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quinta-feira, 29 de janeiro de 2026

Teatro Rival traz muita música e talentos da MPB na primeira semana de fevereiro

Em Neon: quinta-feira, 29 de janeiro de 2026





A nata de música brasileira estará se apresentando no Teatro Rival, como MPB4 e João Bosco. Tem carnaval com o ensaio oficial do bloco Brasília Amarela e o Carnaval da Eddie. E para colorir ainda mais o nosso fevereiro Samara Rios traz o Game Drag Show. Agende-se, não perca nada que tá babado.


01/02 -  MPB4 E RIVAL - A ARTE DE CANTAR

Ministério da Cultura e Petrobras apresentam:

Festival DiverCidade

Com mais de 60 anos de carreira, o MPB4 retorna ao Teatro Rival Petrobras com o show "MPB4 e Rival – A arte de cantar" no dia 1º de fevereiro. O espetáculo revisita shows históricos do grupo no lendário teatro, que considera sua casa, e presta homenagem a Angela Leal, visionária que abriu as cortinas do Rival para a Música Popular Brasileira.

Formado por Miltinho, Aquiles Reis, Dalmo Medeiros e Paulo Malaguti Pauleira, o grupo apresenta um espetáculo que é mais do que uma celebração musical; é o reconhecimento de uma parceria de mais de três décadas entre o quarteto e o teatro. O roteiro é alicerçado no repertório de dois álbuns seminais gravados ao vivo ali mesmo: “A arte de cantar” (1995) e “MPB4 ao vivo – Melhores momentos” (1999).

O show propõe uma viagem no tempo em que o público será transportado para momentos como 1992, ano do aclamado espetáculo "Brasil de A a Z", e para a celebração de 1995, quando o quarteto gravou no Rival o disco "A arte de cantar" para comemorar, na época, seus 30 anos de estrada. A apresentação também revisita a emoção de 2012, com o show "Contigo aprendi". Aquele ano marcou um ponto de virada na trajetória do conjunto: foi a primeira apresentação oficial após o falecimento do inesquecível Magro Waghabi e a estreia definitiva de Paulo Malaguti Pauleira, selando a renovação e a continuidade do MPB4.

01 de Fevereiro – Domingo às 17h  – abertura da casa 16h30min

Ingressos a partir de R$ 90,00

Compras pelo link: https://bileto.sympla.com.br/event/113906/d/352593



03/02 – SAMARA RIOS EM “GAME DRAG SHOW”

O Game Drag Show está de volta! Depois do sucesso da estreia, a segunda edição chega ainda maior, mais ousada e cheia de surpresas. São novos games, novos desafios e uma sequência de momentos que prometem muitas risadas do começo ao fim. No dia 3 de fevereiro, o palco do Teatro Rival Petrobras recebe um encontro especial de estilos. De um lado, o tempero e o deboche das cariocas Shannon Skarllet e Kiarah Pucca; do outro, a energia intensa das drags que vivem em São Paulo, Alexia Twister e Eddylene Água Suja, mostrando que talento e carisma não têm endereço fixo.

A condução da noite fica por conta de Samara Rios, que costura os jogos e as interações com leveza, humor e o ritmo certo para transformar cada desafio em espetáculo. Quer saber quem vai levar a melhor nessa disputa entre Rio e São Paulo? Então, se prepara, porque, se a primeira edição já foi boa, a segunda vem para provar que repetir pode ser ainda mais gostoso.

03 de Fevereiro – Terça às 20h  – abertura da casa 18h30

Ingressos a partir de R$ 45,00

Compras pelo link:   https://bileto.sympla.com.br/event/114711/d/356771



05/02 – ENSAIO DO BLOCO BRASÍLIA AMARELA – CARNAVAL 2026

PARTICIPAÇÃO: DUDA BRACK

Vai ter ensaio oficial do bloco Brasília Amarela no Teatro Rival Petrobras! O esquenta do bloco que homenageia os Mamonas Assassinas será no dia 5 de fevereiro. No repertório, sucessos da banda como “Vira-vira”, “Pelados em Santos”, “Chopis Centis” e “Robocop Gay”. Antes e depois do show, quem comanda a pista é o Dj  Máxima. E vai ter ainda a participação especial de Duda Brack. 

Para o carnaval 2026, o enredo é "Rock Retrô is Very Porreta!", que também reverencia artistas do rock retrô, como Titãs, Os Paralamas do Sucesso, Cássia Eller, Capital Inicial, Rita Lee, Barão Vermelho e Raimundos. O bloco Brasília Amarela é formado por Caio Bucker (voz, pandeiro e triângulo), Erick do Ben (voz e surdo), Rico Moraes (guitarra), Zé Gotinha (cavaco), Gustavinho Muniz (baixo), Thiago Garcia (trompete), Letícia Andrade (bateria), Eduardo Vilela, Magno Myller e Lazuli Barbosa (percussão). 

05 de  Fevereiro – Quinta às 21h  – abertura da casa 20h

Ingressos a partir de R$ 20,00

Compras pelo link:   https://bileto.sympla.com.br/event/115169/d/359600



06 e 07/02 – JOÃO BOSCO TRIO COM RICARDO SILVEIRA E GUTO WIRTTI

Ministério da Cultura e Petrobras apresentam:

Festival DiverCidade

O consagrado cantor, compositor e violonista João Bosco sobe novamente ao palco do Teatro Rival Petrobras nos dias 6 e 7 de fevereiro, para duas noites especiais em formato de trio. A seu lado, estarão os músicos de longa parceria – o guitarrista Ricardo Silveira e o contrabaixista Guto Wirtti – numa formação intimista e afetiva, perfeita para revisitar clássicos da carreira e celebrar a história viva da música deste grande nome da MPB.

No repertório, estão previstos os clássicos, claro, como “Incompatibilidade de gênios”, “O mestre‑sala dos mares” e “Corsário”. Além, possivelmente, de surpresas e versões revisadas, com a sensibilidade que só a maturidade de cinco décadas de trajetória pode oferecer. As noites prometem ser intensas, repletas de emoção, nostalgia e a boa música que o nosso João Bosco sempre traz para compartilhar com o Teatro Rival Petrobras. 


