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terça-feira, 6 de janeiro de 2026

'Vem Que Tem' cumprirá temporada no Rio de Janeiro, no Teatro Vannucci (Shopping da Gávea)

Em Neon: terça-feira, 6 de janeiro de 2026


Fotos: Ricardo Sal


"Vem Que Tem" é um espetáculo de entretenimento que aborda, de forma crítica, alguns episódios do cotidiano da sociedade, através de esquetes – quase todas elas fruto da observação do autor Ricardo Peixoto, em transportes públicos, bares, festas, velórios, redes sociais, ruas, praças, etc... Essa quase que obsessiva curiosidade de Ricardo Peixoto pelo comportamento do ser humano, em seu dia a dia, encontra respaldo nas crônicas de Luís Fernando Veríssimo, de quem é um fervoroso discípulo. Não só porque coleciona suas crônicas, desde o início da década de 80, mas também porque observar (e retratar) o homem comum sempre foi, igualmente, o foco principal das suas preocupações.

Nesse sentido, encontrar na linguagem do Teatro de Revista a forma adequada para tais narrativas, foi uma decorrência natural. Até porquê, a Revista sempre foi um canal de difusão dos modos e costumes de uma determinada época, alternando, como se conhece popularmente, as relações com pintadas de humor. Em "Vem Que Tem", observa-se, ainda, a junção de vários elementos cênicos: música, paródia, dança e muita crítica social. Como bem observa o autor/diretor:

-  Ao longo de quatro décadas (meu tempo de carreira artística), adaptei e produzi quatro peças no gênero Teatro de Revista. Retratar (e observar criticamente) os hábitos e costumes destes homens e mulheres que estão a minha volta, sempre foi a minha matéria prima. Costumo dizer que onde houver gente, eu estou atento – observando, registrando, aprendendo um pouco mais. Sempre.

E esse longo aprendizado faz com que agora, em "Vem Que Tem", Ricardo Peixoto avance um pouco mais. O universo mágico deste gênero, que já foi consagradamente apontado como o que de mais significativo havia no teatro popular brasileiro (décadas de 40 e 50 do século passado), é reverenciado na citação de suas grandes estrelas/vedetes, dos seus consagrados atores/comediantes e, também, dos seus autores e produtores. Como bem observa Ricardo Peixoto "Estou estreando como autor e compositor, ou seja, trata-se de um trabalho totalmente autoral, pois além das composições musicais de minha autoria, ambiento o espetáculo com ilustrações apimentadas que, por si só, servem para manter o clima de descontração e alegria tão pertinente a este gênero de espetáculo. Sem falar que me permito uma licença poética e coloco também bonecos (marionetes) em cena".


Ficha Técnica:

Texto: Ricardo Peixoto

Direção: Viviane Alfano

Elenco: Amando Amoroso – Chen Chen – Chinco Canidé – Cleidiane Darlen – Delcleciano Besouro – Parabaldo Costa – Pétua

Vozes de: Dhu Moraes, Fafy Siqueira – Guilherme Fiuza e Reynaldo Gonzaga

Autorais – Malandro Verdadeiro, Ritmo da Maré e Vem Que Tem: Ricardo Peixoto

Arranjos: Cassio Reis

Música Original e Trilha Sonora: Ricardo Severo

Projeto de Luz: Cizo de Souza

Operação de Som: Barbara Frazão - Alselmo Vanzelli

Operação de Luz: Viviane Alfano - Cizo de Souza

Preparação Vocal: Paula Capovilla

Movimentos Corporais/Coreografia: Ricardo Peixoto

Manipulação de Bonecos: Marcia Di Mila e Olívia Oliveira

Figurino: Michelly Summer

Maquiagem: Silvinho Sagica

Perucaria: Milton Lombardi

Efeitos Visuais de projeção: Itamar Rocha

Assessoria de Imprensa: Amigos Assessoria de Comunicação

Fotografia: Sal Ricardo

Cenotécnico e Aderecista: George Silveira

Criação e Arte Visual: N2m Criação

Direção de Produção e Realização: Ricardo Peixoto Produções



SERVIÇO:

Teatro Vannucci - Shopping da Gávea

A partir de 14/01/2026 (todas as 4ª feiras às 20h.)

Rua Marquês de São Vicente, 52 - 3º Andar - Gávea - Rio de Janeiro/RJ

Tel: (21) 2274-7246

Ingressos: Inteira R$ 120,00 (meia R$ 60,00)

Bilheteria: De Terça a Domingo, das 14h às 20h

Capacidade: 427 lugares

Classificação Indicativa - 12 anos

segunda-feira, 5 de janeiro de 2026

'Fafá de Belém, o Musical' celebra 50 anos de carreira da artista paraense. Estreia dia 15 de janeiro no Teatro Riachuelo Rio

Em Neon: segunda-feira, 5 de janeiro de 2026


"Fafá de Belém, o Musical" utiliza a linguagem do teatro musical para narrar a trajetória de uma das mais importantes cantoras da música brasileira. Iniciaremos nossa jornada pela floresta amazônica, berço e cenário de origem da artista. Por meio das lendas e mitos dos povos da floresta — indígenas, ribeirinhos, marajoaras, entre outros — contaremos e cantaremos a saga da nossa cabocla Fafá. Ecologia, meio ambiente e MPB são ingredientes que compõem o nosso espetáculo em homenagem ao cinquentenário desta grande cidadã e artista brasileira. O musical fica em cartaz no Teatro Riachuelo Rio de 15 de janeiro a 8 de março.

A história será contada em três planos. O primeiro plano se passa no presente, durante a gravação de um documentário em homenagem aos 50 anos de carreira de Fafá de Belém. A partir de suas lembranças, vão surgindo os demais planos. O segundo plano representa a memória da infância, em uma Belém lírica — entre mitos e lendas. No terceiro plano, assistimos à construção da carreira da cantora — de Belém para o mundo.

Três atrizes interpretarão a cantora nas fases da infância, juventude e maturidade: Fafá-menina, Fafá-cantora e Fafá de Belém. No início da peça, os planos se estabelecem de forma independente; a partir de determinado momento, eles se atravessam e se completam.

Fafá de Belém
Em 2025, Maria de Fátima Palha de Figueiredo, mais conhecida como Fafá de Belém, completou 50 anos de carreira. A cabocla de voz sensual que invadiu a cena musical brasileira em meados dos anos 1970 quebrou padrões de comportamento, trazendo consigo toda a cultura da região Norte do país.  Segundo o jornalista Arthur da Távola, foi através da voz da jovem Fafá, pela tela da TV, que ele pôde descobrir o Brasil profundo, amazônico, tão pouco conhecido, até então, pelos brasileiros das grandes capitais. A canção era “Filho da Bahia”, de Walter Queiroz, que fazia parte da trilha sonora da novela Gabriela, da TV Globo. E, assim, com apenas 18 anos, aquela menina que vinha da floresta entrou nas casas de todo o país com o seu sorriso aberto, sua gargalhada inconfundível, suas curvas, seus seios fartos, seu jeito espontâneo e livre de viver. 

