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quinta-feira, 20 de agosto de 2026

Programação semanal do Teatro Rival

Em Neon: quinta-feira, 20 de agosto de 2026


Samba, Tributo a João Gilberto, Jay Vaquer, Resenha com Xande de Pilares e Drag Queens são as pedidas para esta semana no Teatro Rival. Confira:


Roda de enredo com Mestre Macaco Branco

A Roda de Enredo do mestre Macaco Branco volta ao Teatro Rival Petrobras no dia 20 de agosto, já no clima de preparação das escolas de samba cariocas para o Carnaval 2027. Enquanto não se conhecem os novos sambas, a pedida é curtir os antigos que fizeram história e marcaram gerações. Como nas rodas anteriores, haverá convidados especiais neste programão para quem ama carnaval.

MESTRE MACACO BRANCO E SUA RODA DE ENREDO

20 de Agosto

Quinta às 19h30

TEATRO RIVAL PETROBRAS - Rua Álvaro Alvim ,33 - Subsolo, Rio de Janeiro


“Tributo a João Gilberto”, com o violoncelista Jaques Morelenbaum e o cantor e violonista Fred Martins.

A apresentação propõe uma imersão na obra e na estética de João Gilberto, artista que redefiniu os fundamentos da música brasileira ao transformar a relação entre voz, violão e silêncio. No repertório, estão clássicos como “Desafinado” (Tom Jobim – Newton Mendonça), “Bim Bom” (João Gilberto), “Insensatez” (Tom Jobim – Vinícius de Moraes), “Você e eu” (Carlos Lyra – Vinícius de Moraes) e “Brigas nunca mais” (Tom Jobim – Vinícius de Moraes), além de canções autorais de Fred Martins: “O samba me diz”, “Zona Sul” e “A filha da porta-bandeira”.

TRIBUTO A JOÃO GILBERTO COM FRED MARTINS E JAQUES MORELENBAUM

21 de Agosto

Sexta às 19h30

TEATRO RIVAL PETROBRAS - Rua Álvaro Alvim ,33 - Subsolo, Rio de Janeiro




Jay Vaquer – 4 DISCOS | 1 SHOW | 2 ATOS

Jay Vaquer volta ao Teatro Rival Petrobras no dia 22 de agosto para um show muito especial. O cantor e compositor carioca apresenta-se em um formato pouco frequente: um mergulho por quatro álbuns marcantes de sua discografia, interpretados ao vivo e na íntegra, em um espetáculo completo dividido em dois atos. O público poderá revisitar diferentes momentos da carreira do artista, percorrendo composições que revelam tanto sua faceta mais introspectiva quanto o olhar crítico e provocador que se tornou uma das marcas de sua trajetória.

JAY VAQUER – “4 DISCOS – 1 SHOW – 2 ATOS ”

22 de Agosto

Sábado às 19h00

TEATRO RIVAL PETROBRAS - Rua Álvaro Alvim ,33 - Subsolo, Rio de Janeiro


"Resenha dá samba" com Xande de Pilares

Uma boa conversa, um cavaco, um violão, um pandeiro e músicas nunca gravadas por nomes conceituados do samba. Esse é o formato de Resenha Dá Samba, projeto conduzido pelo diretor, produtor e escritor Marcos Salles no Teatro Rival Petrobras, que estreia no dia 24 de agosto, com um convidado muito especial: o cantor e compositor Xande de Pilares. Vai ter entrevista, música e também perguntas de fãs da plateia para incrementar a conversa. E de graça! Você pode pegar seu ingresso aqui na Sympla, mas vai haver distribuição na hora também. Não perca! 

RESENHA DÁ SAMBA COM XANDE DE PILARES APRESENTAÇÃO DE MARCOS SALLES

24 de Agosto

Segunda às 19h30

TEATRO RIVAL PETROBRAS - Rua Álvaro Alvim ,33 - Subsolo, Rio de Janeiro 


Realeza Drag com Samara Rios

Vem aí mais uma noite incrível do Realeza Drag, comandado pela purpurinada Samara Rios! Será no dia 25 de agosto, no Teatro Rival Petrobras! Preparem-se para performances e disputas bafônicas!

Quem continuará reinando? Quem conquistará um lugar no trono? Alguma rainha perderá a coroa? Não vão faltar emoção, glamour, rivalidade e grandes surpresas, porque, no reino das drags, nenhum trono está garantido.

REALEZA DRAG COM SAMARA RIOS

25 de Agosto

Terça às 20h00

TEATRO RIVAL PETROBRAS - Rua Álvaro Alvim ,33 - Subsolo, Rio de Janeiro

'Mamma Mia!' está de volta ao Teatro Riachuelo Rio


Um dos musicais mais celebrados da Broadway retorna ao Rio de Janeiro em agosto, em adaptação brasileira

O sucesso musical "Mamma Mia!" retorna ao palco do Teatro Riachuelo Rio para uma nova temporada, levando o público a uma viagem repleta de alegria pela Grécia. Inspirado no cancioneiro repleto de sucessos do grupo ABBA, o espetáculo já conquistou mais de 100 mil espectadores no Brasil e volta ao Teatro Riachuelo Rio para uma curta temporada, de 20 de agosto a 13 de setembro.

O musical se passa em uma ilha grega e conta a história de Sophie, uma jovem que está prestes a casar e convida três ex-pretendentes de sua mãe para o evento, na tentativa de desvendar o mistério que ronda a sua paternidade. É neste clima de romance e comédia em que aparecem as conhecidíssimas cançoes do ABBA, como ‘Dancing Queen’, ‘Mamma Mia’, ‘The Winner Takes it All’, ‘Money, Money, Money’, entre muitas outras.

Formado por mais de 20 artistas, o elenco traz de volta o trio das ‘dínamos’ formado por Claudia Netto (a protagonista Donna, mãe de Sophie), Totia Meireles e Gottsha, que interpretam Tanya e Rose, amigas de uma vida inteira.  

‘A protagonista (Donna) é uma mãe muito moderna. Ela fala para a filha não casar e viver a vida, se aventurar. É uma mulher que não dependeu da instituição masculina para criar a sua filha e viver a sua vida. Tem gente que não conhece o musical e diz que é uma bobagem, mas isso é uma mentira: ‘Mamma Mia!’ é um musical escrito por uma mulher, em um texto tecnicamente perfeito, feminino e feminista’, ressalta o diretor. 

Teatro Riachuelo Rio

O prédio, tombado como patrimônio histórico-cultural, é imponente e se destaca na Rua do Passeio, número 40, reunindo passado, presente e futuro em um só lugar. O ícone da belle époque brasileira ficou com as portas fechadas por dois anos até 2016, quando foi devolvido à população como Teatro Riachuelo Rio, sempre com uma programação plural e acessível. Desde então, foram realizadas diversas peças, musicais, concertos e shows. 