06 e 07 de Fevereiro – Sexta e Sábado às 19h30  – abertura da casa 18h30

Ingressos a partir de R$ 50,00

Compras pelo link:    https://bileto.sympla.com.br/event/114189/d/354244



08/02 - CARNAVAL DA EDDIE

Ministério da Cultura e Petrobras apresentam:

Festival DiverCidade

Em fevereiro, tem follia no Teatro Rival Petrobras! No dia 8, a Banda Eddie apresenta o “Carnaval da Eddie”, um show que celebra a essência que acompanha o grupo desde sua origem em Olinda, funcionando como uma síntese viva do percurso musical da banda criadora do Original Olinda Style. No roteiro, estarão os grandes sucessos que marcaram sua trajetória de 35 anos, músicas nascidas da vivência intensa da banda no carnaval recifense e olindense.

Uma das bandas pioneiras do Mangue Beat e indicada para o Prêmio da Música Brasileira em 2024, a Banda Eddie vem fervendo seu caldeirão sonoro de punk rock, surf music, reggae, frevo e samba, com seu balanço particularíssimo vem fundindo ritmos, criando novas ambiências e quebrando paradigmas.


08 de Fevereiro – Domingo às 18h30min  – abertura da casa 17h30min

Ingressos a partir de R$ 50,00

Compras pelo link:   https://bileto.sympla.com.br/event/114085/d/353624/s/2384686

TEATRO RIVAL PETROBRAS - Rua Álvaro Alvim ,33 - Subsolo, Rio de Janeiro - Rio de Janeiro


Gongada Drag retorna ao Teatro Riachuelo Rio com edição especial no próximo dia 04 de fevereiro


O fenômeno de público GONGADA DRAG está de volta ao Rio de Janeiro para mais uma edição imperdível. O espetáculo, que mistura comédia, arte drag e muito deboche, acontece no dia 04 de fevereiro, no Teatro Riachuelo Rio, prometendo gargalhadas “até doer o queixo” — como o próprio público costuma definir.

Criado e apresentado por Bruno Motta, o GONGADA DRAG reúne algumas das maiores estrelas da cena drag e da comédia LGBTQIAPN+. No palco, talentos que se destacaram em programas como LOL Brasil, Caravana das Drags, Queens of the Universe e Drag Race se encontram para uma noite afiada, provocadora e cheia de humor.

Nesta edição especial no Rio de Janeiro, o show tem como convidada de honra RUBY NOX, drag pernambucana vencedora da segunda temporada de RuPaul’s Drag Race Brasil, que será “gongada” pelo elenco em uma celebração irreverente do humor drag.

O elenco reúne nomes de peso:

FRIMES (Caravana das Drags)

ORGANZZA (vencedora da primeira temporada do Drag Race Brasil)

SHANNON SKARLLET (destaque no Drag Race Brasil)

CONGA BOMBREIA (Showroom)

BABU CARREIRA (Prêmio Multishow de Humor)

PAHBY (4 Amigues, Sambay)

BRUNO MOTTA criador e apresentador do espetáculo

Com performances afiadas, improviso e muito carisma, o GONGADA DRAG se consolida como um dos maiores encontros de estrelas da cena drag nacional, celebrando diversidade, humor e liberdade no palco.

Foto: Edgar Machado

Sobre Bruno Motta

Um dos pioneiros da comédia stand-up no Brasil, criador e apresentador do “Gongada Drag”, Bruno Motta é também um dos autores do Furo MTV. Ficou conhecido por apresentar o programa “Improvável” e por participar de diversos programas de TV, como Altas Horas, The Noite, Bial, A Praça é Nossa e Domingo Legal, além de inúmeras participações marcantes no Programa do Jô.

Sobre o Teatro Riachuelo Rio

Localizado no icônico edifício do antigo Cine Palácio, na Cinelândia, berço dos maiores movimentos sociais e culturais do país, o Teatro Riachuelo Rio é um dos mais tradicionais palcos do Brasil. Tombado como patrimônio histórico e arquitetônico, o espaço preserva sua fachada neomourisca e foi completamente revitalizado para atender aos mais altos padrões técnicos da cena cultural contemporânea.

Desde sua reinauguração, em 2016, o Instituto Evoé é responsável pela gestão do teatro, que hoje representa a união entre história, modernidade e pluralidade artística. Um retrofit completo devolveu vida ao prédio, mantendo detalhes originais da construção de 1890 e integrando elementos de design contemporâneo, como poltronas, iluminação cênica de última geração e estrutura técnica de padrão internacional.

Com capacidade para 999 espectadores, distribuídos entre plateia e dois balcões, o Teatro Riachuelo Rio ocupa cerca de 3.500m². Conta com palco de 280m², subpalco, fosso de orquestra, camarins, sala de ensaio e espaços de convivência que atendem a uma programação diversa.

Serviço:

Gongada Drag

Dia 04 de fevereiro, às 20h

Vendas: https://www.ingresso.com/espetaculos/gongada-drag 

Valores:

Plateia VIP - R$ 180,00

Plateia - R$ 150,00

Balcão Nobre - R$ 120,00

Balcão Superior - R$ 50,00

Classificação: 14 anos

Duração: 120 minutos


Série musical infantil ‘Firinfa e os Fifos’ chega ao Prime Video


Produção brasileira, idealizada por Fernando Ordones, traz no repertório sutis referências a grandes clássicos do rock 

A partir de 1º de fevereiro, a primeira temporada estará disponível no streaming

 Com formato educativo, introduz com os pequenos a conversa sobre alimentação saudável, higiene, uso da cadeirinha no carro, entre outros temas

As crianças - e os pais delas - ganham, a partir de 1º de fevereiro, mais uma opção de entretenimento. Na data, a série musical infantil “Firinfa e os Fifos” chega ao Prime Video. A produção brasileira, idealizada pelo músico Fernando Ordones, apresenta uma banda estrelada por crianças em um desenho animado, cujo repertório traz sutis referências às canções dos Beatles, da Jovem Guarda, Lafayette e até de Stevie Wonder. Além de produções autorais, mas também em versões de clássicos como “O Sapo não lava o pé” e “Borboletinha”, é a garantia de conforto e alívio acústico para quem achou que ia passar o mês das férias escolares, quiçá, o ano inteiro ouvindo em loop um repertório tatibitate.

A ideia do projeto nasceu do que Fernando Ordones chama de “necessidade interna”. A paternidade de Lucas, hoje com 8 anos, trouxe para a vida do músico uma série de demandas que até então ele desconhecia. Como explicar para uma criança de apenas 3 anos que ele não poderia bater no amiguinho da escola? Como fazê-lo entender sobre a importância de tomar banho, de ter uma alimentação saudável, acordar cedo para ir à escola ou ainda de aceitar seguir viagem sentado na cadeirinha do carro? Quem já viveu essas experiências conhece bem as dores e as delícias dessa fase. 

