NOVIDADES

segunda-feira, 28 de outubro de 2024

Helena Ranaldi e Martha Meola estrelam peça Por Trás das Flores, um mergulho poético na identidade e na ancestralidade

- segunda-feira, 28 de outubro de 2024


Espetáculo que fica em cartaz até 28 de novembro no novo Teatro Multiplan MorumbiShopping  explora a relação mãe e filha e os contrastes culturais entre Brasil e Líbano

De 29 de outubro a 28 de novembro, às quartas e quintas, sempre às 21h (sessão extra de estreia terça, 29/10, também às 21h), o Teatro Multiplan MorumbiShopping, localizado no Piso G2 do shopping, recebe o espetáculo Por Trás das Flores. Estrelado por Helena Ranaldi e Martha Meola, Por Trás das Flores convida o público a mergulhar em uma narrativa poética explorando a complexa relação entre uma filha e sua mãe. Ambientada no Norte do Líbano e também na imaginação da Filha, a peça acompanha a tentativa da Mãe de convencer a Filha a retornar ao Brasil e viver entre os seus.

Contrastando tradição e modernidade, a trama ressalta as diferenças culturais entre o Líbano e o Brasil, ao mesmo tempo em que revela o abismo temporal entre o mundo contemporâneo e a época em que a mãe migrou para o Brasil, em meados do século XX. A obra revela a profundidade das subjetividades de duas mulheres tão próximas e, ao mesmo tempo, tão distintas, destacando aspectos psicológicos, sociais e míticos.


Espetáculo

Segundo Marcelo Lazzaratto, o espetáculo apresenta como espaço único, em que ocorre a ação, um quarto de uma antiga casa no Líbano. A encenação optou por manter apenas três elementos essenciais para configurá-lo: um tapete, um baú e um vaso com uma muda de Cedro-do-Líbano. Essa opção sintética aposta no jogo entre as atrizes para configurar as paisagens libanesas, que é o anseio da Filha; o cotidiano no Brasil, que é o desejo da Mãe; e todas as outras imagens advindas de suas memórias.

Sobre o cenário, o diretor acrescenta: “Há um painel atrás composto por módulos que lembram teares, como se a trama neles gerada fosse o enredo de memórias da família, memórias que transcendem a vida vivida das personagens e acessa elementos de sua ancestralidade”.

Ao detalhar os conceitos da encenação, Lazzaratto considera que, “em uma abordagem psicanalítica, esse tapete intensamente iluminado, inserido em um palco como uma caixa preta, estabelece-se como sendo um espaço de consciência da personagem Filha que é visitada pela sua Mãe que surge do entorno do “tapete-consciência”, das latências de seu inconsciente”.

Para Samir Yazbek, o texto, inspirado em suas raízes libanesas, propõe “um mergulho na psique dessas duas mulheres que, apesar de suas diferenças geográficas e temporais, elaboram seus traumas, num acerto de contas que opera a partir de arquétipos familiares, mas que faz ressoar dilemas éticos e morais que refletem a encruzilhada das visões de mundo do Oriente e do Ocidente, tão presente na formação da sociedade brasileira”.

Nas palavras do diretor, o espetáculo, ao propor uma jornada desafiadora para as personagens, é “um rito de passagem da morte à vida”. Nesse sentido, por meio da referência ao Cedro, árvore milenar libanesa, Lazzaratto sintetiza: “Vida que se manifesta através de um broto de Cedro-do-Líbano no vaso disposto no canto da cena; árvore-símbolo daquele país que possui variados significados: na Bíblia, por exemplo, ele é mencionado frequentemente como um elemento de grandiosidade e bênçãos divinas, valores muito adequados às necessidades das personagens da peça. Mesmo que elas não lhes deem a devida atenção, o broto de Cedro está ali, crescendo, anunciando um amanhã renovado”.

Sinopse
Em algum lugar entre o Líbano e o Brasil, duas mulheres fazem um acerto de contas, investigando questões ligadas à sua ancestralidade e ao seu futuro.


Ficha técnica

Direção: Marcelo Lazzaratto
Texto: Samir Yazbek
Elenco: Helena Ranaldi e Martha Meola
Cenário: Marcelo Lazzaratto
Cenotécnico: Wanderley Wagner
Iluminação: Marcelo Lazzaratto
Operação de luz e som: Bruno Garcia
Figurino: Juliana Bertolini
Assistente de figurino: Vi silva
Visagista: Junior Carvalho
Cabelo: Cida Grecco
Camareira: Rosa Silverio
Fotos: Camila Rios
Direção de Produção: Jessica Rodrigues
Produção executiva: Carolina Henriques
Assistente de produção: Rommaní Carvalho e Julia Terron


Teatro Multiplan MorumbiShopping
O novo Teatro Multiplan MorumbiShopping está localizado na Zona Sul de São Paulo, no Piso G2 do MorumbiShopping. Este espaço é totalmente novo, moderno e arrojado, mas preserva sua principal característica: a diversidade de sua programação e entretenimento de qualidade para todos os públicos.


Serviço:

POR TRÁS DAS FLORES
29 de outubro, terça-feira, 21h (pré-estreia)
30 de outubro a 28 de novembro, quartas e quintas, às 21h00
*não haverá apresentação no dia 14 de novembro, quinta-feira
Classificação Indicativa: 12 anos
Duração: 60 minutos
Ingressos: de R$40 a R$100 | Vendas pela Sympla
Teatro Multiplan MorumbiShopping
Avenida Roque Petroni Júnior, nº 1.089, Piso G2, Jardim das Acácias, 04707-900, São Paulo/SP.
Bilheteria abre em dias de espetáculo, 2h antes de cada sessão.
Capacidade: 250 lugares.

Teatro Sérgio Cardoso recebe única apresentação gratuita de Frida Kahlo - Viva la Vida após grande sucesso


Após temporada de sucesso, o Teatro Sérgio Cardoso, instituição vinculada à Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas do Estado de São Paulo e gerido pela Associação Paulista dos Amigos da Arte, recebe o solo teatral  Frida Kahlo - Viva la Vida para uma única apresentação, que será realizada no dia 5 de novembro, terça-feira, às 20h. A entrada é gratuita, e os ingressos serão distribuídos na bilheteria a partir de uma hora antes do início da sessão.

Nesta produção, o público é convidado a conhecer uma Frida Kahlo lúcida, solar e cáustica, celebrando o triunfo paradoxalmente no Dia dos Mortos. Enquanto prepara um jantar para seus convidados, sejam eles vivos ou mortos, Frida revisita sua vida, trazendo à tona personagens marcantes como Diego Rivera, Trotsky, Rockfeller, e André Breton. 

