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quarta-feira, 31 de maio de 2017

Bruta Flor estreia no palco do Teatro Augusta em São Paulo

Em Neon: quarta-feira, 31 de maio de 2017

Em seu sétimo mês de sucesso entre público e crítica, o espetáculo “Bruta Flor”, estreia hoje no palco do Teatro Augusta (Sala Paulo Goulart), em São Paulo.

Com texto de Vitor de Oliveira e Carlos Fernando de Barros e direção de Márcio Rosário o enredo enfoca a bissexualidade e a homossexualidade, levando o público a reflexão sobre homofobia e preconceitos.

Na trama, os atores mergulharam sem rede de proteção em um texto denso que trata da homofobia internalizada e sua possível consequência trágica. A dramaturgia aborda o relacionamento de dois homens, Lucas e Miguel que se encontram presos em um lugar desconhecido e começam a relembrar a trajetória deles, desde a adolescência. Miguel vai estudar em Londres e eles se afastam. Após  10 anos, ele volta para o Brasil e reencontra Lucas no metrô. Um reencontro que traz à tona sentimentos que até então desconhecia. A relação vai ganhando contornos dramáticos envolvendo a aceitação da homossexualidade.

No elenco Fábio Rhoden, com extenso currículo em TV, Teatro e na Publicidade; Walkiria Ribeiro que iniciou sua carreira profissional no samba e depois fez vários trabalhos na TV; Pedro Lemos que brilhou como Tobias em Chiquititas no SBT e Erika Farias, que tem uma carreira como produtora, cantora e compositora além do seu talento pelo teatro. "Tenho orgulho e gratidão por essa equipe e elenco que resistiu a tudo e abraçaram o projeto, embarcaram na história e conduzem de maneira brilhante e apaixonada nosso texto", comenta um dos autores da peça, Vitor de Oliveira. .

“O texto inédito chegou em boa hora porque eu queria muito falar sobre preconceitos e homofobia. A abordagem é profunda e há uma dose de espiritualidade. Soube de cara que era a peça que eu queria dirigir e pela receptividade do público, acertei”, conta o diretor do espetáculo Márcio Rosário.

A peça tem trilha sonora assinada por Cida Moreira e efeitos sonoros de Pedro Lemos, somada a cenografia de Reinaldo Patrício e Maureen Miranda, que também assinam o figurino com Rogério Almeida. Outro ponto forte do espetáculo está no desenho de luz feito por Guilherme Orro em conjunto com o diretor que principalmente nas cenas de nudez e sexo são apresentadas sem ser apelativas.

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Ficha Técnica 
Bruta Flor 
Texto: Vitor de Oliveira e Carlos Fernando de Barros 
Elenco: Fabio Rhoden, Walkiria Ribeiro, Pedro Lemos e Erika Farias 
Cenografia: Maureen Miranda e Reinaldo Patrício 
Figurinos: Maureen Miranda e Rogério Almeida 
Cenotécnico: Reinaldo Patrício 
Trilha Incidental: Cida Moreira 
Efeitos Sonoros: Pedro Lemos 
Desenho de Luz: Guilherme Orro e Marcio Rosario 
Operador de Luz: Gabriel Greghi
Operador de Som: Jamile Godoy
Expressão Corporal: Rodrigo Eloi Leão 
Preparação Vocal: Marcello Boffat
Fotografia: Ronaldo Gutierrez
Maquiagem e Cabelos: Edi Rodrigues
Personal Trainer (Elenco): Daniel Silveira 
Assessoria de Imprensa: Davi Brandão
Produção Executiva: Daniel Chiarelli
Coordenação de Produção e Palco: Ivan Gomes
Mídias Sociais: Angel Jackson
Direção e Produção Geral: Marcio Rosario
Realização: Três Tons Visuais
Classificação Indicativa para maiores de 16 anos
Gênero: LGBT
Redes sociais: Facebook: https://www.facebook.com/brutaflorteatro/ 
Instagram: @brutaflorteatro 

Serviço
Bruta Flor
Local: Teatro Augusta
Rua Augusta, 943, Cerqueira Cesar, Sao Paulo - SP, 01305 -100
Lotação: 302 lugares
Temporada: de 31/05/2017 a 29/06/2017
Dias e Horários: Quartas e Quintas às 21h
Ingressos: R$70,00 e $35,00 (meia entrada)

São Paulo recebe o lançamento do livro 'As Divinas Mãos de Adam'

Elenco que encenou "As Divinas Mãos de Adam" no 24º Festival Mix Brasil

Na sexta-feira, 16 de junho, a Blooks Livraria SP receberá o autor Roberto Muniz Dias para a noite de autógrafos de lançamento da sua obra "As Divinas Mãos de Adam".

Na ocasião do lançamento acontecerá a leitura dramática do texto "Onde está a revolução?" com os atores Guto Tredezini e Renato Roriz.

Sobre a obra
Vencedor do Prêmio Dalcídio Jurandir, melhor texto teatral 2015, o texto retrata os dilemas de três pessoas distintas: Adam, um jovem imigrante, que passa dificuldades em um país distante onde busca novas oportunidades; Stephen, paraplégico, mas que ainda acredita em alguma humanidade, expressas pela possibilidade de ainda sentir prazer, e Rita, irmã de Stephen, frustrada, rancorosa, que responsabiliza o irmão pelas conquistas que não teve. Unidos por sentimentos de raiva, tristeza, incapacidade e desejos reprimidos os três se confrontam sobre algo que talvez tenha acontecido. Mas o que de fato aconteceu? Que transformações se operaram naquelas três pessoas tão diferentes? A peça foi encenada no Centro Cultural São Paulo dentro da programação do 24º Festival Mix Brasil.