“No jardim da infância, o Lucas e um amiguinho queriam o mesmo carrinho e acabaram entrando em conflito, um querendo bater no outro, aquela coisa de criança pequenininha quando se vê numa contenda. E pensei, vou fazer uma música com esse refrão “a gente não pode bater nos amigos, os amigos são legais”. E foi absolutamente descompromissado. Logo depois, em casa, ele estava brincando sozinho, no canto dele, e começou a repetir, cantando, e vi que esse refrão tinha ficado na cabeça dele. Entendi ali que a música podia ser uma ferramenta legal para fazermos um reforço positivo, ainda que fale “de não fazer”, o que não é o mais adequado, essa letra foi uma aliada”, contou Fernando, referindo-se à composição de  “Bater no amigão, não!”. 

E assim vieram outras canções para ajudar a educar a própria cria sobre a hora de comer, de tomar banho, mas, para além disso, Fernando também se preocupou em oferecer às crianças e a quem pegou carona na cauda do cometa da maternidade e da paternidade uma experiência musical rica. Nesse momento, ele se reuniu com o produtor Luciano Tucunduva, com quem já havia trabalhado em discos anteriores, e os dois decidiram sempre colocar nas músicas, em seus arranjos, uma referência de um rock, ou uma banda, dos anos 60, 70, ou similar. 

“Em ‘Piolho Pimpolho’, por exemplo, a gente pôs lá uma sutil referência de “I Am the Walrus”, dos Beatles, e ainda com um tecladinho, que simula o timbre de “We Can Work It Out”, dos Beatles, mas na versão do Stevie Wonder. Então, tem um pianinho distorcido, ali na entrada”. Só um toque, porque a música segue sua própria melodia”, explica. 

E assim, faixa a faixa da série musical, quem tiver ouvidos atentos pode inclusive fazer uma gincana caseira para reconhecer acordes e timbres familiares aos pais, mães e responsáveis rockeiros. Ainda falando em família, o debate começou sobre o que estaria nas letras nasceu dentro de casa. 

“Eu converso muito com o Lucas. Ele agora quer que eu faça uma música sobre o medo do escuro e uma outra sobre a hora de escovar os dentes. E também trouxe sua visão em “Rock da Cadeirinha”. Havia um verso inicial que dizia assim “se acontecer algum imprevisto, a cadeirinha protege você”. E o Lucas me perguntou o que era imprevisto. Ele me lembrou que as crianças não entenderiam o que é imprevisto e sugeriu usar ‘acidente’. Esse feedback foi superválido”, avalia ele, que ainda conta com o vocal do filho e da mulher, Mariana Lage Marques, no coro das canções. “Sentia que estava faltando a voz de uma criança. A maneira como ele fala os fonemas e como articula as palavras é absolutamente diferente de um adulto. E é aí que esse projeto faz sentido, com voz de criança. Não é um rock cantado por um adulto para uma criança”, completa. 

E muitas frases-surpresa do Lucas ficaram nas gravações. Sem correção. “E essa imprevisibilidade a gente deixa nas músicas também. Às vezes, Lucas soltava uma frase maluca, errava ou dava uma risada, uma tossinha. Deixamos. O improviso é a brincadeira do erê”, conclui. 

Visual dos personagens é rock and roll

A ideia de montar um desenho animado de uma banda diversa, representando a multiplicidade de etnias, cores, pessoas, gêneros moveu a criação de “Firinfa e os Fifos”. O rascunho inicial trazia um alien na guitarra, um baixista de qualquer gênero, um saxofonista negro, o Firinfa, de topete, cabelinho de Roberto Carlos e John Lennon, uma baterista meio Tina Turner espacial. E Fernando levou essa concepção para o ilustrador Lucas Busatto e ao animador Anderson Saito.

“A minha paixão por música, desde rock, até MPB e Bossa Nova influenciou a criação de uma banda dos sonhos. Meio Beatles, meio Swinging Sixties, com as meninas de vestidinho, anos 60, meio psicodélico. Daí, ficamos com o Firinfa, com essa carinha de Beatle e topete de Elvis; o Caruru, que é o menino negro; a Ayira, que é a menina indígena; Narinha, de Nara Leão e da Narinha do Erasmo; e o Bongô, que é o baterista, seria mais oriental. Mas é um oriental misturado com um programa humorístico que os Beatles participaram no anos 60, em que o apresentador chamou o Ringo de bongo, então fiz um mashup de bongo oriental com o Ringo (risos)”, explica Fernando. 

Episódio a episódio - Caça às referências musicais 

Piolho pimpolho - É sobre a importância de tomar banho. Diz a letra que, quando não se toma banho, uma família inteira de piolhos se muda para a cabeça da criança, de mala e cuia, bicicleta, patinete, colchão… A família de piolhos toda dança na cabeça do Firinfa. O arranjo traz referências a “I Am the Walrus”, dos Beatles, e “We Can Work It Out”, mas na versão do Stevie Wonder. 

O sapo não lava o pé - A canção é um dos covers mais populares de domínio público escolhida para entremear o repertório autoral. A versão traz, no comecinho, a referência a “I Saw Her Standing There”, e um solo com cara de “Day Tripper”, ambas dos Beatles.

Hora de Comer - Fala da necessidade de uma alimentação saudável, de se consumir um prato colorido e variado. A música faz referência a “I Should Have Known Better”, dos Beatles. 

Firinfa e os Fifos (Música Tema) - É a música tema, que apresenta a turma, lembra “Sgt. Pepper's Lonely Hearts Club Band”, dos Beatles. Um tio muito querido presenteou Fernando, na infância, com a Coleção Disquinho, com a história do Macaco e a Velha. A velha se chamava Firinfinfelha. Manoel, tio de Fernando, apelidou o sobrinho de Firinfa. E, da ideia de que a banda fosse batizada com um nome como Erasmo e Os Tremendões, Renato e seus Blue Caps, surgiu Firinfa e os Fifos. 

Rock da Cadeirinha - Feita para ajudar as crianças que não querem andar sentadinhas no equipamento de segurança. Traz um mix de “My Generation”, do The Who, com “O Calhambeque”, do Roberto Carlos. 

Rock da praia - É sobre a curtição infantil na praia, de passar protetor, mas também de aproveitar o picolé, de pegar jacaré e jogar bola. A entrada tem uma chamada meio parecida com “My Generation”, do The Who, com Dick Dale, Paul McCartney e  Ramones. É a mais rock'n'roll de todas. 

