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quarta-feira, 21 de janeiro de 2026

Teatro Rival recebe Silvetty Montilla, pela primeira vez no Rio de Janeiro

Em Neon: quarta-feira, 21 de janeiro de 2026


Silvetty Montilla chega ao Rio de Janeiro para um momento histórico em sua trajetória. “Mais uma dose de Montilla” marca a primeira vez que a artista apresenta um espetáculo solo na cidade — um encontro aguardado, simbólico e carregado de afeto entre Silvetty e o público carioca.

Ícone absoluto do humor e da arte drag no Brasil, Silvetty traz ao palco um espetáculo que vai muito além do stand-up comedy. A montagem mistura humor afiado, performance drag e uma presença cênica arrebatadora, criando uma experiência viva, direta e profundamente conectada com a plateia. É Silvetty em estado puro: provocadora, generosa, inteligente e irresistivelmente engraçada.

Entre relatos pessoais, observações do cotidiano e comentários sobre comportamento, cultura pop e diversidade, o espetáculo constrói uma relação íntima com o público, como uma conversa franca temperada por gargalhadas. A noite ganha ainda mais potência com as participações especiais de Luiza Gasparelly, Lavynia Storm, Núbia Pinheiro e Tbengston Martins, que ampliam o jogo cênico e reforçam o espírito coletivo e celebratório da apresentação.

“Mais uma dose de Montilla” não é apenas um espetáculo — é um acontecimento. É um convite irresistível: rir de si, do mundo e, sobretudo, brindar a arte de Silvetty Montilla — intensa, divertida e absolutamente necessária. Venha celebrar a liberdade que só o humor, quando feito com verdade e talento, é capaz de provocar.


SILVETTY MONTILLA EM “MAIS UMA DOSE DE MONTILLA”
Quinta 22/01
19h30
Teatro Rival Petrobrás
Rua Álvaro Alvim ,33 - Subsolo, Rio de Janeiro

terça-feira, 20 de janeiro de 2026

Estreia para convidados de 'Fafá de Belém, o Musical', lota o Theatro Riachuelo com amigos, artistas, fãs e a presença da própria Fafá

Em Neon: terça-feira, 20 de janeiro de 2026



Há noites em que o teatro deixa de ser espetáculo e se transforma em acontecimento. A estreia de “Fafá de Belém, o Musical”, em 19 de janeiro de 2025, no Teatro Riachuelo, no Rio de Janeiro, pertence a essa rara categoria. Não se tratou apenas da celebração de uma carreira longeva ,foram 50 anos de canto, mas da materialização de uma ideia mais profunda: a de que certas vozes ultrapassam o corpo que as abriga e se convertem em território simbólico.

Foto: Eduardo Moraes

Desde os primeiros acordes, o palco se abriu como um rio. Um rio que nasce na Amazônia, atravessa décadas, cidades, palcos e afetos, e deságua no coração do público. Contar a história de Fafá de Belém é, inevitavelmente, contar a história de um país que se reconhece na música, que resiste pela arte e que encontra na canção um gesto de pertencimento. Em uma apresentação marcada por emoção, memória e identidade, o musical conduziu o público por momentos decisivos da vida e da carreira da artista paraense.

Foto: Eduardo Moraes



A plateia, formada por convidados, artistas e personalidades como Dira Paes, Eliane Giardini, Diogo Almeida, Isabel Fillardis, Tânia Alves, Jonas Bloch entre tantas estrelas, assistiu ora em silêncio, ora rindo, se emocionando, cantando... 

Foto: Eduardo Moraes

“Fafá de Belém, o Musical” não se limita a narrar uma carreira consagrada — ele nos convoca a refletir sobre o que significa ter uma voz quando o país, tantas vezes, insiste em não ouvir.

Foto: Eduardo Moraes

Desde os primeiros minutos, fica claro que o espetáculo não busca o conforto da cronologia nem a previsibilidade das grandes biografias musicais. O que se constrói em cena é uma espécie de ensaio dramatúrgico sobre identidade, pertencimento e permanência. A história de Fafá de Belém é apresentada não como linha reta, mas como rio: nasce na Amazônia, contorna obstáculos, ganha volume e segue adiante, carregando tudo o que toca.