A partir de 1979, se torna uma porta voz na luta pelos direitos da mulher, cantando músicas com viés mais feminista, como: “Bilhete”, “Sob medida” e “Que me venha esse homem”. Foi a musa da campanha Diretas Já, viajando país afora e reivindicando o direito de os brasileiros votarem para presidente. A canção “Menestrel das Alagoas” virou o hino do movimento e, de fato, Fafá se aproximou mais do povo. Como consequência, passou a gravar um repertório mais popular: “Abandonada” e “Nuvem de lágrimas” – o que resultou em um aumento significativo na vendagem de seus discos. Como se já não bastasse tanta popularidade, a cantora coleciona hits em diversas trilhas de novelas. São mais de 70 canções! 

Falar de Fafá é falar do Círio de Nazaré, maior evento religioso do mundo. É misturar a fé católica à fé cabocla. É religião com indigenismo. É cantar para os três papas que visitaram o Brasil e, também, cantar mambos, cúmbias, calipsos e carimbós – ritmos que formaram a sua identidade musical paraense.  

E, seguindo o fluxo dos rios, a voz que veio da floresta desaguou em Portugal, onde reina absoluta entre fados e pimbas, tornando-se cidadã portuguesa. Com seu temperamento rasgado e passional, conquistou a comunidade LGBTQIA+, dialogou com as novas gerações e estourou mundialmente com o remix da canção “Emoriô”, feito pela jovem dupla francesa Trinix. A faixa virou hit nas baladas brasileiras e, também, nas pistas da Europa.

Por fim, Fafá de Belém rodou o mundo, mas nunca se desconectou de suas raízes amazônicas. A mestiçagem e a miscigenação de povos, etnias e elementos culturais e religiosos são parte importante de sua obra musical e de sua visão de mundo. Nossa homenageada é embaixadora do Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (IPAM) e da Fundação Amazônia Sustentável, além de ser uma das vozes que fomentou a escolha de Belém para sediar a mais recente edição da COP – Conferência das Nações Unidas sobre mudanças climáticas.

Sobre o Teatro Riachuelo Rio
Localizado no icônico edifício do antigo Cine Palácio, na Cinelândia, berço dos maiores movimentos sociais e culturais do país, o Teatro Riachuelo Rio é um dos mais tradicionais palcos do Brasil. Tombado como patrimônio histórico e arquitetônico, o espaço preserva sua fachada neomourisca e foi completamente revitalizado para atender aos mais altos padrões técnicos da cena cultural contemporânea.

Desde sua reinauguração, em 2016, o Instituto Evoé é responsável pela gestão do teatro, que hoje representa a união entre história, modernidade e pluralidade artística. Um retrofit completo devolveu vida ao prédio, mantendo detalhes originais da construção de 1890 e integrando elementos de design contemporâneo, como poltronas, iluminação cênica de última geração e estrutura técnica de padrão internacional.

Com capacidade para 999 espectadores, distribuídos entre plateia e dois balcões, o Teatro Riachuelo Rio ocupa cerca de 3.500m². Conta com palco de 280m², subpalco, fosso de orquestra, camarins, sala de ensaio e espaços de convivência que atendem a uma programação diversa.

Foto: Nil Canine

domingo, 4 de janeiro de 2026

Cia Dos à Deux retorna ao Teatro TotalEnergies - Sala Adolpho Bloch para curta temporada com o espetáculo Enquanto Você Voava, Eu Criava Raízes

Em Neon: domingo, 4 de janeiro de 2026


Após cinco temporadas de sucesso no Rio de Janeiro, três em São Paulo, e passagens marcantes pela França e pelo México, Cia Dos à Deux retorna ao Teatro TotalEnergies - Sala Adolpho Bloch em janeiro de 2026 para curta temporada com o espetáculo Enquanto Você Voava, Eu Criava Raízes

Vencedor dos prêmios APTR de Melhor Espetáculo, Melhor Música Original e Melhor Cenário, e Shell de Melhor Cenário, além de indicações aos prêmios APCA e Cesgranrio, entre outros, o espetáculo é um marco da linguagem autoral da cia, que há mais de 25 anos emociona plateias em mais de 50 países

Fotos: Nana Moraes e Renato Mangolin

Após cinco temporadas de sucesso na cidade do Rio de Janeiro, três em São Paulo (uma no Sesc Santo Amaro e duas Teatro Vivo), além de passagens marcantes pela França e pelo México — onde cerca de 16 mil espectadores vivenciaram sua poesia visual — o espetáculo ENQUANTO VOCÊ VOAVA, EU CRIAVA RAÍZES, da premiada Cia. Dos à Deux, retorna ao Teatro TotalEnergies - Sala Adolpho Bloch, no dia 07 de janeiro, para uma curta temporada, com oito únicas apresentações.

O espetáculo é uma experiência sensorial: sem o uso da palavra, constrói uma dramaturgia do corpo em diálogo com as artes visuais, o cinema, a dança e o teatro. Transitando entre o sonho e a realidade, traz à tona conteúdos do inconsciente coletivo como medo, solidão, alma, reconciliação, luz, cura, morte e vida.

Esta será a última temporada em 2026 deste espetáculo, até que a companhia estreie sua nova criação - “ConfuZo(s) - está escurecendo dentro de mim” -, ainda no primeiro semestre, no Rio de Janeiro. A cia também será homenageada com o lançamento de um documentário sobre sua história, dirigido por Roberto Bomtempo e produzido pelo Canal Curta! e Matizar Filmes.


UMA POÉTICA DO CORPO, DA IMAGEM E DO SILÊNCIO

Segundo Artur Luanda Ribeiro, “É uma jornada sensorial e universal, onde cada espectador acessa suas próprias memórias e emoções.”.

Em cena, nenhuma palavra é dita, a dramaturgia é guiada pelos corpos em diálogo com as artes visuais, o cinema, a dança e o teatro. Nesse navegar por várias linguagens, os significados também se apresentam diversos e chegam ao público em camadas múltiplas e plurais, em que cada gesto e cada silêncio se tornam portadores de significado, simbolismo e poesia.

“Para mim, nesse espetáculo, ficamos à beira do abismo desde o início”, diz André Curti. “São os abismos que temos dentro de nós, essa sensação de vazio permanente, de que há algo dentro se abrindo e um outro eu está caindo dentro de si”, completa Artur Luanda Ribeiro. 

A CRÍTICA

“Um retrato da exuberância e das possibilidades artísticas, uma miríade de imagens de rara beleza que desperta os sentidos do espectador” Gabriela Mellão, Revista Bravo 

“A excelente Dos à Deux destaca-se neste perturbador teatro visual, onde convocou cinema, artes plásticas, artes digitais e dança sob iluminação em claro-escuro, a ponto de suspender o tempo à força de visões enigmáticas e oníricas...” Alain Pécoult, La Provence 

“Uma coreografia afinada ao milímetro por mágicos artistas. Saímos atordoados, piscando um pouco as pálpebras, como acordar de um longo ritual iniciático. Extraordinário.” Sonia Garcia-Tahar, Provençal 

“Uma espécie de ópera imagética onde os dois acrobatas se aproximam e parecem infinitamente diáfanos, quase dissolvidos em um material que os absorve. Uma obra original em que você tem que se deixar levar como num sonho.” Veronique Hotte, HOTELLO 

“Durante os 55 minutos de duração do espetáculo, por parte do público, há um silêncio sepulcral e uma total ligação com o palco. Uma grande troca de energia. Todos parecem hipnotizados pelos dois artistas.” Gilberto Bartholo, O Teatro Me Representa 