Hora de dormir - É sobre a dificuldade infantil de pegar no sono sozinha. A referência é de uma música “Sleepwalk”, da dupla Santo & Johnny, uma versão na guitarra, instrumental, bem suave,, tipo um Doh Wop, bem anos 60, música de acalmar, para dormir. 

Cachorrinha Cacau - A canção é sobre o amor das crianças pelos bichinhos e também uma mascote da família, que já faleceu, mas feita para relembrar a pet, que uivava bastante e era muito carinhosa. Traz referências de “Turn! Turn! Turn!”, do The Byrds, e de  “What You're Doing”, dos Beatles. 

Bater no amigão, não - É sobre resolução de conflitos entre os pequenos, com referências a “Daydream Believer”, do The Monkees, e “With a little help from my friends” e  “Penny Lane”, dos Beatles. 

Dia de acordar cedão - Fala do desafio de todos os responsáveis que é fazer qualquer criança acordar cedo e respeitar o horário de ir à escola. A referência é “Quando”, de Roberto Carlos, e “Runaway”, de Del Shannon.

Borboletinha - Não tem uma referência específica, só uma versão mais rock and roll do clássico de domínio popular.

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Sobre Firinfa e os Fifos

Iniciado em 2024, possui cerca de 10 mil assinantes no YouTube e segue crescendo sua presença nas redes sociais. Firinfa e os Fifos é aquela banda de rock dos seus amiguinhos da vizinhança. Formado por cinco crianças super sapecas e seus instrumentos barulhentos, esse grupo chegou para fazer muito som, brincar à beça, e cantar as coisas do dia a dia da molecada. Essa galera foi idealizada pelo cantor e compositor paulistano Fernando Ordones, que também co-produziu as músicas e deu voz aos personagens, junto com seu filho Lucas. Luciano Tucunduva assina também a produção musical. A arte e animação ficaram à cargo de Lucas Busato e Anderson Saito. https://firinfaeosfifos.com.br/ 


Sobre Fernando Ordones

Fernando é músico, compositor e cantor nascido em São Paulo nos idos de 1977. Começou sua jornada musical autoral em meados de 2008 com o EP "Fernando & Os Heróis Voadores". Desde então, explorou diferentes estilos e colaborações, lançando o EP "Genes" (2015), o single "A garçonete de Liverpool" (2016), o EP "Antigravitacional" (2017) e o álbum "Caminhar" (2020), todos estes últimos com produção de Mauro Motoki (Ludov) e parcerias com Piero Damiani. Em 2021, lançou os singles "Máscaras de Oxigênio" e "Deus é um Rio", produzidos por ele durante a pandemia. Seu single mais recente é a faixa "Daqui da Lua" (2023). Sua maior motivação para compor vem das pequenas coisas do dia a dia, buscando encontrar um respiro, algum alívio, e algumas reflexões em meio à correria do mundo. Em paralelo com as aventuras musicais, Fernando atuou também no mercado corporativo, com mais de 27 anos de estrada em comunicação e marketing. - https://fernandoordones.com.br/ 


 


Alcione na abertura do Casabloco - noite em homenagem à Bira Presidente e Arlindo Cruz




A cantora Alcione estará na noite de abertura do "Vem Sambar CasaBloco" no próximo dia 29, às 20h30, em uma programação que estará homenageando os inesquecíveis Bira Presidente e Arlindo Cruz. Na estreia, também apresentações individuais do  Bloco Cacique de Ramos, Samba do Sacramento, e dos DJs JP e Cris Panttoja. A CasaBloco chega à sua 7ª edição no Jockey Club Brasileiro e sempre com uma programação diversa. O festival é uma experiência carnavalesca única, com shows, apresentações de blocos, rodas de conversa, oficinas, intervenções artísticas, performances, feira de moda, mostra de cinema e gastronomia. A abertura do evento ser&aacu te; às 16h, e a classificação etária é de 16 anos. 

No roteiro musical da artista maranhense, alguns dos seus maiores hits de carreira e, claro, uma seleção de sambas-enredo  da Estação Primeira de Mangueira. Enfim, um repertório adequado ao evento e com músicas que o povo adora cantar junto com a Marrom.  

S   E   R   V   I   Ç   O

"Vem Sambar CasaBloco" - Jockey Club Brasileiro

Alcione - quinta, 29/01 -  20h30 

Horário do Evento - de 16:00 a 01:00

Praça Santos Dumont, 31 - Gávea, Rio de Janeiro 

Ingressos : Inteira - R$240,00 // Meia - R$120,00//  Entrada Solidária - R$140,00

A meia-entrada é válida para menores de 21 anos, estudantes, idosos, professores da rede pública e privada do  Estado do RJ, pessoas com necessidades especiais ou jovens de baixa renda, de 15 a 29 anos, registrados no Cadastro Único. MEIA-ENTRADA SOLIDÁRIA  - condicionada à entrega de 1 kg de alimento não perecível na entrada do evento. Classificação Etária 16 anos (dezesseis anos), sujeita a alteração, conforme Alvará Judicial da Vara Infância e da Juventude do Rio de Janeiro. Menores de 15 anos, inclusive, poderão participar apenas acompanhados do seu responsável legal, mediante assinatura de termo de responsabilidade na entrada do evento. Melhores informações, consultar site oficial do evento: www.casabloco.com.  


Dos mesmos criadores do Mundo Bita, vem aí Bamba Bum, nova animação musical infantil


Projeto autoral estreia três clipes no YouTube nesta sexta-feira (30) 

Dois monstrinhos curiosos e duas crianças se encontram para curtir músicas, danças e aprendizados cheios de diversão. Essa é a essência do Bamba Bum, nova animação da Mr. Plot, estúdio responsável pelo fenômeno infantil Mundo Bita, que já soma mais de 21 bilhões de visualizações no YouTube e é referência entre as famílias quando o assunto é conteúdo educativo para a primeira infância. A produção estreia nesta sexta-feira, 30 de janeiro, com o lançamento simultâneo de três clipes inéditos: O Carnaval Taí, O Gatinho Bagunceiro e Funk do Pãozinho. 

Os protagonistas Bamba e Bum são dois monstrinhos dançarinos, tão carismáticos quanto desengonçados, que vivem aventuras ao lado das crianças Bia e Biu. Juntos, eles criam narrativas marcadas pelo humor inteligente, pela liberdade do corpo em movimento e por músicas que convidam à brincadeira, respeitando o tempo da imaginação.