Foto: Eduardo Moraes

A direção de Jô Santana aposta na contenção e na escuta. Nada é excessivo. Nada grita. A Amazônia — tantas vezes reduzida a clichê — surge como presença orgânica, pulsante, quase íntima. Ela não está ali para ilustrar, mas para explicar. É dela que vem a voz, o gesto largo, a coragem estética de Fafá. O espetáculo compreende algo essencial: não se trata de uma artista que saiu da Amazônia para conquistar o Brasil, mas de alguém que levou a Amazônia consigo, sem concessões.

Foto: Eduardo Moraes

A dramaturgia de Eduardo Rieche e Gustavo Gasparani acerta ao fragmentar a personagem em três corpos femininos. Laura Saab, Helga Nemetik e Lucinha Lins, elas não interpretam “fases” no sentido convencional; elas coexistem. As atrizes não trabalham com imitação, mas com estados emocionais distintos, o que permite acompanhar a evolução da personagem sem recorrer a caricaturas. Assistindo, tive a clara impressão de que o tempo ali não avançava — ele se acumulava. A infância não desaparece quando chega a maturidade. O início da carreira continua ecoando na artista consagrada. Somos, afinal, feitos dessas sobreposições.

Foto: Eduardo Moraes

O trabalho de Laura Saab, que interpreta a fase infantil de Fafá de Belém, merece destaque. Sua atuação não se apoia em excessos nem em uma idealização da infância. Ao contrário, há contenção, escuta e presença. A criança em cena é apresentada como observadora atenta do mundo ao redor, já atravessada pela música, pela paisagem amazônica e pelos afetos que moldam sua sensibilidade e identidade. A escolha de uma atriz com vínculo familiar com a artista não se sustenta apenas pelo dado biográfico, mas se justifica pela organicidade da atuação, que contribui para a coerência emocional da narrativa, valendo deixar claro que apesar de ser neta de Fafá, Laura passou por todas as fases seletivas para o papel.

Foto: Eduardo Moraes

A transição para o início da carreira encontra em Helga Nemetik um dos pontos altos do espetáculo. Sua interpretação dá corpo ao momento de descoberta da própria voz e ao impacto do primeiro contato com o palco e com a exposição pública. Helga constrói uma Fafá jovem sem recorrer à imitação direta, trabalhando sobretudo a insegurança, a ousadia e a pulsão criativa que marcam esse período. É nessa fase que o musical encontra maior dinamismo cênico, e a atriz sustenta com precisão o equilíbrio entre fragilidade e afirmação.


A atuação de Helga se destaca ainda pela capacidade de articular canto e dramaturgia de forma integrada. Sua presença em cena revela a construção de uma artista consciente de sua diferença e, ao mesmo tempo, disposta a ocupá-la como força. Trata-se de uma interpretação que dialoga com o conceito central do espetáculo: a voz como ferramenta de identidade e posicionamento.


Lucinha Lins, responsável pela fase madura, oferece uma atuação sólida, contida e precisa, sustentando os momentos de maior densidade dramática. Ela especialmente, oferece uma interpretação que foge do óbvio. Não há tentativa de imitação vocal ou gestual, sua interpretação é orgânica. O que ela entrega é o peso de uma trajetória, a consciência de quem sabe o que representa — e o custo disso. É uma atuação que prefere o subtexto à ênfase, e talvez por isso seja tão eficaz. Uma interpretação víceral. Embora sendo loira de olhos azuis, Lucinha utiliza de peruca e lentes de contato para se assemelhar mais à personagem, mas sua postura, gestos e a excelente interpretação, por vezes nos faz ver a própria Fafá em cena. 