Fotos: Isadora Tricerri

Ficha técnica: 

Texto Humberto Robles

Tradução e direção Cacá Rosset

Interpretação Christiane Tricerri

Assistência de direção Humberto Vieira

Cenário e figurino Kleber Montanheiro Assistência de figurino Thaís Boneville 

Pintura artística cenário e figurino Victor Grizzo

Desenho de luz Aline Santini

Assistência de iluminação Pajeú de Oliveira

Operação de luz Ademir Muniz

Música original Ricardo Severo

Assistência de produção musical  Rafael Thomazini

Operação de som Rafael Thomazini 

Vocais Cida Moreira e Rubens Caribé

Preparação corporal Mônica Monteiro

Visagista Emerson Murad

Assistente de cenografia Marcos Valadão

Direção de palco Ademir Muniz

Costureira Ray Lopes

Coordenação de projeto e Direção de produção Christiane Tricerri

Fotos Isadora Tricerri

Criação Teatro do Ornitorrinco

Serviço:

Frida Kahlo - Viva la Vida

Data: Dia 05 de novembro de 2024, terça-feira, às 19h

Ingressos Gratuito | Distribuição de ingressos na bilheteria a partir de 1 hora antes da sessão

Local: Teatro Sérgio Cardoso - R. Rui Barbosa, 153 - Bela Vista

Classificação: 10 anos  

Duração: 60 minutos 

Sobre a Amigos da Arte
A Associação Paulista dos Amigos da Arte, Organização Social de Cultura responsável pela gestão de chamadas públicas, do Teatro Sérgio Cardoso, e do Teatro de Araras, além do Mundo do Circo SP, trabalha em parceria com o Governo do Estado de São Paulo e a iniciativa privada desde 2004. 

Música, literatura, dança, teatro, circo e atividades de artes integradas fazem parte da atuação da Amigos da Arte, que tem como objetivo fomentar a produção cultural por meio de festivais, programas continuados e da gestão de equipamentos culturais públicos. Em seus 19 anos de atuação, a Organização desenvolveu cerca de 70 mil ações que impactaram mais de 30 milhões de pessoas.


sexta-feira, 25 de outubro de 2024

O premiado monólogo 'Só vendo como dói ser mulher do Tolstói' chega ao Teatro Adolpho Bloch dia 28 de outubro

- sexta-feira, 25 de outubro de 2024


Com sucesso de público e elogios de críticos, o premiado monólogo “Só vendo como dói ser mulher do Tolstói” chega ao Teatro Adolpho Bloch dia 28 de outubro

Com texto de Ivan Jaf, direção de Johayne Hildefonso e interpretação de Rose Abdallah, a peça expõe a relação tóxica entre o escritor russo e a esposa Sofia. 

O figurino assinado por Giovanni Targa foi indicado ao Prêmio Shell e venceu o Prêmio Fita

Um dos escritores mais importantes da literatura ocidental, o russo Leon Tolstói teve uma relação extremamente tóxica com a esposa Sofia. Essa é a revelação do elogiado monólogo “Só vendo como dói ser mulher do Tolstói” que, atendendo a pedidos, chega ao Teatro Adolpho Bloch em ÚNICA APRESENTAÇÃO, segunda-feira, dia 28 de outubro, às 20h. Com texto de Ivan Jaf, direção de Johayne Hildefonso, interpretação de Rose Abdallah e música original de André Abujamra, a peça procura desmitificar o mito Tolstói, ao expor o machismo do autor de “Guerra e paz” e “Anna Karenina”, e jogar luz sobre o protagonismo feminino. O detalhado figurino de época da peça, assinado por Giovanni Targa, foi indicado ao Prêmio Shell e venceu o Prêmio Fita. 

Idealizadora do projeto, a atriz Rose Abdallah dá vida a Sofia Tolstói, cujos diários escritos durante 48 anos comprovam um relacionamento patriarcal, machista e abusivo. Ofuscada pela fama do marido por dois séculos, só agora, com os movimentos de empoderamento feminino, a voz de Sofia começa a ser ouvida. Em “Só vendo como dói ser mulher do Tolstói”, uma atriz prepara-se para entrar em cena no papel de Sofia. No camarim, mistura a voz da personagem com sua voz feminista atual, indignada e revoltada com o escritor machista e abusivo. Mistura também épocas – inícios dos séculos XX e XXI – e espaços – Rússia e Brasil. Em uma linguagem do nosso tempo, Sofia, enfim, fala. Nos bastidores da vida de um grande homem, havia mesmo uma grande mulher, mas ela foi massacrada e oprimida. 


“Conhecia Sofia Tolstói apenas por foto e sempre ao lado do marido Leon Tolstói, o grande romancista russo. Quando li o monólogo, foi uma mistura de sentimentos: amor por ela e choque por conhecer o outro lado de Tolstói. Apesar de toda a sua genialidade, ele era um homem comum, um russo seguidor fiel dos ensinamentos do Domostroi, que, em russo, significa ‘ordem na casa’, ‘se o marido não domar a esposa, todo lar desmorona’. Conheço várias mulheres que ainda hoje vivenciam os mesmos conflitos que Sofia. Talvez leve mais alguns séculos para que uma mudança concreta ocorra e que, finalmente, as mulheres tenham seu protagonismo reconhecido, reflete Rose Abdallah.

Sofia foi casada com o célebre escritor russo Leon Tolstói por 48 anos, até que, no dia 28 de outubro de 1910, ele fugiu de casa e acabou morrendo dez dias depois na estação ferroviária de uma pequena vila a 300 quilômetros de distância. A culpa sobre a morte do famoso escritor recaiu sobre Sofia, que foi considerada uma megera da qual Tolstói havia fugido e, por isso, morrera. 

Foram quase 50 anos de brigas entre o escritor e a esposa. Um século de machismo estrutural, somado à imensa fama planetária e importância da obra de Tolstói, legou à Sofia o papel de megera. No entanto, o movimento feminista vem corrigindo essa injustiça. Durante toda a relação, cada qual retratou em diários o que se passava entre eles, em detalhes. É a leitura atual desses diários que deixa clara a relação tóxica, abusiva e patriarcal do homem Leon, independentemente de seu inquestionável talento literário. É a partir do conteúdo desses diários que o dramaturgo Ivan Jaf constrói seu monólogo, dando voz a Sofia. Não uma voz contida pela repressão da mulher na Rússia do começo do século XX, sob o peso da Igreja Ortodoxa e da mão pesada do czarismo, mas um discurso com toda a verve libertária da indignação feminina atual. 

