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quinta-feira, 30 de dezembro de 2021

Estereótipos sociais reforçam preconceitos e geram violência contra LGBTQIA+, alerta psicóloga

Em Neon: quinta-feira, 30 de dezembro de 2021

Foto: Thinkstock

Desde que a internet passou a tratar com mais seriedade e abrangência temas como o de crianças que apresentam comportamentos que não se encaixam nos papéis tradicionais de sexualidade e gênero, o mundo tem abraçado uma tendência libertadora contra os rótulos e estereótipos. 

Páginas na internet, por exemplo, reúnem fotos de crianças, enviadas pelos próprios visitantes, que, ao chegarem à juventude ou à fase adulta, se descobriram LGBTQIA+. Esse comportamento é parte de uma tendência de questionar os estereótipos impostos pela sociedade há séculos, mas que vem perdendo força atualmente com a mudança de pensamento por parte da sociedade.

Estudos revelam que crianças, nos cinco primeiros anos de vida, despertam interesse por uma variedade de objetos, contudo, a partir desse momento sofrem com a imposição social dos rótulos, que acabam reforçando comportamentos, como a distinção de cores específicas para meninos e meninas. A psicóloga Liliana Lopes afirma que a criança deve ter liberdade para explorar uma maior variedade de brinquedos, pois dessa forma se relacionará melhor com ambos os sexos e não se aprisionará a rótulos.

A psicóloga alerta para os riscos que os rótulos oferecem às pessoas ao explicar que os estereótipos são construções erguidas no imaginário da sociedade e estabelecem papéis para indivíduos, que podem envolver orientação sexual e identidade de gênero. Liliana Lopes reforça, entretanto, que um dos maiores problemas ocorre quando as construções de orientação sexual são atreladas às expectativas de comportamentos aos homens gays, principalmente aqueles que fogem dos padrões de heteronormatividade.

É muito comum ver homossexuais serem retratados em novelas e filmes como pessoas cômicas ou marginalizadas, como cabeleireiros, maquiadores ou garotos de programa, reforçando um estereótipo negativo. No entanto, não se vê com tanta facilidade homossexuais em papéis de intelectuais ou de liderança.

Essas construções coletivas imaginárias causam conflitos sociais que geralmente se convertem em preconceitos. Um gay afeminado está muito mais propenso a sofrer bullying pelo simples fato de não seguir um padrão do que um homossexual que se enquadra em padrões heteronormativos.

Para a psicóloga, é preciso ensinar as crianças a pensarem sobre elas não precisarem seguir os padrões impostos pela sociedade do nosso tempo. “Esse é um dos diversos caminhos possíveis para que possamos nos ver livre dos estereótipos que nos aprisionam e dos mais variados preconceitos que ainda persistem, e não apenas com os LGBTQIA+, mas contra negros e outras minorias.


terça-feira, 7 de dezembro de 2021

Sara e Nina cantam a diversidade em 'Céu de Framboesa', primeiro álbum da dupla de drag queens

Em Neon: terça-feira, 7 de dezembro de 2021


Gabriel Sanches e Alessandro Brandão, que vivem Sara e Nina, estão no elenco de ‘Quanto Mais Vida Melhor!’, novela das 19h da Globo

Após um ano de muito trabalho e duas músicas lançadas, a dupla de drag queens Sara e Nina, vividas pelos atores Gabriel Sanches e Alessandro Brandão, respectivamente, lançam o seu primeiro álbum intitulado ‘Céu de Framboesa’. O lançamento acontece em uma data bem especial no dia 10 de dezembro, Dia Internacional dos Direitos Humanos.

- Muita gente no nosso país sabe o que é ter medo. Medo de andar sozinha numa rua mal iluminada, medo de ser recriminada por usar um banheiro público, medo de tomar dura de polícia por causa da cor da pele, medo de apanhar por andar de mãos dadas com o (a) namorado (a). O medo é ainda mais presente quando há ausência de direitos e leis que assegurem nossa existência. Nosso “Céu de Framboesa” fala de nossas lutas, nossas dores, nossas histórias, nossos amores. O oposto do medo é o amor. O direito de amar que é de todo e qualquer ser humano. O dia 10 de dezembro é marcado por ser o Dia Internacional dos Direitos Humanos. Qual data melhor que essa para falar sobre tudo o que estamos falando? Queremos somar nossa voz num dia tão importante, cantando nosso ‘Céu de Framboesa’ – completa Nina sobre a data escolhida.

Primeiro a ser lançado pela dupla, o álbum reúne doze faixas inéditas, sendo oito composições próprias e quatro presentes de compositores amigos. Dialogando com a temática da diversidade, o trabalho reúne composições de gêneros variados, desde o pop oferecido por Joana Bentes em "#jádeu", passando pelo funk em parceria com Donatinho na música "Movimento de Translação", pela música caipira que é "Quando Morre uma Mulher", a marchinha de João Bittencourt e até pela erudição e sofisticação da guitarra e do arranjo de Nelson Faria em "Água Seca".

- A vontade de iniciar um trabalho autoral veio da necessidade em expressar artisticamente as vivências de Sara e Nina ao longo dos anos juntas, desde 2016, tanto nos palcos como nas ruas e em encontros e relações com outras pessoas da mesma comunidade, a população LGBTQIA+. “Nossas dores e lutas são nossa história diária, assim como nossas conquistas. Vivemos mais na luta que no regozijo e o nosso trabalho é justamente sobre a possibilidade de transformação desse quadro”, diz Sara. “Além de contar e cantarmos histórias de dor de tantas e tantos de nós, estamos também fazendo uma ode ao direito de ser quem se é - completa Nina.


Os atores querem aproveitar a visibilidade dada pelo trabalho que realizam na novela ‘Quanto Mais Vida Melhor!’, atual trama das 19h da TV Globo, onde Alessandro dá vida a drag ‘A Chefe’ e Gabriel vive o executivo Ronaldo Cintra, para chamar a atenção para o trabalho que fazem como Sara e Nina.