O lançamento integra a estratégia da Mr. Plot de expandir seu portfólio de conteúdos autorais, explorando novas linguagens e formatos no entretenimento infantil. Embora seja desenvolvido pela mesma produtora responsável pelo Mundo Bita, que completa 15 anos em 2026 e acumula mais de 1 milhão de ouvintes mensais no Spotify, o novo projeto não se vincula à obra e foi criado para trilhar um caminho próprio, com identidade independente, personagens, narrativas e trilhas sonoras originais.

Ao longo de 2026, estão previstos novos lançamentos que darão continuidade ao universo do Bamba Bum. A proposta é construir um catálogo de clipes pensado para crescer junto com o público, fortalecendo a presença da marca no ambiente digital e ampliando o acesso das famílias a conteúdos culturais leves e musicais. Para além das telas, o planejamento também prevê, em breve, a presença do projeto em ambientes reais, por meio de shows, produtos licenciados, livros e atividades em escolas.


“O Bamba Bum nasce muito conectado com a música que as crianças escutam hoje. A gente olha para os ritmos populares que estão vivos no Brasil, das periferias aos grandes centros, e entende que tudo isso também faz parte da nossa cultura. Funk, passinho, swingueira, pop… tudo cabe nesse ‘caldeirão musical’. O cuidado é sempre fazer isso com qualidade e pensando no público infantil. No fim das contas, essa mistura desperta a curiosidade e o aprendizado surge de forma espontânea, no ritmo da brincadeira”, explica Chaps Melo, criador do projeto.

terça-feira, 27 de janeiro de 2026

Catto leva 'Caminhos Selvagens', um dos melhores álbuns de 2025, ao Teatro Riachuelo Rio

Em Neon: terça-feira, 27 de janeiro de 2026

Foto: Ivi Maiga Bugrimenko

O Teatro Riachuelo Rio recebe Catto, uma das figuras mais singulares da música brasileira, com o show que apresenta o álbum “Caminhos Selvagens”, eleito o 8º melhor álbum nacional de 2025, no próximo dia 28 de janeiro.

“Caminhos Selvagens” é o quinto trabalho de estúdio de Catto e o mais pessoal até agora. Loira e munida de oito composições afiadas, ela apresenta uma obra cinematográfica e profundamente emocional. A produção musical é assinada por Catto, Fabio Pinczowski e Jojô Inácio, resultando em um disco que consolidou sua singularidade artística.

Todas as letras são de Catto, com exceção da faixa-título escrita com César Lacerda. Entre guitarras distorcidas, atmosferas etéreas e arranjos orquestrais, a artista gaúcha reinventa sua sonoridade com inspirações no rock alternativo dos anos 1990 e em ícones como PJ Harvey e Marília Mendonça. Destaque para “Madrigal”, “1001 Noites is Over” e declaração de amor nada convencional “Para Yuri Todos os Meus Beijos”.

Em cena, Catto apresenta as novas músicas ao lado de sucessos que marcaram sua trajetória, como “Saga”, trilha sonora da novela Cordel Encantado que ganha novos ares, além de canções do celebrado tributo à Gal Costa “Belezas são Coisas Acesas por Dentro”.

Do início contundente com “Eu Não Aprendi a Perdoar” até a despedida melancólica em “Leite Derramado”, o repertório revela a jornada vivenciada pela artista ao longo dos sete anos em que trabalhou no disco e uma nova vida. Com vocais hipnóticos e interpretação visceral, Catto surge da escuridão em um vestido prata brilhante como uma estrela. 

No palco, um grande luminoso neon compõe o cenário e serve de elemento narrativo, marcando o ritmo da história e materializando o clima das músicas junto do figurino feito sob medida pelo estilista Andre Betio. Um crucifixo cravejado de cristais arremata a cena.

Além de Fabio Pinczowski (guitarra, voz e direção musical) e Jojô Inácio (guitarra e violão de aço), a banda de Catto reúne Michelle Abu (bateria), Gabriel Mayall (baixo) e Julia Klüber (piano e voz). Após estrear em São Paulo no ano passado, a artista levou o trabalho à Europa, com shows em Paris, Barcelona, Madrid e Lisboa. No Brasil, a turnê já passou pelos festivais Rock the Mountain, Sangue Novo, Coma e Rec’n’Play, além de datas em casas como Sesc Pompeia, Cine Joia e Casa Natura Musical. 

Somando mais de 2 milhões de streams desde o lançamento, “Caminhos Selvagens” teve edição em vinil esgotada no Noize Record Club, foi o 8º melhor álbum nacional de 2025 para a revista Rolling Stone e emplacou “Madrigal” entre as melhores músicas do ano para os editores do Spotify Brasil.

Sobre o Teatro Riachuelo Rio

O prédio, tombado como patrimônio histórico-cultural, é imponente e se destaca na Rua do Passeio, número 40, reunindo passado, presente e futuro em um só lugar. O ícone da belle époque brasileira ficou com as portas fechadas por dois anos até 2016, quando foi devolvido à população como Teatro Riachuelo Rio, sempre com uma programação plural e acessível. Desde então, foram realizadas diversas peças, musicais, concertos e shows. 

Com uma área de aproximadamente 3.500 m², o teatro oferece uma estrutura completa para seus frequentadores, incluindo foyer, salas de ensaio, escritórios, camarins, área externa e uma grande sala com plateia para 999 pessoas. Mais do que um espaço físico, o teatro representa um compromisso com a promoção da cultura e da arte em suas diversas formas. O espaço conta ainda como o Bettina, Café & Arte, que além de abrir como bomboniere para atender ao público do teatro, funciona também para café da manhã e almoço.

Serviço 

Teatro Riachuelo Rio

Rua do Passeio, 40 – Centro, Rio de Janeiro

CATTO - Caminhos Selvagens

28 de janeiro - Quarta-feira - 20h

Classificação: Livre

Duração: 120 minutos

Valores:

Plateia VIP - R$ 150,00

Plateia - R$ 130,00

Balcão Nobre - R$ 100,00

Balcão 1 - R$ 90,00

Balcão 2 - R$ 50,00

Link de vendas: https://www.ingresso.com/espetaculos/catto-caminhos-selvagens 

sexta-feira, 23 de janeiro de 2026

Silvetty Montilla Incendeia o Teatro Rival Petrobras com o Espetáculo "Mais uma Dose de Montilla"

Em Neon: sexta-feira, 23 de janeiro de 2026


Por: Eduardo Moraes 
Fotos de celular: Eduardo Moraes e Maurício Code

Ontem o Teatro Rival Petrobras tremeu com a energia de Silvetty Montilla em "Mais uma Dose de Montilla"! Foi uma explosão de risadas, brilho e performances que deixaram todo mundo de queixo caído. Uma celebração histórica. A lendária Silvetty Montilla provou por que, após décadas de carreira, continua sendo a rainha absoluta do humor e da arte drag no Brasil.