Os trajes pesados do figurino de Giovanni Targa, que remetem ao severo inverno russo, são destaques na encenação. “O figurino por si só é um espetáculo, passando por vários séculos 18, 19 e 21 as roupas são colocadas e trocadas durante a apresentação como camadas. Como são roupas pesadas com muitos detalhes e muitos botões, a concentração é ampliada na execução. Tem uma ordem certa para vestir as peças”, explica Rose.


Sobre o Teatro Adolpho Bloch
Localizado no histórico Edifício Manchete, na Glória, Rio de Janeiro, projetado por Oscar Niemeyer e com paisagismo de Burle Marx, o Teatro Adolpho Bloch é palco de momentos célebres da nossa cultura. Desde maio de 2019, o Instituto Evoé é responsável por devolver ao Rio de Janeiro esse espaço icônico, porém ainda mais moderno, transformado num complexo cultural. Graças à genialidade de Niemeyer, que criou um palco reversível, tornou-se possível, em um período desafiador, como a pandemia, promover espetáculos e eventos tanto na área externa, ao ar livre, quanto na interna. Ou nas duas ao mesmo tempo, em formato arena, proporcionando aos artistas, produtores, além dos cariocas e turistas, múltiplas formas de se criar e consumir arte e entretenimento. A construção é um ícone carioca – na arquitetura e na história que carrega.

Único teatro na cidade do Rio de Janeiro que possui um palco reversível, permitindo que o público se acomode na área externa da casa de espetáculos, o Teatro Adolpho Bloch ganhou, em 2021, o formato arena, com capacidade para 359 lugares internos e 120 externos e um palco de 140m², equipado com a melhor estrutura. O espaço abriga ainda bistrô Bettina Café & Arte.


Serviço:

“Só vendo como dói ser mulher do Tolstói”

Dia 28 de outubro, 20h

Segunda-feira, às 20h.

Teatro Adolpho Bloch: Rua do Russel, 804 - Glória

Duração: 1h

Classificação: 16 anos

Venda de ingressos: AQUI 

Valor: entre R$20,00 e R$60,00

quinta-feira, 24 de outubro de 2024

Teatro: RJ recebe 'Bent', história de amor entre dois homens nos campos de concentração nazista

- quinta-feira, 24 de outubro de 2024


BENT é, provavelmente, a história de amor mais comovente do teatro. Passada na Alemanha nos anos 1930 durante a Ascensão de Hitler, a peça mostra a perseguição dos nazistas aos homossexuais, de onde surge o amor entre dois homens num ambiente o mais inviável possível para o desenvolvimento desse amor. 


Premiada em todos os países onde foi apresentada, BENT certamente emocionará também o público brasileiro e se tornará uma lembrança teatral inesquecível. 


SERVIÇO

Sextas às 22h30

Sábados às 21h30

Domingos às 20h30

De 8 a 30 de Novembro

Teatro Vanucci - Rua Marques São Vicente , 52 - 3º andar Loja 371, Rio de Janeiro 

Ingressos: a partir de R$50

FICHA TÉCNICA 

Autor: Martin Sherman  

Realização: Hermes Frederico 

Direção: Luiz Furlanetto 

Elenco:

Daniel Dalcin - Max 

San Lima - Horst 

André Andrade- Rudy 

Nathan Soares - Capitão Klaus 

Guilherme Ricardo - Wolf 

Atores convidados: 

Miro Marques- Tio Freddy 

Breno Pizzorno- Greta 

Cenário: Gustavo Rodrigues Augusto Zacchi

Figurino: Reinaldo Patrício 

Criançao e operação de luz: Marco Cardi - Wilson Reiz

Produção executiva: San Lima - Reinaldo Patrício

Assistente produção: Lívia Miguel 

Programação visual: André Andrade 

Sound design: João Guilherme 

Contra regra: Reginaldo Celestino 

Idealização: Hermes Frederico Gustavo Rodrigues ( Procenium produções artísticas ) Augusto Zacchi  

Com a premissa de debater a solidão LGBTQIAPN+, 'Selva: Solidão' estreia no teatro Ziembinski


Espetáculo, estrelado pelo ator Vinicius Teixeira, no ar em “Justiça 2”, do Globoplay, tem como intuito se aprofundar na pesquisa sobre a solidão LGBTQIAPN+

A partir de 5 de novembro o teatro Ziembinski, Tijuca (RJ), recebe “Selva: solidão”, monólogo escrito por Jefferson Almeida e Vinicius Teixeira. A peça, estrelada por Vinícius, tem produção da A Marica Latina e faz temporada até 27 de novembro, com sessões às terças e quartas às 20 horas, com o intuito de se aprofundar na pesquisa sobre a solidão LGBTQIAPN+.

- Durante a pandemia li muitos artigos e livros de filósofos contemporâneos que falam sobre vivências LGBTQIAPN+. Uma questão que me chamou a atenção, e que era uma constante em comum entre a maioria dessas leituras, foi a da solidão sentida pelos membros da comunidade. Vivemos em um tempo no qual esse sentimento é uma presença comum a todos, mas os membros da comunidade LGBTQIAPN+ o experienciam de uma forma particular. Esse tipo de sensação é fruto de um crescimento onde os afetos, desejos, formas de se comportar, movimentar, falar, preferências e tendências, são questionadas e negadas pelo mundo heteronormativo e patriarcal no qual estamos inseridos – relata Vinicius sobre como nasceu a ideia para o espetáculo.

SINOPSE: Jonathan, um atendente de fast food, Luiz Felipe, um garoto de programa e Antônio, um professor universitário aposentado são três homens gays que têm suas vidas cruzadas. Através dos desenvolvimentos de suas trajetórias e das relações que se estabelecem entre eles, “Selva: Solidão” convida o público a refletir sobre os efeitos de se crescer como uma pessoa LGBTQIAPN+ em um mundo heteronormativo, e sobre o constante sentimento de solidão presente na comunidade.

No espetáculo, dirigido por Jefferson Almeida, o ator, que pode ser visto atualmente em “Justiça 2”, do Globoplay, como Pascoal, vive os três diferentes personagens, mas todos com um motivo em comum: ser um espelho para que os membros da comunidade possam se ver e, a partir desse impacto, modificar suas atitudes, contribuindo com a criação de uma comunidade que lida melhor com os traumas causados pela sociedade heteronormativa.

- É uma delícia poder estar em cena dando vida a três personagens tão complexos, com idades e experiências completamente diferentes, mas que carregam angústias e questionamentos em comum. É muito interessante ver como essas questões semelhantes entre eles, se manifestam de formas tão diferentes no comportamento de cada um – ressalta o ator.

Vinicius ainda ressalta a importância de ter mais produções com o tema não somente nos palcos, mas em diferentes segmentos da sociedade, principalmente no Brasil, que é o país que mais mata pessoas LGBTQ+ no mundo.

