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quarta-feira, 22 de fevereiro de 2017

Confissões de uma Drag: São Paulo respira Carnaval

Em Neon: quarta-feira, 22 de fevereiro de 2017




Quem diria que o "tumulo do samba", termo designado por muitos à cidade de São Paulo, quando se tratava de carnaval, agora se torna praticamente a capital nacional com mais blocos e bandas carnavalescas.

Para se ter uma ideia, esse ano de 2017, oficialmente falando, são mais de 400 bandas e blocos cadastrados na prefeitura e tem para todos os gostos - música eletrônica, marchinha, samba, axé, sertanejo... - e não se limita apenas na época carnavalesca, tem bandas pré e pós carnaval.

A Vila Madalena ainda é o point que mais se concentra bandas e blocos da cidade. Mas o bloco que arrastou uma multidão no final de semana do dia 19 de fevereiro foi o Baixo Augusta - mais de 400 mil foliões descendo a Consolação até a Praça Roosevelt - que tem como musa a Trans Dailyn Rose e a Rainha Alessandra Negrine e esse ano contou com as presenças de Fafá de Belém, Marcelo Rubens Paiva e Alexandre Nero, sem esquecer da presença de todos os anos a foliã Leandra Leal.

São Paulo também tem as famosas bandas LGBT. Esse ano a Banda do Fuxico, comandada por Roberto Mafra homenageou Elke Maravilha, corou e laureou personalidades e militantes que fazem muito pela causa LGBT, dentre eles o Esquadrão das Drags, que faz um lindo trabalho de prevenção e cidadania (além da homenagem, um banner gigante com a fotos das coloridas Drag Queens estampou o trio elétrico que arrastou uma multidão pelos centro de São Paulo).

Falando no Esquadrão das Drags, elas foram nomeadas embaixadoras da AHF Brasil, uma instituição internacional de combate ao HIV, fizeram parceria com a Impulse, uma ONG também de prevenção que tem sede em Los Angeles e juntamente com essa galera, as intrépidas Drag Queens foram até Pinheiros fazer prevenção e se divertir no delicioso Bloco Boca de Veludo para os amantes de música tribal e eletrônica.

O Museu da Diversidade também entra no ritmo do carnaval. Colocou em cartaz a exposição "Será que El_ É?", com curadoria do carnavalesco Sidney França, que homenageia grandes nomes do carnaval como Clóvis Bornay e Maurício Pina (famoso destaque que brilha tanto no carnaval do Rio como em São Paulo) e colocou na rua o Bloco Será Que El_ é? Que teve como madrinha Rita Cadillac, Rainha Moma Kaká di Polly e as fadas e apresentadoras, as coloridas Drags do Esquadrão das Drags.

Dindry Buck ainda foi convidada especial para ser a repórter da Banda Gueri Gueri, que esse ano completou 31 anos de existência, uma banda que surgiu na Oscar Freire e tem em sua maioria a nata da sociedade paulistana. A modelo Vivi Orth foi a madrinha da Banda e o Conde Chiquinho Scarpa o Muso. No palco, agitando a galera a Rainha Gueri Gueri Fafá de Belém e Ivo Meireles.

Na noite da segunda, 20, que antecede os festejos de momo, uma multidão acompanhou a Banda Redonda, com mais de 40 anos de fundação e que reúne trans, drags famosas e muitas montadas.
E olha que o Carnaval está apenas começando.. Haja fôlego!

Confira o vídeo onde Dindry Buck foi a Drag Repórter da banda Gueri Gueri:

Confira mais algumas fotos das bandas abaixo:



Confira abaixo Galeria Especial da Banda do Fuxico clicadas por Acácio Brindo:


Fotos: Acácio Brindo / Albert Roggenbuck / Dailyn Rose / Jefferson Mateus

 
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