Uma Mistura Explosiva de Comédia e Arte
O espetáculo não foi apenas uma apresentação de stand-up, mas uma experiência imersiva na cultura drag. Silvetty, com seu humor e raciocínio rápido, dominou a plateia desde o primeiro minuto. O formato dinâmico de "Mais uma Dose de Montilla" intercalou seu Stand-up com performances de Tirar o Fôlego: Números musicais e dublagens impecáveis que transformaram o teatro em uma verdadeira festa, com as Convidadas Especiais:  Luiza Gasparelly, Tbengston Martins, Lavynia Storm e Núbia Pinheiro.



A escolha do Teatro Rival Petrobras foi estratégica. O ambiente intimista permitiu que a interação de Silvetty com o público — uma de suas maiores marcas registradas — fosse o ponto alto da noite. O espetáculo conseguiu equilibrar momentos de riso desenfreado com o glamour deslumbrante dos figurinos e maquiagens.



Legado e Relevância
"Mais uma Dose de Montilla" é mais do que entretenimento; é um lembrete da importância da arte transformista ocupando palcos tradicionais da cultura brasileira. Quem esteve presente ontem saiu com a certeza de que a "dose" foi generosa, mas o público sempre quer mais.





Plateia de estrelas

Com a plateia lotada, estavam nomes da cena carioca como Suzy Brasil, Samara Rios, Karoline Absintho, entre outras, todas à paisana. 




Teatro Rival: Veja o que vai rolar de bom nos próximos dias


Muita música boa vai rolar no Rival. Claudio Nucci e Zé Renato, o dekicioso Jongo da Serrinha, a talentosíssima Watusi, MPB4, Jesuton entre outras joias da Música Popular Brasileira. Confira abaixo: 


Claudio Nucci e Zé Renato - 40 Anos (1985-2025)

O projeto “Claudio Nucci e Zé Renato 40 anos (1985 – 2025)” volta celebrando as quatro décadas de “Pelo sim, pelo não”, álbum fundamental para a dupla. O show reúne músicas do álbum  e os sucessos “Quem tem a viola”, “Toada”, “Acontecência”, “Anima”, ”Sapato velho”, além das duas canções lançadas em agosto de 2025: a inédita “A bandeira do porvir” (Milton Nascimento/Márcio Borges) e “Eu sambo mesmo” (Janet de Almeida).


Jongo da Serrinha convida Velha Guarda Show do Império Serrano

Jongo da Serrinha convida a Velha Guarda Show do Império Serrano para participar do espetáculo “Tia Maria do Jongo – 105 anos de fé, força e tambor”. O jongo, o samba e a memória unem-se para celebrar Tia Maria do Jongo, uma guerreira, que transformou o tambor em eternidade. Um tributo à vida e ao legado da matriarca do Jongo da Serrinha, símbolo da resistência cultural afro-brasileira.


Mestre Macaco Branco "Roda de Enredo"

A Roda de Enredo do mestre Macaco Branco, mestre de bateria da Vila Isabel, faz um esquenta para o Carnaval 2026. E, como nas rodas anteriores, haverá convidados especiais para recordar sambas-enredo emblemáticos. É programa para quem ama o Carnaval Carioca.


"Simplesmente Watusi"

A incrível Watusi aprsenta “Simplesmente Watusi”, uma celebração de sua extraordinária carreira, que, ao longo de 57 anos, conquistou o coração de milhões de fãs no Brasil e no exterior. A artista conta histórias de sua vida e canta sucessos como “My Way”, “Pata Pata”, “La Bamba” e “Hit The Road Jack”, hits de Frank Sinatra, Miriam Makeba, Richie Vallens e Ray Charles, respectivamente. E vai ter participação do cantor Kleber Júnior, sobrinho de Watusi. Os dois juntos cantarão “Sá Marina” e “Saigon”.


Tri Janaju no lançamento do álbum "Lindeira"

Formado pelo maestro Jaime Alem e pelas cantoras Nair Cândia e Jurema de Cândia, o Trio Janaju lança seu primeiro álbum, “Lindeira”. No repertório, há obras autorais; canções atemporais; homenagens a Ivan Lins, Caetano Veloso, Clube da Esquina e João Bosco; além de alguns covers, com destaque para Paul Simon. 


Jesuton em "Hoje – O Baile"

A cantora e compositora Jesuton sobe ao palco do Teatro Rival Petrobras para apresentar “Hoje – O baile”, lançando seu álbum. O espetáculo será no dia 30 de janeiro e mostra a fase mais pulsante, sensual e madura de sua carreira. No palco, Jesuton mistura afropop, percussão, dança, vozes e a força emocional que se tornou sua marca. E ainda vai contar com uma convidada muito especial: a rapper Slipmami.


MPB4 e Rival - a arte de cantar

Com mais de 60 anos de carreira, o MPB4 retorna ao Teatro Rival Petrobras com o show “MPB4 e Rival – A arte de cantar” nos dias 31 de janeiro e 01 de fevereiro. O espetáculo revisita shows históricos do grupo no lendário teatro, que considera sua casa, e presta homenagem a Angela Leal, visionária que abriu as cortinas do Rival para a Música Popular Brasileira.

TEATRO RIVAL PETROBRAS - Rua Álvaro Alvim ,33 - Subsolo, Rio de Janeiro

quarta-feira, 21 de janeiro de 2026

Teatro Rival recebe Silvetty Montilla, pela primeira vez no Rio de Janeiro

Em Neon: quarta-feira, 21 de janeiro de 2026


Silvetty Montilla chega ao Rio de Janeiro para um momento histórico em sua trajetória. “Mais uma dose de Montilla” marca a primeira vez que a artista apresenta um espetáculo solo na cidade — um encontro aguardado, simbólico e carregado de afeto entre Silvetty e o público carioca.

Ícone absoluto do humor e da arte drag no Brasil, Silvetty traz ao palco um espetáculo que vai muito além do stand-up comedy. A montagem mistura humor afiado, performance drag e uma presença cênica arrebatadora, criando uma experiência viva, direta e profundamente conectada com a plateia. É Silvetty em estado puro: provocadora, generosa, inteligente e irresistivelmente engraçada.