- Acreditamos que esse holofote seja muito importante para mostrar esse trabalho. Não somente por nós, mas também por várias Saras e Ninas que não são vistas, que trabalham, que sofrem represálias todos os dias e muitas vezes, infelizmente, são mortas em crimes que se tornaram corriqueiros no Brasil, que é o pais que mais mata pessoas LGBTs – ressalta Sara.

Os atores, ambos nascidos em Brasília (Alessandro em 1973 e Gabriel em 1988), em certo momento, escolheram morar no Rio de Janeiro (Gabriel veio em 2006 e Alê, em 2008). Uma amiga em comum os apresentou e o que era flerte virou um casamento de 12 anos. A dupla ‘Sara e Nina’ foi criada em 2014 e o álbum começou a gravado em 2019 em um momento difícil, já que eles estavam em processo de separação. Isso reverberou em ‘Céu de Framboesa’ que fala sobre assuntos difíceis de uma forma leve e inspirada.

- Gravar esse álbum foi, de alguma forma, celebrar o nosso processo. A gente sempre teve certeza do nosso amor e sempre foi muito importante que a gente cuidasse dele. Da mesma forma que levamos anos construindo um casamento, também levamos anos desconstruindo e mais: trabalhando juntos uma outra forma de continuar nos amando - analisa Gabriel - ou Sara para quem a vir montada.

A dupla aproveitou os intervalos entre as gravações da novela e foram ao estúdio onde já finalizaram o seu próximo trabalho intitulado ‘Minhas Mulheres Tristes’.

- Pretendemos lançar esse novo álbum no primeiro semestre de 2022. Se trata de uma releitura de sucessos do samba-canção que foram cantados ou compostos por mulheres – ressalta Nina.

‘Céu de Framboesa’ estará em todas as plataformas digitais a partir de 10 de dezembro. O link, para fazer pré save, está no https://tratore.ffm.to/ceudeframboesa-album

Mídias oficiais: https://www.instagram.com/sara_e_nina/


Ficha Técnica

CÉU DE FRAMBOESA

01 - CÉU DE FRAMBOESA
Autores: Pedro Barbosa/Sara e Nina
Vozes: Sara e Nina e Pedro Barbosa
Violão: Rafael Oliveira
Baixo: Juju Barreto
Piano/harmônio: Claudia Elizeu
Bateria: Georgia Camara
Sapateado: Olivia Vivone
Produtor musical e arranjo: Pedro Barbosa
Técnico de Som: Zé Nobrega
Gravação: Estúdio Jimo 2018

02 - A HISTÓRIA DE MAFALDA
Autores: Sara e Nina/Pedro Barbosa
Vozes: Sara e Nina
Voz Coro: Pedro Barbosa
Violão/baixo/teclados: Pedro Barbosa
Bateria: Georgia Camara
Produção musical e arranjo: Pedro Barbosa
Técnico de Som: Kayan Guter
Gravação: Estúdio Carolina, 2019

03 - MOVIMENTO DE TRANSLAÇÃO
Autores: Sara e Nina/ Pedro Barbosa
Intérprete: Sara e Nina
Voz Coro: Rafael Oliveira
Violão: Rafael Oliveira
Teclados/sintetizador: Donatinho
Produção musical: Donatinho
Técnico de Som: Fabrício Oliveira
Gravação: Estúdio Carioca , 2018

04 - #JÁDEU
Autor: Joana Bentes
Intérpretes: Sara e Nina
Guitarra: Rafael Oliveira
Cordas/teclados: Daniel Tauszig
Produção musical e arranjo: Daniel Tauszig
Técnico de Som: Kayan Guter
Gravação: Estúdio Carolina , 2019

05 - PLENO DIA
Autores: Sara Nina/ Pedro Barbosa
Teclados/programações/Baixo: Pedro Barbosa
Produção musical e arranjo: Pedro Barbosa
Técnico de Som: Kayan Gunter
Gravação: Estúdio Carolina, 2019

06 - TUDO BEM
Autor: Nina Bellohombre
Intérprete: Sara e Nina
Guitarra: Rafael Oliveira
Teclados/ Programações: Pedro Barbosa
Produção musical e arranjo: Pedro Barbosa
Técnico de Som: Kayan Guter
Gravação: Estúdio Carolina, 2019

07 - ÁGUA SECA
Autor: Nina Bellohombre
Intérprete: Sara e Nina
Guitarra acústica: Nelson Faria
Backing vocal: Nelson Faria
Produção musical e arranjo: Nelson Faria
Técnico de Som: Kayan Guter
Gravação: Estúdio Carolina, 2019

08 – AMARELOU
Autor: Natascha Falcão
Intérprete: Sara e Nina
Produção musical e arranjo: Pedro Barbosa
Violão: Rafael Oliveira
Percussão: Lanlanh
Técnico de Som: Kayan Guter
Gravação: Estúdio Carolina, 2019

09 - QUANDO MORRE UMA MULHER
Autor: Nina Bellohombre
Viola caipira/ violão de aço: Marco Scolari
Produção e arranjos: Marco Scolari
Técnico de Som: Kayan Guter
Gravação: Estúdio Carolina, 2019

10 - PÉS DE LILASES
Autor: Nina Bellohombre
Intérprete: Sara e Nina
Violão: Rafael Oliveira
Cavaquinho: Manoela Marinho
Produção musical: Pedro Barbosa
Técnico de Som: Kayan Guter
Gravação: Estúdio Carolina, 2019

11 – CHORUME
Autor: Sara e Nina/ Pedro Barbosa
Interprete: Sara e Nina
Intérprete convidada: Simone Mazzer
Guitarra/Baixo: Pedro Barbosa
Violino: Ana de oliveira
Bateria: Renzo Borges
Produção musical e arranjos: Pedro Barbosa
Técnico de Som: Kayan Guter
Gravação: Estúdio Carolina, 2019

12 - MAMÃE PASSOU PURPURINA EM MIM
Autor: João Bittencourt
Intérprete: Sara e Nina
Guitarra: Rafael Oliveira
Bateria: Georgia Camara
Produção musical e arranjo: Pedro Barbosa
Técnico de Som: Kayan Guter
Gravação: Estúdio Carolina, 2019