É poesia em estado de pureza.” Felipe Mury, Teatro de Arte do Rio de Janeiro 

Ao longo da encenação, podíamos sentir e ouvir o silêncio de uma plateia atenta, atônita, com a respiração suspensa, processando, cada um, o significado daquelas imagens. Era difícil olhar para o lado, mas dava para sentir que havia uma vibração que puxava tudo para frente, para o centro, para a metáfora do nosso inconsciente que era explorado de forma plástica, onírica, metafísica.” Pedro Alonso, Olhar Crítico 

“A Cia Dos à Deux através do silêncio, fala para o mundo. [...] Os dois artistas apresentam uma obra que fala ao homem, aos sentimentos que os cercam, com uma beleza estética incrível, diferenciada, algo que nossos olhos não estão habituados.” Paty Lopes, Artecult 

“O que vemos é um resultado extraordinário [...]. Seja do jeito que se pensar há a ousadia bem sucedida e perfeitamente executada dos grandes artistas.” Cláudia Chaves, Correio da Manhã 

“É capaz, assim, de ecoar o emblemático mistério de Clarice Lispector – ‘Ouve-me, ouve o meu silêncio. O que falo nunca é o que falo e sim outra coisa’...” Wagner Corrêa de Araújo, Escrituras Cênicas 


TRAJETÓRIA E RECONHECIMENTO

Desde sua estreia em 2022, o espetáculo percorreu palcos importantes como o Festival de Avignon (França), o Festival Internacional Cervantino (México), o Festival de Teatro de Curitiba e o Cena Contemporânea (Brasília). Em pouco mais de três anos, a montagem já contabiliza mais de 240 apresentações, consolidando-se como uma das obras mais emblemáticas da companhia.

CIA. DOS À DEUX – 27 ANOS DE CRIAÇÃO E POESIA VISUAL

Fundada em Paris, em 1998, por André Curti e Artur Luanda Ribeiro, a Cia. Dos à Deux nasceu de uma pesquisa inspirada na obra “Esperando Godot”, de Samuel Beckett. Descobertos no Festival de Avignon, os artistas conquistaram reconhecimento internacional e levaram suas criações a mais de 50 países.

Em 2015, após duas décadas na França, retornaram ao Brasil e criaram o Espaço Dos à Deux, na Glória, RJ — um casarão de 1846, restaurado pelos artistas e transformado em centro de criação, residência e formação artística.


Teatro TotalEnergies – Sala Adolpho Bloch

Localizado no histórico Edifício Manchete, na Glória, Rio de Janeiro, projetado por Oscar Niemeyer, com paisagismo de Burle Marx, o Teatro TotalEnergies - Sala Adolpho Bloch é palco de momentos célebres da cultura brasileira. Desde maio de 2019, o Instituto Evoé assumiu a missão de devolver à cidade esse ícone cultural, agora ainda mais moderno e plural.

Graças à genialidade de Niemeyer, que concebeu um palco reversível, tornou-se possível, inclusive durante o período desafiador da pandemia, realizar espetáculos e eventos tanto na área interna quanto na externa, ao ar livre, ou mesmo em ambos os espaços simultaneamente, em formato arena. Essa versatilidade proporciona aos artistas, produtores, cariocas e turistas múltiplas formas de criar, vivenciar e consumir arte e entretenimento.

Único teatro da cidade do Rio de Janeiro com um palco reversível, o Teatro TotalEnergies - Sala Adolpho Bloch permite que o público se acomode também no jardim externo do espaço. Em 2021, o local foi adaptado para o formato arena, com capacidade para 359 lugares na área interna e 120 na externa, além de um palco de 140m², equipado com infraestrutura técnica de alto padrão.

O espaço abriga ainda um centro de convivência, cinco salas de ensaio (projetadas para receber diversas produções simultaneamente) e o bistrô Bettina Café & Arte. A programação valoriza a diversidade cultural e prioriza um entretenimento plural, pensado para públicos de todas as idades e estilos. Desde sua reabertura, já foram realizadas mais de 1000 apresentações, reunindo uma plateia de mais de 400.000  pessoas.




FICHA TÉCNICA

Direção, Dramaturgia, Cenografia e Performance: André Curti e Artur Luanda Ribeiro

Trilha Sonora Original: Federico Puppi

Iluminação: Artur Luanda Ribeiro

Figurino: Ticiana Passos

Criação de Objetos: Diirr

Preparação Percussiva: Chico Santana

Criação Videográfica e Mapping: Laura Fragoso

Imagens: Miguel Vassy e Laura Fragoso

Cenotécnica: Jessé Natan e VRS

Assistentes de Cenotécnica: Iuri Wander, Bruno Oliveira, Eduardo Martins, Rafael do Nascimento

Operação de Som e Vídeo: Gabriel Reis

Técnico e Operação de Luz: Leandro Barreto

Coordenação de Montagem e Contrarregragem: Iuri Wander

Costura da Caixa Preta: Cris Benigni e Riso

Costura de Figurinos: Atelier das Meninas

Design Gráfico: Tiago Ristow

Adaptação das Artes: Thiago Ristow

Coordenação Administrativo-financeira: Alex Nunes

Direção de Produção: Sérgio Saboya e Silvio Batistela – Galharufa Produções

Realização: Cia. Dos à Deux

Assessoria de Imprensa: JSPontes Comunicação – João Pontes e Stella Stephany


Serviço:

Nome: Enquanto você voava, eu criava raízes

Data: 07 de janeiro a 05 de fevereiro de 2025

Dias e horários:

Quartas e Quintas - 20h

Vendas: https://www.ingresso.com/evento/enquanto-voce-voava-eu-criava-raizes 

Classificação: Livre

Duração: 55 minutos

Valores:

Plateia Central : R$ 130,00 Inteira / R$ 65,00 Meia

Plateia Lateral : R$ 50,00 Inteira / R$ 25,00 Meia

sexta-feira, 26 de dezembro de 2025

Rival começa 2026 com todo gás, muita atração boa já na primeira quinzena. Confira!!!

Em Neon: sexta-feira, 26 de dezembro de 2025



Homenagens à Clara Nunes, Angela Rô Rô, Carmen Miranda e Almir Guineto; Drag Queens e muito samba estão na programação. Confira abaixo e agende-se:


Deixa Clarear - musical com Clara Santhana

Vamos começar o ano de 2026 clareando os caminhos! No dia 3 de janeiro, o aclamado “Deixa clarear, musical sobre Clara Nunes” volta ao Teatro Rival Petrobras. O espetáculo é protagonizado pela atriz Clara Santhana em 12 anos de circulação pelo Brasil celebrando a obra e a vida da eterna cantora mineira. E, como a programação anual da tradicional casa de shows da Cinelândia era sempre aberta com apresentação da saudosa Angela Ro Ro, o espetáculo também vai fazer uma homenagem a ela, com participação especial de Julie Wein.

O musical "Deixa clarear" tem texto de Marcia Zanelatto e direção de Isaac Bernat. Nele, Clara Santhana interpreta Clara Nunes e é acompanhada de uma banda formada por João Bittencourt no violão, Michel Nascimento na percussão, João Gabriel Gomes nos sopros e Marcus Garret no cavaquinho e na percussão. Sob a direção musical de Alfredo Del Penho, o espetáculo mistura música e poesia na construção de um olhar sobre a cantora Clara Nunes e sua carreira que busca incentivar a juventude a valorizar a música brasileira e suas raízes genuínas. No repertório, estão clássicos como “O canto das três raças” (Paulo Cesar Pinheiro/ Mauro Duarte), “Na linha do mar” (Paulinho da Viola), “Morena de Angola” (Chico Buarque), “Um ser de luz” (João Nogueira/Paulo Cesar Pinheiro e Mauro Duarte) e “O mar serenou” (Candeia).


