor filme pelo júri. Na concepção do público “Polifonia – mulheres na técnica” de Thais Robaina (SP) teve 30,8% dos votos. Por isso, levou para casa a estatueta do DIGO.

“Inabitável” de Matheus Farias e Enock Carvalho (PE) foi escolhido o melhor filme e a melhor atuação da Mostra Nacional. Nessa mesma mostra a escolha do júri no quesito direção de fotografia foi para o curta-metragem “Vagalumes” de Léo Bittencourt (RJ).

Quem também levou o troféu de melhor atuação foi o filme “Fotos Privadas” de Marcelo Grabowsky (SP e RJ) e a melhor direção ficou para o documentário “Homens  Invisíveis” de Luis Carlos de Alencar (RJ). Já o público escolheu como melhor filme, o curta “Memória de quem (não fui)” de Thiago Kistenmacker (RJ). Este filme de ficção recebeu 30,6% dos votos.

A Mostra Internacional premiou dois filmes na categoria de melhor filme. Na escolha do júri técnico o escolhido foi “Água” de Santiago Zermeño (México) e com 44,3% dos votos “Dois homens ao mar” de Gabriel Motta (Brasil/Estônia) ganhou o troféu pela escolha do público.

Na Mostra Pandemia e Política, o curta de ficção “Café com Rebu” dirigido por Danny Barbosa (PB) foi escolhido o melhor filme. Na concepção do público (71,6%) o melhor filme foi para “Dois” de Guilherme Jardim e Vinícius Fockiss (MG).

Homenagens 
Nesta edição, o festival homenageou com o troféu DIGO André Fischer (foto) pelo seu desempenho excepcional na história LGBTI+ brasileira. Ele que desenvolve um trabalho incansável e pioneiro no audiovisual brasileiro na temática da diversidade. Além, claro de realizar ações culturais há quase 30 anos na luta contra o preconceito e o ódio.

O troféu Digo Amigue foi entregue a jornalista e produtora cultural Amanda Costa. Ela foi homenageada por fazer parte da equipe do festival desde a primeira edição. À frente da assessoria de imprensa e por algumas edições na direção de produção sempre acreditou no sucesso deste festival de cinema.

Quem levou para casa o troféu Christian Petterman foi à figurinista Carol Breviglieri. Ela atua no audiovisual desde 2005. Entre os principais trabalhos na equipe de Arte e/ou Figurino estão os longa-metragens “Vento Seco” do Daniel Nolasco, “Atrás da Sombra” de a Thiago Camargo, “Dias Vazios” de Robney Bruno e “O Menino no Espelho” de Guilherme Fiúza.

DIGO continua em junho
O Festival Internacional de Cinema da Diversidade Sexual e de Gênero de Goiás continua durante esse mês de junho com algumas ações. Dentre elas a exibição de 16 filmes na plataforma Cinebrac (www.cinebrac.com.br). E, também a exposição “Performatividades Drag: as cores e a força da arte” que pode ser conferida presencialmente na Secretaria de Direitos Humanos de Goiânia. O horário de visitação é de segunda a sexta, das 8h até às 18h. Quem optar pode visualizar essa mesma exposição de forma remota (www.performatividadesdrag.com.br). 

segunda-feira, 14 de junho de 2021

‘Doutor Hipóteses’ - filme produzido em garagem de produtora ganha dois prêmios em festival internacional

Em Neon: segunda-feira, 14 de junho de 2021

Foto: Diaulas Ullysses

"Doutor Hipóteses - uma alma perdida na pandemia ",  obra do cineasta e ator Vicentini Gomez, filmado durante a pandemia na garagem da produtora Palha & Cia – Casa de Criação, vence em duas categorias no FICOCC - FIVE CONTINENTS INTERNATIONAL FILM FESTIVAL como "melhor filme longa-metragem filmado durante a pandemia" e "melhor ator protagonista" para Vicentini Gomez. 

"Doutor Hipóteses" é uma comédia inspirada na peça teatral curta “Os malefícios do tabaco” de Anton Chekhov, que retrata as alucinações do humano nesses tempos de i solamento social. O autoproclamado “doutor”, com a chegada da pandemia, condenado à reclusão e ao isolamento social, a mente inquieta e sufocado pelo enclausuramento, cria uma clínica com bonecos e com estes começa a se relacionar, num jogo de posse, amor, ódio e sedução.

Foto: Rogério Leite

Para dar voz aos bonecos o diretor convidou artistas de primeira grandeza como:  Fabio Saltini, Vanessa Goulart, Kiko Pissolato, Maximiliana Reis, Carla Masumoto, Miriam Palma, Rodrigo Dorado, Calixto de Inhamuns, Marcelo Galdino,  João D´Olyveira, Claudemir Santana,  Cid Pimentel , Ve ridiana Carvalho, Dan Rosseto, Pedro Paulo Vicentini, Diaulas Ullysses, Matheus Cirilo, Noelle Nataly  e Giulia Maia.

