"Um brinde à maior parada do orgulho LGBT do mundo.", diz a legenda da imagem publicada no último domingo, 29/05, na página oficial da Cachaça 51.
A publicação recebeu pouco mais de 39 mil curtidas, mas gerou uma maioria (quase unânime) de comentários positivos. (Post original AQUI)
Cada vez mais grandes marcas tem desafiado seus consumidores com apoio à comunidade LGBT, o que poderia ser "arriscado" e até motivo para mentes mais retrógradas deixarem de consumir um determinado produto.
A tradicional caninha ou cachaça 51 começou sua história pelas mãos dos irmãos Piccolo no ano de 1951, na pequena cidade de Santa Cruz das Palmeiras, interior de São Paulo e se tornou uma das bebidas mais populares, não somente no Brasil, mas também no mundo, sempre criando boas ideias para brindar à vida. (Veja a história completa AQUI)
"Brindo sim! Eu sou hétero, mas por eles eu brindo e com orgulho! Viva o amor!!!" disse uma seguidora da página.
Outro seguidor mostrou-se indignado, afirmando que a marca estaria aproveitando o "gancho" para se promover, como se a MAIOR MARCA DE CACHAÇA do Brasil precisasse: "Um brinda (ele quis dizer BRINDE) ao capitalismo do consumismo desenfreado e das marcas que adoram aproveitar os ganchos para se autopromover às custas dos outros"
Já uma ex-funcionária da empresa comentou: "Parabéns a empresa por essa iniciativa, eu já trabalhei na 51 e afirmo que gays lá são tratados de igual pra igual".
Em resposta aos que se mostraram contrários à publicação da marca, um dos seguidores escreveu: "Gente, antigamente nem essa iniciativa as empresas tinham, tinham medo do boicote, tinham medo de dar esse apoio, hoje em dia mostram isso pra todos, criam polêmicas e permanecem, não fraquejam. *ORRA OLHA A INICIATIVA, olha pela importância que isso gera, e não porque se trata de sexualidade, é a mesma luta."
No dia 17, a marca já havia se manifestado em apoio a comunidade LGBT com uma imagem mostrando o texto "Uma boa ideia é respeitar toda a forma de amor". A publicação alcançou 7.431 compartilhamentos até o momento, número insignificante para a marca, mas de grande importância para a causa LGBT. Veja o post original AQUI.
Não importa se com champagne, vinho ou com uma simples e deliciosa cachaça, é sempre "uma boa ideia" vermos a diversidade sendo celebrada e principalmente as grandes marcas apoiando a causa. Parabéns 51.
Imagens: 51
Pesquisa: Página Oficial Caninha 51/Mundo das Marcas
Por Maurício Code -CLIQUE AQUI para ver outras matérias escritas por este colunista.
Maurício Code é fotógrafo, designer gráfico, atuante no mercado desde 1995, DJ produtor, criador do selo Code Art Design (www.codeartdesign.com.br) e promoter de eventos na noite carioca através da pop4fun. Em seu curriculum destacam trabalhos para artistas nacionais e internacionais, remixes disponibilizados gratuitamente na internet além de trabalhos como visagista para cinema e televisão.
O segundo romance esmiúça as entranhas humanas; título se baseia em paixão platônica de uma personagem por Sidney Magal
Narrado com um estilo leve, muitas vezes regionalista e com detalhes minimalistas, o autor Roberto Blattes, em seu segundo livro, nos transporta para a cidade gaúcha de Santa Maria, da já longínqua década de 1970. Neste romance, percebemos que o livro não se trata de simples saudosismo de uma época.
Ao longo da leitura é possível retirar do título escolhido a ideia do ‘esquentar do sangue’ que percorrerá toda a obra.
O romance conta várias histórias, como a de Vera Lúcia, personagem que leva uma vida pacata até que, ao começar a trabalhar como empregada doméstica, conhece a televisão e fica fascinada pelas telenovelas, suas protagonistas e se apaixona pelo cantor popular Sidney Magal. Diversas outras tramas se cruzam e complementam o enredo.
O lançamento de “O meu sangue ferve” será no próximo dia 31/5, terça-feira, às 19h, no Centro Cultural da Justiça Federal, no Centro do Rio, com entrada franca.
A Avenida Paulista trocou seu habitual cinza pelas cores do arco-íris neste domingo (29/05) com a 20ª edição da Parada do Orgulho LGBT de São Paulo, que desde o dia 24 de maio passou a ser parte do calendário oficial de eventos de São Paulo, após decreto assinado pelo prefeito Fernando Haddad.
Desde as 10h da manhã, horário marcado para a concentração, as cores começaram a tomar conta da Avenida e às 13h, quando começaram os discursos dos organizadores, políticos e militantes, apresentados pela Drag Queen Tchaka, a Paulista já estava repleta de centena de milhares de pessoas, à espera dos 17 trios elétricos que fizeram o percurso Av. Paulista descendo a Rua da Consolação. O final do evento aconteceu no Vale do Anhangabaú com shows.