Gongada Drag apresenta as Golden Girls

O espetáculo “Gongada Drag” mistura humor, improviso, números musicais e arte drag. Idealizada pelo ator Bruno Motta, pioneiro da comédia stand-up, a montagem reúne drags que são destaques nos palcos, nas redes, nos streamings e nos maiores realities do gênero. Esta edição conta com drags icônicas da cena carioca. Entre piadas e gongadas, Bruno Motta e as comediantes Suzy Brasil e Karoline Absinto recebem quatro convidadas.


'Almir canta Guineto' com Almirzinho

O espetáculo “Almir Canta Guineto” comemora os 80 anos de nascimento do saudoso Almir Guineto. No show, é Almir Serra, o Almirzinho, filho do homenageado, que revisita a obra do poeta Almir Guineto. Entre os sucessos do repertório, estão clássicos como “Conselho”, “Caxambu”, “Lama nas ruas”, “Insensato destino” e “Mel na boca”. O show contará as participações especiais de Toninho Geraes, Marcelinho Moreira e Pedro Mussum. 


Edson Cordeiro canta Carmen Miranda e outros bambas

O incrível cantor Edson Cordeiro volta ao Teatro Rival Petrobras para homenagear um dos maiores ícones da cultura brasileira nos dias 9 e 10 de janeiro. É o show “Edson Cordeiro canta Carmen Miranda e outros bambas”, que estreou na Europa em 2007 e, em agosto de 2025, lotou o Rival Petrobras.


Puxadores do samba

Os Puxadores do Samba estão de volta! Cinco vozes consagradas do carnaval — Tinga (Vila Isabel), Marquinhos Art’Samba (Unidos da Tijuca), Serginho do Porto (Águia de Ouro e Estácio de Sá), Bruno Ribas (Unidos de Padre Miguel) e Wantuir (Porto da Pedra) — conduzem o público por pagodes que marcaram os anos 1990, clássicos dos anos 2000 e sambas-enredo que fizeram história do carnaval carioca.


Dragstar - 13ª temporada

Chegou a hora de receber novos personagens para escrever mais um capítulo da história do concurso DragStar. Na noite do dia 14 de janeiro, Miami Pink, a dona de concurso mais carismática da cidade, recebe as pré-selecionadas com todo seu carisma, glamour e talento. As candidatas vão tentar uma vaga no time de uma das madrinhas: Andréia Andrews, Chloe, Karina Karão, Ravena Creole e Samara Rios. Vem aí uma noite recheada de performances incríveis!

Os espetáculos começam sempre às 19h30, com exceção do Dragstar que começa às 20h

TEATRO RIVAL PETROBRAS - Rua Álvaro Alvim ,33 - Subsolo, Rio de Janeiro

domingo, 14 de dezembro de 2025

Núcleo da Ideia (NDI) conquista Jacaré de Bronze do Prêmio Caio 2025 com Verão #TônoRio e prepara a produção da 5° edição do projeto

Em Neon: domingo, 14 de dezembro de 2025

Agência carioca, que celebra 20 anos no mercado à frente da criação, produção e realização de projetos na área da cultura e turismo, se destaca pelas ações de brand experience para marcas e instituições

O projeto Verão #TônoRio ganhou destaque no Prêmio Caio 2025, considerado o Oscar dos Eventos, realizado em São Paulo. A agência Núcleo da Ideia (NDI) conquistou o troféu Jacaré de Bronze durante a premiação pelo trabalho de produção realizado com a quarta edição do case Verão #TônoRio 2025, que traz um legado para a cidade do Rio de Janeiro. Criado pelos sócios-diretores Flávio Bidoia e Luciane Araújo para a Secretaria de Turismo de Estado do Rio (Setur-RJ) e a TurisRio, o projeto foi realizado em Copacabana e transformou a orla carioca em um grande palco de promoção do turismo, da cultura e da cidadania, com experiências culturais e ativações institucionais para os visitantes nacionais e internacionais.

Um estande de dois andares  com mais de 300 metros, foi montado e apresentou, em 10 semanas, uma programação contínua e gratuita com 50 shows de artistas regionais e DJs, ações sociais e iniciativas que destacaram o potencial turístico do Rio, com informações sobre as 12 regiões turísticas do Estado. O ambiente interativo, que também trazia o Cristo Redentor em um telão de led de 50 m² e ativações digitais, deu lugar a um espaço diferenciado de celebração, convivência e pertencimento para cariocas e turistas de mais de 80 países e 165 cidades do Brasil, que estiveram no local. 

Na próxima quinta-feira, dia 18, acontece o lançamento da 5° edição do Verão #TônoRio em Copacabana e a NDI também estará à frente da produção do evento. 

“Receber um troféu do Prêmio Caio 2025 é um reconhecimento da criatividade e dedicação a ideias inovadoras destes 20 anos de histórias e comemorações da NDI”, destaca Luciane Araújo. 

Certificada pela ISO 9001, a agência, que celebra 20 anos de atuação no mercado em 2025, tem em seu portfólio a conquista de outros três troféus do Prêmio Caio, de edições anteriores. 

“Estamos muito felizes com esta nova premiação. Nesta quarta edição do projeto Verão #TônoRio, tivemos o desafio de transformar uma estrutura de estande em um evento de grande porte e longa duração, capaz de gerar impacto promocional, visibilidade institucional e experiência real de engajamento com o público, reforçando o compromisso com a valorização do interior do Estado e o fortalecimento da marca #TônoRio”, explica Flávio Bidoia.  


O lançamento da 5° edição do projeto #TônoRio acontece na próxima quinta-feira, 18/12, em Copacabana, no Rio, e a NDI já prepara novidades para o evento.

A agência, que atua como um hub de criação na concepção, produção e realização de projetos proprietários na área da cultura e turismo, ativações de marca e comunicação empresarial, foi condecorada em 2024 com dois Jacarés de Prata, com os cases ExpoRio Turismo, a maior feira do setor no Estado do Rio, e Viva Carmem, exposição sobre a vida e obra de Carmem Miranda,  que marcou a reabertura do Museu Carmen Miranda, e em 2016, ganhou o Jacaré de Bronze com a produção de Estande em Ilha para a Actavis. 

Outras premiações também destacam o ineditismo e potencial criativo dos projetos desenvolvidos. Entre eles, o Prêmio Aberje, um dos mais prestigiados da comunicação corporativa no país; e o AMPRO Globes Awards, que celebra os melhores cases de brand experience - em 2025, a NDI foi finalista entre as mais de 100 agências participantes. 


Spa Maria Bonita oferece pacotes para quem quer celebrar o fim de ano longe da agitação


Para quem busca passar o Natal e o Réveillon de forma mais tranquila,  o Spa Maria Bonita apresenta dois pacotes  que unem bem-estar, boa gastronomia, música e experiências sensoriais. O espaço se destaca como uma alternativa elegante e acolhedora para quem deseja fugir das festas tradicionais e celebrar o fim de ano com leveza, poesia e propósito.