Renato Roriz é natural de Goiânia - GO, onde fez cursos de teatro enquanto cursava faculdade de Comunicação Social. Entretanto, depois de formado se mudou para São Paulo e decidiu se dedicar à carreira de ator. Estuda atualmente na Escola de Atores Wolf Maya e faz parte da companhia teatral Os Hypócritas, com a qual montou a peça A Casa de Todos os Santos, eleita pelo site Guia Gay São Paulo o melhor espetáculo LGBT de 2016.




Guto Tredezini – Nascido em Curitiba, atuou em Cias paranaenses até 2012. Em São Paulo desde 2013 participa de produções teatrais, entre elas A Ilha e A Casa de Todos os Santos, ganhador do prêmio de Melhor peça LGBT de São Paulo.
Roberto Muniz Dias é romancista, dramaturgo, contista, poeta, artista plástico e mestre em Literatura pela UNB (Universidade de Brasília). Também formado em Direito e Letras Português/Inglês. Na Literatura, recebeu menção honrosa, da Fundação Cultural Monsenhor Chaves, pela obra Adeus Aleto. Publicações realizadas, Adeus a Aleto, Errorragia, Urânios, A teia de Germano; Trilogia do desejo (coletânea de romances). Como dramaturgo, escreveu a peça Uma Cama Quebrada, com leituras dramáticas realizadas em Brasília, Teresina, Rio e São Paulo (auditório da Secretaria de Cultura, e no 23º Festival Mix Brasil). Recentemente, foi premiado pela FCP (Fundação Cultural do Pará) com a peça As Divinas Mãos De Adam, como melhor texto teatral de 2015. Esta peça foi encenada no 24º Festival Mix Brasil e estará em temporada, no Rio de Janeiro, Teatro Armando Gonzaga, no mês de março de 2017. Também, em março, lança a coletânea de peças teatrais Experientia (o teatro de Roberto Muniz Dias).

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Serviço
Lançamento "As Divinas Mãos de Adam"
16/06/2017 (sexta-feira)
a partir das 20hs
Blooks Livraria - Shopping Frei Caneca
Rua Frei Caneca, 569, 3º piso

'Uma linda kuaze mulher' traz primeiro casal trans para os palcos

Espetáculo, sucesso de público e crítica com mais de 500 mil espectadores, tem feito inédito: primeiro casal de protagonistas transgêneros

A comédia teatral “Uma Linda KuaZe Mulher”, com direção de Mario Cardona, texto de Denilton Neves, produção da Franer Produções Artísticas e realização da Cia Popular Versátil, está em cartaz no Rio de Janeiro, até 29 de julho no Teatro dos Grandes Atores em curta temporada, sextas e sábados, às 23h.

O espetáculo faz uma paródia do filme “Uma Linda Mulher” e tem um feito inédito: a primeira vez em que o casal de protagonistas será formado por dois transgêneros, Julia Bernardes e Tereza Brant. Tereza, por sinal, foi consultora de Glória Perez para a concepção de Ivana, personagem trans na novela “A Força do Querer”.

A peça narra a história de Júlia Roberta (Julia Bernardes), empregada doméstica que tem em sua patroa uma fonte de inspiração por esta já ter sido muito famosa e rica e o apoio de sua melhor amiga, Lia Lábios de Mel. No entanto, tudo vira pelo avesso quando a poderosa Cíntia, a vilã, ao descobrir seu verdadeiro emprego, faz da sua vida um inferno, gerando conflitos hilariantes, inclusive proibindo-a de ter contato com suas amigas, Lia, Lea e Cléa. Apesar de tudo, sua fiel escudeira, Lia, não deixa de ficar ao seu lado em momento algum.


Tereza Brant, que estreia nos palcos, interpreta Ricardo Gerardo, um cobrador de ônibus apaixonado por Júlia, que, quando encontra sua amada sozinha na rua, a convida para que passe um tempo em sua casa enquanto as demais se preparam para um concurso de performances em um show que dará um contrato milionário para a vencedora. Ganhar esse concurso é o grande sonho de Júlia, que, para realizá-lo, se envolve em diversas e inusitadas histórias, como se consultar com uma vidente picareta para saber sobre seu futuro.

Entre reviravoltas surpreendentes do início ao fim, assuntos sérios e cada vez mais em voga na sociedade são tratados, como os preconceitos racial e social, a homofobia, a conscientização para a prevenção de doenças e as relações entre patroas e domésticas, sempre com doses de humor e fazendo do espetáculo uma comédia rasgada. Nesse cenário de superação, Júlia luta e enfrenta vários percalços na preparação para participar do concurso, ao contrário do que todos imaginavam.

Numa concepção de desenho animado e revista em quadrinhos, o espetáculo traz o universo feminino de forma bastante exagerada, em expressão facial e corporal, e com isso promete arrancar muitas gargalhadas da plateia.

Curiosidades da história da peça
Marca a volta da atriz Julia Bernardes, transexual, que ficou 4 anos afastada dos palcos onde atuou e interpretou a personagem Júlia Roberta na trajetória de UMA LINDA KUAZE MULHER. É a estreia dela após a operação. A mesma adotou o nome Júlia em sua identidade em homenagem ao espetáculo onde por anos viveu a personagem.

Uma Linda Kuaze Mulher estreou em 1999 no Maranhão, ficando em cartaz no estado por 15 anos com mais de meio milhão de espectadores. Sucesso de público e crítica, venceu os prêmios “The Best Of the Year”, em 1999 e em 2000, e o Prêmio Universidade UFMA, em 2001.