Entre relatos pessoais, observações do cotidiano e comentários sobre comportamento, cultura pop e diversidade, o espetáculo constrói uma relação íntima com o público, como uma conversa franca temperada por gargalhadas. A noite ganha ainda mais potência com as participações especiais de Luiza Gasparelly, Lavynia Storm, Núbia Pinheiro e Tbengston Martins, que ampliam o jogo cênico e reforçam o espírito coletivo e celebratório da apresentação.

“Mais uma dose de Montilla” não é apenas um espetáculo — é um acontecimento. É um convite irresistível: rir de si, do mundo e, sobretudo, brindar a arte de Silvetty Montilla — intensa, divertida e absolutamente necessária. Venha celebrar a liberdade que só o humor, quando feito com verdade e talento, é capaz de provocar.


SILVETTY MONTILLA EM “MAIS UMA DOSE DE MONTILLA”
Quinta 22/01
19h30
Teatro Rival Petrobrás
Rua Álvaro Alvim ,33 - Subsolo, Rio de Janeiro

terça-feira, 20 de janeiro de 2026

Estreia para convidados de 'Fafá de Belém, o Musical', lota o Theatro Riachuelo com amigos, artistas, fãs e a presença da própria Fafá

Em Neon: terça-feira, 20 de janeiro de 2026



Há noites em que o teatro deixa de ser espetáculo e se transforma em acontecimento. A estreia de “Fafá de Belém, o Musical”, em 19 de janeiro de 2025, no Teatro Riachuelo, no Rio de Janeiro, pertence a essa rara categoria. Não se tratou apenas da celebração de uma carreira longeva ,foram 50 anos de canto, mas da materialização de uma ideia mais profunda: a de que certas vozes ultrapassam o corpo que as abriga e se convertem em território simbólico.

Foto: Eduardo Moraes

Desde os primeiros acordes, o palco se abriu como um rio. Um rio que nasce na Amazônia, atravessa décadas, cidades, palcos e afetos, e deságua no coração do público. Contar a história de Fafá de Belém é, inevitavelmente, contar a história de um país que se reconhece na música, que resiste pela arte e que encontra na canção um gesto de pertencimento. Em uma apresentação marcada por emoção, memória e identidade, o musical conduziu o público por momentos decisivos da vida e da carreira da artista paraense.

Foto: Eduardo Moraes



A plateia, formada por convidados, artistas e personalidades como Dira Paes, Eliane Giardini, Diogo Almeida, Isabel Fillardis, Tânia Alves, Jonas Bloch entre tantas estrelas, assistiu ora em silêncio, ora rindo, se emocionando, cantando... 

Foto: Eduardo Moraes

“Fafá de Belém, o Musical” não se limita a narrar uma carreira consagrada — ele nos convoca a refletir sobre o que significa ter uma voz quando o país, tantas vezes, insiste em não ouvir.

Foto: Eduardo Moraes

Desde os primeiros minutos, fica claro que o espetáculo não busca o conforto da cronologia nem a previsibilidade das grandes biografias musicais. O que se constrói em cena é uma espécie de ensaio dramatúrgico sobre identidade, pertencimento e permanência. A história de Fafá de Belém é apresentada não como linha reta, mas como rio: nasce na Amazônia, contorna obstáculos, ganha volume e segue adiante, carregando tudo o que toca.

Foto: Eduardo Moraes

A direção de Jô Santana aposta na contenção e na escuta. Nada é excessivo. Nada grita. A Amazônia — tantas vezes reduzida a clichê — surge como presença orgânica, pulsante, quase íntima. Ela não está ali para ilustrar, mas para explicar. É dela que vem a voz, o gesto largo, a coragem estética de Fafá. O espetáculo compreende algo essencial: não se trata de uma artista que saiu da Amazônia para conquistar o Brasil, mas de alguém que levou a Amazônia consigo, sem concessões.

Foto: Eduardo Moraes

A dramaturgia de Eduardo Rieche e Gustavo Gasparani acerta ao fragmentar a personagem em três corpos femininos. Laura Saab, Helga Nemetik e Lucinha Lins, elas não interpretam “fases” no sentido convencional; elas coexistem. As atrizes não trabalham com imitação, mas com estados emocionais distintos, o que permite acompanhar a evolução da personagem sem recorrer a caricaturas. Assistindo, tive a clara impressão de que o tempo ali não avançava — ele se acumulava. A infância não desaparece quando chega a maturidade. O início da carreira continua ecoando na artista consagrada. Somos, afinal, feitos dessas sobreposições.

Foto: Eduardo Moraes

O trabalho de Laura Saab, que interpreta a fase infantil de Fafá de Belém, merece destaque. Sua atuação não se apoia em excessos nem em uma idealização da infância. Ao contrário, há contenção, escuta e presença. A criança em cena é apresentada como observadora atenta do mundo ao redor, já atravessada pela música, pela paisagem amazônica e pelos afetos que moldam sua sensibilidade e identidade. A escolha de uma atriz com vínculo familiar com a artista não se sustenta apenas pelo dado biográfico, mas se justifica pela organicidade da atuação, que contribui para a coerência emocional da narrativa, valendo deixar claro que apesar de ser neta de Fafá, Laura passou por todas as fases seletivas para o papel.

Foto: Eduardo Moraes

A transição para o início da carreira encontra em Helga Nemetik um dos pontos altos do espetáculo. Sua interpretação dá corpo ao momento de descoberta da própria voz e ao impacto do primeiro contato com o palco e com a exposição pública. Helga constrói uma Fafá jovem sem recorrer à imitação direta, trabalhando sobretudo a insegurança, a ousadia e a pulsão criativa que marcam esse período. É nessa fase que o musical encontra maior dinamismo cênico, e a atriz sustenta com precisão o equilíbrio entre fragilidade e afirmação.


A atuação de Helga se destaca ainda pela capacidade de articular canto e dramaturgia de forma integrada. Sua presença em cena revela a construção de uma artista consciente de sua diferença e, ao mesmo tempo, disposta a ocupá-la como força. Trata-se de uma interpretação que dialoga com o conceito central do espetáculo: a voz como ferramenta de identidade e posicionamento.