A Ceia de Natal foi pensada para aquecer o coração com um cardápio leve, delicioso e elaborado com ingredientes naturais que respeitam a filosofia de bem-estar do Spa Maria Bonita. Após o jantar, os convidados são envolvidos por um momento poético: um poema declamado por Tania Alves, acompanhado pelo violão sensível de Israel Schottz, criando uma atmosfera íntima e afetuosa. Para finalizar a noite, é servida a tradicional rabanada ao leite de amêndoas, aromatizada com especiarias e frutas secas, acompanhada de um chá acolhedor — um toque doce que transforma a celebração em memória.

Já a celebração de Réveillon 2026 começa  com um jantar que prepara os convidados para uma noite de renovação. As anfitriãs Tania Alves e Ranuzya recebem o público no salão principal, marcando o início de uma jornada de encanto. Em seguida, uma Mensagem Holística e um Círculo de Mantras Dançantes, conduzidos por Ranuzya, convidam todos a abrir o coração para o novo ciclo. A festa segue com um buffet especial de frutas, cascata de fondue de chocolate, canapés, espetinhos grelhados e iguarias finas, acompanhados de Prosecco gelado. 

Às 22h30 prepare-se para um momento vibrante: uma vivência especial de Dança Indiana Bollywood com Keshav Ananda, trazendo leveza, alegria e movimento para celebrar a chegada do novo ano. Logo após, às 23h, Tania Alves assume o palco com seu show Pop-Bolero, ao lado de Eugênio Dale (violão), Istael Schottz (baixo) e Ricardo Mascarenhas (ritmos), trazendo emoção e elegância à noite. Pouco antes da virada, às 23h45, ela conduz a mensagem de renovação e a contagem regressiva, brindando com os convidados a chegada de 2026. Depois da meia-noite, a pista de dança libera a alegria e a celebração continua em clima de leveza e magia, característicos do ambiente do spa.

Sobre o Spa Maria Bonita

Localizado em meio às montanhas de Nova Friburgo (RJ), o Spa Maria Bonita oferece uma experiência de imersão completa em saúde, relaxamento e reconexão com a natureza. A apenas cerca de 2h30–3h do Rio de Janeiro, em “Estrada Teresópolis–Friburgo, km 56 – Campo do Coelho”, o espaço está instalado em um hotel-fazenda pensado para quem busca bem-estar físico, mental e emocional. 

No Spa Maria Bonita, o cuidado vai além de um simples repouso: a filosofia do local integra corpo, mente e emoção por meio de alimentação natural, terapias, atividades físicas e uma programação holística. Os hóspedes desfrutam de chalés e suítes em meio à natureza, alguns com varanda e vista para o vale, além de opções que acomodam casais, famílias e até pets em unidades pet-friendly.

As experiências do spa são variadas e adaptáveis: há programas voltados para emagrecimento, super-detox, relaxamento profundo, limpeza física e energética — e também pacotes curtos, como o “Day Use”, ideal para quem dispõe de pouco tempo, mas deseja uma pausa significativa da rotina. Nesse formato, o dia inclui alimentação funcional com ingredientes orgânicos, práticas como yoga, hidroginástica ou pilates, massagens e banhos terapêuticos, além de momentos para contemplação da natureza. 

Além dos benefícios físicos, o Spa Maria Bonita promove o bem-estar mental e espiritual: meditação, vivências de autoconhecimento, terapias holísticas e ambiente acolhedor fazem parte da proposta, permitindo que cada pessoa se reconecte consigo mesma — ideal para quem busca desacelerar, repor energias ou transformar hábitos. 

Para quem procura fugir da agitação urbana, o Spa Maria Bonita representa uma pausa consciente: ar puro da serra, paisagens naturais, horta orgânica, e uma estrutura pensada para o relaxamento e a regeneração. Um convite para uma experiência transformadora de corpo, mente e alma.

Serviço:

Spa Maria Bonita - Rua Duas Barras, s/n - Campo do Coelho, Nova Friburgo

Informações sobre valores: (22) 2010-9127 

Rio Réveillon 2026 celebra o futuro e traz atrações inéditas para a maior festa de Ano Novo do mundo


Foto: @leonogueira

Promovido pela Prefeitura do Rio, por meio da Riotur, o Rio Réveillon 2026 reforça seu lugar como o maior evento de Ano Novo do planeta. Desta vez, a orla de Copacabana terá quase o dobro das balsas pirotécnicas, garantindo o maior espetáculo de fogos já realizado na cidade. Além disso, mais de 70 atrações musicais vão animar os 13 palcos espalhados pelos bairros do Rio para celebrar a chegada de 2026

A virada do ano no Rio de Janeiro vai exaltar a essência da cidade: festejar. Com 13 palcos distribuídos por diferentes regiões, o evento se consolida como o maior festival musical do país. Grandes nomes da música brasileira farão parte da programação. 

Em Copacabana, no palco Rio (em frente ao Copacabana Palace), estarão presentes Gilberto Gil e Ney Matogrosso como convidado especial; Belo e Alcione; João Gomes, que receberá a cantora Iza para uma participação especial, e Alok - a DJ Cady abre a noite e o encerramento ficará por conta da G.R.E.S Beija Flor -; e no palco Amstel Samba (na altura da rua República do Peru), haverá shows com Roberta Sá, Mart'nália, Diogo Nogueira e Feyjão com o Bloco da Preta - a abertura será com a DJ Tamy e o encerramento com a G.R.E.S Grande Rio. No Leme (dedicado ao gospel), além do DJ Marcelo Araújo, subirão ao palco Midiam Lima, Samuel Messias, Thales Roberto e Grupo Marcados. 

Na praia do Flamengo, haverá apresentação de Joanna, Moacyr Luz e o Samba do Trabalhador e um tributo à Raul Seixas. Já na praia de Ramos, estarão presentes Ana Peticov, MC Cacau e Balacobaco, e na praia de Sepetiba, Tília, Juninho Thybau e Caju pra baixo. No Parque Madureira, shows com Sombrinha e DJ Michell + Black de Elite, e no Parque da Penha, Dudu Nobre, Thaís Macedo e Pura Batucada animarão a festa. O parque Oeste (Inhoaíba) receberá Leandro Sapucahy, Batuke 021, Fróes e Pagodelas. Na Ilha do Governador, Arlindinho e Santa Rita comandarão a noite da virada. Em Pedra de Guaratiba, as atrações são MC Bob Rum e Délcio Luz, e em Paquetá, Ryon, Afromix e Marcos Santos. 

Para o presidente da Riotur, Bernardo Fellows, o Rio Réveillon 2026 marca um novo momento para a cidade: "O Réveillon do Rio é uma das maiores celebrações do mundo, e este ano mais uma vez preparamos uma programação à altura dessa festa que é símbolo da cidade. Serão 13 palcos distribuídos por diversos pontos da cidade. Vamos reunir artistas consagrados que representam a diversidade e a energia da nossa música. Estamos preparados para receber até mais de cinco milhões de pessoas, que foi o público do ano passado, nos diferentes locais de comemoração. Independentemente da quantidade, o mais importante é celebrarmos com alegria e segurança a chegada de 2026. É o Rio reafirmando seu lugar como a capital mundial da virada".

A realização do evento fica a cargo da SRCOM, uma das principais agências de brand experience e live marketing do Brasil, que assina a produção da virada pelo 18º ano, sob a direção dos sócios Sheila Roza, Abel Gomes, Paulo César Ferreira e Nelson Adão.