Fora Temer
Embora o tema “Lei de identidade de gênero, já! – Todas as pessoas juntas contra a Transfobia!” fosse pontual em carros, bandeiras – inclusive a tradicional bandeira do arco-íris esse ano foi substituída pela da visibilidade trans, nas cores branco, azul e rosa – e no grande número de Trans presentes nos trios e nas ruas, o grande destaque nos discursos, nas fantasias e em cartazes era a revolta contra a política com o “Fora Temer”.
Oficialmente a polícia Militar não divulgou os números do público participante, mas os organizadores falam em 2 milhões de pessoas.
A trans da crucificação volta com mais polêmica
A transexual Viviany Beleboni, que no ano passado encenou a crucificação durante a Parada LGBT de São Paulo (confira clicando AQUI), esse ano não deixou a polêmica de lado e veio protestar vestida de justiça e com a Bíblia simbolizando a bancada evangélica, grande responsável pela reprovação da Lei de Identidade de Gênero. Viviany também foi assunto essa semana, em divulgação do Jornal Estado de São Paulo, que diz que a bela poderá participar da segunda temporada da série Sense8, pela Netflix, que por sinal estava presente na Parada com um trio (inacessível à imprensa) com parte do elenco da série. Uma grua na Av. Paulista e outra na Rua da Consolação, registraram a Parada que estará dentro da história da série, tanto que o ator Alfonso Herrera (conhecido por ter feito parte do grupo RBD), beijou o ator que faz par romântico com ele na história, tudo encenação para a série.
Sobre as fotos
Finalmente, após 20 anos de uma árdua e diária militância em busca de respeito e reconhecimento, as pessoas trans ganham, pela segunda vez, seu merecido destaque. Não desmerecendo todos os gêneros que englobam a diversidade, mais do que nunca, pessoas transexuais foram o grande destaque desta edição.
Assim como na Feira Cultural LGBT (Confira AQUI), preferimos abrir mão da urgência que os grandes sites tem de publicar as fotos em primeira mão, para darmos estilo, cores, luz e beleza às imagens, utilizando técnicas de tratamento digital que enriquecem os cliques. Foi uma decisão unânime de nossa equipe, com a intenção de mostrar os detalhes das belíssimas maquiagens, adereços, cores e estilo desta edição. O resultado são fotos de alta exposição, com cores vibrantes e riqueza de detalhes, que mostram o colorido da diversidade. Somado a isso divulgamos também o nosso selo e site www.emfotos.com.br dos fotógrafos Eduardo Moraes e Maurício Code. Esse ano, como no ano anterior, o Em Neon contou com a participação do fotógrafo Adaílton Lima Soares e sua fotos fantásticas.
Shows, militância, música, saúde, comidagastronomia e muita, mas muita diversidade rolou na 16ª Feira Cultura LGBT, no feriado de Corpus Christi, no Vale do Anhangabaú. O arco-íris coloriu o vale nas mais diferentes formas: em roupas, chapéus, maquiagens... Muita purpurina, alegria e todas as tribos reunidas estavam presentes e a diversão foi garantida.
Ongs espalhadas em tendas traziam materiais de divulgação com conscientização, tendas falavam de prevenção contra DSTs (Doenças Sexualmente Transmissíveis), contando até com uma oficina de Diversidade Sexual e Sexo Seguro, ministrada pelas Drag Queens Dindry Buck e Sissi Girl, em um trailer era possível fazer o teste rápido do HIV, ficando o resultado pronto em 20 minutos, outras tendas vendiam roupas, underware e acessórios (com temática ursina, fashion ou com as cores do arco-íris), tinha também DVDs que iam desde as oito temporadas do reality “RuPaul’s Drag Race” a filmes pornôs, na praça de alimentação bebidas exóticas, sorvetes, pastéis, comida mexicana, uma grande variedade. Dindry Buck ministrou uma segunda oficina, a “Montagem: Nasce uma Drag Queen”, juntamente com Sissi Girl, Ivo Brasil e Eduardo Moraes, informaram sobre o papel da Drag Quuen no mercado de trabalho, na mídia, nas Redes Sociais, e por fim ensinaram homens e mulheres a se maquiarem e se produzirem como uma Drag, no final as “alunas” se apresentaram no palco e Yasmin Carraroh foi eleita a Drag Diversidade.
Falando em palco... O grande palco montado no Vale foi a grande atração da Feira e por onde passou uma grande variedade de shows, apresentados por artistas LGBT da noite paulistana. Só para citar alguns nomes: Gretta Starr, Mikaella Pitt, Diana Pequeno, Michelle Summer, Cicety Keroline, Safira Bengell, Miss Biá, Carla Hellen, Antara Gold, Marcinha Corintho, Michele X, Victoria Principal, Leonora Áquilla, Dimmy Kieer, Tchaka, entre outras estrelas, DJs e cantores se intercalaram entre as performances. Glória Groove cantou e encantou o público que a cada final de música pedia mais.
A novidade, muito pertinente por sinal, foi a presença de um rapaz no palco interpretando em libras o que era falado pelas apresentadoras e convidados.
A feira encerrou por volta das 22h e mais uma vez mostrou que a diversidade é necessária e principalmente culturalmente importante.