No Rio de Janeiro, fez temporada por 5 anos em diversos teatros, como o Teatro Municipal de Itaguaí. O espetáculo fez tanto sucesso que foi a única peça convidada do estado do Rio de Janeiro a cumprir temporada regular na cidade.

No Rio de Janeiro, a peça já ultrapassa os 100 mil espectadores e, nessa nova temporada, conta com elenco quase todo renovado e nova produção.

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Serviço 
Uma Linda KuaZe Mulher
Teatro dos Grandes Atores – Barra Square
Temporada até 29/07 – sextas e sábados às 23h.
Ingresso: R$70 (inteira) R$35 (meia-entrada)
Telefone: (21) 3325-1645
Duração: 100 min
Classificação: 12 anos

Ficha Técnica
Texto: Denilton Neves
Direção e adaptação: Mario Cardona
Assistente de Direção: Raphael Monteiro
Elenco: Júlia Bernardes (Julia Roberta), Tereza Brant (Ricardo Gerardo), Filipe Enndrio (Mãe Lenara), Raphael Monteiro (Lia Labios de Mel), Felipe Baneiro (Cinthia Rabecão), Diego Sant´ana (Cléa Campbel), Marcelo Thadeu (Lea Bomba), Diógenes Rodrigues (Patroa de Julia Roberta)
Stand in: Leandro de Paula
Participação: Gabrielly Rodin
Realização e Produção: Franer Produções Artísticas e Cia Popular Versáteis
Produção Executiva: Mario Cardona, Raphael Monteiro e Leandro de Paula
Agência de Publicidade: Fermento Mídias Alternativas
Fotografia: André Borges    
Visagismo: Agustin Fernandez
Cenários e Adereços: Amílcar Barros   
Acessórios: Tatiana Miranda
Figurinos: Cátia Ferrari
Contra - Regra e Camarim: Zezé Ferilles
Sapatos: Bárbara Malhano
Iluminação e Sonoplastia: Anauã Vilhena


terça-feira, 30 de maio de 2017

Inscrições abertas para o 25ª Festival Mix Brasil de Cultura da Diversidade

Em Neon: terça-feira, 30 de maio de 2017

Estão abertas as inscrições para a 25ª edição do Festival Mix Brasil de Cultura da Diversidade, maior evento cultural sobre a diversidade sexual da América Latina e um dos maiores do mundo.  Em 2017, o evento acontece de 15 a 26 de novembro em São Paulo.

Os interessados poderão inscrever seus filmes e vídeos de curta e longa-metragem, nacionais e internacionais, relacionados com o tema da sexualidade humana em suas diversas formas de expressão, até 25 de agosto. As inscrições podem ser feitas AQUI.

Os selecionados concorrerão aos prêmios Coelho de Ouro e Prata em diversas categorias, Prêmio Aquisição Canal Brasil, e ao Prêmio Mix HIV Brasil que dará 10mil reais para o filme com melhor representatividade de pessoas que vivem ou convivem com o vírus.

Em 2016, o público estimado do festival foi de aproximadamente 50 mil pessoas, nas salas de cinema, performances, teatro, festas, conferência e debates. O evento é realizado pela Associação Cultural Mix Brasil, organização sem fins lucrativos, que visa promover a liberdade de expressão e da diversidade sexual.

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Foto: Reprodução da Internet

segunda-feira, 29 de maio de 2017

Resenha: Assistimos 'Laerte-se', desvendando a cartunista Laerte e suas reflexões sobre o universo feminino

Em Neon: segunda-feira, 29 de maio de 2017


Quando pensamos em Laerte, logo lembramos de suas incríveis obras artísticas, mas poucos de nós conseguimos acompanhar e desvendar, de fato, suas mudanças íntimas. Mutante como sua obra, Laerte desperta para uma nova vida, em que o gênero transcende a genitália.

O documentário “Laerte-se” tenta explicar o que talvez nem seja explicável, apenas vivenciado. Muito bem costurado com imagens de infância e tirinhas de Laerte, o documentário atinge em cheio o coração do expectador, mostrando um ser humano muito mais frágil e muito mais forte do que possamos supor.

“Laerte-se” mostra a mulher transgênero em sua vida simples, na intimidade de seu lar, cercada de memórias e sentimentos profundos, desmistificando o mito dos quadrinhos. Muitas das cenas em meio a caixas que há muito não são abertas e gavetas há muito não reviradas, assim como a própria Laerte. Como ela mesma afirma, “tenho medo de que as pessoas descubram que sou uma fraude”, coisa que, garantidamente, não é.

“Laerte-se” traz à tona o lado sensível de uma transformação externa e interna, aonde o sexo é um mero coadjuvante. Mostra, com muita humanidade, que, tornar-se mulher e vivenciar o universo feminino, não é tarefa fácil, não é algo impulsionado por “com quem se quer transar”, ou com o que pode-se ver no espelho. Enquanto Laerte questiona sobre implantar ,ou não, seios, estuda o que “eu quero, o que eu posso, o que eu preciso e se eu devo”.

Tocante, verdadeiro, intenso como Laerte, o documentário que é o primeiro produzido pela Netflix no Brasil, destrói qualquer argumento preconceituoso em relação a todas as mulheres e homens transgênero. Liberta e vem para quebrar barreiras, esclarecer e acalentar almas. Não fala e não mostra apenas Laerte, mas sim, a realidade de muitas pessoas, até então jamais vista.


“Laerte-se” é um marco na história dos trangêneros Brasileiros, indicado para ser assistido por quem vive neste meio, mas principalmente para quem nada sabe sobre o significado da mudança de gênero. Em uma escala de zero a 5, damos 5 estrelas douradas para esta belíssima obra prima. Assista, espalhe pelo mundo, “Laerte-se”! Aplausos para Laerte, aplausos para a Netflix!