A equipe mínima de produção e direção foi formada por: Vicentini Gomez, Pedro Paulo Vicentini, Diaulas Ullysses, Hugo Caserta, Michel Vicentine, Claudemir Santana,  Rogério Leite e Noelle Nataly, seguindo todas os protocolos e recomendações da OMS.

O veterano ator Vicentini Gomez que atuou em inúmeras telenovelas como "Avenida Brasil" (Serjão, o atrapalhado sequestrador da Carminha), "Joia Rara" (Delegado Cavalcante) na TV Globo, e "Cúmplices de um resgate" (Giuseppe) no SBT e espetáculos de grande sucesso como: "Confidências de um espermatozoide careca", "Eles não Usam Black-tie" e "Três homens baixos", é detentor de diversos prêmios  como o "Mambembe do Ministério da Cultura - MinC", o de" melhor ator do festival de verão de Madri-Espanha de 1981" e o de "melhor filme da XXVII Jornada Internacional de Cinema da Bahia", entre outros. Úni co intérprete humano, entrega-se ao desequilíbrio passional do tal "Doutor Hipóteses" em cenas que transcendem a normalidade e avança patologias. Essa entrega lhe rendeu o "prêmio especial de melhor ator protagonista do FICOCC".

Doutor Hipótese já foi exibido em quatro festivais. Dois como convidado especial: “Festival internacional de Alter do Chão” e “Festival de cinema do meio do mundo”. Foi semifinalista do Festival de Arte de Madrid – Espanha e Seleção oficial e premiado no FICOCC - Venezuela.

O  "FIVE CONTINENTS INTERNATIONAL FILM FESTIVAL" é um festival online,  realizado na Venezuela, com cinco  anos de existência, com filmes de todo o mundo. Durante a pandemia, os filmes são exibidos on-line e com direito a voto popular.

Mais informações: https://doutorhipoteses.wordpress.com/

segunda-feira, 31 de maio de 2021

Mulher LGBTI+ no Cinema é tema do DIGO 2021

Em Neon: segunda-feira, 31 de maio de 2021



O Festival Internacional de Cinema da Diversidade Sexual e de Gênero de Goiás, que tem o apoio da Lei Municipal de Incentivo da Cultura, começa nesta quinta-feira (03/06). A programação do evento conta com a exibição de longas, curtas metragens, bate-papos, workshop, webinars, espetáculos teatrais e exposição artística (esta última: presencial e online).

Os filmes serão exibidos pelo site: digofestival.com.br e as demais atrações no facebook do festival. O acesso é gratuito!


O público que acessar o festival, do dia 3 ao dia 9 de junho, poderá conferir os 41 filmes selecionados pela curadoria. São cinco mostras competitivas: Nacional, Mulheres LGBTI+ no cinema, A pandemia é Política, Internacional e Longas Metragens.

Além de uma mostra não competitiva com sete filmes premiados pela distribuidora The Open Reel.


Os melhores filmes escolhidos pelo júri e público receberão o troféu DIGO e prêmios de parceiros. O voto do público ocorre até o dia 8 de junho e a premiação acontece no último dia de festival (09/06), às 19h. 

Além da exibição no site do festival, a plataforma https://cinebrac.com.br/ disponibilizará uma mostra especial com filmes do 6º DIGO, durante todo o mês de junho. A exibição será gratuita e ainda premiará o melhor filme na visão do público.


“Realizar mais uma edição do DIGO está sendo um desafio, em meio ao caos que estamos vivendo tanto político, social e humanitário. Compreendemos a necessidade de levar arte e alento para as pessoas”, diz o diretor do festival Cristiano Sousa. 

Segundo Cristiano, a grande novidade desta edição são os webinars. Serão oito aulões com professores e ativistas de renome nacional, que ministraram aulas sobre politização LGBTI+. “O objetivo é contribuir para o poder de fala e de rebate a ignorância e ao fascismo. Com foco em assuntos pertinentes a todo brasileiro, que deseja aprender e compreender as diversas necessidades da sociedade. Humanização, empatia e amor ao próximo são alguns dos temas tratados”, explica.


Workshop

“Documentando com Marlom Meirelles” é o nome do Workshop que tem por objetivo promover uma discussão sobre narrativas documentais e representatividade LGBTI+. O evento acontece de forma online pela plataforma zoom, na sexta (04/06), às 19h. Serão 30 vagas para interessados em audiovisual a partir de 16 anos. Não é necessário ter experiências prévias e haverá uma prioridade para pessoas trans.