CLIQUE na imagem abaixo para ver as fotos do evento:
Fotos: Eduardo Moraes / Tratamento de imagem: Maurício Code
Por: Eduardo Moraes - CLIQUE AQUI e leia mais artigos desse autor.
Eduardo Moraes é jornalista formado pela USCS (Universidade Municipal de São Caetano do Sul) além de fotógrafo há 15 anos. Em seu curriculum estão o Jornal e Site Abalo, a Exposição O "T" da Questão e o Livro Avesso - Meu Lado Certo. Atualmente é editor-chefe do site www.EmNeon.com.br
Dia 29 de Maio (domingo), a partir das 10h na Avenida Paulista em São Paulo, a APOGLBT-SP, ONG que organiza a maior Parada do Orgulho LGBT do mundo, lança a campanha “Marque-se” nas redes sociais, pedindo para todas as pessoas marcarem seu rosto com as cores da bandeira trans (azul, rosa e branco) durante o evento e antes dele, pede para publicar também em suas redes, suas fotos com rosto marcado usando a hashtag: #ChegaDeTransfobia
A ideia, que partiu da APOLGBT, do GT da Juventude e da Líbia Miranda, da empresa Four4X, é reforçar o tema da Parada de 2016, que neste ano é “Lei de Identidade de Gênero Já! Todas as Pessoas Juntas Contra a Transfobia!”, tema escolhido pela APOGLBT-SP junto com os coletivos e militantes independentes por meio de reuniões iniciadas em outubro de 2015.
Eduardo Viana, fotógrafo, já registrou algumas fotos (acima e logo abaixo) de amigos, militantes, empresários, profissionais liberais e personalidades LGBTs que serão publicadas (todas elas) em breve no Twitter, Instagram e no Facebook da APOGLBT.
Se você postar em sua rede social, sua foto com o rosto marcado com as cores da bandeira Trans (boa qualidade) e marcar com um dos nossos perfis, eles irão retuitar, compartilhar e divulgar também nas Redes Sociais citadas acima. Vale lembrar que a foto tem que ter boa qualidade, tá?
Não quer tirar a foto? Não tem problema. Ajude a divulgar a Parada do Orgulho LGBT de São Paulo nas suas redes, ou divulgue o tema “Lei de Identidade de Gênero, Já! Todas as pessoas juntas contra a transfobia!” sempre incluindo a hashtag: #ChegaDeTransfobia
Dependendo da sua postagem, eles poderão compartilhar, retuitar ou mesmo repostar. Tudo com os devidos créditos. Não se preocupe.
A ideia da ONG é criar um grande movimento do “Marque-se” nas redes com o #ChegaDeTransfobia. Se existe essa possibilidade de fazer um “barulho digital nas redes”, eles farão! Essa luta é de tod@s! Participe!
Nossa colunista Dindry Buck, além de Drag Queen é ator, maquiador, publicitário e jornalista, sua multiplicidade aliada a seu talento incontestável são os responsáveis por ela ter, há vários anos, duas oficinas na Feira Cultural LGBT: “Montagem: Nasce uma Drag Queen” e “Na Cama com Dindry Buck”. As oficinas acontecem no dia 26 de Maio no Vale do Anhangabaú em São Paulo.
A oficina “Montagem: Nasce uma Drag Queen” apresenta o universo do transformismo, contando sua história, informando os melhores produtos a serem usados em uma “montagem”, dicas de como se maquiar, se vestir e se comportar ao vivo e nas redes sociais. Afinal de contas Drag Queen é uma profissão, e como profissional a postura é fundamental. Durante a oficina pessoas que queiram se “montar” devem se inscrever até meia hora antes do início da oficina. A aula, teórica e prática, termina com o melhor aluno (a) sendo eleito como a “Drag Diversidade”.
Relação dos oficineiros:
– Dindry Buck: é ator, maquiador, publicitário e jornalista;
– Ivo Brasil: formado em gestão de eventos, carnavalesco e gestor cultural;
– Eduardo Moraes: fotógrafo, jornalista e ator;
– Sissi Girl: Drag Queen no ramo do entretenimento em festas e eventos a mais de 20 anos, maquiador, cabeleireiro e militante LGBT.
A segunda Oficina, “Na Cama com Dindry Buck”, a Drag Queen Dindry Buck fala , explica e ensina, de forma lúdica, o que é a diversidade sexual, DSTs (Doenças Sexualmente Transmissíveis) e como fazer o Sexo Seguro.
Serviço: Data: 26 de maio de 2016 Oficina “Montagem: Nasce uma Drag Queen” Onde? Na16ª Feira Cultural LGBT – APOGLBT Endereço: Vale do Anhangabaú, São Paulo/SP Horário da oficina:15h às 17h Horário da Feira: 10h às 22h Entrada: Franca Data: 26 de maio de 2016 Oficina “Na Cama com Dindry Buck” Onde? Na16ª Feira Cultural LGBT – APOGLBT Endereço: Vale do Anhangabaú, São Paulo/SP Horário da oficina:14h às 16h Horário da Feira: 10h às 22h Entrada: Franca
Evento no Anhangabaú deve reunir 100 mil pessoas em atividades de cultura, lazer e gastronomia.