Com uma área de aproximadamente 3.500 m², o teatro oferece uma estrutura completa para seus frequentadores, incluindo foyer, salas de ensaio, escritórios, camarins, área externa e uma grande sala com plateia para 999 pessoas. Mais do que um espaço físico, o teatro representa um compromisso com a promoção da cultura e da arte em suas diversas formas. O espaço conta ainda como o Bettina, Café & Arte, que além de abrir como bomboniere para atender ao público do teatro, funciona também para café da manhã e almoço.


Serviço:

Mamma Mia - O musical

20 de agosto a 13 de setembro

Dia e horário: 

Quinta e Sexta: 20h

Sábado: 15h e 20h

Domingo: 15h

Vendas: AQUI 

Valores:

Quintas e Sextas:

Plateia VIP - R$ 200,00

Plateia - R$ 180,00

Balcão Nobre* - R$ 120,00

Balcão* - R$ 50,00

Sábados e Domingos:

Plateia VIP - R$ 250,00

Plateia - R$ 220,00

Balcão Nobre* - R$ 150,00

Balcão* - R$ 50,00

Classificação: 12 anos

Duração: 170 min

Teatro Riachuelo Rio - Rua do Passeio, 38 - Centro, Rio de Janeiro - RJ

Após sessões esgotadas, espetáculo “Fim de Partida” retorna ao palco do Teatro TotalEnergies


Dirigido por Rodrigo Portella e produzido por Fernando Libonati, a peça traz no elenco Marco Nanini, Guilherme Weber, Helena Ignez e Ary França

Foto: Annelize Tozetto

A partir de 20 de agosto, o Teatro TotalEnergies - Sala Adolpho Bloch recebe a peça “Fim de Partida”, após curta temporada de sucesso na segunda edição do Festival do Teatro do Rio. O dramaturgo irlandês Samuel Beckett (1906-1989) escreveu esse texto nos anos 1950, sob o impacto da Segunda Guerra Mundial. Nesse cenário pós-apocalíptico, ele apresenta os personagens Hamm e Clov, símbolos de um mundo em ruínas físicas e emocionais. Mais de sete décadas depois, a peça ainda dialoga com o atual estado do mundo, o que motivou esta nova montagem. 

Em cena, Hamm (Marco Nanini) e Clov (Guilherme Weber) possuem uma trágica dependência física e emocional, em um vínculo atravessado pela violência  e pela crueldade cotidiana, em uma tragicomédia ácida e também melancólica. Presos em um espaço claustrofóbico, os personagens enfrentam uma realidade desprovida de sentido, marcada por repetições, jogos de poder e uma espera que nunca se resolve.

‘Costumo dizer que Beckett, fica orbitando a cabeça dos atores contemporâneos, pois oferece um imenso desafio com os múltiplos caminhos que a sua obra permite’, conta Nanini.

‘O primeiro seria a relação simbiótica entre Hamm e Clov, mas numa segunda camada a peça pode ser lida como uma alegoria política. Hamm surge como um déspota, um tirano arbitrário, figura que alude à lógica da guerra e do militarismo, cuja autoridade se funda  no poder bélico e opressivo. Clov é o corpo submisso, o soldado em vigília permanente, sempre de pé, incapaz de repouso, a serviço de uma engrenagem que não faz nenhum sentido. A cena torna-se, assim, um campo de poder em ruínas’, conta o diretor Rodrigo Portella, que chama a atenção ainda para uma terceira camada de leitura: a do metateatro.

Evidenciada pela cenografia de Daniela Thomas, que coloca uma espécie de palco dentro do palco, em uma pequena caixa cênica retangular, a característica da metalinguagem que o texto propõe se estabelece:

‘Clov é o clown, o operador da cena,  o ridículo, enquanto Hamm assume a figura do ator principal, o narrador canastrão que se sustenta na fabulação de si mesmo. O teatro se dobra sobre ele próprio: Há um teatro dentro do teatro, um palco dentro do palco’, resume Portella.

Teatro TotalEnergies – Sala Adolpho Bloch

Localizado no histórico Edifício Manchete, na Glória, Rio de Janeiro, projetado por Oscar Niemeyer, com paisagismo de Burle Marx, o Teatro TotalEnergies - Sala Adolpho Bloch é palco de momentos célebres da cultura brasileira. Desde maio de 2019, o Instituto Evoé assumiu a missão de devolver à cidade esse ícone cultural, agora ainda mais moderno e plural.

Graças à genialidade de Niemeyer, que concebeu um palco reversível, tornou-se possível, inclusive durante o período desafiador da pandemia, realizar espetáculos e eventos tanto na área interna quanto na externa, ao ar livre, ou mesmo em ambos os espaços simultaneamente, em formato arena. Essa versatilidade proporciona aos artistas, produtores, cariocas e turistas múltiplas formas de criar, vivenciar e consumir arte e entretenimento.

Único teatro da cidade do Rio de Janeiro com um palco reversível, o Teatro TotalEnergies - Sala Adolpho Bloch permite que o público se acomode também no jardim externo do espaço. Em 2021, o local foi adaptado para o formato arena, com capacidade para 359 lugares na área interna e 120 na externa, além de um palco de 140m², equipado com infraestrutura técnica de alto padrão.

O espaço abriga ainda um centro de convivência, cinco salas de ensaio (projetadas para receber diversas produções simultaneamente) e o bistrô Bettina Café & Arte. A programação valoriza a diversidade cultural e prioriza um entretenimento plural, pensado para públicos de todas as idades e estilos. Desde sua reabertura, já foram realizadas mais de 1000 apresentações, reunindo uma plateia de mais de 400.000  pessoas.

Marco Nanini, Guilherme Weber, Helena Ignez e Ary França em FIM DE PARTIDA

De Samuel Beckett

Direção: Rodrigo Portella

Tradução: Fábio de Souza Andrade

Direção de Arte e Cenografia: Daniela Thomas

Iluminação: Beto Bruel

Trilha Original e Direção Musical: Federico Puppi

Figurino: Antônio Guedes

Assistência de Direção: Zé Mancini

Visagismo: Leila Turgante

Comunicação: Pedro Neves

Gerência de Projetos: Carolina Tavares

Produção Executiva Montagem: Ártemis

Produtor: Fernando Libonati

Uma produção Pequena Central de Produções

Serviço:

20 a 30 de agosto

Dias e horários: Quintas e Sextas, às 20h. Sábados, às 19h00 e Domingos, às 17h. 

Valores:

Plateia A: R$ 90 (meia) / R$ 180 (inteira)

Plateia B: R$ 25 (meia) / R$ 50 (inteira)

Duração: 90min

Classificação: +16 anos

Vendas em https://www.ingresso.com/evento/fim-de-partida- 

Teatro TotalEnergies - Sala Adolpho Bloch (Rua do Russel, 804 – Glória)

Teatro Riachuelo Rio recebe intensa temporada de shows


A partir do final de agosto e ao longo de setembro, o palco  será invadido por um line-up diverso

Enquanto a cidade do Rio de Janeiro se prepara para grandes palcos, multidões e experiências gigantescas, o Teatro Riachuelo Rio propõe uma outra forma de viver a música: mais perto, mais íntima e mais exclusiva. A partir do final de agosto e ao longo de setembro, o Teatro reúne um line-up que mistura tributos, lançamento, turnê comemorativa e show internacional.