- Sinto que é de extrema importância colocar dramaturgias originais escritas e pensadas por pessoas LGBTQIAPN+ nos teatros, nos palcos, nos livros, enfim, em toda a parte! Estamos em um momento, inclusive, em que as questões da nossa comunidade podem e precisam ser aprofundadas nesses projetos e discursos. Ainda vivemos em um país extremamente LGBTQIAPN+fóbico que, inclusive, é o país que mais mata pessoas LGBTQ+ por 14 anos seguidos e que, por isso, ainda são necessários projetos que falem sobre as descobertas relacionadas a sexualidade e as questões de gênero. Mas percebo que existe, também, uma necessidade de cavar mais fundo e falar sobre todas as complexidades das vivências de pessoas da comunidade como solidão, etarismo, afeto, relação com o corpo, sexo, ansiedade, depressão, abandono e muitas outras – completa.

Os ingressos para “Selva: Solidão” podem ser adquiridos AQUI 

SERVIÇO

“Selva: Solidão”

Temporada de 05 de novembro até 27 de novembro

Local: Teatro Ziembinski

Capacidade: 141 lugares

Dias: terças e quartas

Duração: 80 minutos

Classificação: 16 anos

Ingressos (Preços): 40 reais (inteira), 20 reais (meia) 


FICHA TÉCNICA

Dramaturgia Jefferson Almeida e Vinicius Teixeira

Direção Jefferson Almeida (@almeida_jefferson)

Elenco Vinicius Teixeira (@vinitei)

Iluminação Livs (@livs___livs)

Assistente de direção Victor Seixas (@victorseixasoficial)

Preparação de elenco Daniel Chagas (@danitchagas)

Direção de Movimento de Vogue Gabriel Querino (@querinog)

Direção Musical Rafael Lorga (@rafaellorga)

Direção de arte Taísa Magalhães (magalhainze)

Direção de produção Vinicius Teixeira

Coordenação de produção Isaac Belfort (@belfortisaac)

Produtora executiva Manuela Hashimoto (@manuhashimoto)

Fotos de divulgação Masina Pinheiro e Gal Cipreste (@masinapinheiro e @galcipreste)

Fotos de ensaio Arthur Quintella e Diogo Nunes

Design gráfico Ronieri (@ronieri__)

Vídeos de divulgação Stone Art Films (@stone.artfilms)

Assessoria de imprensa MercadoCom (@mercadocombr) (Ribamar Filho (@filhoribamar) e Beatriz Figueiredo (@beatrixfigueiredo))

Coprodução Belfort Produções (@belfortproducoes)

Realização A Marica Latina (@amarica.latina)

Consagrada em Portugal, banda os Quatro e Meia se apresenta no Teatro Riachuelo


Os Quatro e Meia acabam de anunciar a primeira incursão em território brasileiro. A banda vai viajar até ao país irmão para se apresentar no Teatro Riachuelo no dia 30 de outubro. Depois da estreia em território internacional, com concertos em Macau e Londres, a banda prepara-se agora para levar os vários êxitos que os posicionaram em Portugal, como uma das mais bem sucedidas bandas da última década, ao continente sul americano. Na bagagem levam consigo o novo álbum no qual trabalham, para ser editado ainda este ano.

2024 já soma prêmios e nomeações, com a recente notícia do prêmio atribuído pela gala aRi[t]mar, que na sua nona edição elegeu através do voto do Público que a canção “Na Escola”, foi a Melhor Música de 2023 em Portugal. Foi também revelada a lista de nomeados da 6.ª edição dos PLAY - Prémios da Música Portuguesa, estando Os Quatro e Meia apontados para o prémio “Melhor Grupo”. 

Os Quatro e Meia têm acumulado vitórias ao longo dos últimos anos e o reconhecimento é merecido. Em 2022 teve lugar um concerto no Estádio Cidade de Coimbra, perante 17 mil pessoas, em novembro de 2023 esgotaram a maior sala do País (MEO Arena), com meio ano de antecedência, receberam ainda o Globo de Ouro na categoria “Melhor Canção”, com o single “Na Escola”, e foram a banda convidada pela Câmara Municipal de Lisboa para o grande concerto de final do ano, que encheu o Terreiro do Paço com milhares de pessoas.

Sobre os Quatro e Meia

Formada a 25 de maio de 2013, os Quatro e Meia são uma banda original de Coimbra. E foi precisamente uma atuação de sucesso de um grupo de universitários conimbricenses num espetáculo para angariar fundos para uma academia de dança, que ditou o destino destes seis amigos.

Pedro Figueiredo (bateria e percussões), Tiago Nogueira (voz e guitarra) e Ricardo Liz Almeida (voz e guitarra) são antigos membros da Tuna de Medicina da Universidade de Coimbra. Já Mário Ferreira (acordeão, piano e coros) e Rui Marques (baixo e contrabaixo) são antigos membros da Quantunna, Tuna Mista da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra. João Cristóvão (violino e bandolim) era membro da Tuna Académica da Universidade de Coimbra.

Além da música, Pedro, Ricardo e Tiago são médicos, Rui é engenheiro civil, Mário é engenheiro informático e João, professor de música. Com ritmos de pop e folk, o grupo tem conquistado algumas das mais importantes salas nacionais e, agora, prepara-se para rumar ao norte com dois concertos muito especiais.

Sobre o Teatro Riachuelo

O prédio, tombado como patrimônio histórico-cultural, é imponente e se destaca na Rua do Passeio, número 40, reunindo passado, presente e futuro em um só lugar. O ícone da belle époque brasileira ficou com as portas fechadas por dois anos até 2016, quando foi devolvido à população como Teatro Riachuelo Rio, sempre com uma programação plural e acessível. Desde então, foram realizadas diversas peças, musicais, concertos e shows. 

Com uma área de aproximadamente 3.500 m², o teatro oferece uma estrutura completa para seus frequentadores, incluindo foyer, salas de ensaio, escritórios, camarins, área externa e uma grande sala com plateia para 999 pessoas. Mais do que um espaço físico, o teatro representa um compromisso com a promoção da cultura e da arte em suas diversas formas. O espaço conta ainda como o Bettina, Café & Arte, que além de abrir como bomboniere para atender ao público do teatro, funciona também para café da manhã e almoço.