Mixado por Rafaela Prestes - Estúdio Forte Apache - Faixa 1, 3 (2018) 2, 5, 7, 8, 9- (2019)/Faixa 4, 6, 10, 11, 12 (2021)

Masterizado por Alexandre Rabaço - Estúdio Aura (Faixa 1, 3 - 2018); Igor Ferreira (Faixas 2, 4, 5, 6, 7, 8, 9, 10, 11, 12 - 2021)

Arte gráfica da Capa - Júlia Nunes

Produzido por: Luiz Felipe Sá/Cajá Arquitetura Cultural/Sara e Nina

Música, performances e poesia são destaques na Iª Mostra de Arte Trans Preta


Semana passada  aconteceu o evento  Iª Mostra de Arte Trans Preta. O evento, promovido pelo Casarão Brasil - Associação LGBTI, reúniu artistas trans pretos e pretas para apresentações especiais em celebração ao Mês da Consciência Negra (novembro) e Dia Mundial da AIDS (1º de dezembro). Tudo on-line no canal do Casarão no YouTube.


O programa trouxe exibições de música, performances e poesia. Também ações de resistência, cidadania, conquista de espaços e luta contra preconceitos, racismo e LGBTQIA+ fobia. Participaram: Onika, Brunessa Loppez, Marcinha Corinto, Richard Byron, Natasha Trans e Sodomita – artistas trans pretes e, ainda, as convidadas Danny Cowlt, Marcia Pantera, Silvetty Montilla e Victoria Principal.




A realização da I Mostra foi baseada e centrada na visão de inclusão cultural e artística da população paulista trans e preta. Possuiu objetivo de unir ações e manifestações culturais individuais e/ou coletivas, vinculando as histórias dessas pessoas como forma de afirmação. Esta edição contou com o apoio da Gilead e do Tinder.

O Casarão Brasil – Associação LGBTI foi Fundado em 2008, é uma Organização da Sociedade Civil de Interesse Público (OSCIP). Desenvolve ações de promoção de saúde, prevenção do HIV e integração na sociedade de membros da comunidade LGBTI+, tomando como partida os Direitos Humanos, com atividades interseccionais nas áreas da arte, cultura, educação, empregabilidade e saúde.

O conteudo está  disponível no canal YouTube do Casarão Brasil (https://bityli.com/Ww4EKe)


terça-feira, 9 de novembro de 2021

29ª Festival Mix Brasil (10 a 21/11) traz 117 filmes de 28 países, teatro, música, literatura| Híbrido e gratuito

Em Neon: terça-feira, 9 de novembro de 2021


O 29º Festival Mix Brasil, o mais importante e celebrado evento de cultura dedicado à diversidade da América Latina, acontece de 10 a 21 de novembro, em formato híbrido. Parte da programação será de forma presencial em 5 espaços culturais da capital paulista (CineSesc, Centro Cultural São Paulo - Sala Lima Barreto, MIS – Museu da Imagem e do Som de São Paulo, Teatro Paulo Eiró e Centro Cultural da Diversidade) e a outra parte será online, podendo ser assistida de qualquer parte do país e acessada a partir do site do #MixBrasil (www.mixbrasil.org.br). Tudo Gratuito.  Os eventos presenciais seguirão os protocolos de segurança contra a covid-19 exigidos pelos locais, inclusive a exigência do comprovante de vacinação.


Com direção de André Fischer, direção executiva de Josi Geller e direção de programação de Cinema de João Federici, o Festival Mix Brasil traz em 2021 um total de 117  filmes de 28 países e de todas as regiões do Brasil, 5 espetáculos teatrais inéditos, shows musicais, literatura, palestras e workshops sobre temas relevantes para comunidade LGBTQIA+, Crescendo com a Diversidade, Show do Gongo, além de homenagear com o prêmio Ícone Mix o cantor Ney Matogrosso. Para os diretores do Mix, essa programação diversificada e híbrida reconquista o espaço público e mantém o acesso ampliado e democrático, graças às plataformas digitais - aliás foi através delas que, no ano passado, segundo eles, o número de público do Festival triplicou.


O Festival abrirá no dia 10/11, quarta-feira, às 20h, com o aguardado filme "Benedetta'' (foto), de Paul Verhoeven, que faz a sua première latino-americana no evento, numa sessão para convidados no CineSesc. Já para o público de casa, a abertura será com o show da cantora e compositora Ellen Oléria.  Selecionado para a programação oficial do Festival de Cannes e San Sebastian, “Benedetta” conta a história de uma freira italiana que faz parte de um convento na Toscana desde sua infância. Perturbada por visões religiosas e eróticas, Benedetta é assistida por uma companheira de quarto. A relação entre as duas se transformará em um romance conturbado, ameaçando a permanência das irmãs no convento. 


O Panorama Internacional traz títulos inéditos no Brasil de diretores e atores consagrados que tiveram suas obras premiadas e selecionadas nas últimas edições dos festivais de Cannes, Berlim, Tribeca, Frameline, Queer Lisboa, Toronto e OutFest Los Angeles.  Entre os destaques estão “A Fratura” (França) de Catherine Corsini, vencedor do Queer Palm no Festival de Cannes;  “Being BeBe - A História de BeBe Zahara Benet” (foto) de Emily Branham (EUA, Camarões), documentário sobre a primeira vencedora de RuPaul's Drag Race, BeBe Zahara Benet;  e os alemães “Instruções de Sobrevivência” de Yana Ugrekhelidze, ganhador do Prêmio do Júri Teddy em Berlim,  “Bliss”, de Henrika Kull,  seleção oficial do Panorama da Berlinale, Frameline e Queer Lisboa,  "Boy Meets Boy" , de Daniel Sánchez Lopéz,  Prêmio Especial do Júri no Festival Molodist de Kiev, e "Genderation",  de Monika Treut, que quase duas décadas depois de lançar seu documentário "Gendernauts" em 1999, volta à Califórnia para reencontrar seus protagonistas, em um filme que teve sua estreia no Panorama do Festival de Berlim.