A programação desses cinco dias inclui Tributo Clube da Esquina, Bee Gees Alive, Sílvia Pérez Cruz, Cícero e Teresa Cristina, passando por MPB, samba, indie e música internacional. A diversidade da programação permite ao público acompanhar diferentes propostas musicais em um espaço com lugares marcados, estrutura confortável e proximidade com o palco. 

A proposta do Teatro é valorizar uma relação mais próxima entre artistas e espectadores. Em uma programação que se estende por diferentes semanas, o público pode escolher entre apresentações de estilos e propostas distintas, criando seu próprio percurso musical. A campanha ainda ganha vida nos bastidores: passagem de som, montagem, instrumentos, camarins, palco vazio, artistas chegando e a transformação do Teatro antes de cada apresentação. O público não acompanha apenas o show. Acompanha o que acontece até ele começar.

Teatro Riachuelo Rio

O prédio, tombado como patrimônio histórico-cultural, é imponente e se destaca na Rua do Passeio, número 40, reunindo passado, presente e futuro em um só lugar. O ícone da belle époque brasileira ficou com as portas fechadas por dois anos até 2016, quando foi devolvido à população como Teatro Riachuelo Rio, sempre com uma programação plural e acessível. Desde então, foram realizadas diversas peças, musicais, concertos e shows. 

Com uma área de aproximadamente 3.500 m², o teatro oferece uma estrutura completa para seus frequentadores, incluindo foyer, salas de ensaio, escritórios, camarins, área externa e uma grande sala com plateia para 999 pessoas. Mais do que um espaço físico, o teatro representa um compromisso com a promoção da cultura e da arte em suas diversas formas. O espaço conta ainda como o Bettina, Café & Arte, que além de abrir como bomboniere para atender ao público do teatro, funciona também para café da manhã e almoço.

Serviço:

Clube da Esquina Tributo - Neto Bellotto

26 de agosto (Quarta - feira), 20h00

Vendas: https://www.ingresso.com/espetaculos/clube-da-esquina-tributo-com-neto-belotto-eorquestra-paganini 

Valores:

Plateia VIP - R$ 160,00

Plateia - R$ 130,00

Balcão Nobre* - R$ 110,00

Balcão* - R$ 50,00 

Classificação: Livre

Duração: 90 min


Bee Gees Alive

02 de Setembro (Quarta - feira), 20h00

Vendas: https://www.ingresso.com/espetaculos/bee-gees-alive 

Valores:

Plateia VIP - R$ 280,00

Plateia - R$ 240,00

Balcão Nobre - R$ 200,00

Balcão* - R$ 100,00

Classificação: 12 anos

Duração: 90 min


Sílvia Pérez Cruz

08 de Setembro (Terça - feira), 20h00

Vendas: https://www.ingresso.com/espetaculos/silvia-perez-cruz 

Valores:

Plateia VIP - R$ 220,00

Plateia - R$ 180,00

Balcão Nobre - R$ 120,00

Balcão* - R$ 50,00

Classificação: Livre

Duração: 70 min


Cícero

09 de Setembro (Quarta - feira), 20h30

Vendas: https://www.ingresso.com/espetaculos/cicero-15-anos-de-cancoes-de-apartamento 

Valores:

Plateia VIP - R$ 220,00

Plateia - R$ 190,00

Balcão Nobre - R$ 120,00

Balcão* - R$ 50,00

Classificação: Livre

Duração: 90 min


Teresa Cristina

23 de Setembro (Quarta - feira), 20h00

Vendas: https://www.ingresso.com/espetaculos/teresa-cristina-tudo-que-tenho 

Valores:

Plateia VIP - R$ 220,00

Plateia - R$ 190,00

Balcão Nobre - R$ 140,00

Balcão* - R$ 100,00

Classificação: Livre

Duração: 90 min

Teatro Riachuelo Rio - Rua do Passeio, 38 - Centro, Rio de Janeiro - RJ

Carminho traz ao Rio a turnê de ‘Eu Vou Morrer de Amor ou Resistir’, com nova leitura do fado


Cantora portuguesa apresenta seu trabalho mais autoral em show no Vivo Rio, dia 21 de agosto

Fotos Mariana Maltoni

Carminho reafirma o fado como uma linguagem viva, aberta ao diálogo com o presente. É essa visão que conduz a turnê mundial de "Eu Vou Morrer de Amor ou Resistir" (Sony Music), sétimo álbum da cantora e compositora portuguesa. Ela chega ao Rio de Janeiro para uma apresentação única, dia 21 de agosto, no Vivo Rio.

Mais do que renovar o seu repertório, Carminho convida o público a percorrer um universo em que tradição e experimentação caminham juntas. Centrado nas canções de seu mais recente trabalho — composto majoritariamente por músicas autorais —, o espetáculo amplia os horizontes do fado sem romper com suas raízes, revelando uma artista que faz da herança portuguesa matéria-prima para novas possibilidades de criação.

O setlist tem como base o álbum "Eu Vou Morrer de Amor ou Resistir" (2025), que tem Carminho como autora de 8 das 11 faixas. Em “Saber”, ela divide os vocais com a lendária Laurie Anderson, que sussurra versos em inglês sobre a poesia da portuguesa Ana Hatherly (1929–2015). A poeta também inspira “Balada do país que dói”, na qual o lirismo se une à experimentação com guitarra portuguesa, mellotron e até o uso do Vocoder, operado pela própria Carminho. Outro destaque é “Canção à ausente”, poema de Pedro Homem de Mello, que fala da espera e da ausência amorosa. Já “Sofrendo da alma”, sobre versos de Amália Rodrigues, reforça a ligação emocional com as raízes do gênero. 

"Esse disco é a continuação do trabalho que tenho feito, de pesquisa e de prática sobre o fado tradicional, que eu acredito ser uma língua viva. Ela está aqui para nos servirmos dela, para podermos nos expressar", afirma. "Busquei em poemas mais ambíguos e em sentimentos mais plurais o meu interesse na interpretação". 

Carminho também deve apresentar "Chuva no Mar", dueto seu com Marisa Monte, e canções do álbum que gravou sobre a obra de Tom Jobim. O título Eu Vou Morrer de Amor ou Resistir nasceu de um poema do escritor português Antônio Campos Monteiro, encontrado entre manuscritos e recordações que Carminho recebeu da lendária fadista Beatriz da Conceição. A frase sintetiza a essência do álbum: se o fado tantas vezes canta a morte por amor, também pode celebrar a força de resistir.