Entrada gratuita
No dia 26 de maio, feriado, irá acontecer a tradicional Feira Cultural LGBT, organizada pela APOGLBT (Associação da Parada do Orgulho GLBT) em parceria com a Four X Entertainment. Em sua 16ª edição, com programação gratuita, ela acontece no Vale do Anhangabaú, das 10h às 22h. No dia, o público poderá assistir performances de artistas LGBTs no palco do evento e conferir as opções de cultura, lazer e gastronomia, além de adquirir produtos.
Ao todo são 60 tendas – comerciais com produtos dos mais variados segmentos que vão de moda e decoração e outras de alimentação; além de oficinas culturais com Drag Queens, aulas de samba, samba/rock e dança afro, espaço para adoção de cães e gatos, artesanato equatoriano e peruano e um bate-papo com escritores especializados em literatura com temática LGBT. Também terão tendas especificas para divulgação dos trabalhos de Organizações Não Governamentais (ONGs) e demais entidades que apoiam a causa LGBT. Na praça de alimentação, a novidade é a parceria com a lanchonete Bob’s e a Pizzaria Patroni, que junto com outras tendas de comidinhas, ficarão responsáveis por toda a parte gastronômica do evento com combos exclusivos para ocasião. As marcas Skol e Kibon, também marcarão presença no evento, com produtos de seus portfólios.
A Feira Cultural LGBT integra o calendário do Mês do Orgulho LGBT de São Paulo e é o último evento antes da grande manifestação – Parada do Orgulho LGBT que traz o tema “LEI DE IDENTIDADE DE GÊNERO, JÁ! – Todas as pessoas juntas contra a Transfobia!”.
PROGRAMAÇÃO PALCO DA 16º FEIRA CULTURAL DA DIVERSIDADE LGBT 2016
10h00
APRESENTAÇÃO
ABERTURA DA FEIRA – VÍDEO INSTITUCIONAL
SET DJ RODRIGO MOTTA
11h00
DIVULGAÇÃO TEMA PARADA
APRESENTAÇÃO: ESQUADRÃO DAS DRAGS
CIRCO VIRAMUNDO
IRMAOS LYONS
FERNANDA NUNES
BEATRIZ UBER
AMANNDA COLLEN
CONCURSO DRAG PARADA
DIEGO STRUGLE
SET DJ RODRIGO MOTA + GOGO DRAG MIKAELLA PITT E GOGO TRANS VICTORIA VIPPER
CANTOR KDU CRAZY
14h00
DIVULGAÇÃO TEMA PARADA
APRESENTAÇÃO: LISA CRAZY E BELLA BALLONY
ALEX FURTADO + BALÉ
DIANA PEQUENO
ISLAINA DE FIORY E NATASHA NATHI
SET DJ JORDAN BENASSE + GOGO DRAG MIKAEELA PITT E GOGO TRANS VICTORIA VIPPER
CANTOR EROS
15h00
DIVULGAÇÃO TEMA PARADA
APRESENTAÇÃO: MICHELE SUMMER E CICETE KEROLINE
STAR POP + BALE + CIRCO
CICETY KAROLINE E VICTORIA PRINCIPAL
BELLA BALLONY
SET DJ JORDAN BENASSE + GOGO DRAG MIKAEELA PITT E GOGO TRANS VICTORIA VIPPER
CANTORA RENATA PERON
16h00
DIVULGAÇÃO TEMA PARADA
APRESENTADORA: GRETTA STTAR E KYLIE HICKMAN
CANTORA LUANA HANSEN
SAFIRA BENGELL
MISS BIA
CARLA ELLEN
ANTARA GOLD
MARCINHA CORINTO
MICHELE X
SET DJ JORDAN BENASSE + GOGO DRAG MIKAEELA PITT E GOGO TRANS VICTORIA VIPPER
SHOW DIVAS
17h30
DIVULGAÇÃO TEMA PARADA
APRESENTAÇÃO: LULLY FASHION E VICTORIA PRINCIPAL
YURI MIXX
MARCELA NASCIMENTO
PENELOPE JOLLY + BALÉ
LAILA KEN + BATERIA ESCOLA SAMBA
SET DJ JORDAN BENASSE + GOGO DRAG MIKAEELA PITT E GOGO TRANS VICTORIA VIPPER
CANTORA TAMARA RANGEL
18h30
DIVULGAÇÃO TEMA PARADA
APRESENTAÇÃO: TCHAKA RAINHA DAS FESTAS E ATHENA JOY
POPOVICK + BALÉ
LILICA
CARLA RANGEL
MERYLLIN DHYOR
LEILA MORENO + BALÉ
LISA BOMBOM
SET DJ FABIO LIMA GOGO DRAG MIKAEELA PITT E GOGO TRANS VICTORIA VIPPER
AS BAHIAS E A COZINHA MINEIRA
19h30
DIVULGAÇÃO TEMA PARADA
APRESENTAÇÃO: DIMMY KIER E VIVIANE BALBONI
ROOBIT MOON + BALÉ
SULIVAN REIS
DANNY COWLT
MARCIA PANTERA
SET DJ PAULO PRINGLES + GOGO DRAG MIKAEELA PITT E GOGO TRANS VICTORIA VIPPER
CANTOR LUCCA ELECTRO LIVE
20h30
DIVULGAÇÃO TEMA PARADA
APRESENTAÇÃO: LEONORA AQUILA E VALLENTTINE
CONVIDAR APOLGBT
CANTORA GLORIA GLOVER
SHOW ENCERRAMENTO
PAULETE PINK
LAYLA KEN
PENELOPE JEAN
RAFAELA
TALESSA TOP
MARIANA MERCURY
CANTORA ALEXA MARIE
21h30
ENCERRAMENTO
ESPAÇO DIVERSIDADE – OFICINAS CULTURAIS