Foto: Marcos Couto

O musical também não romantiza o estrelato. Há, ao longo da encenação, uma atenção cuidadosa aos bastidores do sucesso — não como espetáculo da vaidade, mas como espaço de tensão. A fama aparece como território ambíguo: ilumina e expõe, protege e fere. Nesse ponto, o musical se afasta do elogio fácil e se aproxima da complexidade humana. Fafá surge, não como mito inalcançável, mas como mulher que sustenta a própria voz em um país que frequentemente exige silenciamento, sobretudo de quem não se encaixa nos modelos hegemônicos. Há uma exposição, de risco. Fafá surge como mulher pública, atravessada pela política. Nesse sentido, cantar é apresentado como ato estético e também como gesto de posicionamento. 

Foto: Eduardo Moraes

Do ponto de vista cênico, a presença da Amazônia se destaca como elemento estruturante da encenação, não como cenário ilustrativo, mas como referência simbólica constante. A direção trabalha com sobriedade, evitando excessos visuais e privilegiando a escuta, o ritmo narrativo e a relação direta com o público.

Foto: Eduardo Moraes

Visivelmente emocionada, a cantora acompanhou o espetáculo e, ao final, subiu ao palco para agradecer ao elenco e à equipe, sendo ovacionada de pé. Algo se deslocou. Não era mais apenas teatro. Era encontro. Vida e representação se tocaram por alguns segundos, e o aplauso que se seguiu não tinha o entusiasmo protocolar das estreias. Era um aplauso agradecido. Como quem reconhece que aquela voz faz parte da história de cada um. Uma voz que continua necessária. 

Foto: Eduardo Moraes

Ao final, fica a sensação de que aquela noite não terminou com o fechar das cortinas. Saí do teatro pensando que “Fafá de Belém, o Musical” se consolida como um trabalho consistente, que vai além da homenagem e propõe uma leitura crítica e sensível sobre uma artista fundamental da música brasileira. É menos sobre passado e mais sobre permanência. Sobre o que continua necessário. Em tempos de ruído excessivo e memória curta, ouvir Fafá — em cena, em canção, em ideia — é um gesto político e afetivo. Um lembrete de que algumas vozes não pertencem apenas a quem as emite. Elas se tornam abrigo coletivo. Como toda grande canção, ela permanece ecoando. Porque há vozes que pertencem à memória coletiva.

Foto: Eduardo Moraes

O espetáculo "Fafá de Belém, o Musical" vai além do entretenimento, é histórico, necessário e fundamental.

Por: Eduardo Moraes


Foto: Marcos Couto

Foto: Eduardo Moraes

Foto: Eduardo Moraes

Foto: Eduardo Moraes

Foto: Eduardo Moraes

Foto: Eduardo Moraes

Foto: Eduardo Moraes

Foto: Eduardo Moraes

Foto: Eduardo Moraes

Foto: Eduardo Moraes

Foto: Eduardo Moraes

Foto: Eduardo Moraes

Foto: Eduardo Moraes

Foto: Eduardo Moraes

Foto: Eduardo Moraes

Foto: Eduardo Moraes

Foto: Eduardo Moraes

Foto: Eduardo Moraes

Foto: Eduardo Moraes

Foto: Eduardo Moraes

Foto: Eduardo Moraes

Foto: Eduardo Moraes

Foto: Eduardo Moraes

Foto: Eduardo Moraes


Ficha Técnica

Fafá de Belém, o musical

Direção geral e idealização: Jô Santana

Texto: Gustavo Gasparani e Eduardo Rieche.