"Esse poema traz a ambiguidade que eu procurava e a vertigem que me encantou nesta ideia de que se morre muito de amor no fado, mas há sempre a hipótese de resistir. Essa é apenas uma imagem para outras ambiguidades que podem estar presentes dentro do ser humano", explica. "Eu sou várias vozes, várias interrogações. É importante que não haja uma só verdade dentro de nós. Não nos definimos por um momento ou por uma atitude; somos uma pluralidade de acontecimentos."

Resistência. A noção de resistência atravessa igualmente sua visão sobre a criação artística feminina. Para Carminho, ocupar o palco, exercer a liberdade de criação e construir uma trajetória própria continuam sendo gestos profundamente significativos. "Hoje em dia a mulher tem a oportunidade de se expressar livremente e de ter a sua própria carreira e sua voz. Acredito que, ao continuar nessa jornada, por si só, a voz feminina já é um ato de resistência".

O álbum também presta homenagem às mulheres que moldaram a história do fado. A cantora reconhece a influência de artistas como sua mãe Teresa Siqueira, Beatriz da Conceição, Amália Rodrigues, Wendy Carlos e Annette Peacock, entre outras, cujas vozes e trajetórias abriram caminho para novas gerações de intérpretes. "Este disco foi muito inspirado nas vozes que ouvi, no ambiente fadista a que tive acesso. É também inspirado nas mulheres que usaram a voz como forma de abrir caminho para outras, através da coragem das atitudes, da arte e da própria vida."

A ligação de Carminho com a música brasileira permanece intensa, cultivada através da forte amizade com grandes nomes da MPB, mas também observando novos artistas que se destacam. "Quando me perguntam por artistas jovens brasileiros que escuto, digo que são muitos, porque, realmente, a geração é muito viva: Agnes Nunes, Marina Sena, Ana Frango Elétrico, Dora Morelenbaum, Silva, Tim Bernardes, Jotapê e Zé Ibarra. Há muita gente fazendo um trabalho muito bonito."

O diálogo entre Brasil e Portugal também se reflete em suas referências musicais, como comprova sua forte relação com gigantes da música brasileira, como Caetano Veloso, Chico Buarque, Maria Bethânia, Marisa Monte e Milton Nascimento, e por Carminho ser considerada uma das mais relevantes conexões contemporâneas entre o fado e a música brasileira. Já lançou um álbum dedicado à obra de Tom Jobim e no repertório do show da turnê está a canção “Sabiá”, clássico de Tom e Chico.

Relação com o Brasil. Dos brasileiros que acompanham seu trabalho, a cantora portuguesa admira o jeito expressivo e atento. “É um público muito carinhoso, fiel, que se expressa imensamente. Acho que tem um orgulho imenso de suas raízes e seus artistas. Isso me orgulha também”, diz. “Uma das maiores alegrias que tenho ao saber que vou tocar no Brasil é, exatamente, me reencontrar com muitos amigos e passar por cidades com as quais já estabeleci uma relação emocional”, revela.

Embora tenha apresentado algumas músicas do novo álbum quando esteve no Brasil em 2025, a turnê que chega agora ao país traz um show completamente renovado, com cenografia e iluminação inéditas e novos instrumentos incorporados às canções como Cristal Baschet, Ondes Martenot e o Vocoder.

“Não é uma necessidade de mudança, nem uma pretensão de mudar o fado. Não há uma busca desenfreada por novidade ou por modernidade. Procuro algo que eu goste de ouvir e que continue a fazer sentido para mim, dentro do gênero musical que é o meu e da linguagem que é a minha. Portanto, existe essa adrenalina de procurar os limites da linguagem”, revela.

Sobre planos futuros, Carminho afirma que um deles é levar a turnê ‘Eu Vou Morrer de Amor ou Resistir’ a outros palcos. “É algo que me dá muito prazer e alegria, como também abre portas para novos discos e para novas canções. Ao mesmo tempo em que ponho em prática aquilo que criei, se abre um novo momento criativo”, conclui.


SERVIÇO

Carminho / Turnê “Eu Vou Morrer de Amor ou Resistir”

Rio de Janeiro

Data: 21 de agosto

Local: Vivo Rio

Endereço: Av. Infante Dom Henrique, 85 - Glória - Rio de Janeiro - RJ

Horário: 21h (abertura às 19h)

Capacidade: até 4 mil pessoas

Duração: 90 minutos

Ingressos: de R$ 80,00 a R$ 320,00

Link: https://www.ticket360.com.br/ingressos/32722/ingressos-para-carminho?continuar=1

Classificação: 18 Anos 


segunda-feira, 17 de agosto de 2026

Fafá de Belém no 'Fim de Tarde', Teatro João Caetano, com o show 'Piano e Voz' - Ingressos populares

Em Neon: segunda-feira, 17 de agosto de 2026


Espetáculo de celebração pelos 50 anos de carreira tem ingressos populares e é baseado nos maiores hits da cantora

No próximo dia 25 de agosto, às 18h30, a cantora Fafá de Belém estará participando do projeto "Fim de Tarde", da Funarj, no palco do Teatro João Caetano (Praça Tiradentes/ RJ) com o show "Piano e Voz" - um espetáculo permeado por hits de sua trajetória e músicas do álbum  de título homônimo. O show, que terá ingressos a preços populares, também serve para uma dupla e emblemática celebração: o cinquentenário de carreira e os 70 anos de vida celebrados no último dia 09/8. Fafá será acompanhada pelo piano virtuoso de João Rebouças.

(créditos das fotos - vestido vermelho- Aryanne Almeida // vestido branco - Teresa Maciel)

Fafá de Belém, que adora realizar espetáculos com formatações diferentes e paralelamente às turnês de lançamento dos seus álbuns, também privilegia apresentações acústicas e mais intimistas como este  "Piano e Voz". Admirada pelas mais diversas camadas sociais, classes culturais e faixas etárias indistintas, a cantora gosta de prestigiar o público com roteiros diversificados,  brindando plateias com repertórios diferenciados. Um espetáculo intimista, requintado, mas, ao mesmo tempo, popular e acessível.  Segundo Fafá "...esses shows, acústicos e intimistas, são sempre muito especiais porque nos aproximam ainda mais do público". 

Neste espetáculo, a intérprete é acompanhada pela sutileza de um piano que se adequa, e transita perfeitamente, entre os momentos delicados e às explosões viscerais do canto vigoroso de Fafá. No roteiro, alguns dos grandes sucessos como “Coração do Agreste”, “Nuvem de Lágrimas”,  "Foi Assim" e "Memórias", canções que  também fazem parte do álbum "Fafá de Belém - Piano e Voz".

Resumindo: será um show de hits e, também, um encontro entre artista e público com a finalidade de celebrar alguns dos momentos mais emocionantes da trajetória vitoriosa de uma cantora que extrapolou fronteiras e, mesmo depois de cinco décadas, continua a nos emocionar.  