10:00 KARAOKÊ KAKA ALEGRIA
12:00 AULA DE RITMOS
13:00 AULA DE SAMBA
14:00 WORKSHOP NA CAMA COM DINDRY BUCK DIVERSIDADE SEXUAL E SEXO SEGURO
15:00 WORKSHOP NASCE UMA DRAG QUEEN
16:00 AULA DE SAMBA/ROCK
17:00 BATE-PAPO COM ESCRITORES ESPECIALIZADOS EM LITERATURA LGBT
SERVIÇO: 16ª Feira Cultural LGBT – Data: 26 de maio – Horário: das 10h às 22h – Local: Vale do Anhangabaú – ao lado do metrô Anhangabaú em São Paulo – Realização: APOGLBT – Produção: FourX em parceria com a Groupe 360º e OCP
GENCTHY!!! SE LIGUEM NO BAPHO: Depois de 10 anos sem lançar um álbum de canções inéditas, chega ao mercado fonográfico o mais novo CD da cantora e compositora FERNANDA ABREU! Intitulado “Amor Geral”. O álbum apresenta 10 canções inéditas e é uma das grandes promessas de 2016! Fernanda, que continua em plena forma aos 54 anos (e botando muita novinha no chinelo), superou o luto referente à perda de sua mãe, Vera, o fim do seu casamento de 27 anos, com o artista gráfico Luiz Stein, e transformou tudo isso, e muito mais, em um extraordinário álbum! A talentosa (e super generosa) artista, que foi a primeira entrevistada da coluna EM CONTATO, volta a falar conosco e promete desvendar tudo sobre esse trabalho incrível que acaba de sair do forno! Em seu oitavo disco solo, a “Garota Sangue Bom” prova mais uma vez que é possível se manter relevante no atual cenário musical e nos presenteia com esse excelente e surpreendente "AMOR GERAL"! UI UI UI AI AI, MEU PAAAI!!! Bora conferir essa entrevista agora, meu povo!!!
Marcello Taurimo: Depois de muito aguardado, enfim, “Amor Geral” foi oficialmente lançado! Por que a escolha desse título? O álbum fala exclusivamente sobre o amor, é isso?
Fernanda Abreu: "Amor Geral" é um álbum autobiográfico onde o tema é o amor. Centrado não em mim, mas no outro. O outro como ponto de partida e o amor como ponto de chegada. É um disco sobre a vida onde o amor, que parece um tema banal, se afirma como a força fundamental, pois no cenário de indiferença, cinismo, consumismo, intolerância e ódio que marca os nossos dias atuais, o amor é a mais bela e eficiente forma de resistência. A resposta mais poderosa. Num momento em que o mundo parece andar pra trás desprezando e atropelando o respeito às liberdades de expressão sexual e afetiva, às formas alternativas de família, às diferenças culturais e religiosas, à tolerância no convívio social e no trato pessoal, apresento "Amor Geral" como uma espécie de antídoto.
MT: Como foi trabalhar com Giovanni Bianco, artista super talentoso e bastante conhecido por seus trabalhos com Madonna e recentemente com Anitta? Soube que foi ele quem te procurou, é verdade!?
FA: Eu estava na pista de dança quando Giovanni Bianco passou por mim e brincando falou: "agora que você se separou de Luiz Stein, quando iremos trabalhar juntos?" Uau!, pensei. Dali em diante foi só alegria! Quanto talento, inteligência e generosidade numa única pessoa. Essa capa lindamente criada por ele traz uma imagem que, pra mim, simboliza a eterna procura do ser humano. Uma espécie de esfinge sugerindo que o amor entre os homens é um eterno enigma a ser decifrado, num olhar que traduz um misto de apreensão e esperança, somado a ideia do texto impresso na pele da mão lembrando que escrevemos o mundo ao mesmo tempo que somos escritos por ele.
MT: Por que a escolha da canção “Outro Sim” para ser o 1º single do álbum?
FA: Escolhi como faixa de abertura, pois sintetiza o sentimento do álbum. Uma espécie de faixa- manifesto. Então convidei Wladimir Gasper (pseudônimo de Pedro Bernardes) de quem sou fã do trabalho.
MT: Como foi o processo de filmagem do belíssimo videoclipe? Foi fácil trabalhar com os novos profissionais do seu time (Sony, Conspiração Filmes, Mini Kerti)?