Marlom Meirelles é coordenador e também professor dos projetos Documentando e Mídias Móveis, oficinas temáticas de iniciação audiovisual. Fotógrafo com experiência internacional e dois prêmios Pernambuco Nação Cultural. Orientou e co-dirigiu mais de 70 documentários, muitos deles premiados e exibidos em festivais de cinema.


Encontros e teatro

Nesta edição acontecem dois encontros importantes entre realizadores e produtores. O primeiro é o III Encontro de Festivais de Cinema e Mostras LGBTI+ do Brasil, no sábado (05/06) às 15h. O segundo é o I Encontro de Festivais LGBTI+ da América Latina e Caribe que acontece no domingo (06/06), a partir das 17h. Ambos serão transmitidos ao vivo, pelo Facebook do DIGO.

No sábado (05/06) às 19h o público do festival poderá conferir “VerbOverdose” com Rodrigo Rosado. O espetáculo com duração de 25 minutos trata-se de uma leitura dramática pensada para o formato virtual. É um experimento baseado no conto “O Homem da cabeça de papelão” de João do Rio, escrito em 1910 e relatos pessoais do processo de aceitação de ser gay em uma sociedade machista.


“Porco Espinho” é um monólogo interpretado por Fábia Mirassos. A atriz em pesquisa sobre a solidão da travesti debruçou-se sobre a metáfora do filósofo Arthur Schopenhauer para explorar os dilemas afetivos da convivência humana. Escrita pelo dramaturgo Marcelo Oriani, a peça metragem tem a duração de 32 minutos e será exibida no domingo (06/06) às 21h. As duas peças serão transmitidas pelo facebook do festival.


Exposição Presencial & Online

“Performatividades Drag: as cores e a força da arte” de Chris, The Red e Solange Amarilla poderá ser vista na Secretaria Municipal de Direitos Humanos e Políticas Afirmativas de Goiânia, de segunda a sexta – em horário comercial de 8h às 18h. A exposição pode ser apreciada também pelo site: performatividadesdrag.com.br

A organização do DIGO espera que a programação do festival como um todo toque os corações, quebre a rima histórica de repressão e ódio ao diferente. 


SERVIÇO

DIGO – Festival Internacional de Cinema da Diversidade Sexual e de Gênero de Goiás

Quando: 03/06 ao dia 09/06

Onde: www.digofestival.com.br e www.facebook.com/digofestival

Gratuito!

Censura 18 anos

quinta-feira, 13 de maio de 2021

Leila Maria em 'Canções que fiz e as que gostaria de ter feito'

Em Neon: quinta-feira, 13 de maio de 2021


Sucesso faz vice-campeã do The Voice+ voltar ao Teatro Rival Refit, com show inédito

Com mais de  7.500 visualizações até o momento, e subindo vertiginosamente, a primeira live-show da vice-campeã do The Voice+, Leila Maria, foi um enorme sucesso! Por isso, o Rival Refit  fez questão de agendar mais uma apresentação da cantora e compositora, no palco do teatro, desta vez  para o dia 22 de maio, às 19h30. A artista será acompanhada pelos músicos  Rodrigo Braga (piano, arranjos e direção musical), Rodrigo Ferreira (baixo) e Daniel Conceição (bateria)."Canções que fiz e as que gostaria de ter feito", conforme sinaliza o título do espetáculo, tem repertório mesclado por melodias de sua preferência. No roteiro, músicas de Caetano Veloso ("Minha Voz, Minha Vida") Lulu Santos ("Creio"), Milton Nascimento e Fernando Brant ("Canções e Momentos"), Marisa Monte/ Carlinhos Brown, Davi Moraes/ Arnaldo Antunes e Pedro Baby ("Velha Infância"), Chico Buarque ("Joana Francesa"), George/Ira Gershwin ("The Man I Love"), George/IraGershwin/Du Bose Heyward ("Summertime"), Richard Rodgers/ Lorenz Hart ("Blue Moon"), John Lennon /Paul MCCartney ("Eight Days a Week) e compostas por Leila Maria ("Tempo de Rio", "Nada no Mundo",  "Resgate" e "Personas", esta última em parceria com Rodrigo Braga), dentre outras. O show poderá ser acessado, gratuitamente,  pelo canal Youtube do Teatro Rival Refit, mas doações  espontâneas, a partir de 15 reais, serão muito bem-vindas. 

"Canções que fiz e as que gostaria de ter feito", o espetáculo  inédito  de Leila Maria que será apresentado no Rival Refit, também trará algumas surpresas muito especiais.

Link para doações opcionais: https://www.sympla.com.br/leila-maria---transmissao-ao-vivo---teatro-rival-refit-abrindo-portas-apresenta__1208782

Leila  ganhou essa notoriedade depois de uma trajetória de cerca de trinta anos pelos palcos, casas noturnas mundo afora e muita batalha. Foram  cinco álbuns (um deles, "Leila Maria canta Billie Holliday in Rio", ganhou o Prêmio da Música Brasileira na categoria "Melhor álbum de língua estrangeira") e inúmeras participações em festivais de jazz,  gravações com artistas famosos como Ed Motta, e espetáculos ao lado de grandes orquestras e ícones como o maestro Paulo Moura. 