Serviço:

Nome: Os Quatro e Meia

Data: Quarta, 30 de outubro às 20h

Classificação: 14 anos

Duração: 90 minutos 

Valor: entre R$25,00 e R$130,00

sábado, 19 de outubro de 2024

Espetáculo 'Névoa', que retrata consequências trágicas do bullying e da homofobia, em cartaz no Teatro dos Quatro, no Shopping da Gávea

- sábado, 19 de outubro de 2024


Sob direção de Lavínia Pannunzio, peça revela cenário preocupante e atual da sociedade brasileira

Embora possa parecer ficção, os números revelam uma realidade preocupante: o bullying no Brasil tem atingido níveis alarmantes, com um aumento de 12% ao ano. Além disso, a violência contra a comunidade LGBTQIA+ é devastadora – uma pessoa desse grupo morre de forma violenta a cada 38 horas no país, segundo a Associação Acontece Arte e PolíticaLGBTI+. Quando o bullying vem associado ao cancelamento nas redes sociais, as consequências psicológicas tornam-se ainda mais graves. Essa complexa realidade ganha vida na peça "Névoa", em cartaz no Rio de Janeiro, até dia 26 de novembro, em uma curta temporada no Teatro dos Quatro, depois de passar por São Paulo e São José dos Campos. Com direção de Lavínia Pannunzio, o espetáculo trata o tema com profundidade e humor ácido, e está conquistando públicos e críticos por sua abordagem corajosa e atual. 

A trama é mais do que uma narrativa sobre acusações: ela explora como o peso de palavras e ações, muitas vezes esquecidas no passado, pode se intensificar e reverberar com força no presente. A história acompanha Dennis Sullivan, cineasta aclamado por seu talento e inovação, que, na noite de sua vitória no Oscar, surpreende o mundo ao transformar seu discurso de agradecimento em um desabafo público. Durante o que deveria ser um momento de celebração, Sullivan acusa Ethan Rice, um antigo colega de escola, de ser o responsável pelo suicídio de seu melhor amigo, vítima de bullying homofóbico. O episódio expõe as feridas do passado e desencadeia uma série de reações intensas e imprevisíveis.

À medida em que a história se desenrola, os personagens são confrontados com a dura realidade de suas escolhas e os impactos de suas atitudes no cenário digital. O público acompanha de perto a trajetória de Dennis e Ethan, forçados a lidar com as consequências públicas e privadas de seus atos. As revelações chocantes e a tensão crescente mantêm a plateia em suspense,enquanto questões profundas sobre culpa, responsabilidade e justiça são discutidas de forma inteligente e afiada.

O elenco, que reúne talentos da dramaturgia brasileira, é um dos pontos altos da produção. Felipe Hintze, conhecido por suas atuações em "Verdades Secretas" e "Família éTudo" da Rede Globo, traz uma intensidade única ao palco, ao lado de Fernando Billi (“Gênesis” - Record), Felipe Ramos e Bruno Rocha. Juntos, eles apresentam performances que ressoam com a profundidade emocional e a complexidade exigida pela trama.

O ator Felipe Hintze revela a trajetória complexa e interessante de um personagem gay dentro da trama, que não assume sua sexualidade para a família e os amigos. “Estou muito empolgado em voltar com “Névoa” após uma temporada tão bem-sucedida em São Paulo, agora com a estreia no Rio de Janeiro, o que traz uma expectativa especial, já que é a primeira vez que apresentamos a peça na cidade. É a nossa estreia no Rio. Acredito que os temas que abordamos – bullying LGBT e o impacto cancelamento – são mais urgentes do que nunca, especialmente na era das redes sociais”, adianta Felipe.

O ator também revela que a nova fase da peça é praticamente uma nova montagem, embora ele e o ator Felipe Ramos continuem no elenco. “Agora temos a entrada de atores novos (Bruno Rocha e Fernando Billi) que trouxeram uma energia renovada ao espetáculo, e estou ansioso para compartilhar essa experiência com o público carioca”, comenta o ator que também já viveu personagens emblemáticos, como o Moqueca, em “Malhação - Viva a Diferença” (Globo,2017).

A direção de produção, conduzida por Alina Lyra, garante que cada detalhe contribua para uma experiência teatral completa e imersiva, provocando risos nervosos e reflexões profundas entre o público.

Ficha técnica:

Texto: Michael Perlmann

Direção: Lavínia Pannunzio

Direção de Produção: Alina Lyra

Realização: Alina Lyra

Produção executiva: Felipe Hintze e Fernando Billi

Assistentes de produção: Talita Franceschini e Isa Quinta 

Tradução: Jorge Minicelli

Elenco: Bruno Rocha, Felipe Hintze, Felipe Ramos e Fernando Billi

Cenografia: Mira Andrade

Iluminação: Aline Santini

Trilha Sonora Original: Rafael Thomazini

Figurinos: Fábio Namatame

Fotos de Cena: Leekyung Kim

Fotos Redes Sociais: Gatu Filmes

Fotos Cartaz: Gatu Filmes

Fotos ensaio: Fernando Tavares 

Programação Visual: André Mello

Assessoria de imprensa: Rachel Almeida (Racca Comunicação)


Serviço:

Temporada: De 8 de outubro a 26 de novembro de 2024

Teatro dos Quatro: Shopping da Gávea - Rua Marquês de São Vicente, 52 - 2° Andar – Gávea.

Telefone: (21) 2239-1095

Dias e horários:terças-feiras, às 20h. 

Ingressos: R$ 90 (inteira) e R$ 45 (meia-entrada)

Duração: 1h10

Lotação: 402 lugares

Classificação:12 anos

Venda de ingressos: AQUI

 

sexta-feira, 18 de outubro de 2024

Projeto Tudo Nosso chega ao Rio de Janeiro com a MangoLab para enaltecer o melhor da música do Norte e Nordeste, no Sudeste

- sexta-feira, 18 de outubro de 2024


O grupo é formado por 10 artistas de diferentes cenas musicais, são eles: Amun Há, Anna Suav, Ciel, Jadsa, Jennify C., MC Super Shock, Mestre Damasceno, Naieme, Núbia e Vanessa Melo

Há mais de cinco anos, a MangoLab se apresenta como laboratório cultural e vitrine artística do Rio de Janeiro para todo o país. Não à toa, a iniciativa, a convite do Grupo Heineken, é figurada como uma das principais plataformas de difusão de artistas em ascensão no projeto de ocupação de importantes espaços para o consumo de cultura na cidade. Para coroar uma nova proposta dentro deste compromisso, a MangoLab apresenta agora o projeto Tudo Nosso, em que reúnem 10 artistas do Norte e do Nordeste no Rio de Janeiro, com o objetivo de fomentar o acesso e a conexão desses artistas com o mercado musical do Sudeste. E, desde sua estreia, o grupo formado por Amun Há, Anna Suav, Ciel, Jadsa, Jennify C., MC Super Shock, Mestre Damasceno, Naieme, Núbia e Vanessa Melo não para de fazer sucesso. 