A edição de 2026 trará novidades marcantes, como 19 balsas ao longo da orla, em um projeto inédito que vai iluminar o céu de Copacabana com o maior espetáculo pirotécnico já realizado no Rio. Para acompanhar o show de fogos, está sendo criada uma trilha sonora especial e emocionante. O público também verá novas dimensões visuais, com mais tecnologia, desenhos inéditos e um show de drones que simboliza a chegada do futuro.

“Teremos ainda mais dinamismo e um balé luminoso grandioso, que inaugura o futuro com voos de luz em um espetáculo inesquecível e inédito em homenagem ao Rio de Janeiro com 1200 drones. Vai ser incrível!”, destaca Abel Gomes, vice-presidente de criação da SRCOM.

Outro ponto alto é o compromisso com a sustentabilidade, que transforma o Rio Réveillon 2026 em uma virada ESG, com práticas responsáveis para um futuro melhor.

“O Rio Réveillon 2026 terá o espírito do carioca que sabe muito bem festejar! Com segurança e bem-estar para todos, teremos uma festa com olhar sustentável e socialmente responsável, que inclui gestão de resíduos, compensação de carbono, ações de educação ambiental, inclusão e acessibilidade com Libras, espaços e banheiros PCD, prioridade para cenografia de menor impacto de resíduos e engajamento da comunidade do entorno”, afirma Nelson Adão,  sócio e diretor de projetos e novos negócios da SRCOM.

Como nas edições anteriores, o evento em Copacabana será transmitido para todo o país pela TV Globo.

O Ministério da Cultura e a Petrobras apresentam o Rio Réveillon 2026, com patrocínio master do Banco do Brasil e Betano, Amstel como cerveja oficial, apoio cultural do SESC RJ, patrocínio da Águas do Rio, parceria de mídia da TV Globo, Rádio Globo, Billboard, Eletromidia e On Bus. Criação e produção da SRCOM e realização da Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro, através da Riotur. O projeto, via Lei de Incentivo à Cultura, é uma realização do Ministério da Cultura e Governo Federal.

“A cidade vai se transformar em um grande cenário para o entretenimento, convidando patrocinadores a se juntarem a nós na missão de tornar o Rio de Janeiro um destino de festa, alegria e cultura nesta temporada de final de ano”, completa Nelson Adão.

SERVIÇO: 

ATRAÇÕES RIO RÉVEILLON 2026 - SHOWS: 

PALCO RIO (Copacabana): 

18h às 3h - DJ Cady

20h - Gilberto Gil + Ney Matogrosso (convidado especial)

22h30 - Belo + Alcione

00h12 - João Gomes + Iza (convidada especial)

02h - Alok

03h30 - G.R.E.S. Beija Flor

⁠PALCO SAMBA AMSTEL (Copacabana): 

18h às 3h - DJ Tamy

20h - Roberta Sá 

22h - Mart'nália

00h12 - Diogo Nogueira 

02h - Feyjão convida Bloco da Preta 

03h30 - G.R.E.S. Grande Rio

PALCO BANCO DO BRASIL - LEME: 

19h às 01h30 - DJ Marcelo Araújo

19h20 - Midian Lima

20h45 - Samuel Messias 

22h15 - Thalles Roberto

00h12 - Grupo Marcados 

⁠PALCO PARQUE MADUREIRA AMSTEL (Rua Soares Caldeira, 115): 

20h - DJ Michell + Black de Elite 

22h30 - Sombrinha 

PALCO SESC RJ FLAMENGO:  

(Praia do Flamengo (Posto 2) em frente à Rua Dois de Dezembro) 

20h30 - Joanna

22h - Moacyr Luz e Samba do Trabalhador

00h12 - Tributo à Raul Seixas

PALCO SESC RJ ILHA DO GOVERNADOR:

(Praia da Bica, em frente ao número 169) 

19h - Roda de Santa Rita

20h30 - Arlindinho 

PALCO SESC RJ PAQUETÁ (Praia da Moreninha s/nº): 

19h - Ryon

22h - Afromix

00h20 - Marcos Santos 

Palco SESC RJ PARQUE REALENGO:

(Rua Professor Carlos Wenceslau, 388) 

19h - DJ Rafael Nazareth

22h - Nem da Tia Doca

00h15 - Sambay 

PALCO SESC RJ PISCINÃO DE RAMOS (Praça Roquete Pinto, 2): 

21h30 - Ana Petkovic

22h30 - MC Cacau

00h20 - Balacobaco

PALCO SESC RJ PENHA (Rua Santo Engracia, s/nº): 

20h30 - Pura Batucada

21h30 - Thais Macedo

00h20 - Dudu Nobre 

PALCO SESC RJ SEPETIBA (Praia de Sepetiba, 1.886): 

21h30 - Tília

22h30 - Juninho Thybau

00h20 - Caju pra Baixo

PALCO SESC RJ PARQUE OESTE (Avenida Cesário de Melo, 6.851): 

19h30 - Pagodelas

21h - Fróes

22h30 - Batuke 02

00h20 - Leandro Sapucahy

PALCO SESC RJ PEDRA DE GUARATIBA (Estrada da Matriz, 219): 

20h30 - MC Bob Rum

00h20 - Delcio Luiz


Denise Emmer lança 'Só os loucos batem palmas para o céu', seu novo livro de contos em prosa-poética


Vencedora do Prêmio Alceu Amoroso Lima Poesia e Liberdade 2021, poeta, compositora e violoncelista, depura a solidão e o desamparo ao longo de dezessete contos

Fotos: Nem Queiroz

Denise Emmer, escritora de múltiplas expressões e um dos grandes nomes da poesia brasileira contemporânea, está lançando sua mais nova publicação, o livro “Só os loucos batem palmas para o céu” (Editora Cavalo Azul), mais uma vez diluindo as fronteiras entre prosa e poesia para compor um mosaico de narrativas que soam como partituras, sonatas e visões. O livro não apenas continua o diálogo com obras ficcionais anteriores —   O cavalo cantor e O barulho do fim do mundo — mas aprofunda a vertente estética da autora, que flerta com o realismo mágico, e lhe confere uma densidade rara.

Ao longo dos dezessete contos reunidos em seu novo livro, a solidão emerge como eixo magnético, um sentimento que não se apresenta como ausência, mas como território existencial a ser percorrido. Não à toa, Denise escolhe para epígrafe um fragmento de Cem anos de solidão, de Gabriel García Márquez: “Ele realmente tinha passado pela morte, mas retornou porque não suportava a solidão.” Essa frase é a chave do livro. Cada conto mostra personagens que, de algum modo, retornam — da morte, do esquecimento, da infância, do nunca — para viver a solidão da existência. São órfãos, náufragos, criaturas suspensas entre mundos, cujos gestos se inscrevem no palco íntimo do leitor.

"Sou uma poeta, que, por vezes, resolve sair da sua métrica para viver algumas aventuras”, comenta Denise. “Ao escrever estas histórias, eu as vivo intensamente. Sou, ou parte do enredo, ou a observadora que narra os acontecimentos sem entrar nas polêmicas. Para mim, escrever contos é uma forma de viajar sem sair do quarto", conclui.

Os títulos dos contos já sugerem um universo de enigmas e metáforas: A mulher que dançava, Senhor solidão, Palco das criaturas, As despedidas do Nunca, Entre o quarto e o closet, A árvore Sonâmbula, Abraço eterno, O mosteiro do penhasco, O homem triste, A senhora de todas as vestes, Amor elevado a infinito, Anônima, Meu Kilimanjaro, O homem com pressa, Casal de bandoleiros, Abandonadas e Coração disparado. Cada título é uma promessa de imagem, um convite a um espaço sensorial.