Outras atrações internacionais são: "Canela" (Argentina) de Cecilia Del Valle,  melhor filme da crítica do Vancouver Latin American Film Festival; “No Ritmo da Vida” (Canadá) de Phil Connell, Menção Honrosa de Atuação em Longa Estrangeiro (Cloris Leachman) no Outfest Los Angeles; "O Canto do Cisne" (EUA) de Todd Stephens, protagonizado pelo ator Udo Kier; "Os Amores de Anaïs" (França) de Charline Bourgeois-Tacquet,  seleção oficial da Semana da Crítica do Festival de Cannes ; "Um Lugar Distante" (Coreia do Sul) de Park Kun-young, vencedor do Grande Prêmio do Júri no Outfest Los Angeles; "Sedimentos" (Espanha) de Adrián Silvestre, Menção Honrosa no Outfest Los Angeles; e “Wigudun, Alma de Dois Espíritos“ (foto) (Panamá, Brasil) de Fernando Muñoz e Raphael Salazar, que fará sua estreia mundial no Festival, entre outros títulos aguardados.


Brasileiros
A Mostra Competitiva de longas e médias nacionais apresenta 7 títulos concorrendo ao Coelho de Ouro de melhor filme brasileiro. Entre eles está "Deserto Particular'', de Aly Muritiba, indicado do Brasil ao Oscar 2022. Completam a lista de concorrentes:  “A Primeira Morte de Joana” de Cristiane Oliveira (RS); “Até o Fim” de Glenda Nicácio, Ary Rosa (BA); “Deus Tem AIDS” (foto) de Fábio Leal e Gustavo Vinagre (PE/SP); “Madalena” de Madiano Marcheti (MS); “Máquina do Desejo” de Joaquim Castro, Lucas Weglinski (SP); e “Vênus de Nyke” de André Antônio (PE).


O panorama nacional traz também cinco filmes dedicados ao cantor Ney Matogrosso, homenageado com o prêmio Ícone Mix deste ano,  como "Ney À Flor da Pele", de Felipe Nepomuceno; “Ralé” de Helena Helena Ignez; "Depois de Tudo" (foto), de Rafael Saar; “Caramujo-Flor" e “Olho Nu”,  ambos de Joel Pizzini. O festival traz ainda o programa REFRAME, um recorte de filmes de forte inventividade e um trabalho de elenco visceral como "Cidade dos Abismos” de Priscyla Bettim e Renato Coelho; “Bori” de Luiz Anastácio; “Desaprender a Dormir” de Gustavo Vinagre; e “Dois Garotos Que Se Afastaram Demais do Sol” de Lucelia Sergio, Cibele Appes. E para completar a programação de longas e médias brasileiros, o programa Queer.doc destaca a boa safra de documentários nacionais com os títulos A Última Imagem, de Benedito Ferreira; Transversais, de Émerson Maranhão; e Perto de Você, de Cássio Kelm, que terá sua estreia internacional na próxima edição do IDFA, um dos mais importantes festivais de documentários do mundo.

Já na programação de curtas metragens poderão ser assistidos filmes das cinco regiões do Brasil. Na Mostra Competitiva de Curtas, são 12 filmes vindos de 9 estados, dos quais alguns concorrem ao prêmio máximo do festival pela primeira vez, como o Piauí. Outros 28 trabalhos nacionais e 40 estrangeiros compõem os 12 programas temáticos de curtas divididos pelos temas “Climão, Geral Sentiu”, “Está Tudo na sua Cabeça”, “F de Fetiche”, “Meu Corpo, Minhas Regras”, “Quarenteners",  “Retratos de Garotas em Chamas”, “Revoluqueens”, “Sexy Boyz”, “Trans Rights!”, “Queer.doc” e os dois programas “Crescendo com a Diversidade”, destinado ao público de todas as idades. E pela primeira vez, o Festival apresenta uma seleção especial de séries, dentro do programa “Séries Mix”.

A Spcine participa do 29º Festival Mix Brasil promovendo o MixLab SPcine - com mesas, workshop e uma masterclass com a cineasta Monika Treut, pioneira do cinema LGBTQIA+ alemão, que conta com dois filmes seus na programação deste ano: o clássico "Gendernauts" (1999) e "Genderation" (2021). A parceria com a Spcine também é representada por uma vitrine exclusiva de destaques do festival, que será exibida dentro da plataforma Spcine Play (www.spcineplay.com.br) durante 90 dias a partir do início do evento.


O Festival traz para os amantes de teatro mais uma edição do Dramática. Os 5 espetáculos inéditos, selecionados a partir de edital com 61 inscritos que estão sendo desenvolvidos em residências desde setembro no Centro Cultural da Diversidade, e que levantam temas fundamentais para comunidade LGBTQIA+: “Ele” de Oliver Olivia, um casal formado por dois homens, cisgênero e transgênero, casados na vida real, que se colocam num palco para juntos realizarem jogos performativos.; “O Que Resta?” de Thiago Vilanova e Edson Thiago Rossi, dois amantes separados durante a pandemia  se reencontram num apartamento após buscarem suas identidades indígena e transexual ; “O Silêncio Anuncia o Grito ou Voz Bixa” de Marco Antonio Oliveira, as lembranças da infância de uma criança viada ;“Sobrevida” (foto) de Jaques Machado, homem revive os conflitos de compartilhar seu diagnóstico positivo para HIV e “Venganza: pega  Homem?” de Laís Efstathiadis e Wini Lippi e direção da cantora Danna Lisboa,  denuncia cultura do estupro estruturada. As estreias acontecerão entre os dias 12 e 14 de novembro no Teatro Paulo Eiró e serão disponibilizadas a partir do dia 17 de novembro nas plataformas digitais do #Mix e #CulturaEmCasa (https://culturaemcasa.com.br/).