A partir deste encontro foi realizada a gravação de 5 faixas em estúdio, com direito a live sessions e, por fim, um showcase destinado a profissionais do mercado musical na intimista casa de show carioca Manouche. Ao todo, foram mais de 100 profissionais do mercado da música – artistas, empresários, curadores e produtores musicais – reunidos para prestigiar canções do repertório autoral de cada integrante. Após o showcase, o projeto Tudo Nosso realizou ainda o show de abertura para o grupo Los Sebosos Postizos, em uma noite de sold out em um dos palcos mais icônicos do Brasil, o Circo Voador. 

A curadoria de artistas enaltece uma rica diversidade de gêneros musicais e influências culturais que vão do tradicional ao contemporâneo. Jadsa mistura MPB, rock, blues, neo-soul e jazz, enquanto Naieme incorpora elementos afro-indígenas da Amazônia com sons da floresta e música eletrônica. Ciel celebra a cultura nordestina com ritmos e estética queer, e Amun Há combina Brega Funk com reggae e dub, além de abordar temas sociais. Núbia funde reggae jamaicano com jazz e soul, e MC Super Shock mistura rap com percussões amazônicas. Jennify C. explora o rap, trap e pop eletrônico, enquanto Anna Suav foca em empoderamento feminino com rap e poesia. Já Vanessa Melo e Mestre Damasceno exploram a fusão entre gêneros musicais e a cultura popular paraense, respectivamente.

“Esse é um projeto que resgata o DNA da Mango, um trabalho que visa dar palco a artistas e ampliar as possibilidades de interlocução para narrativas tão importantes para nossa concepção de música brasileira e cultura nacional. A partir de Janeiro os lançamentos saem pelo nosso selo e canal de YouTube; ficamos muito honrados em fazer parte disso”, afirma Eduardo Sena, CO-CEO da MangoLab.

SOBRE OS INTEGRANTES

Jadsa
Cantora, compositora, guitarrista, produtora e diretora musical, Jadsa é uma artista baiana que mescla influências da MPB, rock, blues, neo-soul e jazz, criando um som autêntico. Inspirada por Gal Costa, Gilberto Gil, Elis Regina, Jimi Hendrix, além da vanguarda paulista de Itamar Assumpção e Arrigo Barnabé,Jadsa é considerada uma das grandes revelações da música brasileira contemporânea.

Naieme
Com raízes na Ilha do Marajó e uma forte conexão com a cultura afro-indígena da Amazônia que transparece no seu estilo musical, a cantora e compositora de Belém traz em seu trabalho a riqueza e a diversidade sonora da região. Tambores, maracás, sons da floresta ligados a sintetizadores e música orquestral é o que representa essa artista que surge do coração da Amazônia.

Ciel
Cantor, ator e bailarino, Ciel é um furacão pernambucano que invade os palcos com uma explosão de ritmos. Sua arte, uma celebração tropical, transborda identidade queer e mescla diversas influências. Sua sonoridade e performance se apoiam no mundo Queer e na pluralidade de ritmos, estéticas e cores da cultura popular nordestina, uma celebração aos festejos e manifestações do seu povo. 

Amun Há
Nascida no Rio de Janeiro e enraizada em Pernambuco, Amun Há fez história ao se tornar a primeira travesti a lançar um álbum de Brega Funk. Seu trabalho faz uma fusão envolvente de Bregadeira, Brega Romântico e pop, demonstrando versatilidade musical e uma identidade original. LGBTTI+. Em 2019 lançou sua primeira música nas plataformas digitais, “Quem Vai Salvar?”, uma mistura de arrocha, reggae, brega e dub que traz em sua letra conteúdo antiproibicionista e evoca liberdade dos corpos, suplicando pelo fim do extermínio das populações não hegemônicas.

Núbia 
Cantora e compositora maranhense que do Reggae Roots ao dub, com timbre e sonoridade única, entoa músicas que abordam a influência sociocultural do reggae jamaicano no Maranhão. Com nove anos de trajetória, sustentando um estilo único, a compositora traz para o show uma mistura entre o sabor do reggae roots, ritmo jamaicano marcante na cultura maranhense , atrelado a outras vertentes como dub, ska, rocksteady, ragga, elementos jazzísticos com soul e R&B.

MC Super Shock
Com um nome que já sugere transformação e impacto, o artista utiliza o hip-hop como ferramenta para promover a cultura da Amazônia. Ao longo de mais de uma década na cena, o MC se consolidou como um dos principais representantes da nova geração de artistas do Norte. O MC mostra o Rap conectado a elementos nortistas, principalmente instrumentos percussivos que acentuam a autenticidade dos ritmos amazônicos. 

Jennify C.
A potiguar é uma das personalidades da cena eletrônica do Rio Grande do Norte. Produtora musical, beatmaker, rapper, dj e performer, Jennify lançou "atmosfera", álbum que transita entre o rap, trap e o pop alternativo. Com sonoridade eletrônica bem alicerçada, presença de palco e narrativa potente, seu trabalho combina a essência do hip hop, do house e da cultura ballroom, elementos centrais na trajetória da artista.

Anna Suav
Conhecida por suas letras impactantes que abordam questões sociais, raciais e de empoderamento feminino, especialmente focando na realidade das mulheres negras e latinas da Amazônia. Anna Suav é cantora, compositora, MC, poeta e produtora audiovisual e cultural. De forma independente, sua carreira começou em 2017 como idealizadora do projeto de poesia marginal feminina Slam Dandaras do Norte, primeiro grupo de slam da região Norte, o que lhe deu o pontapé compor seu primeiro single, “Desafogo” (2018).

Vanessa Melo 
Clarinetista, cantora e compositora, ela redefine os limites entre os gêneros musicais, criando uma sonoridade singular que reflete sua identidade artística. 

Mestre Damasceno
Cantor, compositor e diretor artístico, é uma referência na cultura paraense. Criador do Búfalo-Bumbá, um rico folguedo junino inspirado no auto do boi, e mestre de carimbó, possui uma vasta contribuição para a música brasileira. Atua na cultura popular desde os 19 anos, mesma idade em que se tornou pessoa com deficiência visual devido a um acidente de trabalho. Atualmente Mestre Damasceno está com 69 anos e segue fazendo o seu carimbó, com o grupo Nativos Marajoara.


Teatro Adolpho Bloch apresenta 'Rio Uphill - O Musical', primeiro musical brasileiro totalmente original criado em Nova Iorque


Espetáculo que estreia em 27 de outubro conta a história do encontro de dois jovens cariocas de realidades bem distintas e seus desafios 

Fotos: Caio Galucci

Um evento inesperado na véspera de Ano Novo reúne Miguel, nascido e criado na favela fictícia Morro  do Sol, e Daniel, um privilegiado jovem da Zona Sul do Rio de Janeiro. Durante esse encontro, Daniel  se aproxima da comunidade e se apaixona pela irmã de Miguel, Júlia. Os problemas aumentam quando  um vídeo comprometedor se torna viral na internet, colocando à prova os desafios e obstáculos  pessoais de Miguel, Júlia e Daniel diante de uma sociedade parcial. Essa é a sinopse de Rio Uphill – o musical, que estreia no Teatro Adolpho Bloch, no próximo dia 27 de outubro.