FA: Mini Kerti já tinha dirigido o videoclipe "Eu vou torcer" do CD "Na Paz" e foi mais uma vez muito bom trabalharmos juntas. Montamos uma equipe ótima! Claudia Kopke no figurino, Fernando Torquatto no make up, Dani Lima na coreografia, Flavio Zangrini na excelente fotografia, Carol na edição e a Conspiração na produção. O projeto gráfico de Giovanni Bianco foi a inspiração para o clipe.
MT: Partindo daquele ditado que diz que “as mães deveriam ser eternas”, pergunto: Foi emocionalmente muito difícil pra você escrever a canção “Antídoto”, feita em homenagem a sua mãe?
FA: Numa das madrugadas tristes que passei pensando na condição terrível em que minha mãe se encontrava (num coma há anos), peguei o violão, deitada na cama, e comecei a tocar uns acordes que já vieram acompanhados de melodia e letra juntos. Nunca tinha me acontecido isso antes.
MT: Além da canção pra sua mãe, nesse mesmo disco você também canta uma música para o seu atual namorado e outra para o seu ex-marido, “Amor Geral” seria um “diário” em formato de álbum?
FA: Como disse ele é um disco autobiografico. "Valsa do Desejo" foi inspirada na minha paixão por Tuto Ferraz, escrevi essa letra e comecei a criar a melodia a cappella dançando uma valsa em casa. Fui pra SP e pedi ajuda pra ele, que sentou ao piano e criou uma harmonia linda e densa que, somada ao arranjo de cordas, criou a atmosfera que eu queria. Já em "O que ficou", Thiaguinho Silva, baterista e compositor me mandou uma melodia no piano que me inspirou de cara. Escrevi a letra pro Luiz Stein, que foi meu marido por 27 anos e é pai das minhas duas filhas.
MT: A colaboração do ícone Afrika Bambaataa para o disco, deve ter sido incrível! Conte-nos sobre essa parceria.
FA: Alô Fernanda, sabe quem está aqui no Estúdio? Afrika Bambaataa! Vem pra cá! Foi assim que Sérgio Santos começou a produzir essa faixa. Em seguida, eu já estava no meu estúdio Pancadão, de frente para o pai do Funk Carioca, criador da clássica e emblemática música "Planet Rock", o icônico Bambaataa. A faixa é uma homenagem ao Tambor, expressão primeira da cultura negra e da comunicação entre os homens.
MT: Das 10 canções do álbum, qual você sugere aos ouvintes uma atenção especial? Por quê?
FA: Não. Ouçam todas!!! Emoticon smile
MT: Após mais de duas décadas longe desse formato, qual a sensação de ter um disco novamente prensado em vinil em plena era digital? “Amor Geral” também será comercializado em LP ou trata-se apenas de uma edição promocional?
FA: Será lançado e comercializado em vinil. Acho muito bacana, pois o som é melhor, a capa fica linda no formato vinil e as informações estão muito mais destacadas.
MT: Com o lançamento de toda a sua discografia em formato digital, podemos esperar também pelos relançamentos dos álbuns físicos, incluindo material extra, remixes, etc?
FA: Não sei ainda. Por enquanto a Sony, junto com a Garota Sangue Bom Music, irá lançar o catálogo (CDs) nos meios digitais.
MT: Agora com um canal oficial no Youtube e com o sucesso que “Outro Sim” está fazendo, podemos esperar por clipes antigos, vídeo releases, making of e imagens de shows nesse canal?
FA: Acredito que sim!!!! Essa é minha vontade.
MT: Quando o público poderá assistir a nova turnê? Já existe alguma data e local agendado para a estréia do novo show?
FA: Estou no processo de montagem do show. Arranjos, ensaios, reuniões com equipe técnica (iluminador, coreógrafo, cenógrafo, engenheiros de som, etc…). Espero estar com o show pronto em julho.
MT: Pra finalizar, já que vivemos “tempos estranhos”, que recado você manda para a humanidade?
FA: "Amor Geral"!!!!!
Confira abaixo o Videoclipe OUTRO SIM:
Confira abaixo o Making Of do videoclipe OUTRO SIM:
Fotos: Gui Paganini (arte by Giovani Bianco) e Flavio Zangrini
Por: Marcello Taurino - CLIQUE AQUI e leia mais artigos desse colunista
Marcello Taurino (do signo de touro) é técnico em contabilidade e iniciou sua carreira artística nos anos 90. É ator performer, audiomaker, videomaker, ativista/militante LGBT, dançarino e aderecista, entre outras aptidões.
Na gravação do "The Voice" americano, que irá ao ar hoje (23/05) nos EUA, houve um momento emocionante em homenagem à Whitney Houston, onde um holograma da cantora, que faleceu em 2012, performa em um dueto com Christina Aguilera. Mas o Whitney Houston Estate e a NBC cancelaram a apresentação do dueto no programa. Há rumores que o vazamento da gravação na internet seja a causa do cancelamento da apresentação, embora a família dê outros motivos para isso.