O tradicionalíssimo Show do Gongo – em que desapegados realizadores apresentam seus vídeos para o julgamento do público do Mix Brasil, cabendo à fabulosa Marisa Orth traduzir o anseio popular e decidir se os filmes serão gongados ou avaliados pelo júri – volta a contar com seu cativante público presencial. Com o avanço da vacinação e a abertura gradativa dos espaços, Marisa Orth terá novamente a alegria de interagir com a plateia mais enlouquecida do Brasil no dia 11 de novembro às 21h direto do Teatro Paulo Eiró.


O Mix Music, programação musical voltada para o público LGBTQIA+ no Brasil , traz além do show de abertura com a cantora Ellen Oléria,  o aguardado concurso Novos Talentos com a apresentação sempre divertida de Silvetty Montilla e para fechar, a cantora Raquel, uma das fundadoras da banda “As Bahias e a Cozinha Mineira”, e agora em carreira solo com a música Las Muchachas de Copacabana, clássico do Chico Buarque.


O Mix Literário, que conta com curadoria de Alexandre Rabello, chega a sua quarta edição, trazendo mesas com a participação de nomes fundamentais do mercado editorial nacional, autores e editores que discutem o lugar da comunidade LGBTQIA+ na produção literária, além de lançamentos editoriais e sarau. Entre os destaques estão encontros e lançamentos sobre a edição revista e ampliada de “Seis balas num buraco só”, de João Silvério Trevisan (foto), “Palavra de escritora, acadêmica e puta: fricções entre a confissão e a ficção” com a escritora argentina Camila Sosa Villada,  “Cartas, segredos, confissões: a intimidade queer sob lente de aumento” com Stênio Gardel e André Mung, “Como contar para as crianças: a emergência de uma literatura infantil de temática queer” com Raphaela Comisso e Janaína Leslão e  André Romano, além de outros encontros com escritores que a comunidade queer brasileira e internacional tem revelado e sobre  obras que ensinam.


O Mix Talks traz debates sobre temas atuais e relevantes. Atores, jornalistas, publicitários, escritores, professores, influencers, poetas falam sobre “Onlyfans: democracia e mercantilização da indústria do entretenimento adulto”, “Ser plural: nós, indígenas LGBTQIA+”, “Lésbicas, visíveis para quem?”, “Saúde mental LGBTQIA+ no pós-pandemia” e “Censura moral ontem e hoje”.

Toda a programação online do 29º Festival Mix Brasil de Cultura da Diversidade poderá ser acessada gratuitamente a partir do site mixbrasil.org.br e também através dos seguintes links: Facebook: /FestivalMixBrasil, Instagram: @FestivalMixBrasil, Twitter: @fmixbrasil e Youtube: fmixbrasil. Os filmes poderão ser assistidos pelas plataformas digitais InnSaei (innsaei.tv), Sesc Digital (sesc.digital/home) e  Spcine Play  (spcineplay.com.br/). O acesso a alguns filmes será limitado e alguns longas serão exibidos apenas em sessões presenciais (consulte a programação).

O evento é uma realização da Associação Cultural Mix Brasil, Ministério do Turismo, Secretaria Especial da Cultura e conta com a iniciativa da Lei de Incentivo à Cultura, com patrocínio de Mercado Livre, Itaú e Spcine e apoio de Sesc e Biblioteca Mário de Andrade. 

Serviço 
29° Festival Mix Brasil de Cultura da Diversidade
10 a 21 de novembro| GRATUITO
Programação completa: mixbrasil.org.br
Gratuito| Cinema, Teatro, Música, Literatura, Lab, Talks e Show do Gongo
Locais: CineSesc - Ingressos online serão disponibilizados um dia antes e ficarão disponíveis até uma hora antes de cada sessão e ingressos presenciais serão disponibilizados a partir das 13h, no dia de cada sessão, até a hora de início do filme. Só entrarão no hall pessoas com ingresso da próxima sessão
Centro Cultural São Paulo  (Sala Lima Barreto) - Retirada de Ingresso uma hora antes da sessão
MIS – Museu da Imagem e do Som  - Retirada de Ingresso uma hora antes da sessão
Teatro Paulo Eiró - Retirada de Ingresso uma hora antes da sessão
Centro Cultural da Diversidade  - Retirada de Ingresso uma hora antes da sessão

*Protocolo de prevenção Covid 19 para todos os espaços: É obrigatória a apresentação de passaporte/comprovante de vacinação (1 ou 2 doses), via app ou físico, com documento com foto) e haverá aferição de temperatura

"Para mais informações, consulte a bilheteria de cada espaço"

PROGRAMAÇÃO DE FILMES

COMPETITIVA BRASIL

A Primeira Morte de Joana (dir. Cristiane Oliveira, RS)

Até o Fim (dir. Glenda Nicácio, Ary Rosa, BA)

Deserto Particular (dir. Aly Muritiba, PR)

Deus Tem AIDS (dir. Fábio Leal, Gustavo Vinagre, PE/SP)

Madalena (dir. Madiano Marcheti, MS)

Máquina do Desejo (dir. Joaquim Castro, Lucas Weglinski, SP)


Vênus de Nyke (dir. André Antônio, PE)


PANORAMA INTERNACIONAL

Benedetta (dir. Paul Verhoeven, França, Holanda)

A Fratura (dir. Catherine Corsini, França)

Being BeBe - A História de BeBe Zahara Benet (dir Emily Branham, EUA, Camarões)

Bliss (dir. Henrika Kull, Alemanha)


Boy Meets Boy (dir. de Daniel Sánchez Lopéz, Alemanha)

Campo de Papoulas(dir Eugen Jebeleanu, Romênia)

Canela  (dir. Cecilia Del Vall, Argentina)

Esse Fim de Semana ( dir. Mara Pescio, Argentina, Brasil)

Genderation (dir. Monika Treut, Alemanha)

Gendernauts     (dir. Monika Treut, Alemanha)

Hello World ( dir. Kenneth Elvebakk, Noruega)

Instruções de Sobrevivência (dir. Yana Ugrekhelidze, Alemanha, Geórgia)

No Ritmo da Vida (dir. Phil Connell, Canadá)