Tais características são latentes como, por exemplo, em “Senhor solidão”, no qual Denise Emmer cria um cenário doméstico e sufocante, onde um artista célebre vive com a mãe centenária. A rotina banal — almoçar, descalçar sapatos, cuidar um do outro — se transforma em metáfora da dependência e da clausura. Ou também em “Palco das Criaturas”, em que um pianista sem rosto veste o fraque e aguarda sua entrada no palco para interpretar uma sonata inexistente. Sua música desperta os marginalizados, os loucos, as anciãs esquecidas — mas não há plateia. Quando finalmente toca para um público lotado, é vaiado, suas teclas se soltam, o piano se desmonta. O conto é uma parábola sobre a arte invisível e o fracasso da glória. Ao dividir o pão com um homem humilde nas ruas, o pianista reencontra, no gesto simples, a dignidade que não encontrou nos aplausos. Denise Emmer transforma o palco em metáfora do mundo: todos somos criaturas tocando sonatas inaudíveis para plateias ausentes.

Outra passagem de semelhante potência literária, “As despedidas do Nunca” medita sobre a morte e o adeus. A narradora percorre paisagens — florestas, pedras, mares — despedindo-se de tudo, até de seus pais transformados em estátuas. O texto avança como um fluxo de consciência, misturando memória, sonho e realidade. A cena do aeroporto, com o voo Pterossauro para o “Nunca”, é uma imagem poderosa: a morte como embarque, o destino final anunciado no alto-falante. Mas, ao final, há um retorno à intimidade: ela adormece abraçada ao cão. A morte não é espetáculo, mas recolhimento. A travessia não é explosão, mas um “adieu” sussurrado.

Esses três contos são amostras de uma escritura que alia lirismo e densidade. Em todos, há uma busca pelo sublime no cotidiano, uma investigação das zonas de silêncio e uma poética da travessia. Denise Emmer não escreve apenas histórias: ela as vive, e as faz ressoar como música interior. O livro inteiro é uma sonata que ainda não existe. Cada conto é um movimento — lento, allegro, adagio — que nos conduz ao “fim do mundo” entendido não como catástrofe, mas como passagem ao infinito. Ao ler Só os loucos batem palmas para o céu, o leitor participa dessa experiência de dissolução e de chama. E, ao final, provavelmente se reconheça no título: um louco que, tocado pela poesia de cada conto, também bate palmas para o céu.


Denise Emmer

A vocação para a música sempre se fez presente em suas expressões artísticas. Inicialmente bacharela em Física, buscou a formação, logo em seguida, no Bacharelado em Música (violoncelo), despontando, no início dos anos 80, como compositora e cantora. Com vários CDs gravados, também integra, como violoncelista, orquestras e grupos de câmera. Apesar da versátil personalidade, a essência de sua criação, é, fundamentalmente, a poesia, conquistando importantes títulos, como o Prêmio ABL de poesia 2009 (Academia Brasileira de Letras), o Prêmio Associação Paulista dos Críticos de Arte (APCA), o Prêmio José Martí (UNESCO) e Prêmio Olavo Bilac (ABL), dentre muitos outros.

Enquanto poeta, participou de relevantes antologias da poesia brasileira, tais como “41 poetas do Rio” (org. Moacyr Félix, Minc), “Antologia da Nova Poesia Brasileira”(org. Olga Savary, Ed Hipocampo), “Poesia Sempre” (Fundação Biblioteca Nacional), bem como das Revistas Califórnia College of the at Eleven (EUA), Newspaper Surreal Poets, (EUA), Revista da Poesia (Metin Cengiz -Turquia), Revista Crear in Salamanca (Espanha) - traduzida pelo poeta Alfredo Pérez Alencart. Participou do XXVI Encuentro de Poetas Ibero-Americanos 2021 (Salamanca - Espanha) e da Brazilian Poems” edição e tradução Abay K.  Da Antologia Selvagem Ed. Cavalo Azul, organização Alexandre Bonafim, Histórias brasileiras de cavalos Ed. Maralto, organização Ricardo Ramos e Antologia Ponte de Versos, Ed Ibis Libris, organização Thereza Roque da Motta.


Livro “Só os loucos batem palmas para o céu” – Denise Emmer

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Valor: R$60,00

Total de 92 páginas. 

Em Cartaz a Comédia 'Raspadinhas', em Copacabana, expondo com humor e crítica a relação do brasileiro com a sorte e os jogos de azar


Depois de uma temporada de sucesso na Lapa em novembro, a comédia “Raspadinhas” abriu em dezembro sua segunda temporada, agora em Copacabana no Espaço Abu. A história acompanha uma família comum que vê sua rotina virar de cabeça para baixo quando se empolga com as raspadinhas da sorte. O espetáculo, estrelado por Alain Catein e dirigido por Daniel Dias da Silva, mergulha com leveza e irreverência no universo dos jogos de azar, explorando desde o tradicional jogo do bicho até as modernas bets, numa trama que mistura humor, memória e crítica social. Esse fascínio nacional pela sorte, que atravessa gerações,  conduz com bom humor o enredo da peça.

No Brasil, onde fazer uma inocente “fezinha” é tão comum quanto comentar o último gol do fim de semana, histórias sobre apostas ocupam um lugar especial no imaginário popular. Não por acaso o tema é sucesso em séries de ficção e documentários de streaming. Atualmente, as bets estão acessíveis nas mãos de cada pessoa através dos celulares, promovida por “influencers” e patrocinando duas grandes paixões nacionais: patrocinam quase todos os times de futebol e estão chegando também no universo do Carnaval. É nesse contexto de esperança que o brasileiro tem de poder ganhar algo e melhorar de vida que a comédia se pauta.

A peça, idealizada por Alain Catein, nasceu de lembranças pessoais e de observações da infância. O ator, que atualmente cursa Ciências Sociais, traz para o palco reflexões sobre a cultura do jogo no Brasil — e como ela se entrelaça com os sonhos, as esperanças e até os vícios de um povo. “Sempre vi na minha família e na vizinhança uma relação quase afetiva com o jogo. As pessoas jogavam por diversão, por superstição, por necessidade... e isso sempre me fascinou. Raspadinhas é uma forma de olhar para isso com humor, mas também com empatia e consciência”, comenta Catein.

A montagem combina o ritmo ágil de uma comédia popular com informações históricas e referências culturais que atravessam décadas. O público será transportado aos anos 1990 e 2000 com lembranças de músicas, programas de TV e produtos icônicos que fazem parte do imaginário coletivo, despertando identificação e nostalgia. Não é à toa que a temática do jogo e do jeitinho brasileiro está bastante presente em músicas populares e no linguajar cotidiano das pessoas, como: “Malandro é malandro e mané é mané” e “Camarão que dorme, a onda leva”.

Para o diretor Daniel Dias da Silva, a força da peça está na combinação entre humor e reflexão: “A gente quis construir um espetáculo dinâmico, muito engraçado, mas que também provocasse o público a pensar sobre o quanto o jogo está presente nas nossas vidas — seja como passatempo, fuga ou esperança de um futuro melhor”, comentou.

Com ritmo vibrante e personagens cheios de vida, o monólogo “Raspadinhas” conquista o público com gargalhadas, lembranças e boas doses de reconhecimento.