CLIQUE AQUI e veja + sobre "Laerte-se"

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Por: Maurício Code -  CLIQUE AQUI e leia mais artigos de Maurício Code.

Maurício Code é designer gráfico, atuante no mercado desde 1995, DJ produtor, criador do selo Code Art Design (www.codeartdesign.com.br) e promoter de eventos na noite carioca através da pop4fun. Em seu curriculum destacam trabalhos para artistas nacionais e internacionais, remixes disponibilizados gratuitamente na internet além de trabalhos como visagista para cinema e televisão.

sexta-feira, 26 de maio de 2017

Confira a lista de filmes selecionados para o DIGO - Festival Internacional de Diversidade Sexual e de Gênero de Goiás

Em Neon: sexta-feira, 26 de maio de 2017


Foram 309 filmes inscritos com o tema e diversidade sexual e de gênero de todo o Brasil e do exterior. Um grande sucesso e orgulho para os organizadores do DIGO - Festival Internacional de Diversidade Sexual e de Gênero de Goiás, que realiza um festival independente com carinho e amor no coração do Brasil – único competitivo como tema no centro oeste.

Devido a alta qualidade dos filmes, o que deu muito trabalho para a curadoria, o festival terá além dos 28 filmes em mostra competitiva (10 nacionais, 10 internacionais e 8 goianos) também uma mostra paralela especial, não competitiva, de 10 filmes nacionais e 10 internacionais imperdíveis – totalizando 48 curta metragens na mostra principal!

Competitiva Nacional
A Vez de Matar, A Vez de Morrer, 2016 25´(MS) - Foto acima
Diamante, O Bailarina, de Pedro Jorge, 2016, 22´ (SP)
GRAMATYKA, de Paloma Rocha 15 2015, (DF)
Lugar pra Ninguém, de Fabiana Carlucci 2016 20´ (SP)
O Chá do General, de Bob Yang, 2016 22´ (SP)
O Último Dia Antes de Zanzibar, de Filipe Matzembacher e Marcio Reolon, 2016 21´33 (RS)
Rosinha, de Gui Campos 14´ 2016, (DF)
Stanley, de Paulo Roberto, 2016 19´ (PB)
Tailor, de Cali do Anjos 9´47 2017, (RJ)
Vênus – A fadinha lésbica de Sávio Leite, 2017, 6´ (MG)


Não Competitiva Nacional
Aquela Estrada, de Rafael Ramos 15´ 2016, (AM)
As Cores da Rua, de Felippe Francisco 25´ 2016, (SP)
Baunilha de Leo Tabone, 18´ 2017 (PE)
Demônia de Cainan Baladez e Fernanda Chicolet 17´ 2016 (SP)
ILE, o curta, de Vanessa Coscia 13´2016, (SP)
Jonas Banhado em Sangue, de Mateus Bandeira 18´ 2016(CE) - Foto acima
SAPAS, de Iasmim Feijó 9´ 2016, (SP)
Trincado, de Rodrigo Lara 16´2016, (SP)
Vagabunda de Meia Tigela de Otavio Chamorro 25´ 2015(DF)
Você, de Felipe Cabral 19´ 2017 (RJ)


Competitiva Internacional
8:30-12:05 de Nadia Gomez Kiener/ Daniela Doffo, 4´2017 Argentina
Eva de Florent Medina, 10´França
Mariposas de Angel Villaverde, 18´ 2017 Espanha
Mr. Sugar Daddy de Dawid Ullgren, 14´Suécia - Foto acima
PRIA de Yudho Aditya, 21´ 2016 Alemanha
Princess de Karsten Dahlem, 16´ 2017 Alemanha
Refugee´s Welcome de Bruce la Bruce, 21´2016 Alemanha
Ruptures de Francisco Bianchi, 18´2016 França
Sisak de Faraz Arif Ansari, 15´ 2016 Índia
Superheroes de Volker Petters 15´2017 Alemanha


Não Competitiva Internacional
3 Friends de Michael Moody Culpepper 22´2016 Irlanda
Alex y Eric Para Siempre de Leo Adef 11´ 2016 Espanha
AUFBRECHEN, de Peter Pflügler,6´2016 Austria
Buddy de Van Niels Bourgonje, 11´ 2016, Holanda - Foto acima
Change in the Weather de Muiris Crowley, 16´2015 Irlanda
Mi Voz Lesbiana de Jessica Agila Tene 5´2016 Equador
The Being from elsewhere, 18´ 2015 Bélgica
The Wedding Patrol de Rogier Hardeman, 14´2016 Alemanha
Trouser Bar de Kristen Bjorn 20´2016 UK
Undercover Mistress, Giulio Ciancamerla, 13´2016 Itália


Mostra Competitiva Goianos
A Fome Secreta de Katyucha de Oliveira e Yuri Félix, 2016 9´30
Blaxploitation: A Rainha Negra de Edem Ortegal 2014 21´35
Duas Vezes Senzala de Gustavo Pozzatti, 2017 25´
Íris de Warley José de Souza, 2016 7´
Obstar (ou O Garoto Que Nada Viveu) de Felipe Freitas, 2017 8´ - Foto acima
Psicoisa de Cristiano Mullins, 2010 4´
Procura-se de Leo Pinheiro, 2014 11´
Hoje a mangueira entra de Ângelo Lima, 2016 8´

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Curadoria: Ricky Mastro e Cristiano Sousa
*Tarifas especiais hospedagem para o evento:
Hotel Rio Vermelho – Rua 4, 26 – Centro, Goiânia – GO, 74020-060
Telefone: (62) 3227-2500
Basta informar o código DIGO

As imagens que ilustram essa matéria são de divulgação dos filmes

SP: 'Lili Marlene, Um Musical' glamour, dor e muita tecnologia em cena


O estilista super fashion e ator, Fause Hatem, estreou em grande estilo o musical "Lili Marlene" uma parceria de Haten e Cortada; texto e letras de Fause Haten, música e arranjos de André Cortada.