Leading Ladies (dir de Ruth Caudeli, Colômbia)

O Canto do Cisne (dir. Todd Stephens, EUA)

Os Amores de Anaïs (dir. Charline Bourgeois-Tacquet, França)

Potato Sonha com a América (dir. Wes Hurley, EUA)

Sedimentos (dir de Adrián Silvestre, Espanha)

Sweetheart (dir. Marley Morrison, Reino Unido)

Um Lugar Distante (Coreia do Sul, de Park Kun-young)

Wigudun, Alma de Dois Espíritos (Panamá, Brasil, de Fernando Muñoz, Raphael Salazar)


MOSTRA TRIBUTO A NEY MATOGROSSO

Ney à Flor da Pele   (dir. Felipe Nepomuceno)

Ralé   (dir. Helena Ignez)

Depois de Tudo  (dir. de Rafael Saar)

Caramujo-Flor (dir.  Joel Pizzini)


Olho Nu  (dir. Joel Pizzini)


MOSTRA REFRAME

A Cidade dos Abismos (dir. Priscyla Bettim, Renato Coelho, SP)


Bori (dir. Luiz Anastácio, SP)

Desaprender a Dormir (dir. Gustavo Vinagre, SP)

Dois Garotos Que Se Afastaram Demais do Sol (dir. Lucelia Sergio, Cibele Appes, SP)


PROGRAMA QUEER.DOC

A Última Imagem (dir. Benedito Ferreira, GO)

Transversais (dir Émerson Maranhão, CE)


Perto de Você (dir. Cássio Kelm)


CURTAS MIX BRASIL

Programa: CLIMÃO, GERAL SENTIU


Está Apenas na Minha Cabeça (dir. Marius Gabriel Stancu, Itália)

Simples Assim (dir. Luciana Bitencourt, Brasil-RJ)

Água (dir. Santiago Zermeño, México)

Charlotty (dir. Gleyson Spadetti, Philippe Bastos, Brasil-RJ)

Luz de Presença (dir. Diogo Costa Amarante, Portugal)


Programa: CRESCENDO COM A DIVERSIDADE


Na Natureza (dir. Marcel Barelli, Suíça)

Primeiro Carnaval (dir. Alan Medina, Brasil-SP)

Desacuendando o Acuenda (dir. Ana Carolina Marinho, Anna Zêpa, Brasil-SP)

Raone (dir. Camila Santana, Brasil-SP)

Da Vergonha ao Orgulho (dir. Baboo Matsusaki, Brasil-SP)


Programa: CRESCENDO COM A DIVERSIDADE • QUEER TEEN POWER

Debaixo do Guarda-chuva pra Ser Resistência (dir. Vini Poffo, Brasil-SC)


Traçando a Utopia (dir. Catarina de Sousa, Nick Tyson, Portugal, EUA)


Programa: ESTÁ TUDO NA SUA CABEÇA

Personals (dir. Sasha Argirov, Canadá)

Quarto de Casal (dir. Caharin Caparó, Peru)

Complicado (dir. Isak Kohaly, Israel)

Antes das Coisas (dir. Daniel Mateo Vallejo, Colômbia)


Virgem, Meu Cu! (dir. Adar Sigler, Israel)


Programa: F DE FETICHE

Don't Be a DICK! (dir. Amir Ovadia Steklov, Alemanha)


A Morte de Oso (dir. Cristian Sitjas, Espanha)

Dentate (dir. Pequeno Marginal, hiperlinque, Brasil-SP)

Uma História Desimportante (dir. Mateus Capelo, Brasil-SP)

Macho Carne (dir. George Pedrosa, Brasil-MA)


 Programa: MEU CORPO, MINHAS REGRAS

Dustin (dir. Naïla Guiguet, França)

De Vez em Quando Eu Ardo (dir. Carlos Segundo, Brasil-MG)


Cicatrizes (dir. Alex Anna, Canadá, França)

Cinza Fogo (dir. Valeria Martínez Melo, Miguel Ángel Camayo, Colômbia)

Cartagena Boy (dir. José André Sibaja, Ibai Vigil-Escalera, Colômbia, EUA)


Programa: QUARENTENERS

Em Caso de Fogo, Pegue o Elevador (dir. Fernanda Reis, Brasil-RS)

Fotos (dir. Muhamad Shadi Akil, Argentina)


Dois (dir. Guilherme Jardim, Vinícius Fockiss, Brasil-MG)

Me Chame de Mateo (dir. Ángel Molina, Cuba, Paraguai)

Neste Momento (dir. Serena Vittorini, Itália)

1325 Quilômetros 227 Dias (dir. Vítor Teixeira, Gustavo de Almeida, Brasil-RJ)


Programa: RETRATOS DE GAROTAS EM CHAMAS

The Young King (dir. Larin Sullivan, EUA)

Arder (dir. Maitén Del Valle, Argentina)

Amor Distante (dir. Dexter Jone, China)

Meninas Não Devem Andar Sozinhas à Noite (dir. Katerine Martineau, Canadá)


Pânico Vaginal (dir. Lara Duarte, Brasil-SP)


Programa: REVOLUQUEENS

Hermanas (dir. Nay Mendl, Brasil-SP)

Tupamara (dir. Cristhian Granados, Colômbia)

Corpas (dir. Arthur Almeida, Brasil-CE)


Panthera Lemniscata (dir. Felippe Moraes, Brasil-SP)

Okofá (dir. Daniela Caprine, Mariana Bispo, Pedro Henrique Martins, Rafael Rodrigues, Thamires Case, Brasil-SP)


Programa: QUEER.DOC

Trade Center (dir. Adam Baran, EUA)

Distante (dir. Aziz  Zoromba, Canadá)

Amato (dir. Romy Boutin St-Pierre, Canadá)

Invertido (dir. Márcia Bellotti, Brasil-RJ)

Além do Vazio (dir. Rafaël Beauchamp, Canadá)


Como Recuperar o Fôlego Gritando (dir. Diego Nascimento, Murilo Gaulês, Brasil-SP)


Programa: SEXY BOYZ

Sem Transição (dir. Paul Granier, França)

Limites (dir. José Antonio Valera, Espanha)

Não É o Homossexual Brasileiro Que É Perverso, Mas a Situação em Que Ele Vive (dir. Leandro Goddinho, Paulo Menezes, Eduardo Mamede, Alemanha)

Dez Vezes Amor (dir. Manuel Billi, Benjamin Bodi, França)

O Jovem Diego (dir. Osama Chami, Enrique Gimeno Pedrós, Espanha)


Éden (dir. Sven Spur, Bélgica)


Programa: TRANS RIGHTS!