Direção artística: Gustavo Gasparini

Pesquisa: Rodrigo Faour


Elenco: 

Lucinha Lins (atriz convidada)

Helga Nemetik 

Laura Saab

Ananda K

Clarah Passos

Daniel Carneiro

Diego Luri

Fernando Leite

Gabriel Manitta

Larissa Carneiro

Mona Vilardo

Naieme

Sérgio Dalcin

Thuca Soares

Diretora assistente: Iléa Ferraz

Direção musical: Marcelo Alonso Neves

Assistente de direção musical e regente: Glauco Berçot

Coreografia: Renato Vieira

Coreógrafa assistente: Soraya Bastos 

Cenografia: Ronald Teixeira

Assistente de cenografia: Pedro Stamford

Figurinista: Claudio Tovar 

Assistente de figurino: Paulo Raika

Visagista: Beto Carramanhos

Desenho de som: Bruno Pinho e Paulo Altafim

Iluminador: Paulo Cesar Medeiros

Fotos still: Leo Aversa 

Design gráfico: DOROTÉIA DESIGN / Adriana Campos, Flávia Pacheco, Pedro Cancelliero e Iara Moraes

Marketing: Edu Santos

Marketing cultural e parcerias: Gheu Tibério

Assistente de marketing cultural e parcerias: Paula Rego e Pedro Ribeiro

Assessoria de imprensa: amigos comunicação /Mauricio Aires e Rogério Alves

Clipping: Top Clip

Social media: Stace Mayka

Performance: V2P

Direção de produção: Carmem Oliveira / Renato Araujo

Assistente de Produção: Thales Huebra

Assessoria jurídica: FRANCEZ ADVOGADOS – Andrea Francez, Myrna Malanconi e João Pedro Batista 

Contabilidade: Yara Brasil

Direção financeira e leis de incentivo: Janaína Reis 

Assistente Administrativo: Marcela Lima

Direção técnica: Ricardo Santana

Chef: Osmar Ribeiro

Produção: Charge Produções e Fato Produções

 

Serviço

De: 15 de janeiro a 08 de fevereiro de 2026

Horários: quintas e sextas-feiras, às 20h

sábados e domingos, às 17h    

Classificação: 12 anos

Duração: 2h40 (com intervalo de 15 min)

Ingressos: https://www.ingresso.com/espetaculos/fafa-de-belem-o-musical 


Valores:

Plateia VIP - R$ 200,00

Plateia - R$ 180,00

Balcão Nobre - R$ 100,00

Balcão - R$ 40,00










Andy Bell, vocalista do lendário Erasure, inicia fase brasileira de sua turnê solo com impecável noite de nostalgia e renovação no Rio de Janeiro

Foto: Maurício Code

A espera de seis anos valeu a pena . Na noite de ontem, 19 de janeiro, o Qualistage, no Rio de Janeiro, foi o palco da estreia da nova turnê solo de Andy Bell pelo Brasil. A voz icônica do Erasure entregou uma performance que equilibrou perfeitamente a reverência ao passado e o frescor de sua nova fase criativa.

Foto: Maurício Code

O Equilíbrio entre o Solo e o Clássico

Diferente da última passagem pelo país em 2018, quando esteve acompanhado por Vince Clarke, Andy trouxe uma proposta que celebra sua individualidade. O show abriu com a pulsante "Breaking Thru the Interstellar", faixa de seu álbum mais recente, Ten Crowns (2025).

A faixa que abre os shows, funciona como um portal entre o passado eletrônico de Bell e o futuro exploratório que ele busca agora. 

Foto: Maurício Code

O novo trabalho, que marca o retorno solo do cantor após mais de uma década, mostrou que Andy domina a pista de dança mais do que nunca. Com influências claras de Italo disco e gospel, as novas canções foram recebidas com entusiasmo, provando que o público brasileiro está atento à sua evolução artística.

Foto: Maurício Code

Mensagens em Português

Bem humorado e extremamente simpático,  Andy fez questão de trazer vários bilhetinhos em português, que lia nos intervalos entre algumas canções, com mensagens especiais em nossa língua. 

Foto: Maurício Code

Hinos que Atravessam Gerações

Apesar das novidades, Andy Bell sabe o que move multidões. O setlist foi generoso com o catálogo do Erasure, transformando o Qualistage em uma enorme celebração synthpop. Momentos de destaque incluíram:

Foto: Maurício Code


Dueto Emocionante: A performance de "Heart’s a Liar", dividida com a musicista Chelsea Blankinship, trouxe uma carga dramática e vocal impecável.