S E R V I Ç O

Show "Fafá de Belém -  Piano e Voz - Sucessos"

Artistas - Fafá de Belém (voz) e João Rebouças (piano)

Local: Teatro João Caetano - Projeto Fim de Tarde (FUNARJ)

Data: 25/8/ 2026 // Horário: 18h30

Praça Tiradentes, s/n - Centro - RJ - Fone - 2332 9257

Horário: 18h30// Duração: 90 minutos

Ingressos a preços populares -  Inteira - R$5,00 // Meia - R$2,50

As vendas serão abertas a partir do dia 19/8 AQUI 

Antes disso, caso queiram acessar informações sobre a programação, podem digitar o link AQUI 

Ingressos online pelo portal oficial Funarj / Eleven Tickets ou, diretamente, na bilheteria do Teatro

Bilheteria: De terça a sexta - das 13h às 18h // sábados das 15h às 18h. Domingos e feriados só quando houver espetáculo.

Capacidade : 1139 lugares

quinta-feira, 13 de agosto de 2026

Orquestra Ouro Preto Vale Festival chega à quinta edição com show de Alceu Valença e estreia nacional ao lado de Samuel Rosa

Em Neon: quinta-feira, 13 de agosto de 2026

Foto: Rapha Garcia

Evento gratuito acontece no Posto 2 da Praia de Copacabana nos dias 14 e 15 de agosto

Copacabana já se acostumou a receber multidões. E, uma vez por ano, a paisagem muda de ritmo e entram em cena também o som dos violinos, violas e violoncelos. Entre o mar e o calçadão, o vaivém de turistas e moradores abre espaço para encontros especiais entre a música de concerto e a música popular brasileira. É nesse cenário que a Orquestra Ouro Preto realiza, nos dias 14 e 15 de agosto, a nova edição do Orquestra Ouro Preto Vale Festival. O evento tem o patrocínio da Vale, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura, a Lei Rouanet.




Gratuito, o Vale Festival reúne, em dois dias, quatro concertos que representam momentos que ajudam a contar a trajetória e a assinatura artística da formação mineira. Na abertura, sexta-feira, dia 14, o rock e o pop dão o tom da noite, com a apresentação do tributo “Lendas do Rock”, às 19h30, e, na sequência, às 20h30, a estreia de um concerto especial ao lado de Samuel Rosa, projeto que lança um novo olhar sobre a obra de um dos músicos mais importantes da música brasileira.

No dia seguinte, às 20h30, a Orquestra reencontra Alceu Valença para o espetáculo que percorreu o Brasil e a Europa e se consolidou como uma das parcerias mais longevas da música popular brasileira. Antes de o cantor e compositor pernambucano subir ao palco, a formação mineira abre a noite com o concerto em homenagem a Luiz Gonzaga, o Gonzagão, a partir das 19h30.

O Orquestra Ouro Preto Vale Festival, além de celebrar a obra e a carreira de dois grandes artistas brasileiros de diferentes estilos e gerações, coloca lado a lado uma parceria amadurecida ao longo de mais de uma década com Alceu e outra que nasce diante do público ao lado do artista mineiro Samuel Rosa. Soma-se ao programa dois projetos autorais da formação mineira, que sintetizam sua capacidade de transitar entre diversos formatos, com excelência e versatilidade.

O evento se tornou um dos momentos mais esperados da temporada da Orquestra. Talvez porque poucas imagens traduzam tão bem a ideia de encontro quanto uma praia, com gente que chega de todos os lados, sem convite, sem cerimônia, sem regras, unida para uma experiência que desafia fronteiras entre quem frequenta salas de concerto e quem simplesmente atravessa o calçadão. Isso revela uma característica que acompanha a Orquestra desde sua criação: a disposição para construir pontes entre repertórios, linguagens, públicos e tempos distintos da música brasileira e mundial.

“Copacabana é um lugar muito especial para a Orquestra. Existe uma beleza enorme em perceber que a música chega às pessoas de forma completamente espontânea. Quem veio para caminhar, parar um instante ou simplesmente olhar o mar acaba sendo convidado a viver um concerto. Este ano, temos a alegria de apresentar dois momentos muito interessantes: um olha para a trajetória que construímos e o outro aponta para os caminhos que ainda queremos percorrer”, projeta o maestro Rodrigo Toffolo, regente titular e diretor artístico da Orquestra Ouro Preto.

O Orquestra Ouro Preto Vale Festival 2026 tem o patrocínio da Vale, parceira fundamental para que projetos de grande impacto cultural cheguem gratuitamente ao público e aos quatro cantos do país. “O Orquestra Ouro Preto Vale Festival é uma iniciativa que democratiza o acesso à música de concerto e promove a circulação da cultura para diferentes públicos, fortalecendo o desenvolvimento de territórios e a economia criativa. A Orquestra Ouro Preto é também parceira do nosso programa de formação musical Vale Música, uma iniciativa que amplia os horizontes de crianças e jovens ao mostrar como a música tem o potencial de transformar vidas”, afirma Mariana Luz, diretora de Investimento Social Privado e Cultura da Vale.

Foto: Rapha Garcia

Repertório traz grandes sucessos da música brasileira

A primeira noite do festival marca o início de uma nova parceria. Depois de anos dedicados à construção de um repertório que ajudou a moldar a música brasileira das últimas décadas, Samuel Rosa encontra, pela primeira vez, a sonoridade da Orquestra Ouro Preto em um concerto concebido especialmente para esse encontro.

Além de revisitar sucessos conhecidos pelo grande público, o espetáculo propõe uma escuta voltada para o compositor, com arranjos que revelam novas camadas melódicas e harmônicas de canções que permanecem profundamente presentes na memória dos brasileiros, reafirmando a força de uma escrita capaz de atravessar o tempo sem perder frescor.

É uma estreia que nasce olhando para a essência das canções, passeando pela obra de Samuel Rosa e enfatizando sua capacidade de emocionar. No repertório, sucessos que falam de amor, como as românticas “Dois Rios”, “Ainda Gosto Dela”, “Te Ver”, “Balada do Amor Inabalável”; o lirismo em “Acima do Sol”, “Canção Noturna” e “Tarde Vazia”; ou ainda os hits dançantes, como “Vamos Fugir”, “Vou Deixar” e “Lourinha Bombril”.

Já a segunda noite de festival é dedicada à celebração. Afinal, poucos espetáculos brasileiros conseguiram construir uma relação tão duradoura entre a música popular e a linguagem orquestral quanto a união entre o artista pernambucano e a formação mineira. Criado há quase quinze anos, o concerto nasceu do encontro entre a Orquestra Ouro Preto e Alceu Valença, aproximando a exuberância rítmica e poética do compositor pernambucano da sonoridade das cordas. O resultado é um concerto vibrante, que ultrapassou a ideia de homenagem para se tornar uma obra única, apresentada em dezenas de cidades brasileiras e também na Europa, registrada em dois álbuns e reconhecida como um dos trabalhos mais emblemáticos da trajetória do grupo mineiro.