Lili Marlene é um musical pop rock que utiliza das novas tecnologias e muita performance para contar a história de Lili, neto de uma famosa atriz hollywoodiana dos anos 30, rejeitado pelo pai e que foge de casa com 13 anos. Aos 18 vai morar em Paris e assim descobre o sucesso nos palcos dublando sua avó, sem que ninguém soubesse do seu parentesco. Mais tarde torna-se sacerdote de uma religião e, já afastado da igreja, numa situação totalmente deplorável faz um relato de sua saga.

Uma história tocante, comovente e que mostra todo o talento e vigor de Fause Haten.

Muitos famosos foram prestigiar o ator no Teatro Eva Herz - Livraria Cultura - em São Paulo.
Leopoldo Pacheco, Ana Lúcia Torre, Fabiano Augusto e as Drag Queens Dindry Buck e Sissi Girl marcaram presença na estreia VIP a convite da Morente Forte.

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Lili Marlene Um Musical
Terças e Quartas às 21 horas
Teatro Eva Herz - www.teatroevaherz.com.br

Por Dindry Buck
Fotos: Divulgação / Paulo Cabral / Albert Roggenbuck

quinta-feira, 25 de maio de 2017

Últimos dias para assistir ao espetáculo 'Vamp' em cartaz no Teatro Riachuelo

Em Neon: quinta-feira, 25 de maio de 2017


Claudia Ohana e Ney Latorraca estrelam o espetáculo, produzido pela Aventura Entretenimento, no Teatro Riachuelo Rio, com texto de Antonio Calmon e concepção e direção geral de Jorge Fernando, os mesmos do folhetim.

Ela voltou! A novela “Vamp”, comédia de terror que marcou toda uma geração nos anos 90 e até hoje é considerada “cult” pela legião de fãs que deixou, foi adaptada para o teatro e é o mais novo projeto da Aventura Entretenimento, dos sócios Aniela Jordan, Fernando Campos e Luiz Calainho. Com concepção e direção geral de Jorge Fernando e direção de Diego Morais, que dirigiu ao lado de Jorge a novela “Êta mundo bom”, o espetáculo “Vamp, o musical” estreou em março, no Teatro Riachuelo Rio, tendo no elenco os protagonistas do folhetim, Claudia Ohana e Ney Latorraca. Para completar e garantir a qualidade e a originalidade, também fazem parte da equipe criativa alguns nomes da novela, como o autor Antonio Calmon, o figurinista Lessa de Lacerda e o cenógrafo José Claudio Ferreira. O espetáculo é apresentado pelo Ministério da Cultura, Governo do Rio de Janeiro, Secretaria de Estado de Cultura, Lei Estadual de Incentivo à Cultura do Rio de Janeiro e SulAmérica, tem patrocínio da Riachuelo, apoio da Chevrolet, Guerbet e Autotrac, Vult como apoiadora de produção e Avianca como transportadora oficial.

Cláudia Ohana renasce como a cantora de rock Natasha, papel mais emblemático de sua carreira, e Ney Latorraca, volta como o Conde Vlad, um dos mais marcantes personagens de sua vitoriosa trajetória, para trazer ao palco a inesquecível dupla de vampiros hilários, cativantes e apavorantes (de mentirinha). “Não é uma história de vampiros, é uma história de amor, com muita comédia para a família inteira poder se divertir no teatro. É um espetáculo para todas as idades: para quem foi criança naquela época e para as crianças de hoje”, garante Jorge Fernando.

“Natasha foi uma personagem tão boa que estamos querendo ressuscitá-la. Poder revivê-la é um presente, a novela foi muito marcante para mim. E fazer ao vivo, novamente com o com Jorginho e com Ney é muito emocionante! Na época, nós não sabíamos ao certo no que ia dar. A diferença agora é que estamos vindo de uma novela de sucesso, o que gera mais expectativa. Já se passaram 26 anos e acredito que a gente não vá fazer exatamente a mesma Natasha, vamos descobrir uma Natasha 2017”, adianta Claudia Ohana. “O personagem fez muito sucesso na época, como toda a novela em si. Foi uma obra que “aconteceu”, o que não é algo fácil. Por isso, voltar com tudo para o teatro é uma alegria. O público vai ver uma síntese da novela no palco, porque é o mesmo autor, o mesmo diretor, o mesmo figurinista”, completa Ney Latorraca.

Os números da produção incluem um total de 36 atores e 350 figurinos, além de 13 cenários e efeitos especiais. Para Aniela Jordan, sócia-diretora da Aventura, “Vamp” é um musical que vai reunir diferentes gerações. “Esse é o primeiro espetáculo que está sendo montado na sala de ensaios do Teatro Riachuelo e logo com uma produção tão especial, estamos muito felizes!”. Sobre a parceria com Jorge Fernando, ela completa: “Jorginho é o pai de “Vamp”. Seria impossível fazer sem ele”.

Ao lado dos protagonistas, estão nomes como Evelyn Castro (“Cássia Eller - O Musical”), no papel da intrépida caça-vampiros britânica Mrs. Alice Penn Taylor, e Cláudia Netto (“Se eu fosse você – O musical”, “Judy Galard - O Fim do Arco-íris”), que faz a Madrácula, mãe do Conde Vlad, personagem criado especialmente para a trama. Entre as crianças, estarão Xande Valois, como o Matosinho, filho fofo de Matoso (Osvaldo Mil) e Mary Matoso (Livia Dabarian), o malvado e atrapalhado casal do folhetim original. Ainda estão presentes os inesquecíveis Matosão (Thadeu Matos), Jonas (Luciano Andrey), Carmem Maura (Erika Riba) e os filhos Lena (Gabriella di Grecco) e Lipe (Oscar Fabião).