Com direção de Gustavo Barchilon, o musical é apresentado pelo Ministério da Cultura e Petrobras e tem coprodução da Barho  Produções e JMP Produções Artísticas. Radicada há dez anos nos Estados Unidos, para onde foi estudar teatro musical, a produtora teatral e  autora Juliana Pedroso alimentava a ideia de fazer uma obra original que levasse a cultura brasileira  ao público da Broadway. Em parceria com o escritor e compositor premiado Matthew Gurren e do músico brasileiro de carreira internacional Nanny Assis, Juliana criou Rio Uphill – o musical.

O primeiro musical totalmente original com temática e criação brasileiras desenvolvido em Nova  Iorque, Rio UpHill estava pronto para iniciar carreira quando veio a pandemia. Sem poder  ganhar os palcos, o espetáculo foi registrado como filme independente, o que lhe rendeu 22  indicações e prêmios internacionais, em especial por sua música, composta por Matthew Gurren e  Nanny Assis. Antes disso, o musical já havia sido indicado ao prestigioso Richard Rogers Awards (2020), destinado a musicais em desenvolvimento em Nova Iorque.  


Sobre o filme independente

RIO UPHILL - Parte I é um filme independente e de vanguarda que surgiu como resultado da pandemia  de COVID. É baseado no musical teatral RIO UPHILL. À medida que o streaming online decolou como  um canal para produções teatrais (Hamilton no Disney+), muitas dessas obras eram arquivos filmados  de apresentações ao vivo. Queríamos dar um passo adiante e criar um híbrido entre teatro e cinema  para uma experiência de visualização mais dinâmica nunca vista antes. Inspirado em Pass Over, de  Spike Lee, e Dogville, de Lars von Trier, RIO UPHILL foi filmado em um único palco usando design de  produção minimalista e técnicas cinematográficas, esforçando-se para ultrapassar os limites de como  o teatro e o cinema podem ser vistos pelo público mundial.  

Sobre o Teatro Adolpho Bloch

Localizada no histórico Edifício Manchete, na Glória, Rio de Janeiro, projetado por Oscar Niemeyer e com paisagismo de Burle Marx, o Teatro Adolpho Bloch é palco de momentos célebres da nossa cultura. Desde maio de 2019, o Instituto Evoé é responsável por devolver ao Rio de Janeiro esse espaço icônico, porém ainda mais moderno, transformado num complexo cultural. Graças à genialidade de Niemeyer, que criou um palco reversível, tornou-se possível, em um período desafiador, como a pandemia, promover espetáculos e eventos tanto na área externa, ao ar livre, quanto na interna. Ou nas duas ao mesmo tempo, em formato arena, proporcionando aos artistas, produtores, além dos cariocas e turistas, múltiplas formas de se criar e consumir arte e entretenimento. A construção é um ícone carioca – na arquitetura e na história que carrega.

Único teatro na cidade do Rio de Janeiro que possui um palco reversível, permitindo que o público se acomode na área externa da casa de espetáculos, o Teatro Adolpho Bloch ganhou, em 2021, o formato arena, com capacidade para 359 lugares internos e 120 externos e um palco de 140m², equipado com a melhor estrutura. O espaço abriga ainda bistrô Bettina Café & Arte.


FICHA TÉCNICA 

Diretor Artístico: Gustavo Barchilon 

Concepção: Juliana Pedroso 

Diretor de Produção: Thiago Hofman

Autores: Juliana Pedroso e Matthew Gurren 

Compositores: Matthew Gurren e Nanny Assis 

Letras: Matthew Gurren 

Desenho de Luz: Maneco Quinderé 

Coreógrafos: Gabriel Malo e Nyandra Fernandes 

Figurinista: Wanderley Gomes 

Versionista: Talita Real 

Diretor Musical | Arranjador | Orquestrador: Carlos Bauzys 

Consultora de Representações Raciais e de Gênero: Deborah Medeiros 

Coordenadora Artística: Giselle Lima 

Cenógrafa: Natália Lana 

Cenógrafo Assistente: Victor Aragão 

Visagista: Feliciano San Roman 

Designer de Som: Paulo Altafim 

Assistente de Direção: Isabel Castello Branco 



SERVIÇO: 

RIO UPHILL – O Musical 

Local: Teatro Adolpho Bloch 

Endereço: Rua do Russel, 804, Glória 

Temporada: 27 de outubro a 17 de novembro de 2024 

Quintas e sextas às 20h / Sábados às 17h e 20h/ Domingos às 16h e 19h  

Vendas online: AQUI

Valor: Entre R$20,00 e R$160,00

Classificação: 16 anos 

Duração: 110 minutos 

quinta-feira, 17 de outubro de 2024

‘Elis, a Musical’ volta aos palcos do Rio de Janeiro em curta temporada no Teatro Riachuelo

- quinta-feira, 17 de outubro de 2024


‘Elis, a Musical’ volta aos palcos do Rio de Janeiro em curta temporada no Teatro Riachuelo, como parte da comemoração dos oito anos do teatro

Com produção da Aventura e patrocínio Bradesco Seguros, o espetáculo retorna para celebrar a incrível marca de 380 mil espectadores e mais de uma década de sucesso 

‘Elis, A Musical’ tem uma trajetória de sucesso surpreendente. Desde a estreia, em 2013, o espetáculo alcançou incríveis 360 apresentações, teve público de 380 mil espectadores em diversas cidades brasileiras e esteve em todos os principais prêmios da cena teatral. Para celebrar este marco, a produtora Aventura planejou uma temporada especial em que festejou uma década de sucesso, em uma versão atualizada do musical, com novidades no elenco, nos figurinos e na cenografia. 

Após estrear no Rio de Janeiro e passar por São Paulo, Belo Horizonte, Curitiba, Porto Alegre, Goiânia, Fortaleza, São Luís e Recife, ‘Elis, A Musical’ volta ao Rio para uma curta temporada no Teatro Riachuelo, de 11 de outubro a 3 de novembro. 

A direção permanece com a assinatura de Dennis Carvalho, enquanto Laila Garin e Lilian Menezes seguem se revezando na pele da icônica cantora gaúcha.