Em Copacabana, o público reencontra esse repertório com arranjos que revelam texturas, harmonias e nuances que a música de concerto potencializa sem jamais apagar sua origem. A apresentação, que acontece no dia 15, a partir das 20h30, torna-se ainda mais especial ao fazer parte das celebrações dos 80 anos de Alceu.

No setlist, pérolas do cancioneiro brasileiro, com inspirações que vão dos ritmos nordestinos à ótica contemporânea, passam da bossa ao fado, sem abandonar o lirismo e a sensualidade, em versões para clássicos como “La Belle de Jour”, “Anunciação”, “Tropicana”, “Girassol”, “Como Dois Animais”, “Dia Branco”, “Taxi Lunar” e muitas outras que, escolhidas a dedo por Alceu, conseguem, ao mesmo tempo, animar e emocionar os espectadores.

Sobre a Vale

A Vale acredita que a cultura transforma vidas. Pelo quinto ano consecutivo, é a maior apoiadora privada da Cultura no Brasil, patrocinando e fomentando projetos em parcerias que promovem conexões entre pessoas, iniciativas e territórios. Seu compromisso é contribuir com uma cultura cada vez mais acessível e plural, ao mesmo tempo em que atua para o fortalecimento da economia criativa.

Serviço

Orquestra Ouro Preto Vale Festival

Datas: 14 e 15 de agosto

Local: Praia de Copacabana, altura do Posto 2 – Rio de Janeiro

Horário: a partir das 19h30

Ingressos: Evento gratuito

Mais informações no site oficial da Orquestra Ouro Preto

Programação:

Data: 14/08 (sexta-feira)

19h30: Orquestra Ouro Preto: Lendas do Rock

20h30: Samuel Rosa e Orquestra Ouro Preto

Data: 15/08 (sábado)

19h30: Orquestra Ouro Preto: Gonzagão: Concerto para Cordas e Trio Pé de Serra

20h30: Alceu Valença e Orquestra Ouro Preto


 

quinta-feira, 6 de agosto de 2026

Programação semanal do Teatro Rival

Em Neon: quinta-feira, 6 de agosto de 2026


Homenagem a Luiz Melodia, Vander Lee e Renato Russo fazem parte dos shows musicais desta semana e de quebra a primeira noite da frase de grupos do Drag Star. Imperdível. Agende-se: 


Hugo Ojuara – "O balanço do Estácio – uma homenagem a Luiz Melodia

O cantor e compositor Hugo Ojuara apresenta o show “O balanço do Estácio – Uma homenagem a Luiz Melodia”, em que mergulha na poesia, na musicalidade e na identidade de um artista que atravessou gêneros e gerações com autenticidade e ousadia. Ele vai revisitar clássicos como “Pérola negra”, “Magrelinha”, “Juventude transviada” e ” Fadas”, costurando influências da obra de Melodia, que vão do samba ao blues, da MPB ao soul e ao rock.

O BALANÇO DO ESTÁCIO – UMA HOMENAGEM A LUIZ MELODIA COM HUGO OJUARA E CONVIDADOS

6 de Agosto

Quinta às 19h30

TEATRO RIVAL PETROBRAS - Rua Álvaro Alvim ,33 - Subsolo, Rio de Janeiro


Laura Catarina canta Vander Lee

Nos 10 anos de morte do cantor e compositor Vander Lee —, a cantora Laura Catarina retorna para recontar as crônicas de amor e vida das composições de seu pai sob uma perspectiva íntima e pessoal de quem carrega esse legado no sangue e na voz, com destaques para “Esperando aviões”, “Românticos”, “Onde Deus possa me ouvir” e “Iluminado”. Mas Laura não apenas reverencia sua ancestralidade, e revela ao público sua própria voz artística, apresentando canções inéditas e compartilhando os próximos passos de sua trajetória autoral.

LAURA CATARINA CANTA VANDER LEE: 10 ANOS DE SAUDADE

7 de Agosto

Sexta às 19h30

TEATRO RIVAL PETROBRAS - Rua Álvaro Alvim ,33 - Subsolo, Rio de Janeiro


Mais do Mesmo - Entre pais e filhos

No sábado, dia 8 de agosto (véspera do Dia dos Pais), o teatro será palco de um espetáculo que vai muito além do som: “Entre pais e filhos” com a banda Mais Do Mesmo, o maior tributo à Legião Urbana do Brasil. Durante duas horas, o público será conduzido por um repertório que não apenas marcou gerações, mas também revelou conflitos, silêncios, afetos, dores e amores entre pais, filhos e todos nós, com a poesia crua e eterna de Renato Russo.

BANDA MAIS DO MESMO NO SHOW “ENTRE PAIS E FILHOS”

8 de Agosto

Sábado às 20h00

TEATRO RIVAL PETROBRAS - Rua Álvaro Alvim ,33 - Subsolo, Rio de Janeiro


Drag Star - Fase de Grupos

Nesta fase de grupos, as artistas têm a oportunidade de trabalhar em conjunto e mostrar como montam a dinâmica de uma grande apresentação em equipe, com a oportunidade de usar todos os conselhos e as orientações de suas madrinhas: as veteranas Andreia Andrews, Ravena Creole e Samara Rios, e as novas juradas e estrelas do mundo Drag Race – Organzza (winner da 1ª temporada do Drag Race Brasil) e Miranda Lebrão (Finalista da 1ª temporada do Drag Race Brasil e a 1ª brasileira Global AllStar do Rupaul’s Drag Race).

DRAGSTAR – THE NEW ERA – FASE DE GRUPOS DA 14ª TEMPORADA

12 de Agosto

Quarta às 20h00

TEATRO RIVAL PETROBRAS - Rua Álvaro Alvim ,33 - Subsolo, Rio de Janeiro

quinta-feira, 30 de julho de 2026

Festival Musimagem reúne grandes nomes da música para audiovisual em São Paulo

Em Neon: quinta-feira, 30 de julho de 2026


Único festival da América Latina dedicado à música para imagem promove gratuitamente concertos, cursos e debates sobre trilhas sonoras, inteligência artificial e os desafios do mercado

Entre os dias 9 e 12 de agosto, a Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo (ECA-USP) recebe a 12ª edição do Festival Musimagem, único festival da América Latina dedicado exclusivamente à música para o audiovisual e único do mundo feito pelos próprios compositores. Idealizado pelo compositor Marcos Souza, o evento, totalmente gratuito, reúne compositores, produtores, pesquisadores, estudantes e profissionais da indústria criativa em uma programação de concertos, cursos, palestras e debates sobre a criação de trilhas sonoras para cinema, televisão, streaming, publicidade e games.

Realizado em parceria com a Escola de Comunicações e Artes da USP, União Brasileira dos Compositores (UBC), Abramus, Assim, SoundtrackFest, Orquestra ALMAI e outras instituições ligadas à música e ao audiovisual, o Festival Musimagem é realizado, nesta edição, com fomento da Fundação Nacional de Artes, entidade vinculada ao Ministério da Cultura do Governo Federal.