A trilha sonora traz algumas das músicas inesquecíveis da novela e outras inéditas, compostas especialmente para o espetáculo por Tauã Delmiro e pelo diretor musical Tony Lucchesi. A música-tema é a arrepiante “Noite Preta”, na voz de Claudia Ohana e com novos arranjos. Claudia também assume o vocal do clássico “Sympathy to the Devil”, dos Rolling Stones, como fez na novela, e “Puro Êxtase”. Entre as outras canções, estará “Thriller”, de Michael Jackson, coreografada em uma releitura em que tudo termina em samba. “Gita”, de Raul Seixas, “Felicidade Urgente”, de Elba Ramalho, e “Doce Vampiro”, de Rita Lee, são outros destaques.
                       
A trama


Como na novela, exibida em 1991, a trama conta a história de Natasha, uma cantora que vende a alma para Conde Vlad em troca do sucesso na carreira. Ele, apaixonado por sua presa, faz de tudo para conquistá-la, mas com o passar do tempo Natasha só tenta se livrar dele e da maldição de ser vampira para sempre. Para isso, parte em busca do Medalhão do Poder, escondido na cidadezinha litorânea Baía dos Anjos, onde encontra a família do capitão Jonas.  Natasha vai até lá com a desculpa de gravar o clipe de uma música, causando comoção na cidade. Vlad descobre seu plano e, para se vingar, transforma o paraíso em uma cidade tomada por vampiros. O final será surpreendente e muito diferente do da novela.

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Ficha Artística
Texto – Antonio Calmon
Concepção e Direção Geral – Jorge Fernando
Direção – Diego Morais
Coreografia – Alonso Barros
Direção Musical, Arranjos e Preparação Vocal - Tony Lucchesi
Cenografia – José Claudio Ferreira
Figurino – Lessa de Lacerda
Visagismo – Martin Macias
Desenho de Luz – Maneco Quinderé
Desenho de Som – Carlos Esteves
Produção de Elenco – Marcela Altberg
Assistente de Direção – Pedro Rothe
Assistente de Coreografia – Alan Resende
Orquestração e Assistente de Direção Musical – Alexandre Queiroz
Assistente de Cenário - Daniele Fontes
Figurinista Assistente – Teresa Abreu
Elenco: Ney Latorraca, Claudia Ohana, Evelyn Castro, Claudia Netto, Luciano Andrey, Erika Riba, Pedro Henrique Lopes, Xande Valois, Livia Dabarian, Thadeu Matos, Osvaldo Mil, Gabriella Di Grecco, Oscar Fabião, Mariana Cardoso, Duda Santa Cruz, Daniel Brasil, Rafa Mezadri, Talita Real, Mariana Gallindo, Lana Rodhes, Laura Ávila, Carol Costa, Carol Botelho, Jessica Gardolin, Renan Mattos, Lucas Nunes, Matheus Paiva, Leonardo Senna, Franco Kuster, Murilo Armacollo, Gustavo Della Serra, Marina Mota, Gabriel Querino, Andressa Tristão, Leonardo Rocha

SERVIÇO
Local: Teatro Riachuelo Rio (Rua do Passeio, 38/40 – Cinelândia)
Temporada: 17 de Março a 04 de Junho de 2017 (de quinta-feira a domingo)
Horários: Quinta e sexta às 20h30, sábado às 16h30 e 20h30, domingo às 18h (a partir de 16/04 as sessões de domingo serão às 16h30).
Vendas: Sites www.vampomusical.com.br , www.teatroriachuelorio.com.br e www.ingressorapido.com.br
Bilheteria Teatro Riachuelo Rio
Preços:
5ªs e 6ªs: R$130 - Plateia VIP; R$100 – Plateia e Balcão Nobre; R$50 - Balcão
Sábados às 16h30 e domingos: R$150 - Plateia VIP; R$120 – Plateia e Balcão Nobre; R$50 – Balcão
Sábados às 20h30: R$180 - Plateia VIP; R$120 – Plateia e Balcão Nobre; R$50 – Balcão
Capacidade: 1.000 pessoas
Duração: 2 horas (com intervalo de 15 minutos)
Classificação etária: Livre

Fotos: Felipe Panfili

quarta-feira, 24 de maio de 2017

Netflix apresenta seu primeiro documentário brasileiro e retrata Laerte refletindo sobre seu universo feminino

Em Neon: quarta-feira, 24 de maio de 2017


Após viver quase 60 anos como homem, com três filhos e três casamentos, o cartunista Laerte assumiu em 2009 sua identidade feminina.

Essa transição está inserida na reflexão que ela faz no documentário “Laerte-se”, o primeiro documentário brasileiro produzido pela Netflix, realizado por Eliane Brum e Lygia Barbosa da Silva, que levou três anos para ser finalizado.

O documentário acompanha Laerte em seu cotidiano, em casa, na ida à manicure, ao lado de seu neto e de seu filho, entre outras situações corriqueiras de sua vida. Mostra o lado humano de um ícone, com seus medos, desejos (de colocar peito), seu convívio com sua família, seus gatos, seus pensamentos sobre sexualidade, política e principalmente de vida. Despede-se de tudo, até literalmente, mostrando-se da forma mais nua e crua, da qual poderia se mostrar.