Lucinha Lins, responsável pela fase madura, oferece uma atuação sólida, contida e precisa, sustentando os momentos de maior densidade dramática. Ela especialmente, oferece uma interpretação que foge do óbvio. Não há tentativa de imitação vocal ou gestual, sua interpretação é orgânica. O que ela entrega é o peso de uma trajetória, a consciência de quem sabe o que representa — e o custo disso. É uma atuação que prefere o subtexto à ênfase, e talvez por isso seja tão eficaz. Uma interpretação víceral. Embora sendo loira de olhos azuis, Lucinha utiliza de peruca e lentes de contato para se assemelhar mais à personagem, mas sua postura, gestos e a excelente interpretação, por vezes nos faz ver a própria Fafá em cena. 

Foto: Marcos Couto

O musical também não romantiza o estrelato. Há, ao longo da encenação, uma atenção cuidadosa aos bastidores do sucesso — não como espetáculo da vaidade, mas como espaço de tensão. A fama aparece como território ambíguo: ilumina e expõe, protege e fere. Nesse ponto, o musical se afasta do elogio fácil e se aproxima da complexidade humana. Fafá surge, não como mito inalcançável, mas como mulher que sustenta a própria voz em um país que frequentemente exige silenciamento, sobretudo de quem não se encaixa nos modelos hegemônicos. Há uma exposição, de risco. Fafá surge como mulher pública, atravessada pela política. Nesse sentido, cantar é apresentado como ato estético e também como gesto de posicionamento. 

Foto: Eduardo Moraes

Do ponto de vista cênico, a presença da Amazônia se destaca como elemento estruturante da encenação, não como cenário ilustrativo, mas como referência simbólica constante. A direção trabalha com sobriedade, evitando excessos visuais e privilegiando a escuta, o ritmo narrativo e a relação direta com o público.

Foto: Eduardo Moraes

Visivelmente emocionada, a cantora acompanhou o espetáculo e, ao final, subiu ao palco para agradecer ao elenco e à equipe, sendo ovacionada de pé. Algo se deslocou. Não era mais apenas teatro. Era encontro. Vida e representação se tocaram por alguns segundos, e o aplauso que se seguiu não tinha o entusiasmo protocolar das estreias. Era um aplauso agradecido. Como quem reconhece que aquela voz faz parte da história de cada um. Uma voz que continua necessária. 

Foto: Eduardo Moraes

Ao final, fica a sensação de que aquela noite não terminou com o fechar das cortinas. Saí do teatro pensando que “Fafá de Belém, o Musical” se consolida como um trabalho consistente, que vai além da homenagem e propõe uma leitura crítica e sensível sobre uma artista fundamental da música brasileira. É menos sobre passado e mais sobre permanência. Sobre o que continua necessário. Em tempos de ruído excessivo e memória curta, ouvir Fafá — em cena, em canção, em ideia — é um gesto político e afetivo. Um lembrete de que algumas vozes não pertencem apenas a quem as emite. Elas se tornam abrigo coletivo. Como toda grande canção, ela permanece ecoando. Porque há vozes que pertencem à memória coletiva.

Foto: Eduardo Moraes

O espetáculo "Fafá de Belém, o Musical" vai além do entretenimento, é histórico, necessário e fundamental.

Por: Eduardo Moraes


Foto: Marcos Couto

Foto: Eduardo Moraes

Foto: Eduardo Moraes

Foto: Eduardo Moraes

Foto: Eduardo Moraes

Foto: Eduardo Moraes

Foto: Eduardo Moraes

Foto: Eduardo Moraes

Foto: Eduardo Moraes

Foto: Eduardo Moraes

Foto: Eduardo Moraes

Foto: Eduardo Moraes

Foto: Eduardo Moraes

Foto: Eduardo Moraes

Foto: Eduardo Moraes

Foto: Eduardo Moraes

Foto: Eduardo Moraes

Foto: Eduardo Moraes

Foto: Eduardo Moraes

Foto: Eduardo Moraes

Foto: Eduardo Moraes

Foto: Eduardo Moraes

Foto: Eduardo Moraes

Foto: Eduardo Moraes


Ficha Técnica

Fafá de Belém, o musical

Direção geral e idealização: Jô Santana

Texto: Gustavo Gasparani e Eduardo Rieche.

Direção artística: Gustavo Gasparini

Pesquisa: Rodrigo Faour


Elenco: 

Lucinha Lins (atriz convidada)

Helga Nemetik 

Laura Saab

Ananda K

Clarah Passos

Daniel Carneiro

Diego Luri

Fernando Leite

Gabriel Manitta

Larissa Carneiro

Mona Vilardo

Naieme

Sérgio Dalcin

Thuca Soares

Diretora assistente: Iléa Ferraz

Direção musical: Marcelo Alonso Neves

Assistente de direção musical e regente: Glauco Berçot

Coreografia: Renato Vieira

Coreógrafa assistente: Soraya Bastos 

Cenografia: Ronald Teixeira

Assistente de cenografia: Pedro Stamford

Figurinista: Claudio Tovar 

Assistente de figurino: Paulo Raika

Visagista: Beto Carramanhos

Desenho de som: Bruno Pinho e Paulo Altafim

Iluminador: Paulo Cesar Medeiros

Fotos still: Leo Aversa 

Design gráfico: DOROTÉIA DESIGN / Adriana Campos, Flávia Pacheco, Pedro Cancelliero e Iara Moraes

Marketing: Edu Santos

Marketing cultural e parcerias: Gheu Tibério

Assistente de marketing cultural e parcerias: Paula Rego e Pedro Ribeiro

Assessoria de imprensa: amigos comunicação /Mauricio Aires e Rogério Alves

Clipping: Top Clip

Social media: Stace Mayka

Performance: V2P

Direção de produção: Carmem Oliveira / Renato Araujo

Assistente de Produção: Thales Huebra

Assessoria jurídica: FRANCEZ ADVOGADOS – Andrea Francez, Myrna Malanconi e João Pedro Batista 

Contabilidade: Yara Brasil

Direção financeira e leis de incentivo: Janaína Reis 

Assistente Administrativo: Marcela Lima

Direção técnica: Ricardo Santana

Chef: Osmar Ribeiro

Produção: Charge Produções e Fato Produções

 

Serviço

De: 15 de janeiro a 08 de fevereiro de 2026

Horários: quintas e sextas-feiras, às 20h

sábados e domingos, às 17h    

Classificação: 12 anos

Duração: 2h40 (com intervalo de 15 min)

Ingressos: https://www.ingresso.com/espetaculos/fafa-de-belem-o-musical 


Valores:

Plateia VIP - R$ 200,00

Plateia - R$ 180,00

Balcão Nobre - R$ 100,00

Balcão - R$ 40,00










 
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