Ao longo de quatro dias, o festival promove um espaço de encontro entre o mercado brasileiro e importantes nomes internacionais, incentivando a troca de experiências, a formação profissional e a discussão sobre os rumos da música para imagem em um momento de profundas transformações tecnológicas e criativas.

Entre os destaques desta edição está o debate "IA na Trilha Sonora – do medo à rotina", que reúne o produtor musical Lou Schmidt, sócio da Antfood e autor de trilhas para cinema, games e publicidade; Marcio Nigro, compositor de produções como É Proibido Fumar, O Show da Luna! e Valentins; e Mauricio Domene, compositor com atuação em cinema, televisão e publicidade. O encontro discute, de forma prática, como a inteligência artificial já faz parte da produção musical para o audiovisual, abordando ferramentas, fluxos de trabalho, ganhos de eficiência, limitações e desafios éticos da tecnologia. 

A programação também recebe dois importantes convidados internacionais. O norte-americano David Mansfield, compositor indicado ao Emmy e responsável por trilhas de filmes como Heaven's Gate, Year of the Dragon, The Sicilian e Broken Trail, participa de palestra exclusiva e dos concertos do festival. Ex-integrante da histórica turnê Rolling Thunder Revue, de Bob Dylan, Mansfield construiu uma carreira de destaque em Hollywood, colaborando com diretores como Michael Cimino, Walter Hill, Arturo Ripstein e Robert Duvall. Já o compositor Rui Reis Maia, português radicado na Holanda, compartilha sua experiência no mercado europeu de trilhas sonoras e também participa das apresentações musicais do evento.

Outro momento marcante será a homenagem ao cantor, compositor e arranjador Marcos Valle, que recebe o Troféu Remo Usai, concedido a personalidades que contribuíram para o desenvolvimento da música para o audiovisual. Além da homenagem, o artista participa de um bate-papo sobre sua trajetória e terá parte de sua obra celebrada durante o concerto de abertura, por meio de um medley de temas compostos para a televisão. 

“Por trás de toda grande história existe uma trilha sonora capaz de emocionar, criar identidade e permanecer na memória do público. O Festival Musimagem nasceu para valorizar a trilha sonora como parte essencial da narrativa audiovisual e aproximar compositores, estudantes e profissionais do mercado. A cada edição, buscamos criar um espaço de troca de experiências, formação e reflexão sobre os caminhos da música para o audiovisual", afirma Marcos Souza. 

A abertura do festival acontece no dia 9 de agosto, com um concerto da Orquestra ALMAI, reunindo obras de compositores brasileiros e internacionais como David Mansfield, Antonio Pinto, Felipe Radicetti, Rui Reis Maia e Dudu Vianna, além da homenagem a Marcos Valle. 

Além dos concertos, o Festival Musimagem oferece uma programação voltada à formação profissional, com cursos sobre processos criativos da composição para audiovisual e produção musical, além de mesas que discutem os desafios dos direitos conexos na era do streaming, as estruturas de trabalho dos compositores para cinema e televisão, o mercado europeu, o papel dos supervisores musicais e os bastidores da criação de trilhas sonoras. Também participam da programação instituições como Abramus, UBC, USP e UNESPAR. 

O encerramento acontece no dia 12 de agosto, no Teatro Camargo Guarnieri, com o tradicional Concerto Musimágicos, reunindo compositores brasileiros e convidados internacionais em apresentações ao vivo que celebram a diversidade e a criatividade da música para audiovisual contemporânea.

As atividades são todas gratuitas e abertas ao público mediante inscrição prévia pelo site oficial do evento.

SERVIÇO

Data: 9 a 12 de agosto de 2026

Local: Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo (ECA-USP)

Endereço: Av. Prof. Lúcio Martins Rodrigues, 443 – Cidade Universitária, São Paulo (SP)

Entrada gratuita, mediante inscrição prévia pelo site do festival. O acesso às atividades será realizado por ordem de chegada, conforme a capacidade dos espaços.


9 de agosto (domingo)

Concerto de abertura – Orquestra ALMAI

Repertório com trilhas nacionais e internacionais, obras de David Mansfield, Antonio Pinto, Felipe Radicetti, Rui Reis Maia e Dudu Vianna. A noite contará ainda com homenagem ao compositor Marcos Valle, que receberá o Troféu Remo Usai.


10 de agosto (segunda-feira)

10h | Curso – Processos criativos na composição para audiovisual

 Facilitador: Felipe Radicetti.


14h | Debate – IA na Trilha Sonora: do medo à rotina

 Com Lou Schmidt, Marcio Nigro e Mauricio Domene.


15h30 | Trilhas Sonoras na Europa

 Com Rui Reis Maia (Portugal/Holanda).


16h30 | As Trilhas Sonoras de Marcos Valle

 Convidado: Marcos Valle.

 Mediação: Dudu Vianna.


18h30 | Encontro internacional

Palestra com David Mansfield, compositor indicado ao Emmy e autor de trilhas para produções como Heaven's Gate, Year of the Dragon e Broken Trail.


11 de agosto (terça-feira)

10h | Curso – Produção musical com o software gratuito Waveform

Com Zeh Netto.


14h | Mesa – Compositores do audiovisual: equipes, estruturas e workflow

Com Fabio Goes e Tim Rescala.


15h30 | Mesa Abramus – Quando a Trilha Viaja: Estado, Mercado e Direitos Autorais na Exportação Cultural


Mediação de Fernanda Audi e participação de Serena Park, Raquel Lemos e Dani Ribas


16h30 | Debate – Direitos Conexos na Era do Streaming: acabou ou dá para ser reinventado?

Com Fernando Yazbek e Felipe Radicetti.


17h30 | Mesa USP e UNESPAR

Com Ricardo Petracca e Edu Vicente.


18h30 | Encontro de compositores e supervisores musicais

Mediação de José Celso Guida, com participação de Talita Del Collado, Lucas Faria, Marcos Souza, Tim Rescala, Zeh Netto, João Batista, Felipe Radicetti, Ricardo Petracca, Alberto Rosenblit, Janecy Nascimento, Mario Di Poi e Xorão.


12 de agosto (quarta-feira)

10h | Mesa – A trilha musical no curta-metragem

Mediação: Ricardo Petracca.

Debatedores: João Batista Melo, Alexandre Guerra e Eugênio Matos.


14h | Mesa Assim

Com Marcela Godoy e Marcel Godoy.


15h30 | Mesa UBC – Da Criação à Tela: os caminhos da música no audiovisual

Com Carolina Iglesias, Jose Antonio Almeida, Flavia Trigo e mediação de Fábio Geovane.


16h30 | Cine Concerto

Com Anselmo Mancini.