Na semana passada a gravação do programa com o holograma vazou e os familiares da cantora decidiram cancelar a sua apresentação oficial. Alki David que criou o holograma com a sua empresa, Holograma EUA, disse na última sexta-feira, que “o trabalho estava feito, mas o que os fãs viram foi uma obra incompleta."
Segundo a ET online, a irmã de Whitney, Pat Houston comentou: "O holograma é uma nova tecnologia que demanda tempo para aperfeiçoar, e acreditamos que com os artistas icônicos, ele deve ser perfeito para o legado de Whitney, e seus dedicados fãs merecem perfeição. Depois vendo de perto o desempenho, decidimos que o holograma não estava pronto para ir o ar ".
"Certamente havia mais reforço para o rosto que precisava ser feito nos close-ups finais que foram escolhidos para o programa de TV, porque há uma diferença entre ver uma performance ao vivo e ver um close-up extremo", explica ele, apontando para aqueles que tiveram a sorte de testemunhar o desempenho em pessoa. "Havia pessoas na plateia que estavam chorando", diz ele.
O Houston Estate (Espólio da cantora) não teve nenhum comentário negativo à Aguilera em sua declaração, dizendo que o desempenho da cantora foi "absolutamente impecável."
Em sua declaração Aguilera se defende: "Tive a honra da família Houston me pedir para realizar esse dueto com a lendária Whitney Houston, mas infelizmente, a tecnologia não poderia comparar-se com o talento que Whitney possuía”.
Mas David afirma que Aguilera estava "absolutamente furiosa" quando ela recebeu a notícia. "Christina teve um ataque quando soube que havia uma possibilidade de o show ser cancelado", diz ele. "Ela é uma perfeccionista e adorou o que viu... Ela está furiosa. Absolutamente furiosa."
Mas o show vai continuar pelo legado de Houston, David revelou mais detalhes sobre um show que terá como atração principal o holograma: "Nós estamos trabalhando em um show completo que fará uma turnê", diz ele, "e que será um show de uma hora e irá mostrar Whitney em diferentes fases da sua vida."
No vídeo que vazou, Cristina canta com o holograma de Whitney os hits “I Have Nothing” e” I'm Every Woman”.
Vale lembrar que a apresentação do holograma do cantor Michael Jackson no "Billboard Music Awards" em 2014, não agradou os fãs mais ardorosos do cantor.
Nas redes sociais, fãs de Whitney estão divididos. Alguns, furiosos pelo cancelamento e outros felizes, por julgarem que o holograma não lembra a cantora.
A 8ª temporada do "RuPaul's Drag Race" mal acabou e a vencedora (claro que não vou estragar a surpresa) já sabe que seu reinado será árduo.
As participantes das edições anteriores ainda reinam... e aproveitando o momento em que o reality ainda está em evidência, a apoteótica Alaska Thunderfuck 5000 divulgou na última sexta-feira (20/05), o videoclipe “ANUS”, faixa-título de seu álbum lançado em junho de 2015.
"Anus" unânime entre os fãs!
"Desce até o chão, me deixe sentir a sua vagina... Sem controle, como se tivesse tomado um LSD", diz a letra da música, pra lá de criativa e inusitada escrita por Justin Honard ,Tomas Costanza e Ashley Levy. A produção de "Anus" é assinada pelos produtores Tomas Costanza e Paul Coultrup.
Aliás, falando rapidamente no álbum "Anus", a maioria das letras (curtas e repetitivas) apresentam conteúdo explicito, que lembram o que chamamos de "funk proibidão" aqui no Rio de Janeiro.
Dirigido por Sasa Numic, o ousado vídeo conta com a participação de outras Drags que passaram pelo RuPauls drag Race, como Raja e Bibble Girl.
Enfim a diversidade!
Tentando ainda, quebrar os dogmas "só corpões" e "só branquelos" (é claro que também tem isso no clipe ou então o povo não assiste), o vídeo traz gordinhos, negros e acho até que vi uma mulher!
De quebra o clipe ainda tem cenas EM NEON, (homenagem ao nosso site? hahaha) psicodélicas (praticamente o mesmo efeito usado por RuPaul em "The Realness") e até um trabalho de parto, em que Alaska dá a luz a um líquido verde! Oh God! Vai lá saber o significado disso!
Ousadia é dar a dar a luz pelo fiofó!
Confira o clipe de Alaska abaixo:
O que eu achei do vídeo?
Bem... Sei que não devia, mas comparando com o "The Realness", Alaska deixou RuPaul na poeira.
Não apenas pela produção caprichada do vídeoclipe, mas pela própria produção musical. Apesar de AMAR a RuPaul, tenho percebido que seus últimos singles e videoclipes caíram na mesmice de sempre. O som é sempre 90's e os videoclipes (de baixo orçamento) intercalam Tia Ru dublando, mesclando com 3 ou 4 caras esculturais e drags dançando e é só!
Daí um amigo vem e me diz: "É isso que as pessoas querem". Concordo, mas dá para abrir um pouco os horizontes e sair do lugar comum. Sempre dá! É lógico que não existe uma Drag Queen que vá superar RuPaul em qualquer quesito, mas está na hora de ousar um pouco, trazer algo novo, não é?