Conhecida pelos improvisos e divisões rítmicas, advindos das influências jazzísticas e discos trazidos pelo pai que era oficial da Marinha Mercante, Leila cresceu admirando as grandes divas do gênero. "- Eu cantava jazz, mpb, bossa numa época em que das cantoras negras,  esperava-se que cantassem samba", diz a artista. Apesar  disso, nos anos 80, os jornais começaram a contemplá-la com excelentes críticas e Leila Maria passou a ter um público cativo que a acompanhava durante temporadas pelos teatros e casas noturnas do Rio. Hoje esse público cresceu muito e a intérprete ganhou fãs inclusive famosos. Fato que pode ser constatado em suas redes sociais,  atualmente com milhares de seguidores (MAIS DE 25 mil no Instagram). 

(Crédito foto - divulgação)

 

terça-feira, 4 de maio de 2021

LGBTQIA+: Afrocidade lança clipe de 'Baby Te Liguei'

Em Neon: terça-feira, 4 de maio de 2021


O grupo Afrocidade lançou o videoclipe da faixa Baby te Liguei, com roteiro e direção assinados pelo cineasta baiano Edvaldo Raw, e produzido pela Isé. 

Tocada pela primeira vez no Coala Festival em São Paulo, “Baby te liguei” é uma música composta por MCDO, Fernanda Maia e Eric Mazzone, e produzida por Mahal Pita. Esta primeira love song do grupo acaba de tomar forma audiovisual.

Segundo Edvaldo, “a história retrata um casal que sofre com a distância, e que através da dança consegue expressar os vários sentimentos que passam pela nossa cabeça quando estamos longe da pessoa amada”.

Os personagens do clipe são interpretados pelo multi-artista Virus e o ator camaçariense Caíque Copque, que juntos performam esse romance, trazendo à tona a sinceridade dos movimentos corporais.

A música faz parte do EP “Afrocidade na Pista”, lançado em Janeiro deste ano.

O videoclipe "Baby te Liguei" tem apoio financeiro do Estado da Bahia através da Secretaria de Cultura e da Fundação Cultural do Estado da Bahia (Programa Aldir Blanc Bahia) via Lei Aldir Blanc, direcionada pela Secretaria Especial da Cultura do Ministério do Turismo, Governo Federal.


Sobre o Afrocidade

É bastante sugestivo dizer que a banda Afrocidade nasceu de um encontro de percussionistas. Isso porque, em 2011, o núcleo de Música na Cidade do Saber, no município de Camaçari - Bahia, ofereceu oficinas de percussão e foi neste momento que os primeiros integrantes se conheceram e fundaram o grupo. Sendo assim, fica evidente que os ritmos percussivos, presentes em diversos gêneros, são as bases para a formação da identidade musical da banda.

O som resulta das mais variadas expressões da música negra, “É uma mistura de letras politizadas, com ritmos populares como o arrocha e o pagode, além da música afro, dub jamaicano, o reggae, o ragga e o afrobeat, por exemplo”, explica Eric Mazzone, criador da banda. Além de saudar os tambores da África, o Afrocidade reafirma em suas letras a força, importância e influência direta dos valores étnicos baianos e brasileiros.

Atenta ao cotidiano ao seu redor e às questões vividas no dia a dia, a banda Afrocidade traz reflexões ainda sobre a desigualdade e consciência negra, expressando sua ótica sobre o mundo.

A banda é formada pela dupla de bailarinos Guto Cabral e Deivite Marcel, MCDO (vocal), Eric Mazzone (bateria e direção musical), Fernanda Maia (percussão e vocal), Sulivan Nunes (teclado), Fal Silva (Guitarra), Marley Lima (baixo), Manchinha (percussão), Rafael Lima (percussão). Uma Big Band com referências e musicalidades distintas que formam uma unidade.

Com um disco e um EP na carreira o grupo se prepara para lançar seu segundo disco, no segundo semestre de 2021.

Influências, vale destacar que elas permeiam vários universos musicais. “Toda a música da Bahia influencia a construção do nosso som. Desde grupos como Ilê Aiyê e Malê Debalê até Igor Kannário; de Rumpilezz até Silvano Salles; de Timbalada a Fela Kuti. Acompanhamos os cenários musicais local e nacional. Desde a cena cultural de Recife a Belém do Pará. Além de muito rap nacional e internacional”, conta o baterista.

CONFIRA ABAIXO O CLIPE DO AFROCIDADE, BABY TE LIGUEI

 
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