19h | Concerto Musimágicos – Teatro Camargo Guarnieri (USP)


Apresentações de Alberto Rosenblit, Tim Rescala, Rui Reis Maia, Marcos Souza, Karina Souza, Natália Machiavelli, Anselmo Mancini, Talita Del Collado, Zeh Netto, David Mansfield, Alexandre Fritzen e convidados.

terça-feira, 28 de julho de 2026

Domingo 26/07 foi o dia LGBTQIA+ do Festival de Inverno Rio com as cantoras Marina Lima, Maria Gadu e Ana Carolina.

Em Neon: terça-feira, 28 de julho de 2026


Texto e fotos: Eduardo Moraes

No domingo, 26 de julho de 2026, a Marina da Glória, no Rio de Janeiro, recebeu o terceiro dia da primeira etapa do Festival de Inverno Rio 2026, reunindo milhares de pessoas para uma noite dedicada à música popular brasileira em um dos cenários mais tradicionais da cidade. As cantoras enalteceram a comunidade LGBTQIA+ em belos discursos cheios de bom humor e respeito, principalmente às mulheres lésbicas. 


Marina Lima abriu a noite com músicas do espetáculo da turnê "Marina Lima 70", em comemoração aos seus 70 anos. O repertório privilegiou clássicos que marcaram sua carreira, como Fullgás, À Francesa e Virgem, em interpretações com novos arranjos e forte presença de sintetizadores e guitarras, assim como músicas de seu mais recente trabalho "Ópera Grunkie". A apresentação foi marcada por elegância e uma atmosfera intimista, combinando perfeitamente com o início da noite na Marina da Glória. Feliz em estar no Festival, preparou o clima para o público receber as próximas cantoras, as quais Marina enalteceu e deu boas-vindas.




Maria Gadú assumiu o palco em seguida, apresentando canções marcantes de sua trajetória e momentos mais intimistas, com forte interação com o público, em um espetáculo de clima mais acústico e emocional. Seu repertório misturou sucessos como "Shimbalaiê", "Dona Cila" e "Linda Rosa", além de releituras de músicas de outros compositores brasileiros. A cantora manteve um diálogo constante com o público, criando um ambiente de proximidade e valorizando a interpretação das canções. Brincando com seu jeito moleque, falou sobre estar em um dia tão especial com outras duas cantoras importantes da MPB. 


Encerrando a programação, Ana Carolina apresentou um show de grande impacto visual e vocal. Seu repertório reuniu alguns dos maiores sucessos da carreira, incluindo músicas como: Quem de Nós Dois; Encostar na Tua; É Isso Aí; Garganta; Pra Rua Me Levar. O público acompanhou diversas canções em coro, especialmente nos momentos mais conhecidos do repertório. Também enalteceu as duas cantoras que passaram antes dela pelo palco, assim como lembrou da importância de Ângela Ro Ro, Cássia Eller, entre outras, no cenário da música.


Marina exclusiva ao Em Neon

Em um bate-papo bem rápido após o show, Marina, apesar de cansada, se mostrou muito feliz com o show no Festival de Inverno Rio e disposta a falar com o Em Neon. 
Perguntei como ela enxerga a nova geração da MPB e do pop brasileiro e ela disse tem mesmo que surgirem novas pessoas e novos talentos, época após época, pois elas já vem ouvindo coisas que vieram antes, mas que não há como querer que as pessoas repitam o que já foi feito, que tem muita gente talentosa como Marina Sena, Alice Caymmi, Jão...
Sobre com quem da nova geração ela gostaria de gravar, se seriam esses citados, ela disse, que talvez não, mas que fez um trabalho com a Ana Frango, e que ela gosta de compôr. Que adoraria fazer alguma coisa com o Jão, se ele topasse, mas o que ela gosta mais que cantar é compôr.
Quanto às mudanças da indústria musical ela diz que tudo mudou, começou pelo vinil, gravadores, passou pelo CD, Digital e agora IA (risos), e as coisas foram mudando, mudando e chegou a hora que para o artista poder sobreviver disso teve que se organizar e quando surgiu a linguagem digital ficou muito defazado tendo que se renovar para todos esses meios de gravação. Não tem saudade da época do vinil por ter vivido e feito parte desses tempos, mas que está de olho em umas coisas que ainda não conhece para não ser engolida por elas.


Estrutura e ambiente

O evento contou com: abertura dos portões às 15h; apresentação do DJ Tamenpi, responsável pela ambientação musical entre os shows; praça de alimentação com diversas opções gastronômicas; áreas de convivência e ativações de marcas; vista privilegiada da Baía de Guanabara, característica da Marina da Glória.



Clima do festival

A programação de domingo teve um perfil mais voltado à MPB e ao pop nacional, contrastando com o sábado, que privilegiou o rock brasileiro. O público encontrou um ambiente familiar e descontraído, com apresentações marcadas por boa qualidade técnica, forte participação dos espectadores e repertórios repletos de clássicos conhecidos.

O dia 26 encerrou a primeira etapa do festival, que retornaria no fim de semana seguinte com atrações como Luísa Sonza, Ludmilla, Gilsons, ANAVITÓRIA, Marcelo D2, Criolo, Belo e outros artistas brasileiros.



Festival de Inverno Rio 2026

O Festival de Inverno Rio é um dos principais festivais de música do calendário cultural carioca. Em 2026, o evento chegou à sua 9ª edição, reunindo grandes artistas da música brasileira durante dois fins de semana na Marina da Glória, um dos cartões-postais do Rio de Janeiro, com vista para a Baía de Guanabara e o Pão de Açúcar.

Conceito do festival

O festival busca reunir diferentes estilos da música brasileira em um único evento, com uma programação que mistura MPB, rock, pop, samba, rap e reggae, aproximando artistas de diferentes gerações. Além dos shows, o público encontra uma estrutura voltada para lazer, gastronomia e experiências de marcas.


Estrutura

Entre as áreas disponíveis estavam:

Pista principal em frente ao palco.

Lounge Elo, com entrada exclusiva, bares, banheiros, mobiliário e vista privilegiada.

Pavilhão de Experiências, coberto, com praça de alimentação, mesas e ativações.

Área acessível para pessoas com deficiência (PCD).

Sala de acolhimento e apoio ao público.

Line-up de 2026

O festival continua na segunda semana com:

Sexta-feira | 31 de julho

Ludmilla

Luísa Sonza

Marina Sena


Sábado | 1º de agosto

ANAVITÓRIA

BK’

Gilsons

Domingo | 2 de agosto

Seu Jorge + Marcelo D2

Criolo + Rael

Belo + Gabi Melim




SERVIÇO

Festival de Inverno Rio 2026

Local: Marina da Glória – Av. Infante Dom Henrique, s/n – Glória – Rio de Janeiro

Datas: 31 de julho a 2 de agosto de 2026

Horários: 

Sextas-feiras: abertura dos portões às 19h

Sábados: abertura dos portões às 17h

Domingos: abertura dos portões às 15h

Vendas: https://www.bilheteriadigital.com/busca/inverno 

Valor: a partir de R$180,00 

 
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