‘Elis, A Musical’ repassa a vida e a obra de Elis Regina através de cenas que recriam momentos e canções que se tornaram marcantes em sua voz. Ao longo de mais de 50 números, o público poderá se reencontrar com clássicos como ‘Fascinação’, ‘O Bêbado e o Equilibrista’, ‘Alô, Alô, Marciano’, ‘Como Nossos Pais’, ‘Madalena’, entre muitos outros.

Assinado por Nelson Motta e Patrícia Andrade, o texto reconta episódios da curta e turbulenta vida de Elis, como o início da carreira, o tumultuado relacionamento com Ronaldo Bôscoli, a gravação do mítico disco com Tom Jobim, o casamento com César Camargo Mariano e a maternidade, tendo toda a história do Brasil dos anos 50, 60 e 70 como pano de fundo. 

Entre as premiações que consagraram o espetáculo, “Elis, A Musical” recebeu os prêmios de Melhor Espetáculo (Prêmio Reverência), Melhor Direção Musical (Prêmio Cesgranrio), Melhor Produção (Prêmio APTR), Melhor Coreografia e
Cenografia (Prêmio Bibi Ferreira) e Melhor Figurino (Prêmio Cenym).


Serviço:

Temporada: 11 de outubro a 3 de novembro
Quintas e sextas, às 20h. Sábados, às 16h e 20h. Domingos, às 15h e 19h.
Teatro Riachuelo - Rua do Passeio, 40, Rio de Janeiro
Classificação: 14 anos
Duração: 2h45 minutos (15 minutos de intervalo)

Ficha Técnica
Elenco: Laila Garin (Elis Regina), Lilian Menezes (Elis Regina), Marcelo Varzea (Ronaldo Boscoli), Cláudio Lins (Cesar Camargo Mariano), Santiago Villalba (Tom Jobim e Luiz Carlos Miele), Fernando Rubro (Jair Rodrigues), Leandro Melo (Lennie Dale), Chris Penna (Seu Romeu), Leo Wagner (Henfil), Isaac Belfort (Marcos Lázaro), Aurora Dias (Dona Ercy), Fabricio Negri (Pierre Barouh), Bruno Ospedal (Nelson Motta), Ju Marins (Cover Elis Regina e personagens femininos), Adê Lima (personagens masculinos) e Júlia Sanchez (personagens femininos).

Direção: Dennis Carvalho

Texto: Nelson Motta e Patrícia Andrade

Diretor Associado: Guilherme Logullo

Direção Musical e Arranjos: Cláudia Elizeu

Direção de movimento e coreografia: Alonso Barros

Cenografia: Marieta Spada

Figurino: Marilia Carneiro

Visagismo: Beto Carramanhos

Desenho de Luz: Felício Mafra

Desenho de som: Gabriel D’angelo e Joyce Santiago

Direção de Produção: Bianca Caruso

Direção artística e produção geral: Aniela Jordan

Direção de negócios e marketing: Luiz Calainho 

Importante: 
Nas sessões abaixo, o papel de Elis Regina será interpretado pela atriz Lílian Menezes:
12/10 (sábado) às 16h | 19/10 (sábado) às 16h | 26/10 (sexta-feira) às 16h | 01/11 (sexta-feira) às 16h | 02/11 (sábado) às 16h 

Nas sessões abaixo, o papel de Elis Regina será interpretado pela atriz Laila Garin:
11/10 (sexta-feira) às 20h | 12/10 (sábado) às 20h | 13/10 (domingo) às 19h 17/10 (quinta-feira) às 20h | 18/10 (sexta-feira) às 20h | 19/10 (sábado) às 20h

20/10 (domingo) às 19h | 24/10 (quinta-feira) às 20h | 25/10 (sábado) às 20h 

26/10 (sábado) às 20h | 27/10 (domingo) às 19h | 31/10 (quinta-feira) às 20h 01/11 (sexta-feira) às 20h | 02/11 (sábado) às 20h  | 03/11 (domingo) às 19h


Sobre a Aventura
Fundada em 2008, a Aventura é referência na produção de espetáculos de altíssima qualidade, que tornou o mercado de teatro musical um dos principais segmentos da economia criativa no Brasil. A empresa se estabeleceu como uma grande aliada da multiplicidade artística, fundamental para o desenvolvimento social, econômico e cultural. A sua missão é transformar grandes ideias em realidade, criando fortes conexões entre marcas e projetos. São mais de 40 produções, de espetáculos inéditos e de versões da Broadway, como “Elis, a musical”, “A Noviça Rebelde”, “Sete”, “O Mágico de Oz”, “SamBRA”, “Chacrinha, o musical”, “Romeu & Julieta, ao som de Marisa Monte”, “Merlin e Arthur, um sonho de liberdade” e o infantil “Zaquim”. Em 2022, a produtora inovou com o primeiro musical em formato de série do país, o “Vozes Negras – A Força do Canto Feminino”, e com o musical “Seu Neyla”, apresentado em dois palcos com o uso da internet para criar uma experiência diferenciada no espectador, além de estrear uma parceria com a vertente Aventurinha com a Disney - Pixar com o espetáculo “Pixar in Concert”. Com o objetivo de democratizar o acesso à cultura, criou a Cia Stone de Teatro, projeto de teatro itinerante no interior do Brasil e é a responsável pela produção da Cia de Ballet Dalal Achcar. Ao todo, foram mais de 3,8 mil apresentações e cerca de 4,5 milhões de espectadores. 



Sobre o Circuito Cultural Bradesco Seguros
Manter uma política de incentivo à cultura faz parte do compromisso do Grupo Bradesco Seguros considerando a cultura como ativo para o desenvolvimento dos capitais do conhecimento e do convívio social. Nesse sentido, o Circuito Cultural Bradesco Seguros se orgulha de ter patrocinado e apoiado, nos últimos anos, em diversas regiões do Brasil, projetos nas áreas de música, dança, artes plásticas, teatro, literatura e exposições, além de outras manifestações artísticas. 

Dentre as atrações incentivadas destacam-se os musicais “Bibi – Uma vida em musical”, “Bem Sertanejo”, “Les Misérables”, “70 – Década do Divino Maravilhoso”, “Cinderella”, “O Fantasma da Ópera”, “A Cor Púrpura” e “Conserto para Dois”, além da “Série Dell’Arte Concertos Internacionais” e a exposição “Mickey 90 Anos”.

A produção do espetáculo Elis, A Musical informa que o participante e público que ingressar na área exclusiva do teatro, está ciente e concorda que sua imagem e áudio poderão ser captados(as) durante a realização do espetáculo e/ou sua permanência no teatro, cedendo, os direitos de imagem e som para uso em todas as redes sociais do espetáculo, parceiros e/ou matérias de caráter informativo e jornalístico.

 
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