Surpresa Pop: O cover de "Xanadu" (ELO) serviu como um tributo vibrante à era disco.

Foto: Maurício Code

Sequência de Ouro: A reta final do show foi um nocaute de nostalgia com "Blue Savannah", "Stop!", "Love to Hate You", "Always" e "Oh l’amour".

O encerramento ficou por conta de "A Little Respect", cantada em uníssono por um público que atravessa gerações, reafirmando Andy como um dos maiores frontmen do pop britânico.

Foto Maurício Code feita por celular

Próximas Paradas brasileiras da Tour

A jornada de Andy Bell pelo Brasil está apenas começando. Após o sucesso no Rio, o cantor segue uma agenda intensa por outras capitais:

21/01: Porto Alegre - Auditório Araújo Vianna

22/01: Curitiba - Teatro Positivo

23/01: Belo Horizonte - BeFly Hall

24/01: São Paulo - Suhai Music Hall

Foto: Divulgação

Sobre o álbum “Ten Crowns”

Lançado em maio de 2025, "Ten Crowns" é o terceiro álbum de estúdio da carreira solo de Andy Bell e marca seu retorno aos discos individuais após um hiato de 15 anos (desde Non-Stop, de 2010). 

O álbum foi concebido em um momento de celebração pessoal, coincidindo com o aniversário de 60 anos do cantor, e traz uma sonoridade que ele mesmo define como uma mistura de "euforia das pistas com a alma do gospel".

Aqui estão os pontos principais para você conhecer o disco:

Foto: Divulgação

1. Parcerias de Peso

O álbum é fruto de uma colaboração estreita com o produtor americano Dave Audé, vencedor do Grammy e famoso por remixes para nomes como Madonna e Lady Gaga. Audé, fã confesso de Erasure, ajudou a moldar um som pop moderno, mas com raízes profundas na Hi-NRG e Italo Disco.

Destaques nas faixas:

"Heart's a Liar": Um dueto histórico com Debbie Harry (vocalista do Blondie), ídolo pessoal de Andy.

"Lies So Deep": Conta com a participação da cantora de blues/gospel Sarah Potenza, trazendo um contraponto potente à voz de Bell.

Foto: Divulgação

2. Temas e Letras

Diferente da melancolia que às vezes permeia o trabalho do Erasure com Vince Clarke, Ten Crowns foca em:

Resiliência e Superação: Letras sobre "sacudir a poeira" e enfrentar demônios internos e externos (como a homofobia).

Espiritualidade Laica: A influência do gospel veio das inúmeras igrejas de Nashville (onde o disco foi gravado), mas Bell usa essa estética para falar de esperança e celebração da vida, não necessariamente de religião.

Ficção Científica: A faixa de abertura, "Breaking Thru the Interstellar", foi inspirada pelo seu hábito de ler revistas de ciência sobre buracos de minhoca e viagens espaciais.

Foto: Divulgação

3. Tracklist (Edição Padrão)

Breaking Thru the Interstellar

Lies So Deep (feat. Sarah Potenza)

Heart's a Liar (feat. Debbie Harry)

For Today

Dance for Mercy (que ganhou um remix de Vince Clarke na edição deluxe)

Don’t Cha Know

Dawn of Heaven’s Gate

Godspell

Put Your Empathy on Ice

Thank You (uma faixa de encerramento emocionante onde ele agradece aos fãs pela carreira de 40 anos).

Foto: Divulgação

4. Edição de Luxo: "The Crown Jewels"

Para os colecionadores, foi lançada em dezembro de 2025 uma caixa com 4 CDs que inclui:

O álbum original e faixas bônus (como o cover de "Xanadu", que ele tocou no show do Rio).

Um disco de remixes (com participações de Vince Clarke e Cosmic Gate).

Versões estendidas de todas as faixas e um disco ao vivo.

Curiosidade: O nome do álbum é uma referência às cartas de Tarô e ao "coroamento" de sua trajetória de quatro décadas na música pop.

Texto e fotos: Maurício Code


 
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