Pode ter bofe sim, mas que a estrela brilhe mais que eles!
Imagens: Frames "Anus"
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Maurício Code é fotógrafo, designer gráfico, atuante no mercado desde 1995, DJ produtor, criador do selo Code Art Design (www.codeartdesign.com.br) e promoter de eventos na noite carioca através da pop4fun. Em seu curriculum destacam trabalhos para artistas nacionais e internacionais, remixes disponibilizados gratuitamente na internet além de trabalhos como visagista para cinema e televisão.
Você conhece a norte-americana Cherilyn Sarkisian? Talvez por esse nome não, mas se eu lhe perguntar sobre Cher, certamente você dirá que sim. A Deusa do Pop, que completa hoje, 20/05, 70 anos, conseguiu esse apelido por conseguir a proeza de estar em evidência há seis décadas, sendo reconhecida por ter ajudado a difundir os conceitos de autonomia feminina e autorreinvenção na indústria do entretenimento, ela é famosa pela voz grave e por ter trabalhado em várias áreas da mídia, bem como por reinventar constantemente sua música e imagem.
Com Sonny Bono, marido e parceiro da dupla "Sonny e Cher"
Em seu início de carreira (1965), Cher ficou famosa ao fazer dupla com seu marido, na ocasião, Sonny Bonno. Ao mesmo tempo, ela se estabeleceu como cantora solo com clássicos como "Bang Bang (My Baby Shot Me Down)", "Gypsys, Tramps & Thieves", "Half-Breed" e "Dark Lady", canções que lidam com temas raramente discutidos na música popular americana.
Cher fotografada por Stephen Paley para a revista Vogue de setembro de 1969
Phill Marder, da revista Goldmine, a descreveu como líder de um movimento iniciado nos anos 60 que visava "expandir a rebelião feminina no mundo do rock" e como "o protótipo da rockstar feminina, ditando os padrões de aparência e atitude."
Farrah Fawcett em participação do programa "The Sonny & Cher Comedy Hour"
Após ser considerada antiquada por uma nova geração que cultuava as drogas, Cher ressurgiu como estrela da televisão nos anos 70, com o estrondoso sucesso dos programas "The Sonny & Cher Comedy Hour" e "Cher". Ela lançava tendências de moda com seu extravagante senso de estilo. Após se divorciar de Sonny em 1975, Cher experimentou vários estilos musicais, incluindo disco music e New Wave, e quebrou recordes de público com seu espetáculo fixo em Las Vegas.
Cher nos anos 80
No início dos anos 80, Cher estreou na Broadway e foi indicada ao Oscar de melhor atriz coadjuvante pelo filme "Silkwood - O Retrato de uma Coragem". Nos anos seguintes, ela estrelou filmes de sucesso como "Marcas do Destino", "As Bruxas de Eastwick" e "Feitiço da Lua", pelo qual ganhou o Oscar de melhor atriz em 1988. Ao mesmo tempo, ela ganhou respeito como cantora de rock ao lançar uma série de álbuns multi-platinados e sucessos como "I Found Someone" e "If I Could Turn Back Time".
Nos anos 90, ela estreou como diretora de cinema em "O Preço de uma Escolha" e lançou o maior sucesso musical de sua carreira, "Believe" (1998), que lançou a moda Auto-Tune (ou "efeito Cher") como efeito vocal.
Na foto de Barry King, Cher em apresentação de sua "Living Proof: The Farewell Tour"
Nos anos 2000, ela embarcou na bem-sucedida "Living Proof: The Farewell Tour" e fechou um contrato de 180 milhões de dólares para se apresentar por três anos no Caesars Palace em Las Vegas.
Cher década de 2010
Segundo o biógrafo Mark Bego, "ninguém na história do show business teve uma carreira com a magnitude e o alcance da [carreira] de Cher." Única pessoa a ter recebido todos esses prêmios, Cher ganhou um Oscar, um Grammy, um Emmy, três Globos de Ouro e o prêmio de melhor atriz no Festival de Cannes. Reconhecida como uma das artistas mais bem-sucedidas da história, ela vendeu mais de 100 milhões de álbuns solo e 40 milhões de cópias como parte da dupla Sonny & Cher. Ela é a única artista a ter alcançado o primeiro lugar nas paradas da Billboard em cada uma das últimas seis décadas.
Cher e Chaz amor dentro e fora de casa
Cher é mãe de Chaz Bono, que é um homem transexual, filho dela com Sonny. Ela sempre foi uma mãe que apoiou seu filho, tanto antes, durante e, ainda mais, após sua readequação sexual.
Foto feita por Charles Sykes em 23/09/2013, Cher no programa "Today" da NBC, em Nova York
Ao pesquisar sobre Cher para fazer essa pequena homenagem, muito material foi encontrado, não é por menos, sua extensa carreira traz muita história. Somente no Wikipédia o histórico é bem grande e detalhado. Merecimento para uma Rainha, ou melhor, uma Deusa, já que assim ficou registrada na história. Parabéns Cher e que venham mais décadas de sucessos, seus fãs merecem.