O Nome do Filho (dir. Martina Matzkin, Argentina)

Privilegiada (dir. Alex de la Croix, Espanha)

Coroação da Nossa Senhora das Travestis (dir. Idylla Silmarovi, Vina Amorim, Brasil-MG)

Oração Principal (dir. Rosa Caldeira, Nay Mendl, Brasil-SP)

A Chamada (dir. Marios Psaras, Chipre)


Cristão (dir. Adán Pichardo, Espanha)

Volta ao Sol (dir. Judith Corro, Panamá)


SÉRIES MIX

Episódio 1 (dir. Caio Scot, Brasil-RJ)

Como Fazer Sexo em uma Pandemia (dir. Michael Leibenluft, EUA)


Via Pública - Ramiro (dir. Gabriel Motta, Brasil-RS)


PROGRAMAÇÃO TEATRO


Ele dir. de Oliver OLivia

O Que Resta? dir. de Edson Thiago Rossi

Com Julie Pera e Thiago Vilanova

O Silêncio Anuncia o Grito ou Voz Bixa dir. de Marco Antonio Oliveira

Sobrevida dir. Jacques Machado

Com Lincoln Machado e Xandre Martinelli

Venganza: pega  Homem? dir.  Dana Lisboa


PROGRAMAÇÃO MÚSICA

Ellen Oléria (Show Abertura)

Mix Music Novos Talentos / Mix Music New Talents


Raquel (Show de encerramento)


PROGRAMAÇÃO MIX LITERÁRIO


Lançamento: “Seis balas num buraco só” de João Silvério Trevisan

Palavra de escritora, acadêmica e puta: fricções entre a confissão e a ficção Resgatar a canção: história, biografia, dessilêncios

Cartas, segredos, confissões: a intimidade queer sob lente de aumento

Como contar para as crianças: a emergência de uma literatura infantil de temática queer

Crianças fora do paraíso: o pensamento mágico como estética de resistência queer na literatura para adultos

Narrativas da errância: pronomes fluidos e a ambiguidade como ética-estética

Narradores queer e suas cidades imaginárias

Um toque lendário por uma realidade mais crua

Monstros, ver para crer: quadrinhos queer e a dissidência de corpos-corpas

Um acúmulo de todos os erros: narrativas YA interseccionais

Educação pela noite: sombras, sonhos, inconsciente, frestas da dissidência

Sarau Mix Literário 2021


PROGRAMAÇÃO MIXLAB


Masterclass: Monika Treut

Workshop: A monetização da atenção do usuário de plataformas de streaming

Mesa: O que torna um filme "queer"?

Mesa: O cenário dos festivais e o cinema independente


PROGRAMAÇÃO MIX TALKS

Onlyfans: democracia e mercantilização da indústria do entretenimento adulto

Lésbicas, visíveis para quem?

Saúde mental LGBTQIA+ no pós-pandemia


Ser plural: nós, indígenas LGBTQIA+

Censura moral ontem e hoje

sábado, 6 de novembro de 2021

O tamanho do nariz indica o tamanho do pênis?

Em Neon: sábado, 6 de novembro de 2021


Um novo estudo da genitália de cadáveres japoneses do sexo masculino revelou que o verdadeiro indicador do comprimento do pênis ereto de uma pessoa pode ser tão óbvio quanto o nariz em seu rosto.

O estudo - intitulado  "Tamanho do nariz indica comprimento máximo do pênis" e que foi publicado na Basic and Clinical Andrology  - examinou o comprimento do pênis alongado (stretched penile length -SPL), comprimento flácido e outras medidas corporais e genitais em cadáveres de 126 japoneses adultos do sexo masculino com 30 anos de idade a 59 em uma nobre busca científica para determinar se há uma correlação entre o nariz de uma pessoa e seu órgão sexual.

"O ditado 'nariz grande, mangueira grande' sugere que o tamanho do nariz indica o comprimento do pênis. No entanto, relatórios científicos que provam essa afirmação não estão disponíveis até o momento", afirmou o resumo do estudo. "Neste relatório, para confirmar a veracidade desta afirmação, analisamos as relações entre o comprimento peniano alongado (SPL) e o tamanho do nariz, bem como o peso dos órgãos genitais masculinos em pessoas de meia-idade."

Segundo o site OUT, o estudo, que se tornou viral recentemente após ter sido compartilhado no TikTok pelo Dr. Anthony Youn, descobriu que o tamanho do nariz, de fato, tinha uma correlação perceptível com o tamanho do pênis dos indivíduos examinados. Modelos de regressão linear descobriram que "o comprimento médio do pênis alongado aumentou gradualmente nos grupos de tamanho de nariz mais longo", embora o tamanho do nariz não parecesse ter qualquer correlação com a circunferência ou "grossura" do pênis de alguém.

Clique na foto e confira o Tik Tok do Dr. Anthony Youn

Depois de muita luta prática com os assuntos de teste e seus dados acumulados, o estudo concluiu que "o tamanho do nariz estava altamente relacionado ao comprimento do pênis alongado em cadáveres japoneses do sexo masculino".

Os autores do estudo afirmaram que os resultados são geralmente "inúteis para fins forenses", no entanto, eles esperam ter fornecido os dados muito necessários para a compreensão do "processo de crescimento do pênis ou características faciais", bem como estimular outros a estudar a correlação.