SERVIÇO

Raspadinhas

Comédia com Alain Catein, dirigida por Daniel Dias da Silva

18 de dezembro (quintas-feiras) às 20h

19, 20 e 21 de dezembro (sexta a domingo) às 20h

Espaço Abu – Av. Nossa Sra. de Copacabana, 249 - loja E - Copacabana/ RJ

Ingressos: https://bileto.sympla.com.br/event/113886/

nstagram: @raspadinhas.teatro

60 minutos


FICHA TÉCNICA – “Raspadinhas”

Texto e atuação: Alain Catein

Direção: Daniel Dias da Silva 

Direção de movimento: Marlon Vares

Direção musical: Bruno Costa

Figurino e cenário: Jovanna Souza

Preparação vocal: Júnio Duarte

Voz off:  Junior Melo

Iluminação: Livs

Coreografias: Malu Cordioli

Assessoria de imprensa e mídias sociais: Rodolfo Abreu (Interativa Doc)

Programação visual: DeWaneios (Wanessa Ribeiro e Kath Xapi Puri)

Operação de som: Andressa Costa 

Operação de luz: Livs e Luiz Paulo 

Produção executiva: Gabriela Tavares, Alan Ribeiro

Assistente de produção: Luiz Alfredo Montenegro

Realização: Teçá - arte e cultura

Sucesso na web, Pablo Pêgas prepara especial de Natal de 'Fleayag', websérie inspirada em fenômeno da TV


Ator fala mais sobre a produção autoral, que tem inspiração em “Fleabag”, série de Phoebe Waller-Bridge, além de trabalhos no audiovisual, como “Falas do Orgulho”, da TV Globo, e relembra como foi contracenar com Fernanda Montenegro em “A vida invisível”

Na era das redes sociais, os atores têm encontrado novas maneiras de se reinventar no mercado e dividir sua arte. Esse é o caso de Pablo Pêgas, ator sul-fluminense, que iniciou uma websérie nas suas redes sociais. “Fleayag” é um sucesso, somando mais de 1 milhão de visualizações no Instagram e TikTok.

O tom irônico, humor debochado, conversas sobre relacionamentos e o universo gay são temas que rodeiam a narrativa de “Fleayag”. O título é um jogo de palavras debochado com “Fleabag”, série de Phoebe Waller-Bridge, uma de suas principais inspirações, junto de “Os Normais” e “Curtindo a Vida Adoidado”. O ponto alto é a quebra da quarta parede, espaço onde o diálogo com o público tende a ser mais direto.

“Eu queria construir um nicho nas minhas redes sociais, e como sempre fui aficionado pela quebra da quarta parede, já que fazia isso no teatro no meu solo, fui testando online com a Fleayag. Uma vez comentaram me chamando de ‘Vani da Santa Cecília’, personagem icônica de Fernanda Torres, e Santa Cecília por ser um bairro central, jovem e LGBTQ+ friendly de São Paulo, e eu amei”, explica.

Fleayag, como personagem, surgiu no final de 2023, em formato de pílulas nas redes de Pablo, pelo desejo e necessidade de se adaptar ao mercado que, pelo que percebeu, estava absorvendo criadores de conteúdo e influenciadores nos projetos. Assim, desenvolveu a primeira temporada, com 6 episódios, e foi indicado ao Rio WebFest.

“Por muito tempo, tivemos que nos satisfazer com poucos personagens que podíamos nos ver nas telas sendo LGBT+. Acho que somos mais pessoas LGBT+ no mercado audiovisual, estamos construindo novas possibilidades e tentando reconstruir essa ideia de representatividade que foi dominada por homens brancos cis heterossexuais por muito tempo. Não devemos ser personagens chapados, porque há subjetividade em todos personagens. A Fleayag é pra mim quando tinha 14, 15 anos e buscava incessantemente me enxergar em alguma série e não tinha”, conta.

A primeira temporada foi feita sem nenhum investimento ou patrocínio, com elenco montado por Pablo, direção de sua irmã Laís Pêgas e figurino de Guilherme Orlando. No elenco, Carla Elgert, que interpretou Cami, melhor amiga de Fleayag, e Willian Lansten, que interpreta o primo de Cami.

Com o sucesso, e atendendo a pedidos do público por mais episódios, o ator e sua equipe organizam a produção de um especial de Natal de “Fleayag”. Nos episódios, o protagonista está tendo dificuldades de comunicação com o primo de Cami, que está em Londres. Isso gera nela uma ansiedade que a faz escolher se isolar no Natal, mas que não vai durar por muito tempo.

Para custear a produção, Pablo decidiu abrir uma campanha de financiamento coletivo para custear a produção. “A decisão foi pra aumentar a equipe de filmagem, custear os gastos da primeira temporada, alugar equipamentos, transporte e alimentação. Ninguém vai ganhar pelo trabalho oferecido, todos acreditam no projeto e o fazem pelo afeto”, explica o ator. Os episódios especiais vão ao ar na semana do Natal.

Pablo nasceu em Barra de Piraí, mas cresceu em Resende, ambas cidades no Sul Fluminense. O ator se mudou para o Rio de Janeiro pra tentar a carreira, e logo entrou para a Unirio, onde ficou por 10 anos entre graduação e mestrado em artes cênicas. Hoje, aos 33 anos, vive em São Paulo.

O primeiro longa que participou foi “A vida invisível”, em 2019, dirigido pelo Karim Ainouz, onde interpretou o neto de Fernanda Montenegro.

“Me lembro de improvisar em cena a pedido do Karim, e interromper uma fala da Fernanda. Achei que minha vida tinha acabado ali. Quando deu o corta, eu fui pedir desculpas pra ela por ter entrado na fala dela e ela me deu um abraço dizendo ‘eu adorei’. Que alivio! Quando não estava gravando, ficava de fora olhando pra ela em cena atuando e me emocionava. Poucos tiveram esse privilégio, e eu me sinto com uma sorte imensa”, relembra o ator.

Foi na série “Eleita”, da Amazon Prime, que Pablo, interpretando Juan, teve seu primeiro personagem grande. “Foi um processo que me trouxe muitos aprendizados, e me ajudou muito a me soltar na vida. O Juan exigia de mim coisas que eu tinha medo de ser no dia a dia, por uma homofobia internalizada que vem de uma estrutura heteronormativa e criação cristã. Aprendi muito sobre autoconfiança e ser mais autêntico e sem medo na vida”, relembra.


Esse ano, participou do especial “Falas do Orgulho”, da TV Globo, interpretando um stand-up.

“A Globo sempre ocupou um lugar fantástico na minha cabeça de criança. Fazer uma novela era quase que uma meta pra mim e pra minha família, e ainda não rolou, mas o ‘Falas’ foi um presente. Adorei a experiência de fazer um stand-up pra uma plateia de senhoras, tirei foto com todas, no final sabia até onde alguma delas morava. Eu me diverti demais”, divide Pablo.

Além de ator, Pablo também trabalha como assistente de direção de elenco, tendo participado dos processos de “Homem Com H”, “Tremembé”, “Dias Perfeitos” e “DNA do Crime”.

Entre seus projetos futuros, Pablo Pêgas grava um curta metragem, além de assinar a direção de elenco do curta metragem de sua irmã e parceira Lais Pêgas. Junto disso, inicia as gravações do especial de Natal de “Fleayag” em novembro.

Fotos: Fábio Audi

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