O documentário é recheado de charges animadas da autoria da própria Laerte, com todo seu humor, ora ácido, ora apenas divertido, por vezes irônico, atrevido e até com uma seriedade extremamente necessária.

Outras pessoas passeiam pelo doc dando uma leveza e singeleza, que torna sua história um delicioso cotidiano que, em mais de uma hora e meia, nós nos acostumamos a vivê-lo e quando acaba, dá até uma saudade do que já não acompanharemos mais, é como se quiséssemos acompanhar sua vida como a um reality show, com uma hora diária de vivência Laertiana. Uma dessas personagens, a manicure, não consegue desvincular a Laerte do antigo Laerte, ela é uma figura à parte, engraçada, sincera e ao mesmo tempo inocente diante de uma situação que não compreende (ainda). Até mesmo Laerte por vezes se perde entre os artigos, posicionando-se no masculino, mas enfim é compreensível, afinal foram quase sessenta anos de um homem chamado Laerte e como ela mesmo diz: "ele ou ela, tanto faz".

Quando fala sobre sua sexualidade e a comunidade LGBT, Laerte não poupa críticas à sopa de letrinhas. Expõe seu ponto de vista sem medo de sofrer represálias, confessa que fez piadinhas homofóbicas quando jovem e que se envergonha disso. Enfim, assim como todas as outras passagens contadas por Laerte, todas são cheias de humor e verdade. Um documentário para ser visto e se apaixonar por Laerte, ou até quem sabe odiar, mas não para passar indiferente por ela em sua vida.

O documentário "Laerte-se" encontra-se disponível na plataforma www.netflix.com.br

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Confira abaixo o trailer do documentário:



Fotos: Divulgação

Por: Eduardo Moraes - CLIQUE AQUI e leia mais artigos desse autor.

Eduardo Moraes é jornalista formado pela USCS (Universidade Municipal de São Caetano do Sul) além de fotógrafo há 15 anos. Em seu curriculum estão o Jornal e Site Abalo, a Exposição O "T" da Questão e o Livro Avesso - Meu Lado Certo. Atualmente é editor-chefe do site www.EmNeon.com.br

terça-feira, 23 de maio de 2017

Festival Terça Insana no Teatro Opus traz espetáculos e convidados diferentes a cada semana

Em Neon: terça-feira, 23 de maio de 2017


O Projeto Terça Insana está de volta à cidade de São Paulo, no seu formato original, no Teatro Opus (Shopping VillaLobos) com uma apresentação diferente por semana. E as apresentações de maio e junho serão um Festival, a cada terça-feira, um espetáculo diferente com Grace Gianoukas e atores convidados mostrando clássicos e novidades da Projeto Terça Insana.

O Projeto Terça Insana foi idealizado pela atriz e diretora Grace Gianoukas. Desde a estreia, em 2001, a Terça Insana tornou-se um divisor de águas no cenário da comédia no Brasil.

Assistido por mais de dois milhões e setecentas mil pessoas, criou cerca de 380 espetáculos diferentes, mais de 500 personagens criados, mais de 400 atores passaram por este projeto, cenas e textos originais, que hoje compõem um enorme repertório de criações.

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Serviço
Espetáculo: Terça Insana
Realização: Opus Promoções
Classificação: 16 anos
Duração: 90 min
Direção: Grace Gianoukas
Elenco: Grace Gianoukas
Convidados: 23 de maio - Marcelo Médici e Falcão 
30 de maio - Darwin Demarch e Rita Murai 
6 de junho - Fernandinho Beat Box e Silvetty Montilla
13 de junho - Arthur Kohl e Renata Augusto
20 de junho - Guilherme Chelucci e Johnnas Oliva
27 de junho - Marco Luque, Agnes Zuluani e Mila Ribeiro
Teatro OPUS (Av. das Nações Unidas, nº 4777 - Alto de Pinheiros/ 4o piso – Shopping VillaLobos)
www.teatroopus.com.br
Ingressos: de R$ 30,00 a R$ 100,00 
Capacidade: 751 pessoas
ATENÇÃO: Não será permitida a entrada após o início do espetáculo

Fotos: Priscila Prade / Divulgação

segunda-feira, 22 de maio de 2017

Confissões de uma Drag: Ato Solene homenageia militantes no Dia Internacional de combate a LGBTfobia na ALESP

Em Neon: segunda-feira, 22 de maio de 2017


No dia 17 de maio de 2017 - Dia Internacional de Combate a LGBTfobia - aconteceu na  Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo um ato que homenageou militantes e ativistas LGBT por sua luta na construção de um mundo melhor.

Os Deputados Marcos Vinholi (Estadual) e Floriano Pesaro (Federal - Secretário Estadual de Desenvolvimento Social) organizaram o maravilhoso ato que prestou uma linda homenagem ao trabalho brilhante realizado por algumas pessoas e movimentos que fazem a diferença na construção de uma sociedade melhor, dentre eles,Roseli Tardeli e a incansável equipe da Agência de Notícias da AIDS, Cássio Rodrigo, Edgar de Souza (prefeito de Lins, homossexual assumido), Gê de Lima (cantor), Heloisa Alves (uma homenagem surpresa), o Grupo Mães pela Diversidade, André Hidalgo (Casa de Criadores), Cleber Bernardi (Campinas), Marcos Fernandes, SP Escola de Teatro e suas maravilhosas e batalhadoras trans e o colorido e divertido Esquadrão das Drags.

O Secretário Floriano Pesaro fez um discurso emocionado falando da importância do respeito. O prefeito de Lins Edgar de Souza que casou recentemente com seu companheiro destacou a importância da luta diária e que ser gay não o faz melhor ou pior que ninguém. Cássio Rodrigo ressaltou a importância do dia e citou algumas conquistas estaduais.