"Este estudo é o primeiro a demonstrar a relação entre o SPL e o tamanho do nariz, mas é limitado em cadáveres japoneses do sexo masculino, e a razão pela qual o SPL e o tamanho do nariz estão relacionados ainda não está clara", concluiu o estudo. "Portanto, consideramos que é um assunto interessante para prosseguir de agora em diante."

sexta-feira, 29 de outubro de 2021

Comédia 'A Casa Da Sogra', Estreia 06 De Novembro, Às 21h, Na Barra Da Tijuca No Teatro Dos Grandes Atores

Em Neon: sexta-feira, 29 de outubro de 2021


A peça “A Casa da Sogra”, estreia no dia 06 de novembro (sábado) às 21h, no Teatro dos Grandes Atores em curta temporada. É uma comédia de autoria de Aharom Avelino e direção de Andrade Sucesso e Gilbert Magalhães, no elenco Felipe Reis, Claudia Lira, Narjara Turetta, Flávio Siqueira, Claudia Maal e Elci Soares.

Aurora (a Sogra) se aposenta e já no primeiro dia da sua aposentadoria, sua filha Eveline, resolve ir para casa da mãe, após seu marido ter sido cassado por corrupção, e neste momento que surge a ideia de contratar um Pai de Santo enrustido, Juju, com a ajuda do porteiro Alfredo e de sua empregada Jorgete, todos unindo forças para tentar expulsar a Eveline (filha de Aurora). Mas nesse caminho aparece a síndica Neiva, que tenta atrapalhar tudo lançando as suas regras inusitadas no Condomínio! Por fim Aurora se rende e deixa a filha ficar em sua casa! A Casa da Sogra é uma peça divertidíssima, a risada é certa!

Felipe Reis que é ator e diretor de produção do espetáculo, diz que esta peça: “É uma homenagem ao ator e diretor Sérgio Brito, a quem dedico o espetáculo. Sérgio foi meu mentor durante muitos anos. Trabalhar com ele era viver contagiado pelo teatro no dia a dia, ele me inspirou e me impulsionou, gerando uma paixão pelo teatro e pela arte”. Como dizia o Sérgio: “A vida é curta para tamanha experiência, que é o teatro”.


SERVIÇO

Comédia A Casa da Sogra
Teatro Dos Grandes Atores
Avenida das Américas, 3555, Shopping Barra Square, Barra da Tijuca
Data: 06 a 28 de novembro
Horário: 21h (sábado)
20h (domingo)
Valor: R$ 50,00 Ingressos à venda no site https://divertix.com.br/teatro/a-casa-da-sogra

Respeitando todos os protocolos exigidos pela Secretaria de Saúde, será necessário o uso de Máscara, distanciamento e a utilização de álcool em gel.

 Assessoria de Imprensa: Amigos Assessoria / Mauricio Aires e Rogerio Alves

quarta-feira, 27 de outubro de 2021

Cantora Alcione inaugura segundo Bar que leva seu nome

Em Neon: quarta-feira, 27 de outubro de 2021


Na noite de terça-feira, 26/10, a cantora Alcione esteve na inauguração do "Bar Alcione, o Casarão da Marrom", no local aonde era o Ameno Resedá, no bairro do Catete, no Rio de Janeiro. 

Na ocasião, o Departamento de Trânsito do Estado do Rio de Janeiro (Detran), deu de presente à Alcione, uma placa com o nome dela.

Também foi anunciada durante a inauguração do Casarão da Marrom, pela Secretária de Estado de Cultura e Economia Criativa do Rio, Danielle Barros, a criação da medalha de mérito cultural Alcione. Este merecido carinho à cantora, será destinado àqueles que prestam relevantes serviços ligados ao setor no estado do Rio de Janeiro, contemplando músicos, produtores, artistas em geral, empreendedores, personalidades, entre outros. Emocionada Alcione agradeceu à Danielle e ao Governador do Rio, Cláudio Castro, que também estava presente.

As homenagens à cantora continuam em 2022, ano em que comemora seus 50 anos carreira, quando será realizado um show no Theatro Municipal, no dia 1° de maio, Dia do Trabalhador.




Enquanto no Fantástico do último domingo falou-se em Etarismo (preconceito de idade), Alcione, prestes a completar 74 anos no mês que vem, mostrou que ainda tem muita lenha pra queimar e é querida por muita gente. Voz poderosa, possante e afinadíssima, pele viçosa e afirmo, com toda certeza, que a Marrom tá uma gata, a cantora mostrou que sua longa estrada só lhe trouxe bons frutos, amigos maravilhosos, como Déo Garcez e a cantora Telma Tavares, fãs ardorosos e uma equipe que a rodeia composta de profissionais de primeira linha. Do segurança da entrada aos garçons que sorriam com os olhos (já que usavam máscara respeitando regras de saúde em relação ao Covid), dos músicos felizes por voltarem aos shows presenciais, à maravilhosa Eulália Figueiredo, da Assessoria de Imprensa, irradiante pelo retorno às atividades. 




Alcione subiu ao palco para cantar seus grandes sucessos como “A loba“,“Meu Ébano“,“Você me Vira a Cabeça“,“Rio Antigo“... Cantou “Ne me Quitte Pas”, imortalizado por Edith Piaf, em homenagem a um amigo francês que estava na plateia. Trouxe para cantar com ela amigos como Marçal, Danilo Hudson, a sambista Karinah e muito mais. A noite foi longa e inesquecível. 






O Casarão da Marrom é uma casa bonita, aconchegante e que tem tudo para ser o mesmo sucesso que o Bar da alcione da Barra. Nas paredes podemos ver a história da cantora em incontáveis quadros, além de outras fotos em tamanhos maiores desde o hall da entrada até o segundo andar. No cardápio petiscos escolhidos por Alcione e drinks que levam o nome de músicas que foram sucesso em sua voz poderosa.

Serviço
Bar Alcione, o Casarão da Marrom
Rua Pedro Américo, 277 - Catete - RJ
O Casarão funcionará  todos os dias, menos terça
Segundas, quartas, quintas e sextas das 18h à 01h30 - Sábados e domingos - das 12h  à 01h30

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