Uma noite linda e inesquecível!






Fotos: Samantha Feijon

Por: Dindry Buck - CLIQUE AQUI e leia mais artigos dessa colunista.

Dindry Buck, personagem vivida pelo Publicitário, Jornalista, Ator e Maquiador Albert Roggenbuck. Formado em Comunicação Social/Publicidade e Propaganda, pela Universidade São Judas Tadeu – São Paulo, trabalha em eventos como animadora, apresentadora e hostess. É ativista social pela causa LGBT, sendo o atual Conselheiro representante dos Transegêneros junto ao Conselho Municipal de Atenção à Diversidade Sexual.

sábado, 20 de maio de 2017

6ª Edição do 'Periferia Inventando Moda' acontece no CEU Paraisópolis

Em Neon: sábado, 20 de maio de 2017



Com patrocínio da Vult e parceiros de peso, evento já consagrado promete fashion show para a comunidade. Evento contará com marcas, modelos e profissionais de beleza da periferia.

Em sua sexta temporada, o ‘Periferia Inventando Moda’ apresentará ao público o resultado de mais um semestre de trabalhos de democratização da moda através do evento ‘VI PIM’, que ocorrerá no próximo dia 02 de junho, sexta-feira, no CEU Paraisópolis, localizado à rua Dr. José Augusto de Souza e Silva, S/N, das 16 às 21 horas.

O Periferia Inventando Moda vem ganhando cada vez mais repercussão na mídia bem como na imprensa especializada, se consagrando como referência na moda inclusiva, oferecendo formação a jovens da periferia que aspiram à profissão de modelo, maquiador, e agora também de fotógrafo.

O projeto conta agora com patrocínio da Vult Cosmética, que ficará responsável pela formação dos maquiadores, fornecerá produtos de maquiagem para os desfiles e editoriais, e é parceira do ‘Espaço PIM’, sede física do projeto na comunidade de Paraisópolis. Em vias de implementação, o ‘Espaço PIM’ sediará as oficinas do projeto e contará com a ‘Sala Vult’, espaço de formação de maquiadores coordenado pela Vult. Nas palavras de Mônica Truffa, coordenadora de parcerias da empresa, “a parceria com o PIM vem ao encontro dos valores da Vult por acreditar no poder transformador que a inclusão social e a qualificação profissional promovem na autoestima das pessoas e de toda uma comunidade”. Ainda segundo Truffa, “moda e beleza caminham juntas no sentido de valorizar a cultura e a diversidade, desenvolvendo talentos e despertando multiplicadores de ideais que beneficiem toda a sociedade”.

Além do patrocínio Vult, o evento contará com o apoio do ‘Projeto Tesourinha’, que cuidará dos penteados para os desfiles. Liderado pelo cabeleireiro Ivan Stringhi, o Tesourinha é um projeto social de referência na formação de cabeleireiros. Stringhi resume assim sua parceria com o PIM: “Uma gota pode gerar uma onda quando a moda e a beleza se unem para a capacitação profissional, o que gera empregos e aumenta a autoestima das pessoas”.

Para o evento do dia 02, os organizadores preparam grandes novidades e prometem a maior edição feita até aqui. Serão 10 marcas que se apresentarão na passarela, todas da periferia de São Paulo: Alex Santos, Ateliê Milton Laranjeiras, BrunnoDellum, Couto Store, HypnoticBijoux, K. Sullysman, Malokero, Mete a Marra, Peah P. Clothing e Simplesmente.

Antes dos desfiles, integrando o evento, haverá uma mesa redonda com o tema: ‘um novo olhar sobre a moda, questionando os padrões de beleza atuais’. Mediada pela modelo e ativista Aretha Sadick, a mesa contará com as participações do estilista Isaac Silva, da cool huntere digital influencer, Magá Moura e da estilista e ativista Luciane Barros, criadora do projeto África Plus Size. Entre uma atividade e outra, o evento contará com apresentações musicais.

Segundo Nil Mariano, diretor executivo do PIM, “pretendemos que essa edição seja marcante. Vamos trazer para a comunidade de Paraisópolis um grandioso fashion show. Os eventos de moda geralmente são elitizados e fechados a convidados. O PIM por sua vez propõe a democratização da moda, proporcionando um evento gratuito e aberto ao grande público, com marcas e modelos que realmente representem a verdadeira beleza brasileira, fugindo radicalmente dos padrões estereotipados e anacrônicos do dito ‘padrão internacional’. Sobre isso, Alex Santos, diretor artístico e idealizador do projeto, afirma: “há muito tempo o perfil branco, magérrimo e despersonalizado deixou de ser padrão de beleza”. Uma zapeada pela televisão e você verá que as estrelas do cinema, da música, das novelas, não obedecem mais a esse padrão”. Nas palavras de Santos, “a beleza que vemos nas ruas, a beleza das pessoas reais, está se tornando a nova referência. A moda precisa urgentemente acordar para essa realidade. O sucesso das agências que trabalham com street casting e de projetos que vieram na esteira do sucesso do PIM são a prova disso”.

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Serviço
Periferia Inventando Moda - 6a.edição
Dia 02 de junho de 2017 (sexta-feira), das 17h às 21h.
Cronograma:
17:00 às 18:30: Mesa redonda: “um novo olhar sobre a moda - questionando os padrões de beleza atuais”.
19:00 às 20:30: Desfiles
Local: CEU Paraisópolis.
Rua Dr. José Augusto de Souza e Silva, S/N.
Telefone de informações para o público: (11) 3501.5660.

Fotos: Cauê Moreno / João Goldenstein / Túlio Vidal
 
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